História Laftel School - Capítulo 15


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Categorias One Piece
Personagens Arlong, Boa Hancock, Brook, Crocodile, Franky, Killer, Makino, Monkey D. Garp, Monkey D. Luffy, Nami, Nico Robin, Nojiko, Portgas D. Ace, Rebecca, Roronoa Zoro, Sabo, Sanji, Sengoku, Shanks, Shirohige (White Beard), Smoker, Tony Tony Chopper, Trafalgar Law
Tags Acexbonney, Acexnojiko, Colegial, Drama, Família, Lawbecca, Lawxbonney, Lunami, Romance, Saboala, Sanvivi, Zorobin
Visualizações 74
Palavras 1.301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo! Lamento por tudo! Me perdoem pela demora extrema para receberem um capitulo novo, quando eu estava sem tempo, me veio oportunidades, já que, mesmo assim, eu tinha um pouco de tempo disponível, porém, eu me foquei muito nas outras fics e ainda me foco por causa que as outras obtém mais leitores, mas não desisti dessa fic, de fato, irei postar capítulos novos sim e dessa vez será mais rápido.
pois bem.
Tenham uma boa leitura.

Capítulo 15 - Difícil Momento


Fanfic / Fanfiction Laftel School - Capítulo 15 - Difícil Momento

Zoro sai do quarto e desce as escadas, e encontra a Robin na sua sala de estar com um sorriso e uma mulher ao seu lado de cabelos brancos lisos meio encaracolados.

-R-Robin, quem é ela? – Perguntou Zoro.

-Minha mãe...

(...)

-S-sua mãe? – Zoro ficou surpreso.

-Olá, meu nome é Nico Olvia – Sorriu a mulher – Prazer em conhece-lo.

-Igualmente – Zoro a cumprimentou com sua maneira típica com um aperto de mão, porém, bem desajeitado.

-Bem, eu gostaria de conversar com você por um instante – A mulher sentou-se no estofado do rapaz sem ao menos pedir licença.

O esverdeado observou a moça, realmente, ela se parece muito com a Robin, tanto em aparência e personalidade, sendo uma pessoa bem direta e, ao mesmo tempo, sensata e firme nas palavras. É o tipo de sogra que todos temem, pelo menos do ponto de vista do Zoro.

-Robin tem 18 anos, ou seja, não é mais uma criança e não está mais na minha jurisdição, mas o fato é... não irei aceitar que você magoe minha filha – Apontou para ele - e não gostei do seu jeito arrogante de me olhar!

-Ehh! - Zoro não está entendendo nada, seu jeito sempre foi assim.

-Esses brincos de delinquentes – Começou a botar defeitos nele por um momento ao ver a orelha dele – Eu sei que você é um dos rapazes mais brigões dessa cidade, fica andando com sua turminha de lunáticos. Exijo que pare com isso e vire um homem adequado para a minha filha.

-Ei, o que pensa que está falando sua mulher idiota – Zoro fez uma careta encarando a mais velha – Não venha aqui na minha casa me botar ordens! – Zoro ficou com uma veia saltando na sua testa.

-Zoro! – Robin ficou abismada com o jeito que ele falou com sua mãe.

     O clima na sala ficou estranho e, ao mesmo tempo, em silêncio, ninguém dava um pio, simplesmente o lugar inteiro ficou uma quietação. Nico Olvia ficava olhando pasma para o rapaz. Kuina, a pequena irmã de Zoro, que estava observando a conversa pelo jardim, decidiu ir até a sala, quebrando o clima.

-Nii-Chan é uma pessoa boa! – A garotinha esbraveja, tirando a atenção de todos no cômodo.

-Kuina? – Zoro ficou boquiaberto com a presença repentina de sua irmã.

-Ele me protege, cuida de mim, me dá carinho, deixa eu dormir com ele quando tenho pesadelo... ettoo – A menininha começou a contar nos dedos – Não importa o que digam, ele é uma pessoa boa.

-Quer dizer que ele cuida de você? – Nico Olvia, ouvia a menininha, percebendo as sinceras palavras dela.

-Sim, não só de mim, mas da minha irmãzona. Ele é um grande irmão – Ela ergueu os braços para cima, simbolizando: “Enorme”.

Robin não evitou de sorrir, vendo o quanto era fofa as palavras da criança junto a sinceridade. “Admirável”. Sim, isso é o que Kuina representa, uma garotinha pura e sincera.

-Quantos anos você tem? – A mulher de cabelos brancos agachou-se para ficar do tamanho da pequena.

-Tenho oito – Respondeu Kuina.

-E os seus pais, o que houve com eles, não moram com vocês? – Perguntou a mulher.

Nesse momento, todos ficaram com o olhar triste, inclusive Zoro que abaixou a cabeça e começou a olhar para o chão com uma cara melancólica. Era visível, a mulher pôde raciocinar o que deve ter acontecido apenas olhando para eles.

-Eu sinto muito – Olvia pousou seu olhar a Zoro – “Quer dizer que ele cuida delas” – Ela começa a ficar sem graça.

-Mãe?! – Robin percebeu a reação da sua mãe.

A morena abraça Zoro e conforta-o por perceber que ele ficou um pouco abatido ao lembrar dos acontecimentos dos seus pais adotivos, onde faleceram. Robin deu um selinho nele, fazendo ele olhar para ela.

-Roronoa Zoro – A mãe de Robin ficou com o olhar fixo para o rapaz – Você deve ter sofrido muito com essas perdas. Cuida de suas irmãs sozinho, sem nenhum outro ente para ajuda-lo, além disso, mostrou por meio de sua irmã, ser uma boa pessoa. Mostrou ter responsabilidade e atitude – Ela dá um pequeno sorriso – Eu aceito que você fique com minha filha, se quiser pode até mesmo se casar com ela.

-Senhora... obrigado – Zoro ficou com a boca semi-aberta e a olhou contente.

-E você, Kuina-San, torne-se uma boa mulher – Olvia passou a mão nos cabelos negros da menina em um gesto de carinho.

Kuina apenas confirmou com a cabeça, junto ao seu grande sorriso meigo, mostrando seus dentes incrivelmente brancos.

-A propósito, vocês dois tem uma festa para ir não é mesmo? Parece que é na casa do Ace – Disse Nico Olvia com a mão na cintura.

-Sim, mãe – Respondeu Robin.

-Bom, eu levo vocês – Sorriu ela.

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Mansão: Donquixote Family

      O líder da família Donquixote se encontra no terraço, ele está deitado em uma cadeira de praia observando o céu escuro, a noite cheia de estrelas, trazendo-lhe grandes recordações de sua vida. Quando Doflamingo decidiu deixar o cargo de corsário, o governo começou a chantageá-lo de todas as formas possíveis, como destruir sua influência ou deleta-lo pelos tráficos antigos de armas pesadas que enviava para um homem que muitos o temem, “Kaidou”.

-Senhor... – Seu mordomo aparece, tirando o homem de seus devaneios.

-O que foi? – Doflamingo responde se sentando.

-Uma ligação para o senhor – O mordomo pega o telefone sem fio que está segurando numa pequena almofada. Doflamingo coloca no ouvido.

-Alo?

-Finalmente você apareceu! – A voz era rouca e grossa.

-O que você quer? Afinal, não trabalho mais para o governo – Falou Doflamingo perspicaz.

-Por isso mesmo, você irá trabalhar ou será aniquilado!

-Fufufufufufuhaha – Doflamingo começou a dar uma gargalhada sinistra assustando até mesmo seu mordomo – Pode vir a hora que quiser, aproveita e traga uma ambulância para vocês.

-Como ousa!

-Não quero continuar com esse governo corrupto, já tenho um motivo na minha vida, danem-se todos vocês!

-Ora seu...

Doflamingo desligou o telefone na cara do indivíduo que o ligou. Sua expressão não era nada boa, porém, já imaginava que iriam ligar. Voltou a se deitar e mandou o mordomo voltar ao seu trabalho.

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   Tashigi se encontrava encolhida em sua cama, estava chorando. Seus olhos estavam completamente cheios de lágrimas termas. Provavelmente ela está assim por causa do Zoro, seu amor por ele é tão grande que não pode nem explicar direito. Kuina sua irmã mais nova, entra no quarto, presenciando essa cena dramática. A pequena tenta anima-la lhe dando um abraço. De fato, isso conseguiu demonstrar reação perante a mais velha que recebeu o abraço. Provavelmente, Kuina já sabe que ela sempre gostou de Zoro de uma outra maneira, mesmo não admitindo que já sabia.

 -Irmã... – Kuina murmurou – Você lembra daquele fumacento?

-Smoker? – Respondeu Tashigi.

-Sim, sim – A pequena ficou alegre tentando tirar um sorriso de Tashigi.

-Faz muito tempo que não o vejo – Ela começa a passar a manga de sua camiseta moletom nos olhos, tirando o excesso de lágrimas.

-Olha só – A menininha tira do bolso um celular, porém, não é seu e sim, de sua irmã.

-Ei, quem mandou você pegar meu celular! – Tashigi inflou as bochechas irritada.

Ao terminar de falar, olhou para o celular e viu milhares de mensagens de uma única pessoa. Era de Smoker.

-Yo! Garota, quanto tempo, admito que estou sentindo saudades de você, eu irei até o banquete naquela família de loucos, acho que você sabe qual é de quem estou falando. Garp vai estar lá é claro. Eu quero muito te ver

-Me responda sua idiota!

-Você está me irritando, me responde.

-Ah, dane-se, eu te espero lá.

-Viu maninha – Sorriu Kuina.

-Smoker... Ah quanto tempo – Tashigi deu um breve sorriso pequeno – Continua o mesmo idiota e arrogante de sempre.

-Não é? – Sorriu a menininha.

-Kuina, se arrume, vamos a casa do Mugiwara!

-Eba! – A garotinha começou a sorrir alegre com uma gargalhada.

 

Continua...

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado deste capitulo, se possível, deixem seus comentários, ficarei grato.
Até mais, pessoal.


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