História Lampejos de uma noite - Percabeth - Capítulo 2


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Apollo, Ares, Artemis, Atena, Chris Rodriguez, Clarisse La Rue, Dionísio, Frank Zhang, Frederick Chase, Grover Underwood, Hades, Hazel Levesque, Hefesto, Hermes, Hylla Ramírez-Arellano, Jason Grace, Júniper, Leo Valdez, Luke Castellan, Nico di Angelo, Octavian, Paul Blofis, Percy Jackson, Perséfone, Personagens Originais, Piper Mclean, Poseidon, Quíron, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Sally Jackson, Thalia Grace, Will Solace, Zeus
Tags Percabeth
Visualizações 73
Palavras 1.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sim, eu sei que eu demorei muito para postar. Podem atirar as pedras.

Eu meio que estava com bloqueio criativo e ainda estou então espero que esse capítulo não esteja tão ruim.

Escrevi isso quando estava morrendo de sono e acho que possue vários erros, peço perdão.

Mas espero que gostem e boa leitura ♡

Capítulo 2 - O Acordo


O tinido que o salto de Annabeth fazia no piso de madeira, estava me deixando louco. Bom, mais do que eu já estava. Ela se encontrava no mesmo estado que eu, de braços cruzados sobre o peito e o rosto com expressão severa esperando a explicação que nossos pais tinham a nos dar para resolver nos noivar sem ao menos dizer nada. Afinal, o que eles tinham na cabeça?

- E então - ela mudou o peso de um pé para o outro, visivelmente irritada. - Estou aqui para ouvir, comecem a falar.

- Querida - seu pai se aproximou para lhe tocar os ombros mas a mesma hesitou um passo para trás. - Irá nos agradecer no final!

- Mas enquanto esse final não chega, poderia nos explicar o desígnio de tudo isso? - Annabeth me olhou como se agradecesse pois até então nenhum dos dois havia lhe dado ouvidos.

- Perseu… - meu pai iniciou mas logo o interrompi.

- Prefiro que me chame de Percy - assim que o corrigi, o mesmo me olhou com desdém.

- Como queira - assim pegou um envelope e o desembrulhou. - Vou contar-lhes uma história e acho melhor sentarem.

Como bom cavalheiro que sou, logo estendi uma cadeira para Annabeth sentar e ela me olhou como na primeira vez que nos vimos. Parecia triste, mas acenou a cabeça e murmurou um: "Grata" e pôs-se a se sentar. Me sentei ao seu lado e esperei meu pai começar com sua narrativa.

- Bom, há alguns anos atrás, eu e Fred nos unimos para fundar um novo negócio. - ele pigarreou e suspirou fundo. Aquilo não era bom. - Decidimos então iniciar uma plantação de café no exterior, que se expandiu rapidamente. Logo, chegaram várias pessoas para trabalhar e nós faturamos muito com a venda dos sacos com os grãos. Mas com o tempo, Fred decidiu deixar o campo de lado para se dedicar as indústrias. Estava tudo dando certo até que um criado passou dessa para melhor há certos dias passados no meio de seu serviço.

- Mas, o que isso tem a haver conosco? - Annabeth se pronunciou, mas logo se arrependeu. - Desculpe, não era minha intenção soar tão descortês.

- Mas aí é que está, minha querida - papai deu-lhe o seu melhor sorriso, mas eu como ninguém o conhecia muito bem e eu tinha certa ideia do porquê de tudo aquilo e olha… Isso não me agrada. - Os mercadores pararam de comprar nossas veniagas por não terem mais confiança em mim. E mesmo não sendo minha culpa, não pude me defender.

- O que significa…? - minhas mãos estavam suadas e meus pés inquietos. Não, não podia ser…

- Significa que nós estamos entrando em ruína pois mesmo com as outras indústrias, nosso cafezal era o que mantinha nosso sustento!

Era pior do que pensava.

>>> Pov: Annabeth >>>

Deus, coitado de Percy. Ele estava em uma situação de dar pena. Mas eu o compreendia, sempre fora criado no meio de regalias. Tinha tudo o queria na hora em que queria e de repente, seu pai lhe conta que estavam entrando em falência. Por um momento de impulso, estendi meu braço e segurei sua mão. Ele me olhou como se quisesse perguntar se eu estava mesmo fazendo aquilo mas as palavras não saíam então eu apenas assenti e entrelacei nossos dedos. Olha, podemos até não nos entender e nem gostarmos muito um do outro mas eu ainda me recordava da noite em que eu me senti especial ao lado dele e como gente de bom coração, me coloquei em seu lugar e me imaginei na mesma situação. Se ele precisava de apoio, era isso que eu iria dar-lhe.

- E é aí que vocês entram nessa história - era a vez de meu pai falar. - Sabem o que casamentos atraem? Alianças políticas, e é isso que precisamos no momento.

- Daria certo se vocês quisessem, veja Fred, estão até de mãos dadas! - os olhos de Poseidon se iluminaram ao nos ver "juntos", logo meu rosto se ruborizou e soltamos nossas mãos.

- Pensem bem, esse casamento chamaria muita atenção por toda parte - meu pai parecia muito animado com essa ideia - Principalmente quando no passado nossas famílias eram consideradas rivais e hoje, haveria uma união conjugal. Não seria "jóia"?

Percy e eu não conseguimos controlar nossas risadas. "Jóia". De onde meu pai conseguiu arranjar essa palavra? Ele sempre conseguia amenizar situações onde via que o clima estava difícil de se lidar.

- Fred tem razão - Poseidon parecia menos preocupado - E nós sabemos que gostam de serem populares pelos cantos a fora.

Isso não podíamos negar. Gostávamos de receber atenção e de sermos chamados nas ruas pelos nossos sobrenomes que quase sempre assustavam as pessoas por terem grande impacto.

- Se tudo ocorrer como planejamos, não terão que casar de verdade, poderiam dizer que decidiram cada um seguir seu caminho e ponto final.

- Sabe Annabeth, é nas horas mais difíceis que nós precisamos ajudar nossos amigos - meu pai me olhava suplicante. A amizade daqueles dois era tão forte que raio nenhum poderia separá-los. - E eu sei que sente grande apreço por Percy.

Quase soltei uma gargalhada naquele momento. Apreço? Eu gostava de provocá-lo. É diferente.

- Isso não depende mais de nós - Percy que estava calado até agora, murmurou. - Isso depende de Annabeth, pois eu faria qualquer coisa para salvar nossa família.

Juro que lá no fundo, bem no fundo mesmo, aquilo me tocou. Jackson se sacrificaria ao me ter como consorte ao seu lado durante uma vida toda - o que talvez não seja o caso -, ao invés de ver alguém de sua família passar necessidades. O que me surpreende também já que eu sei muito bem que seu relacionamento com o pai não é muito bom e sua mãe quase não está presente. Percy só tinha Tyson, que muitas vezes alegou odiar o irmão mais velho. Ele poderia muito bem "lavar suas mãos" e entregar tudo ao seu pai, já que não tinha culpa de nada daquilo, mas não.

Naquele momento, todos olharam para mim, esperançosos. Expirei, contei até três e respirei.

- Odiaria ver alguém "próximo" passar carência e ainda mais por minha causa então, por mim está tudo bem - ao dizer aquilo, tentei ao máximo não gaguejar e me parabenizei mentalmente por ter ficado calma.

- É assim que se fala, minha pequena! - meu pai me deu um beijo na bochecha e logo Poseidon e ele estavam conversando sobre os preparativos, risonhamente.

Percy e eu nos retiramos da sala e fomos conversar em um lugar reservado.

- Olha, serei eternamente grato a você - ele não conseguia conter o sorriso no rosto e eu logo retribui, mas me recompus.

Onde estava com a cabeça?

- Não foi nada, porém vamos estipular algumas regras - ele logo assentiu. - Só iremos demonstrar afeto um ao outro quando tiver alguém por perto pois precisamos manter as aparências.

- Certo.

- Não poderá ter poder algum sobre mim e vice-versa.

- Concordo plenamente!

- Luke sempre será "bem-vindo".

- Assim como Rachel.

- Sem qualquer contato físico, a não ser que estejamos em público.

- Sim.

- E por último e mais importante… - umedeci os lábios. - Sem sexo!

- Certo, sem… - ele me olhou com espanto. - Sem sexo? Não é justo!

- Perseu!

- Já fizemos antes e eu vi que lhe agradei, então qual é o problema?

- Tudo bem! - lhe lancei um olhar brincalhão. - Vamos ver se irá merecer.

- O QUÊ? - sai correndo, o deixando para trás. - CHASE, VOLTE AQUI! AGORA!


Notas Finais


OBRIGADA PELOS COMENTÁRIOS E FAVORITOS ♡♡♡♡


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