História Lâminas Mortais - Guiada pelas sombras - Capítulo 3


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Categorias Anjos da Noite (Underworld), Grimm, Teen Wolf
Personagens Alan Deaton, Breaden, Capitão Sean Renard, Cora Hale, Derek Hale, Juliette Silverton, Kali, Laura Hale, Malia Tate, Monroe, Nick Burkhardt, Personagens Originais, Peter Hale, Rosalee Calvert, Talia Hale, Theo Raeken
Tags Anastásia Bezrukova, Cody Allen, Dylan O'brien, Emily Rudd, Kaya Scodelario, Logan Lerman
Exibições 5
Palavras 1.172
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, amorecos.
Primeiramente, eu gostaria de ter postado na terça, porém, eu discuti com meus criadores e fiquei revoltada...
Cheguei só agora em casa então fiquei com preguiça e é por isso que em vez de estar em latim aparecem frases apenas com o *
A tradução do capítulo é "Despertar".
Perdoem-me por quaisquer erros...
Espero que gostem do capítulo e me digam o que estão achando..
Boa leitura <3

Capítulo 3 - Awaken


Fanfic / Fanfiction Lâminas Mortais - Guiada pelas sombras - Capítulo 3 - Awaken

A-algo... algo não está certo.

Meu corpo... eu não conseguia move-lo, mas tinha certeza que ainda estava a funcionar, podia sentir enquanto era movida de uma superfície quente e... segura para um local macio, ao que julguei ser uma cama.

Minha visão estava escura, não tinha confiança no que acontecia ao meu redor, então fiz a única coisa que parecia ser útil.

Parei de me alto questionar e foquei nas vozes que se preenchiam ao meu redor.

"Tem certeza que trazê-la para cá foi uma boa ideia?" - concentrei-me e escutei a voz masculina perguntar. E eu tinha plenitude ao cogitar que estavam a encarar-me.

"Ordens são ordens." - outro garoto falou, mas com ele era diferente. Tinha algo em sua voz, porém, antes que pudesse entender o que seria, ouvi um barulho bem alto, e o lugar começou a se agitar.

"O que está acontecendo?"

"Algo não está certo."

"Invadiram a casa."

"Preparem-se para lutar."

Escutei algo como um rosnado, fazendo com que uma certeza estranha envolvesse meu corpo. Lobos, a palavra não desaparecia de meu cérebro. Eles eram homens lobos. Os famosos licantropos.

"Não, vocês não vão levá-la." - a voz feminina chamou-me atenção, de modo que se sobressaisse de todas as outras. Ela... me era familiar. Seria... - "Não toquem nela." - gritou, pelo que pude perceber, enfurecida.

"Amélia." - uma voz com emoções diferentes das outras gritou, ele estava preocupado. Mas não me importei, afinal o nome pelo qual chamou marcou minha mente.

Ela... a garota, Amélia... seria ela... minha... não pode ser. Eu achei que ela estava morta, assim como todos os outros.

Meus Deus!!

As memórias, elas alfinetavam minha mente de modo que me prendessem em uma espécie de outra realidade. Um passado tão sofrido, um caminho tão manchado pelo sangue... o sangue daqueles que tanto amei. Traição, tristeza e ódio, esses sentimentos se arrastavam através das lembranças, sobrando pouco espaço para o que um dia conheci como o amor.

Amarílis...

"Solte-a" - ela gritou, tirando-me do passado. - "Você está matando-a". 

Eu a perderia de novo... não.. eu não queria. Mesmo que a culpa ou o rancor das memórias que compartilhei com ela estivessem evidentes, eu não queria perde-la, não de novo.

Com o desejo de salva-la, sentia meu sangue ferver e meus pensamentos finalmente cessaram, possibilitando o fluir do meu poder, de minha magia, pelo meu corpo.

Eu abri os olhos para uma das piores cenas que já virá antes.

Minha amada... Ela estava morrendo... em minha frente, novamente.

Enraivecida, ergui-me dá cama e surpreendi os invasores com o meu despertar. Eu estava com raiva, e isso não seria bom para ninguém.

- Succendatur *Queimar* - minha voz saiu rouca, devido à falta de seu uso, mas eu não me importei. Estaca cega, tudo que eu queria era a morte. A morte daqueles que tentavam tira-la de mim. - *Morram*. - gritei, assustando os que lutavam por Amélia, e quebrando o pescoço daqueles que me perseguiam.

"Para." - escutei sua voz distante e preocupada, provavelmente por saber que eu perderia o controle. - "Por favor, não." - dessa vez não se contentou apenas com palavras. Pude sentir seu corpo apertasse contra o meu e foi então que eu olhei-lhe a face. Seu rosto suplicava para que parasse, e sua ação foi o bastante para me deter.

Foi como acordar de um transe, as vozes finalmente ficaram nítidas, a ponto que a gritaria seguinte fizesse-me querer ser surda.

O desespero... o sentimento que me assolou por tanto tempo, e agora estava a despedaçar aquela família.

- Kali, por favor, fique acordada. - o homem, o que me pareceu ser o mais velho, pediu com os olhos marejados. - Não me deixe, querida. E-eu... eu não sei ser bom sem você.

- Q-que-rido...

- Mamãe... - um garoto ajoelhou-se junto a eles, não contendo as lágrimas ao ver o estado da mãe.

Não tardou para que pudesse ver três homens abaixados junto ao corpo da mulher. Julguei serem o alfa e sua família.

Ao redor deles formou-se um circulo, porém um tanto quanto afastado, dando-lhes espaço.

Observei pelo quarto o mesmo garoto que esteve comigo quando acordei no hospital. Seu olhar também não era dos melhores. Ninguém parecias bem, suas roupas estavam rasgadas e manchadas com sangue, mas o pior era a expressão que carregavam. A tristeza pela queda da mulher de seu líder, para muitos ela deveria de ser como uma mãe e agora estava à beira da morte.

Eu deveria odiá-los, não tinha porque ajuda-los, mas mesmo assim...

Quando dei por mim estavas a correr em direção a cozinha da casa, e ninguém teve o trabalho de tentar deter-me, estavam todos muito fracos e abatidos para isso.

Indo contra meu maior e mais perigoso instinto, peguei um recipiente de vidro e sai abrindo os armários. Se eles tiverem, talvez eu possa...

Sal grosso, cravo, essência de babosa, alho e... merda. Eu preciso da turmalina negra. Não importa.

Corri novamente para o quarto e esbarrei na cômoda, fazendo todos olharem para mim, só que simplesmente não me importei.

Aproximei-me do alfa, mas logo vieram lobos para cima de mim.

- Saiam!! - disse friamente, quase em um rosnado, fazendo-os saírem do caminho.

Abaixei-me ao lado do corpo da mulher. Ela estava muito pálida, tinha perdido muito sangue. Depositei sobre o chão os ingredientes que obtive na cozinha mais o recipiente e o esmagador de ervas.

Diante o olhar e silêncio de todos, coloquei tudo dentro do vidro e amassei. Agora eu precisava da pedra.

Estendi a mão em minha frente, respirei fundo e fechei os olhos.

- *Venha* - chamei-a, a qual não demorou a responder-me, pois logo estava em minha mão.

Coloquei a pedra sobre a ferida da loba, mas antes que pudesse realizar o feitiço sou impedida por uma mão.

- O que pensa que está fazendo? - olhei para o alfa, como se não fosse óbvio.

- Tentando salva-la. - vi o olhar de esperança surgir em suas órbitas, fazendo com que me soltasse.

Joguei a pasta feita pelos ingredientes sobre a pedra, e conseqüentemente do estômago da mulher.

- *Não mais afetará Kali. Te afastei, te bani. Não tem mais moradia aqui. Invoco a Terra, o Fogo, a Água e o Ar. Que a roda comece a girar. Que assim se faça. Que assim seja.* - recitei o feitiço, rezando para que desse certo.

Ela não respirava. Mesmo a respiração fraca a qual possuía segundos atrás já não existia mais.

Senti meu pescoço ser tomado por uma mão e meu corpo voar de encontro à parede.

O alfa, ele estava irado.

- VOCÊ A MATOU!!! - esbravejou, esquecendo totalmente de seu lado homem.

Pude sentir suas garras imprensarem-se sobre minha carne. Já estava ficando zonza, aquela dor não era algo recomendado.

Mas antes que ele pudesse completar seu objetivo, foi-se escutado o maior rosnado da noite. Kali tinha acordado, ela estava viva. E a imagem do alfa correndo até ela foi à última coisa de que me lembro antes de desmaiar. 


Notas Finais


Comentem me dizendo vossas opiniões, please!!!
Bjins😘😘 e até o próximo.


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