História Lâminas cruzadas - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias League Of Legends
Personagens Katarina, Talon
Tags Katarina, League Of Legends, Talon
Visualizações 64
Palavras 3.553
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi meu povo, pra não perder o costume: desculpa pelo atraso, mas amo vocês mesmo vocês me odiando por isso.
Boa leitura :3

Capítulo 7 - VII. Talon


Fanfic / Fanfiction Lâminas cruzadas - Capítulo 7 - VII. Talon

                "O sol ta forte aqui." gritou Katarina enquanto subia a montanha em minha frente. "Eu não sei como vocês tem aguentado isso, nesse calor todo eu só quero ficar aqui, pegando uma cor mais linda." gritou Erica respondendo Katarina enquanto deitada em uma espreguiçadeira de biquíni. "Como eu vim parar aqui?" eu me pergunto enquanto estou em uma pedra no meio da montanha. Katarina parecia alegre subindo aquela montanha.

Um dia antes

                "Vocês vão viajar até uma ilha deserta." meu pai disse isso à família toda. Passaram-se por volta de três meses desde que eu e Katarina voltamos do templo de sangue, eu aprendi muito de luta com Vladimir e ele queria me levar até um prostíbulo só que Katarina o bateu e o impediu, a situação mudou muito desde a nossa chegada em casa, depois de vermos a casa destruída, nos mudados para o centro de Noxus morando em um “pequeno" apartamento. O lugar é grande, talvez do tamanho do coliseu, e as mulheres aqui reclamam que não tem espaço... Eu nunca vou entender mulheres.

                "Por que está nos mandando ir pra uma ilha deserta, pai?" eu perguntei a meu pai, bem isso é algo que mudou em mim, eu comecei a chamar o general Du Couteau de pai. "Porque vou dar uma olhada na casa para ver se está tudo pronto para voltarmos na mudança." disse meu pai em resposta a mim. "Tudo bem, posso falar com você 'General'?" disse a mãe de Katarina, eu não tenho coragem de desrespeita-la a chamando de mãe... Tenho um pouco de medo dela, mais do que tenho medo de Katarina. Ela se levantou e fui com meu pai para o escritório.

                "Aaah!" gritou Erica de uma maneira ensurdecedora, ela estava com um sorriso desde que meu pai nós falou sobre isso de ir para a ilha e agora que ela pode gritar. "Isso doeu irmã." disse Cassiopeia com uma voz calma, ela não parecia bem com aquele grito. "É Erica poderia se controlar mais?" Katarina perguntou, ela ignorou Katarina e seguiu em direção ao seu quarto, Katarina e Cass foram atrás dela, eu me levantei para segui-las, mas... "FICA!” elas gritaram para mim... O que eu sou agora, um cachorro?

                Eu conseguia ouvir uma conversa bem baixinha ali na sala, mas não conseguia entender o que elas falavam. Eu me levantei devagar e fui me aproximando, até me esconder por detrás da parede e ouvir Katarina gritando "CALA A BOCA ERICA!" ela não parecia muito feliz com a situação. Eu voltei correndo após esse grito com medo de que ela saísse e me visse espiando. Kat saiu do quarto, parecia com muita raiva, me agarrou e disse "Vem." e me puxou até meu quarto.

                Ela me jogou em minha cama, fechou e trancou a porta do quarto. "Eu odeio a Erica ela me mata de raiva. Por que eu tenho que ser irmã daquela galinha? Que tipo de galinha ela pensa que é?" Kat dizia aquilo com raiva, muita raiva. "Bem eu acho que essa piada não tem graça..." eu a respondi, ela olhou para mim como se quisesse me matar. "Bem... eu não esperava menos de você, sem graça, otário, idiota..." ela começou a me responder como se eu fosse um escravo. "Virgem." ela disse baixo, mas eu consegui ouvir muito bem o que ela disse pra mim. "Ta, ta, desculpa ser um virgem garotinha que é um mês mais velha que eu." eu a respondi com um tom de arrogância, eu passei por muita coisa na minha vida, não tenho minha virgindade faz um tempo já. Katarina foi se deitando na minha cama atrás de mim e eu me levantei até ficar sentado em sua frente.

                "Talon, o que sente por mim?" ela disse com uma voz meio tremula, "Hã que pergunta é essa?" por um tempo o silencio dominou o quarto, você sabe muito bem o que eu sinto por você idiota, eu não vou falar isso de novo, talvez eu tome um fora. "Talon, eu te amo." Ta, eu devo admitir, ela falar isso pra mim me deixou meio preocupado, eu não esperava por isso e logo a Kat que eu conheço falando algo doce e amoroso? Acho que agora eu to sonhando, eu acho que isso é só uma brincadeira por parte dela, mas né. Vamos entrar no jogo. "Isso não é legal comigo sabia?" eu respondi e a falei de volta "Eu realmente te amo Katarina, então brincar com meus sentimentos não é algo legal de se fazer." Eu a disse abaixando a minha cabeça e fechando meus olhos, não sabia o que falar com ela, eu acho que eu fui muito grosso com ela. "Talon... pode me aquecer?" ela se aproximou de mim e colocou seus peitos em minhas costas, eu tenho quase certeza que ela estava com camisa antes, por que eu não sinto a camisa dela agora? Cadê o sutiã dela? Aaaaaaaaahhh! Isso vai dar trabalho pro meu pequeno parceiro aqui em baixo, que merda. "Kat, eu te amo, minha cabeça pira sempre que eu to com você, e eu queria que corres..." eu me virei para Katarina e a vi sem a parte de cima de sua roupa.

                "Kat, por que você ta assim?" eu a perguntei, estava meio envergonhado, "Você ta vermelho, que fofo." ela me disse. Isso não é resposta... "Eu não aguento mais Talon, por favor. Eu te amo muito, muito mesmo." eu não aguento mais. Eu me joguei em cima dela e comecei a beija-la e acaricia-la, ela era macia e seu cheiro era tão doce. O tempo lá fora, era quase chuvoso, estava escuro, mas não chovia, porém dentro do meu quarto, dentro de mim, parecia que eu tinha um arco-íris lá dentro, eu estava feliz, e muito, não consegui controlar a minha excitação e comecei a tirar a sua calça ela tirou minha camisa e eu não aguentei, comecei a lambe-la com carinho e após isso comecei a morder seus peitos com carinho enquanto fazia uma massagem com a mão esquerda. Minha mão direita desceu até a sua calcinha, comecei a brincar com a sua Vagina, passando meu dedo por cima da calcinha, ela estava gemendo muito, talvez alguém escutasse então eu parei e me afastei um pouco dela. "Não para, por favor." disse Kat me agarrando por trás de novo, eu nunca havia visto o seu rosto tão lindo como aquela vez. Eu não aguentei e a joguei na cama, tirei sua calcinha e abri suas pernas e comecei a lamber sua vagina, abri seus lábios e comecei a lambê-la, brinquei um pouco com seu clitóris com a minha outra mão, ficamos assim por dois minutos no máximo, até que ela usou o shunpo e foi para trás de mim, me virou e tirou minha calça, ela começou a me lamber, depois chupa-lo. Não sou de sentir tantas coisas assim, isso é meio estranho para mim, principalmente com quatorze anos.

                Ela ficou por um bom tempo me fazendo um boquete, até que eu a levantei e comecei a beija-la, ela me jogou na cama e eu a virei ficando por cima dela. Eu a olhei e ela estava com um rosto lindo, estava vermelha, possivelmente por estar envergonhada com a situação, "Posso colocar?" eu a perguntei, ela me olhou e balançou a cabeça positivamente, então eu coloquei devagar, ela estava gemendo bem baixo, parecia que estava doendo um pouco, "quer que eu pare?" eu a perguntei com ele ainda dentro, "Não esta ficando bom." ela me disse, então assim eu o fiz, continuei com a nossa primeira vez juntos. Eu coloquei tudo e então ela me disse, "Isso foi ótimo, pode se mexer?" e assim eu fiz, comecei a me mover devagar para não machuca-la, o tempo foi passando e ela pediu para ir mais rápido, assim eu comecei a ir mais rápido. Depois disso eu notei, como a minha 'Irmã' poderia ser completamente tarada. Ela me jogou na cama e subiu em cima de mim e começou a pular em meu colo, eu me levantei e comecei a chupa-la. "Talon, eu não vou aguentar se fizer isso." ela me disse, e eu não aguentei, obvio que eu vou fazer mais se ela falar esse tipo de coisa comigo. Um gemido saiu de sua boca e ela parou por um tempo e começou a me abraçar forte, até arranhou um pouco as minhas costas. "Tudo bem?" eu a perguntei, "Tudo, é só que eu gozei, relaxa." ela me disse e isso me deixou mais animado, eu comecei a beija-la e ela me jogou na cama de novo, e eu como o nobre cavalheiro que eu sou a joguei e fiquei por cima dela de novo.

                Fizemos por varias horas, o tempo que era uma manhã mudou para uma tarde que parecia ser bem monótona para outras pessoas, tenho certeza que eu ficaria entediado se não tivesse ela do meu lado para passar comigo esse tempo.

                "Eu odeio a Erica." disse Katarina, e eu ri após ela falar isso. "Eu estou abraçado com você na cama após a sua primeira vez, e você vem falar de outra mulher, vou ficar com ciúme sabia?" eu disse a ela, e ela me olhou com um sorriso. "Eu nunca vou te trocar enquanto estiver viva." ela me respondeu com um sorriso bem maldoso. "Isso magoa sabia?" eu a disse e fui me levantar da cama e me arrumar para sair. "Aonde vai?" ela me perguntou, "Vou dar uma volta, tenho que fazer uma ronda semanal a pedido do pai, tenho que fazer antes da viagem hoje à noite, se eu fosse você arrumava as suas roupas." eu a respondo, "Eu arrumo depois, minhas pernas não estão funcionando agora." ela me respondeu enquanto ia deitando sua cabeça no travesseiro. "Eu vou sair, eu te amo muito." eu a disse, "Também te amo." eu ouvi sua resposta e sai do quarto, não coloquei camisa, apenas uma jaqueta e não a fechei apenas sai do quarto e fechei a porta. Deparei-me com Erica no corredor, "An." ela gemeu enquanto olhava pra jaqueta. "Oi Erica, sabe onde está o papai?" eu a perguntei, ela me respondeu balançando a cabeça negativamente enquanto tapava a boca com as duas mãos. "Okay, obrigado, eu vou ver no escritório, até mais." eu a respondi e saí andando em direção ao escritório de meu pai.

                Eu bati na porta do escritório. "Pai? Estou entrando." eu empurrei a porta e meu pai estava falando com Cass. "Eu sinto muito, interrompi algo? Eu posso voltar depois se quiser." eu disse a meu pai. "Não, está tudo bem, é só que Cass estava conversando comigo sobre fazer arqueologia ou algo sobre ir ao Deserto de Shurima." meu pai me respondeu, eu olhei para Cass ela estava com a mão tapando seu nariz, ela não parecia muito bem. "Tudo bem Cass?" eu perguntei a ela, e não tive uma resposta. "Cass?" meu pai perguntou a ela, "Ah, oi? Sim?" ela respondeu parecia meio perdida. "Seu nariz está sangrando, tudo bem?" meu pai perguntou a ela. "Sim, tudo bem, eu falo com o senhor depois pai, okay?" Cass saiu do escritório a passos rápidos. "Então o motivo disso tudo aqui em casa com as minhas filhas está no meu filho, que por sinal dormiu com uma delas." meu pai disse a mim. "Sinto muito por isso com a Kat... Como o senhor sabe disso?" eu o perguntei, "Eu sou um homem também sabia? Eu fiquei com essa mesma pose de felicidade quando eu e sua mãe fizemos pela primeira vez." ele me respondeu, não parecia com raiva de mim. "Eu posso sair de casa se o senhor quiser, não quero incomoda-lo com nosso relacionamento, então se isso for um pro..." eu o disse, ele me cortou no meio da frase, "Isso não é problema algum e eu não quero perder um filho só porque ele tem dormido com a sua irmã... isso é mais estranho de se falar do que imagina." ele me disse, ele tinha um tom irônico quando falava isso, "Só não vá magoar ela." ele mudou seu tom e disse como um pai. "Eu não quero que meu filho fique castrado." eu me surpreendi, ele parecia se preocupar mais comigo do que com Kat, acho que ele, assim como eu, sabe que ela não necessita de preocupação com amor.

                "Pai, eu vou direto ao assunto agora que jogamos conversa fora." eu assumi uma postura para saudar o meu General e o disse, "Pai, eu gostaria que o senhor me falasse qual o motivo de nossa repentina viagem." ele me olhou com um rosto preocupado. "Eu tenho um assassino atrás de minha cabeça. Possivelmente enviado por dentro, não quero elas em perigo, por isso eu estou mandando você com elas, antes que me pergunte." ele me disse com um rosto e voz triste, "Se assim o senhor achar melhor." eu disse enquanto me aproximava de meu pai para evitar que informação saísse. "Eu vou investigar o congresso." ele chacoalhou a cabeça positivamente e balançou a mão direita para eu sair, ao abrir a porta ele me disse. "Feche a sua camisa, está chovendo e acima de tudo, tem três garotas na puberdade aqui." eu o respondi positivamente e fechei a minha jaqueta e saí de casa.

                Eu subi até o ultimo andar do prédio, peguei certa distancia e pulei, enquanto estava no ar coloquei o capuz de minha jaqueta para não ser reconhecido enquanto faço a ronda. Pulei até o prédio mais próximo. "Ah, eu destrói a laje da senhora Gibson." eu disse baixo para mim mesmo reclamando de tal ato, ela sempre leva comida para a Kat se ela descobrir vai me forçar a pagar ela uma nova e ainda colocar e isso ia ser um saco. Pensei pouco nisso e corri o mais rápido que pude até o próximo prédio.

                Voltei a fazer coisas que eu fazia quando morava nas ruas... Quem diria que eu voltaria a ser assim. Rondando pela cidade, fui vendo tudo o que podia, ao chegar ao coliseu consegui ver Swain e Darius o adentrando o coliseu, eu os persegui por cima. É algo suspeito o conselheiro de meu pai estar rondando pela área e eu duvido que seja pela segurança de seu "amigo" e sua família.

                Eu os segui por cima do coliseu até um quarto que servia para aprontar o Draven, ele estava sentado com uma mulher passando maquiagem em seu rosto e Darius estava em pé ao lado de Swain que estava sentado a atrás de Draven. Eu estava na janela à esquerda deles, além de ficar do lado de fora tenho que ouvir a conversa pendurado na janela ao lado.

                "Draven pare com essa droga e dê foco aqui." disse Darius, eu reconhecia a sua voz, eu já havia escutado-a em uma das reuniões de guerra. Ele virou o guarda de Swain após uma guerra contra um dos paladinos de Demacia que a Kat já havia enfrentado. "Ta ta, não tente fazer a arte sair rápida ou ela ficara feia irmão." Draven respondeu... Bem eu imagino que tenha sido Draven já que eu nunca ouvi a sua voz antes, "Tudo bem, Darius, ele só deve nos ouvir." Disse Swain em resposta à raiva de Darius. "O assassino que foi enviado atrás de nosso duque está pronto para mata-lo, quero proteção a ele o tempo todo." Swain disse a Draven, ele deve ter me notado, não parece ter vindo aqui simplesmente para falar bem de meu pai pelas costas, vou dar a voltar e tentar suprir minha mana com a magia que meu pai me ensinou.

                Sendo assim eu subi pela janela e usei a magia ficando agora pendurado em cima deles, isso me deixa muito mais seguro. "Agora que o empecilho se foi, por que não começou falou com o duque sobre a filha dele, a peça logo em casamento ele não pode recusar nada de você, além de ser famoso você o ajudou financeiramente na construção de sua casa Swain." disse Draven, "Ele não pode se dar ao perigo de ser descoberto ignorante." Darius respondeu o irmão. "Eu entendo o que ele quer dizer Darius, talvez seja uma boa ideia... eu tenho que pegar logo o lugar dele, antes que as pessoas comecem a suspeitar de nós."

                Eu pulei para baixo passando por eles e segui o mais rápido que eu pude até um beco onde, pulei o muro e segui correndo até o centro de compras da cidade e naquele lugar por um tempo para desviar a atenção de mim, entrei em um beco e vi uma garotinha brincando com um guarda-chuva enquanto chutava água, ela tinha cabelos brancos meio azulados e ficava falando "Ame ame ame." enquanto chutava uma poça d'água.

                "Moço, pode ficar com ele se quiser." ela me disse enquanto me dava o guarda-chuva. "O seu rosto está meio estranho, você parece com medo." ela continuou, e eu realmente estava, não esperava por aquilo. Talvez tenha assassinos atrás de mim, eu só sei que eu tenho que andar por ai matando tempo antes de ir para casa. "Obrigado criança, mas não precisa..." eu a respondi, peguei uma moeda de ouro e coloquei na mão dela e a disse, "Cuide bem das suas coisas, é complicado conseguir elas hoje em dia." eu a disse e pulei por cima do muro que estava atrás da garota.

                Matei tempo. Muito, talvez uma ou duas horas, eu não acho que me seguiriam, até mesmo troquei de roupa, eu fui para casa dar as noticias a meu pai.

                Chegando em casa não tive uma surpresa muito boa, Katarina estava com raiva, mesmo sendo apenas oito horas da noite. "Por que demorou tanto?" ela me perguntou com raiva, eu a puxei até o escritório e entrei sem bater. "Pai, achei a pessoa que possivelmente enviou o assassino." eu disse a meu pai com meu coração acelerado, Katarina parecia nervosa, bem eu não a culpo afinal ela não entende a situação. "O que ta acontecendo aqui?" ela perguntou, "Tem um assassino atrás de mim, e ele não parece muito convidativo." meu pai a respondeu, ela não parecia surpresa com ele. "Por isso eu vou mandar vocês de ferias, para tirar ele da cola de vocês e vir para a minha, sozinho eu consigo matar ele, mas se vocês forem usados como reféns eu não vou conseguir revidar. Eu preciso de você e Talon para proteger o resto da família." meu pai disse a nós dois, ele parecia tranquilo, mas quando ele se irrita demais o seu braço começa a tremer muito e isso fica obvio, foi assim que eu consegui vencer dele a minha primeira luta de treino.

                "Swain, foi ele que enviou o assassino." eu disse a meu pai, toda aquela raiva que ele sentiu sobre o assassino ficou pior, ele não aguentou e socou a mesa quebrando ela e chamando a atenção do povo daqui de casa. "Mande ele preso ou o mate pai." disse Katarina pedindo a meu pai que agisse. "Ele não pode... não tem provas disso, mandar ele preso sem motivo nenhum não vai ajudar na sua imagem caso queira continuar com a sua profissão atual." eu disse a Katarina, eu estava tão preocupado quanto ela, ele não pode sofrer com nada sem a gente aqui, ele vai estar sozinho e não podemos ser usados pra tirar a sua concentração.

                "É só isso a relatar pai, espero que tome a melhor alternativa." eu disse isso enquanto puxava Kat até a saída. "Obrigado filho." meu pai me respondeu. Enquanto saiamos do quarto meu pai disse a nós, "Eu avisei o resto da família já, vocês vão ir amanhã bem cedinho pra poder aproveitar mais tempo nas suas ferias." nós dois olhamos para ele e respondemos com um gesto de cabeça.

                "Meu pai está bem?" Cass perguntou a nós dois, ela parecia com sono, acho que estava dormindo quando meu pai a acordou. "Sim, está tudo bem." disse Kat em resposta. "Pode ir dormir, Cass, ele vai ficar ótimo amanhã." eu complementei, e Cass foi em direção ao seu quarto. “Eu vou ir ver Erica, para saber se ela acordou." e fui em direção ao quarto de Erica, "Talon”...” Kat me chamou, eu a olhei, ela então completou “ Não é nada, deixa pra lá."

                Eu saí para o quarto de Erica. Ao chegar à porta do quarto, sua cama estava balançando muito, parecia que ela estava se mexendo muito, por um segundo hesitei em abrir sua porta, mas eu a abri: Ela estava quieta, se moveu para a direita abraçada com um travesseiro. Fechei a porta, lentamente para não acorda-la e fui em direção ao quarto de Kat para avisa-la que tudo estava bem.

                "Parece que Erica não acordou." eu disse a Kat, "Melhor assim, eu quero coisas." ela me respondeu olhando para mim como se eu fosse um pedaço de carne, ela já havia tirado sua camisa e sua calça. Ela me puxou para dentro de seu quarto e empurrou a porta, ela me beijou e de novo foi tirando a sua roupa, bem, o que sobrou das roupas. Ela se jogou em mim e me disse, "Eu te amo, meu pequeno Garra." e passamos a noite juntos até a madrugada que sairíamos para pegar a carruagem de nossa viagem.


Notas Finais


Mas uma vez desculpa pelo atraso.
Amo vocês....
Obrigada por lerem.


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