História Lady sacerdotisa - Capítulo 6


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Categorias Inuyasha
Personagens Inuyasha, Kaede, Kagome, Kagura, Kikyou, Kirara, Kohaku, Kouga, Miroku, Naraku, Sango, Sesshoumaru, Toutousai
Tags Kagome, Romance Sesshoumaru
Visualizações 45
Palavras 2.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Fantasia
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Eu te amo .


Kagome–QUE DROGA INUYASHA!BAKA!-a sacerdotisa descontava toda a sua ira na arvore a sua frente. Para depois deslizar suavemente até o chão juntar os joelhos ao peito e continuar sua raiva

Algo chegava a passos lentos. E mais silencioso que o próprio vento, pôs-se rapidamente atrás da garota.

naraku–Por que choras Kagome?

Um frio na espinha pode ser sentido pela sacerdotisa. Não, não podia ser...

kagome–Naraku?!!-a garota se pôs rapidamente de pé.

–Uhuhuhuh!(N/A: definitivamente essa risada do Naraku é muito esquisita!!)Como vai Kagome?

kagome–Isso não lhe diz respeito naraku vou te pro inferno!

Naraku–Ora,ora mais que indelicadeza-naraku tava tão atordoado desde quando kagome era fria para recia sesshoumaru

Kagome:- Naraku idelica e a sua mãe já disse medixe em pais não quero purificalo e se acha que estou chatiada com o imuyasha esta enganado. 

Naraku– eu sei que não por quasa de inuyasha mas sei que e porcausa de Sesshoumaru não é?-indagou o meio-yokai

Sim, ele mesmo. Que sensação túrbida era essa que sentia ao vê-lo ou toca-lo? Por que se sentia tão tentada a beija-lo? A garota ficou cabisbaixa. Nada podia fazer se nem mesmo ela tinha as respostas para as próprias perguntas, não havia como revidar as palavras do yokai.

naraku– criança insolente e ousoda ..

kagome–Hora não gostou de me a sim  Naraku!

O meio yokai libertou um riso sarcástico, não necessitava de muito para entrever (N/A;”entrever” significa algo como prever) no que o inusitado encontro do yokai cão e da sacerdotisa poderia acarretar. Sim observou a tudo, testemunhou Kagome Sesshoumaru juntos aos bijos na caverna Assistiu ao impulso descuidado do Lorde, que não se conteve em beijar a delicada e frágil humana. Como eram ingênuos....mal sabiam que de bom grado lhe ofereciam a melhor arma que seria usada a seu favor. E ainda teve que admitir: surpreendeu-se com barreira que  encobriu tão bem seu cheiro, o suficiente para presenciar essas cenas tão de perto. Agora tudo girava em torno de seu novo plano.

Em uma das arvores, não muito longe dois olhos ambares observavam a tudo. Tinha consciência de que o meio-yokai havia sentido a sua presença, então porque o ignorava?

naraku– gostei de mas mas Você esta apaixonada Kagome pelo inpiedoso sesshoumaru ...

kagome –naraku vapara o inferno isso não e de sua conta eu não quero te purificar.

naraku–Minha cara... não há razão para grocerias eu sei muito bem que já tinhas conhecimento disso.

De certo tinha, porém melhor seria esquecer essa sandice. Sesshoumaru era um yokai completo, forte, habilidoso, um príncipe. Nada poderia oferecer àquele lorde encantador. Inuyasha já havia sido um grande erro, não queria iludir-se novamente, e o hanyou continuava a complicar as coisas.

naraku–Deve ser muito difícil ter que encarar a realidade não é querida Kagome?-sussurou Naraku atrás da garota, que nada disse, continuou a olhar para o chão humilhada pela dolorosa verdade.

Naraku– A realidade de que ele é um yokai, viverá por muitos anos jovem e viril enquanto você... -Naraku, agora na frente da moça, ergueu a cabeça da mesma e continuou o discurso- é apenas um rosa que desabrochou bela e virtuosa na diversidade, mas que morrera tão rápido como a primavera sabe que ele jamas ficara com você ele deve esta por ai com kagura que e uma iokay completa 

Kagome virou bruscamente o rosto para o lado. Quanto mais ouvia, mais oprimido ficava o seu coração. Uma pequena gotícula de agua caiu lentamente de seus olhos e pôs-se a escorrer pelo seu rosto. Conteve-se o observador em acudi-la, mas ela respondeu 

Kagome:-Basta naraku se  não quise morre mediga logo o que em ves de praqueja tolicis no vemto

naraku–horas minha cara para que ameaças-Naraku distanciou-se da garota antes de prosseguir- Vim aqui com um único objetivo e pretendo completa-lo. Ofereço-lhe uma maneira de esquecer  esse amor idiota venha comigo seja ninha rainha governe esse mundo comigo me entregi a joia e voce nuca mas a de sofre venha comigo kagome.

–naraku queres me como mulher ?

–É obvio que sim você tera mas pode do que ja tem.

Tão tentador, como seria deixar de sofrer? Deixar de chorar todas as noites? Nunca mais sentir duvidas ou remorsos por alguém? Deve ser... Espere, não, não podia fazer isso. Seus amigos precisavam dela e estava disposta a sofrer para dar a felicidade a eles, uma hora esse amor por Sesshoumaru iria desaparecer. Mas aquele beijo, as mãos acariciando suas costas tão delicadamente quanto plumas, a sensação de felicidade jamais sentida quando nos braços dele estava, talvez, apenas talvez ela representasse algo para o yokai cão.

kagome– eu não sou um briquedo naraku nuca irei ser sua nuca va inbora se não vou purifica-lo

naraku–Como queira... Mesmo assim sinto-me na obrigação de alerta-la, lembre-se que es inferior à Sesshoumaru, não es e nunca será uma yokai, ele não a ama e nunca irá amar. Acorde deixe de se iludir Kagome, por pensar que ele se importa com você.

Kagome–O que o faz pensar que tenho esperanças? Da um tempo naraku to avisando va enbora. Naraku ficou surpreso com a friesa de kagome 

Naraku chegou bem perto do rosto de Kagome antes de responder a pergunta semte ser purificado kagome brilhava e sussuror 

Kagome:-ventos devastadores da purificação divina.

naraku:- SUA  DESGRAÇADA VAI SE AREPENDER.gritou naraku soutanso misma e fujindo.

Um yokai apareceu em meio à escuridão e com sua espada inutilmente tentou cortar o meio-yokai que se ferio com golpe.

kagome–Sesshoumaru?- deduziu a sacerdotisa após distinguir as lisas madeixas prateadas, um pouco mais longas que a de Inuyasha, a franja um tanto rebelde, que se remexia inquieta com apenas a fraca brisa daquela noite de verão, e os olhos. E QUE OLHOS! Cor de mel que tanto a fascinavam, com certeza um mistério ali reinava e almejava desvenda-lo.

O yokai ficou a frente da sacerdotisa encarando raivosamente o adversário. Kagome observou a cena abismada. O yokai cão queria protege-la? Então ele se importava com ela? Um sorriso radiante tomou conta do rosto da garota.

–Vão me paga vou voutar kagome você sera minha junto com ajoia - com isso desapareceu em uma nuvem de miasma.

A sacerdotisa purificou veneno, depois q olhou para todos os lados, porém não encontrou Sesshoumaru, suspirou em desanimo, queria vê-lo, conversar com ele, talvez até...

Sesshoumaru–Feche os olhos- uma voz suave falou cordialmente ao ouvido da jovem que estremeceu de satisfação.

kagome–Por quê?

Sesshoumaru–Não confia em mim?

Por mais que o conhecesse há pouco tempo, claro que confiava. Mais do que sua própria vida. Kagome então fechou os olhos. O yokai cão puxou-a de encontro a ele e levantou voo. O que será que Sesshoumaru pretendia?

OOOOooooooOoooooooooOOOoooOO

No acampamento todos estavam apreensivos enquanto Inuyasha andava atordoado pelo lugar.

Inuyasha–Mais que droga! Onde esta Kagome?

kouga–Acalme-se cara de cachorro deixe Kagome em paz.

inuyasha–Oras não vem me dizer que não esta preocupado lobo fedido!

kouga–Claro que estou. Mas entendo Kagome... Afinal viver com um idiota como você não deve ser fácil.

inuyasha–Feh! Baka!-cara a cara hanyou e o yokai lobo encaravam-se rosnando.

Miroku–Vocês querem parar antes que comecem uma briga?-o monge interviu colocando-se no meio de Inuyasha e Kouga.

inuyasha–EU NÃO ESTARIA TÃO NERVOSO SE KAGOME NÃO FICASSE PASSEANDO POR AI A ESSA HORA DA NOITE!

sango–Inuyasha... -uma voz fina perto da fogueira resolveu impor-se

inuyasha–O QUE FOI SANGO?

sango–CALE ESSA BOCA!- todos se assustaram com o grito repentino da exterminadora que a pouco estava tão calma-Você pode sair à hora que quer fazer o que quer com quem quer e voltar a período que lhe é mais conveniente, Kagome até agora suportou tudo isso. Ou você acha que não sabemos com quem você vai se encontrar as escondidas? Hein Inuyasha? Se você pode fazer isso na cara dura, Kagome-chan também tem todo esse direito afinal é ela que mais sofre com a sua estupidez.

Silencio. Ninguém ousava continuar a conversa. Sango voltou-se calmamente para o fogo e reiniciou a tarefa que ministrava há pouco.

shipoo–Meu deus! Nunca vi Sango tão alterada-comentou Shippou para o Monge.

Miroku–O Inuyasha tem que ouvir a verdade Shippou. Sango esta certa-respondeu o monge.

O hanyou correu em direção à floresta desaparecendo por entre as arvores.

jinta–Onde ele foi?-perguntaram os companheiros de Kouga

Miroku e sango e kouga –Atrás dela, de novo-responderam Miroku, Sango, Shippou e Kouga.

Oooooooooooooooooooooooooo

Kagome sentiu- se sem chão, literalmente falando. Era obvio, estava voando. Fez menção de abrir ligeiramente os olhos, mas foi repreendida por Sesshomaru com um aumento de pressão em sua cintura.

A trajetória não foi longa, tanto que chegaram em poucos minutos. A garota nada via, mais conseguiu distinguir o som de uma cachoeira bem perto de onde se encontravam, impaciente começou a bater o pé direito no chão, ainda com os olhos fechados pode sentir o calor do yokai emanar sobre suas costas e um hálito quente tocar a pele de seu pescoço enquanto o lorde falava a simples frase: “Pode abri-los”

Sem demora a garota abriu os olhos, olhou ao redor, o lugar era plano com um rio a sua frente, aguas tão cristalinas quanto diamantes, várias pequenas quedas d’agua em sincronia com uma maior. A parte térrea era coberta de um lado por tulipas brancas com tons de rosa e o mais importante, na parte onde a grama verde prevalecia perto da beira da maior queda d’agua uma cerejeira de porte médio alongava ligeiramente seus galhos até ultrapassar as margens do rio, uma camada de pétalas podia ser vista sobre as aguas. Ao redor nada mais do que arvores comuns, era uma clareira, iluminada pelos raios prateados da lua que se infiltravam por uma abertura na parte de cima. A sacerdotisa estava maravilhada. Sentou-se perto da cerejeira e ficou observando as flores se mexendo com o vento.

Sesshoumaru–Soube que Inuyasha destruiu boa parte do campo de sakuras em que nos encontramos-Sesshoumaru se aproximou e sentou-se ao lado da sacerdotisa.

A jovem riu levemente.

kagome–É verdade, ele cismou que você estava lá, além disso, Inuyasha odeia sakuras, ele diz que o cheiro é desagradável- a garota direcionou seus olhos ao yokai, mas não esperava que ele estivesse olhando para ela, pelo menos não com aquela intensidade, consequentemente os olhos se encontraram.

Kagome teve em mente o beijo com Sesshoumaru naquele campo há poucos dias destruído. Suas bochechas tingiram-se de vermelho, subitamente voltou sua cabeça para as mãos que se mexiam exageradamente em seu colo. Horas por que o pudor dessa ação foi aparecer logo agora? Logo aqui? Logo com ele

Sesshoumaru–Kagome?

Como era agradável ouvi-lo pronunciar seu nome. O timbre da voz tão serena e reconfortante...

Sesshoumaru–Kagome?

kagome–S-sim?-a humana suava frio, por que ficava tão nervosa perto dele? Nunca fora assim com Inuyasha. Então por que isso agora?

Sesshoumaru–Você esta bem?-Sesshoumaru levou a mão até o rosto da sacerdotisa que corou ainda mais.

Kagome–E-stou S-im...

Sesshoumaru voltou à posição de antes e passou a observar os galhos da arvore acima deles. Tinha que admitir o desejo de beija-la era demasiadamente dominante. Tarefa árdua essa, de conter-se diante daqueles lábios que clamavam por atenção. Mas antes precisava esclarecer algo que o corroía por dentro apenas por cogitar a hipótese de ser mentira:

Sesshoumaru–É verdade o que Naraku disse?

kagome–O que ele disse?-perguntou a sacerdotisa, temendo saber a resposta.

Sesshoumaru–Você sabe muito bem do que estou falando.

Kagome–Não, não sei... Nossa olha só a hora-ela olhou para o pulso fingindo ser um relógio, só depois percebeu o quão estupido foi sua indagação afinal na época feudal não existiam relógios de pulso movidos a bateria. Era mesmo uma idiota!

–Bem, de qualquer forma... - levantou-se tirando a grama das vestes- tenho que ir- num estante e caminhou em direção ao acampamento. Se ela sabia o caminho? Não, mas iria descobrir.

No meio do caminho foi detida por uma mão que segurava firmemente o seu pulso porem sem machuca-la. Por instinto voltou-se para o yokai que a impedia. Seu rosto impassível como sempre, mas seus olhos, um mar de mistérios, podia-se perceber um leve toque de preocupação ou talvez fosse desespero?

Sesshoumaru–Kagome você me ama?

A garota procurou desesperadamente o chão. Não dava pra fugir, mesmo se ele nada sentisse por ela teria que contar. Confirmou ainda cabisbaixa com um aceno de cabeça. Depois que tomou coragem para falar algo foi puxada por Sesshoumaru que a trouxe de encontro ao seu peitoral definido que ligeiramente podia ser sentido sob as camadas do kimono branco que usava.

–Não há necessidade de dizer nada. A confirmação que desejava agora tenho- O yokai esboçou um pequeno sorriso, imperceptível para muitos, mas não para Kagome que retribuiu com um sorriso radiante.

Mais nenhuma palavra precisava ser dita, os olhares conversavam sozinhos, sem orações, nem frases, o dialogo era completamente dispensável naquele momento, apenas o caramelo e chocolate dos olhos daqueles dois amantes bastavam para dizer o que se seguiria. Beijaram-se, o clima cada vez mais intenso e tentador, as caricias mais quentes e ousadas, submetiam o yokai ao estremo, que continha-se em não possui-la.

Kagome percebendo a volúpia com a qual Sesshoumaru capturava seus lábios tinha certa ideia de que o yokai estava se contendo para não assusta-la com o seu desejo instintivo. O que ele não sabia é que a sacerdotisa queria ser dele, naquele momento e naquele lugar. A sacerdotisa então se aproximou do ouvido do yokai e sussurou roucamente.

Kagome–Não se contenha. Faça-me sua se esse é o seu desejo

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