História Lady sacerdotisa - Capítulo 4


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Categorias Inuyasha
Personagens Inuyasha, Kaede, Kagome, Kagura, Kikyou, Kirara, Kohaku, Kouga, Miroku, Naraku, Sango, Sesshoumaru, Toutousai
Tags Kagome, Romance Sesshoumaru
Visualizações 49
Palavras 1.690
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Fantasia
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Um beijo do iokay



Quatro dias se passaram. A tarde caia. O vilarejo de Kaede, como sempre, calmo e sereno. Mas isso por pouco tempo:

kagome–INUYASHA SENTA!

inuyasha –Maldição Kagome so quero sa ber mas para onde foi e com quem treino para dicar tão poderosa a sim!

Miroku–Não a pressione, Inuyasha. Deixe que ela fale quando lhe convier.

Kagome–É MELHOR ESCUTAR O SENHOR MONGE INUYASHA!-a garota voltou a caminhar para dentro da floresta e o Hanyou fez questão de segui-la

kagome–SENTA!-kagome voltou a pronunciar e o hanyou encontrou novamente o chão. - INUYASHA NÃO ENTENDE? QUERO PRIVACIDADE!NÃO OUSE ME SEGUIR!OUVIU-ME?

Inuyasha paguejou, recusando-se a responder.

Kagome–Eu perguntei se me ouviu?-novamente nenhuma resposta

sango–Isso não vai acabar bem... não é Miroku?-comentou a exterminadora que observava a briga de uma distancia segura

Miroku–Creio que não Sango.

kagome–RESPONDA INUYASHA!

inuyasha–Eu lhe proporcionaria privacidade Kagome, se me dissesse logo, tudo e desde quando você e Sesshoumaru são tão íntimos!

kagome – ORA SEU... NÃO SOMOS INTIMOS E SE SOMOS OU NÃO E PROBLEMA MEU E DELE NÃO SEU SENTA...!

inuysha– MALDIÇÃO PAEA DE FALA SENTA Não foi isso que pareceu...

kagome–ISSO NÃO É DA SUA CONTA FICOU SURDO INUYASHA QUE SACO!

inuyasha–Como assim não é da minha conta? É assim que me agradece? Fazendo graça com o inimigo?

kagomeINUYASHA SUE IDIOTA VAI CUIDA DA SUA VIDA BETA COM A POROSSO SENTA!SENTA!SENTA!SENTA!SENTA!

E pela enésima vez o meio-yokai sentiu o pedregoso chão.

Kagome retomou o seu caminho, indo em direção à floresta. Depois de algum tempo desapareceu por entre as arvores.

Inuyasha levantou, tirando a poeira de suas vestes.

Inuyasha –Mais que coisa! O que diabos esta acontecendo com Kagome?

sango–Ela só quer privacidade Inuyasha, respeite isso.

inuyasha–Privacidade? Pra que Sango?

Sango–Pensar

inuyasha –Em que? Não há nada que ela não possa pesar aqui!

A exterminadora suspirou.

sango–Acredite, é mais complicado do que parece. -Sango retirou-se, para ajudar os aldeões com seus afazeres de fim de tarde.

inuyasha–Oras mais o que ela quis dizer com isso?

Miroku e Shippou balançaram negativamente suas cabeças.

Miroku e  Shipoo–Ai, ai Inuyasha... Você as vezes não usa o cérebro!-Shippou e o Monge, por sua vez, também foram ajudar os aldeões.

inuyasha–Mas o que foi que eu fiz?- o meio yokai estava confuso

Nada mais fazia sentido. Não sabia ao certo o que ocorreu e o que estava ocorrendo na caverna antes de sua chegada. E não parava por ai, tinhas duvidas se Kagome havia fugido ou sido raptada. De qualquer jeito o que diabos, Sesshoumaru queria com ela? Aquele verme... Se encostasse em Kagome novamente iria..

sango–HEI! Inuyasha dá uma ajudinha

inuyasha–E por que eu faria isso Sango? ?-o hanyou se virou

A exterminadora franziu a testa. Como era mimado!

sango–Porque se não fizer eu peço para a Senhorita Kagome arrancar o seu corro de tanto enfiar a sua cara no chão!

Inuyasha cruzou os braços irritado.

inuyasha–FEH! Esta bem, me de logo isso!-O hanyou pegou o grande vazo das mãos da exterminadora, levando para dentro da casa de Kaede.

OoooOooooOoooooooOOOoooooooooooooOOooooooooooooooooooooooooo

Na floresta, enquanto flora e fauna aproveitam os últimos raios de sol, a humana caminha tranquilamente admirando a diversidade do lugar. Seguiu por entre alguns arbustos até chegar a um campo aberto. Parou por um instante. O lugar era ocupado por várias arvores de sakuras, que o cair das pétalas regularmente cobriam o chão com seu manto branco- rosado. Fechou os olhos, para logo abrir novamente. Era o lugar perfeito para refletir. Continuou a caminhar até uma das arvores. Chegando ao destino, sentou em uma das raízes e encostou-se ao tronco atrás de si. Há dois dias havia descoberto aquele lugar, calmo e sereno. Para ela aquilo significava seu único momento de paz. Por isso regularmente, após a sua volta, ia de encontro àquele lugar, sentava e apenas admirava a paisagem.

Uma leve brisa agitou as pétalas caídas pelo chão, que seguiram a dança harmoniosa do vento que as erguera. A garota observava tudo com rosto calmo e sereno. Perguntava-se por que sua vida não podia ser assim, leve, livre, a mercê do vento. Mas não, infelizmente não, por mais que quisesse a vida de ninguém é fácil. Tendemos a nos prender a algo, que muitas vezes nos faz sofrer. Não obstante, nos conformamos em viver infelizes simplesmente por que não encontramos o erro, sendo que ele é mais do que obvio.

Seu erro? Inuyasha talvez?

Não tinha duvidas quanto a isso. Ela sabia, todos sabiam, seu sofrimento era oriundo de seu amor pelo hanyou. Era incrível como o ser humano dava valor aos sentimentos. Sesshoumaru com certeza diria que esse pensamento vale apenas para os fracos.

Ele esta certo?

Disso não sabia. Sentimentos são, em sua maioria, instáveis. Eles podem torna-lo mais forte, em contrapartida podem trazer dor, arrependimento e até a morte. Tudo na vida é simples e complexo, nada é fácil, nada é difícil. O amor pode levar tanto a felicidade, quanto a tristeza. Logo, não há como concluir quem está certo.

Quem era ela para concluir isso?

Ninguém, só uma idiota apaixonada. Aliás, não tinha mais certeza do quão apaixonada estava. Por algum motivo, sua mente, que momentos antes girava em torno de Inuyasha, teve seu núcleo conturbado por um misterioso yokai branco, de olhos ambares intensos e intrigantes. Não acreditava estar interessada por Sesshoumaru, no entanto ultimamente não conseguiu pensar em outra coisa a não ser o seu rosto perfeito e posse indiferente.

Ele sentia o mesmo?

Era obvio que não havia como uma simples humana poderia despertar interesse em um yokai tão orgulhoso quanto Sesshoumaru. Ele merecia uma mulher a sua altura e com certeza ela não estava nem aos pés desse patamar.

OooooOoooooooOoooooOOoooo

Jakem–Senhor Sesshoumaru? –Jaken chamou pelo seu mestre, temendo estar atrapalhando.

O yokai de madeixas prateadas que estava encostado em uma das arvores, abriu os olhos e o dirigiu-se ao servo indiferente.

Sesshoumaru–O que quer Jaken?

Jakem–É... que Jaken queria saber por que estamos seguindo para o vilarejo do Inuyasha , nós deveríamos estar atrás de Naraku..

Sesshoumaru–Duvidas da capacidade de seu mestre?

jaken–Nã-não meu senhor- o yokai sapo ajoelhou-se suplicando piedade.

Sesshoumaru continuou a encarar seu servo. Uma brisa leve soprou até a clareira onde se encontravam e um cheio inconfundível inundou as narinas do yokai cão que se levantou no mesmo instante.

Sesshounaru–Jaken!

jaken–Sim meu senhor? – o pequeno yokai continuava encolhido no chão.

Sesshoumaru–Cuide de Rin voltarei ao anoitecer

O yokai desapareceu por entre os arbustos ao redor da clareira. Deixando Jaken um tanto aturdido, não fazia ideia do que poderia ter despertado tanta urgência em seu mestre.

Oooooooooooooooooooooooooo

De volta ao campo de sakuras. A humana continuava com suas duvidas sem um fim evidente. Sabia que algo faltava, uma “peça chave”, por assim dizer. Ela daria um fim nessas duvidas, ela seria a guia para as respostas tão almejadas. Seus pensamentos nunca estiveram tão bagunçados, mal acabara de responder uma das questões, outra aparecia oriunda da anterior. Não obstante, era quase impossível desinibir-se do que havia acontecido naquela caverna. Os olhos de Sesshoumaru tão e ardentes e luxuriosos, os lábios quase a quele beijo... Ah! Como queria aquele beijo de novo....

Sesshoumaru–No que esta pensando Miko?

Kagome perdeu a respiração e arregalou os olhos com a inesperada presença daquele ser. Só depois percebeu o quão infantil foi sua reação. Até parecia uma menina pega no flagra! Tentou tirar essa ideia da cabeça e responder a pergunta. Mas não se conteve em dar uma leve risada quando viu a posição do grande Lord Sesshoumaru. Ele estava pendurado em um dos galhos da arvore virado de cabeça para baixo com o rosto bem próximo ao seu. Uma posição um tanto peculiar para um ser tão frio e indiferente quanto ele.

Sesshoumaru–Qual a graça?

kagome–Nenhuma, Senhor Sesshoumaru- a garota continuou a dar leves risadas, não acreditava que estava vendo realmente o yokai cão daquele jeito tão infantil

Sesshoumaru franziu o cenho.

Sesshoumaru–De fato não sabes mentir...estas rindo por algum motivo e quero saber qual.

Kagome não pode deixar de perceber o quanto desejosa ficou ao fitar os lábios do yokai se mexendo para dirigir a palavra a ela. E pensar que sentiu o gosto deles, se não fosse aquele maldito Inuyasha!...

Sesshoumaru–Kagome?

A garota voltou à realidade, estranhando a maneira que foi chamada.

kagome–Me chamou de Kagome foi em sesshoumaru teve medo da mina ameça foi ?- a humana olhava  para o yokai

sesshoumaru–E o que tem isso claro que não pois você não me assusta humana?

kagome–Ae sim em tão, har Esqueça- a sacerdotisa sabia que Sesshoumaru só responderia com mais perguntas, então, resolveu deixar o assunto de lado.

Sesshoumaru–Ainda não me respondeu por que estavas a rir.

Kagome–deixa de ser chato eu so estou achando graça sua posição de cabeça para baixo kkkk.

sesshoumaru– Se e Só isso da para de rir kkkk.

kagome–Sim só isso ta vou para se você para- a garota esboçou um belo sorriso, de alguma forma ficou feliz em ver Sesshoumaru novamente ele fala 

Sesshoumaru:- Ta ok vou para pois estamos parecendo dois bakas.disse ainda rindo junta de kagome quando para ram de rir 

O yokai rapidamente desceu da arvore. Voltando a encarar a humana:

Sesshoumaru–O que fazes aqui?-perguntou continuando de pé voltando a sua postura firme de sempre.

kagome–Estou apenas refletindo.

sesshoumaru–E precisas distanciar-se tanto do vilarejo para refletir?

kagome–Deixa de chatice eu Precisava de um lugar para colocar os pensamentos em ordem. Algo que transmitisse segurança e tranquilidade.

sesshoumaru–E como achou esse lugar?

–“Mais o que diabos era isso? Um interrogatório?”–ironizou Kagome em pensamento.Meu Kami!Quantas pergunta ele fazia! Mesmo assim respondeu:

–Um dia depois que cheguei não aguentava mais ficar na cabana de Kaede. Sai andando pela mata e acabei por encontrar esse lugar. Desde então tenho vindo regularmente.

O yokai silenciou-se por um breve instante. Observou o lugar, enquanto outra brisa erguia as folhas caídas no chão e as levava até o lugar em que se encontravam.

sesshoumaru–Te apetecem sakuras?-perguntou finalmente

kagome–Sim são minhas preferidas. É um dos motivos de adorar esse lugar.

Sesshoumaru, então, estendeu a mão para a humana, que mesmo desconfiada, aceitou. Ao levantar, o Lord retirou uma das flores de sakura da arvore acima deles e colocou delicadamente atrás da orelha da frágil sacerdotisa, que se manteve surpresa com o ato. Seguidamente puxou-a ao seu encontro e antes que Kagome pudesse dize algo uniu seus lábios com os dela mas dessa ves num beijo sem inuyasha emterronper.



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