História L'affaire de Artem - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Tags Athena Forchhammer, Harry Styles, Investigação Criminal, Suspense
Exibições 126
Palavras 774
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente, tudo bem? Obrigada por estarem lendo a minha fanfic, vamos para aqueles avisinhos marotos.
♦ Fanfic de total autoria minha. Se plagiarem, já sabem que vão dançar lambada comigo.
♦ É minha primeira fanfic nesse estilo e também a primeira narrada em terceira pessoa. Só para deixar avisado hehe.
♦ Créditos para a Nick_Biank do blog London Designs pela sinopse, e @eleven pela capa. Obrigada gente!!
♦ A cena do prólogo ocorre 4 dias antes do real inicio da história.
♦ Dedico essa fic a Jess (@xkwnevans) pelo apoio que me deu pra postar essa fic, te amo sz
♦ A fanfic não será movida a comentários, todavia, eles são importantes para saber o que estão achando da história e no que devo melhorar.
♦ Marie Avgerolopous e Harry Styles - infelizmente - não me pertencem, mas suas personalidades na fanfic sim.
É somente isso, beijos e boa leitura!

Capítulo 1 - 0. Prologue


Pattershill, Pensilvânia, EUA.

24 de setembro de 2015. 22:30 PM

Artem cantarolava uma música de Kings Of Leons enquanto divertia-se com um jogo do estilo texto-aventura em seu computador. Tudo estava indo conforme ele havia planejado. Um bom fast food, música alta em seus fones e é claro, tudo isso sem ser incomodado pelo o senhor e a senhora Markelov, que haviam saído para ir a uma peça de teatro.

A noite estava calma e até então, silenciosa. Pingos de chuva começavam a marcar a janela do quarto do garoto e um vento forte começa.

Porém, sua tranquilidade acaba assim que todo o seu quarto ficou escuro, sendo somente iluminado pela luz de seu notebook. Artem resmunga um palavrão ao retirar seus fones de ouvido e em seguida, levantou da cadeira indo em direção a o bidê que ficava do lado de sua cama. De lá, retirou uma lanterna e ligou-a, iluminando o seu quarto.

Ao olhar pela janela, estranha o fato de que as casas de seus vizinhos estavam com suas luzes acesas. O garoto coça a sua cabeça, vindo á concluir que a chave de luz da sua casa poderia ter caído e como consequência, ter causado a falta da mesma.

Ele desce as escadas em silêncio, segurando sua lanterna firmemente. Ao chegar à sala de estar, o adolescente corre em direção à caixa de luz, abrindo-a, mas para sua surpresa, a chave não havia caído. Com raiva, o rapaz bufa e retira seu celular do bolso, com a intenção de ligar para a empresa que fornecia o abastecimento de luz à cidade para descobrir qual seria o problema.

Enquanto a ligação chamava, um forte estrondo vindo pela porta dos fundos faz com que Artem se assuste. Mesmo assustado com o barulho, ele caminha impacientemente até a cozinha, indo em direção á porta que iria para o quintal. A porta estava aberta.

‘’Deve ter sido o vento’’ pensou.

Artem dá uma última checada e fecha a porta. Assim que volta à sala de estar, outro forte barulho pode ser ouvido.  Desta vez, sua impaciência some e dá o lugar á uma sensação de medo. Engolindo em seco, finaliza a chamada e começa a caminhar silenciosamente para ver se encontrava o motivo para tal.

— Pai? Mãe? — O garoto pergunta em meio ao silêncio.

Ninguém lhe responde. Outro barulho, desta vez próximo às escadas. Ele volta à sala, já completamente amedrontado.

— Quem está...

Antes que pudesse finalizar sua pergunta, Artem sente seu rosto virando para o lado e uma forte dor tomando conta de sua mandíbula. O soco que havia recebido foi tão forte que ele cai no chão, batendo suas costas no piso e deixando um gemido de dor escapar pelos seus lábios.

Após receber outro soco, o garoto retorna a sua consciência e se assusta ao notar a presença de uma pessoa vestida com um conjunto de abrigo de moletom preto e com seu rosto coberto por uma máscara preta. O indivíduo lhe acerta um tapa no rosto.

— Q-Quem é você? Por favor, leve o que quiser, mas não me machuque! — O garoto pede, pensando que tratava-se de um assalto.

O desconhecido para de agredi-lo e passa a observá-lo. Artem estava suando, já sentindo o gosto de sangue na sua boca e ofegava. Ele engasga ao perceber que o estranho havia retirado um objeto pontiagudo de dentro de seu bolso. Numa tentativa inútil, o garoto tenta correr em direção ao seu celular e a sua lanterna que estavam caídos á alguns metros de distância, mas é impedido assim que o estranho se joga por cima de seu corpo.

Foram diversas tentativas entre socos e chutes para tentar se defender. Inúmeros pedidos de socorro não atendidos e diversos pedidos para que aquilo parasse. Seus punhos já estavam marcados pela força aplicada. Lágrimas grossas já escorriam pelo o seu rosto.

No entanto, em uma fração de segundos, Artem sente o objeto afiado adentrando e perfurando o seu peito. Ele não poderia gritar. Ele não conseguia gritar. A dor foi instantânea, e em seguida ele sente seu corpo relaxar, já se acostumando com o objeto dentro de seu corpo. Seu moletom que antes era branco, agora estava manchado de vermelho. Vermelho do seu sangue.

O desconhecido retira a faca de seu peito, fazendo com que o adolescente dê uma fraca tossida. A visão de Artem estava ficando cada vez mais embaçada, e seus olhos que antes possuíam uma cor de mel, tomaram um tom mais escuro.

O estranho desapareceu de seu campo de visão. Artem foi deixado ali, bem no meio daquela sala, dando seus últimos suspiros e esperando a escuridão. A escuridão chamada morte.


Notas Finais


Qualquer erro ou dúvidas, avisem-me nos comentários!!
Beijos e até o próximo :)


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