História Lanna Sparks - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Acampamento, Bissexualidade, Drama, Festas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Intrigas, Musica, Originais, Problemas, Rock, Romance, Sexo, Vicios
Exibições 10
Palavras 692
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem! Um beijo e um queijo! *-*

Capítulo 3 - Fôlego? Onde estás?


Fanfic / Fanfiction Lanna Sparks - Capítulo 3 - Fôlego? Onde estás?

Segunda-feira. Odeio segundas-feiras. O que me anima é que essa é a última segunda-feira antes das férias de verão. Acordar cedo é sempre um saco, ainda mais em uma segunda-feira. Após um banho de água fria para acordar os sentidos, visto uma camiseta do Suicide Silence, uma calça preta com alguns rasgos e calço um par de vans pretos, deixo os cabelos soltos, tenho que aproveitar enquanto as tranças ainda estão bonitas, então passo apenas um rímel e desço as escadas. Minha mãe está ao telefone, então aproveito o meu desjejum para logo depois me despedir dela e sair. O onibus não demora a passar, me sento no meu costumeiro lugar ao fundo, do lado da janela. O trajeto estava normal até nos depararmos com uma obra na avenida, obrigando o motorista a pegar um atalho, em uma das curvas vejo a praça das missangas, onde algumas pessoas costumam vender seus artesantos, até aí tudo tranquilo, até meus olhos encontrarem um sorriso atiçador. O dono, um rapaz tocando uma guitarra linda de cabelos castanhos dourados na altura do queixo, olhos negros e pele levemente bronzeada, uma regata branca cavada mostrando seus braços magros, porém, musculosos. Adoro um magrinho... Ainda mais sendo sexy desse jeito... Ele me nota. A minha nossa! Ele me viu! Ele lança um sorriso de lado e fica me encarando. Como se respira mesmo?

Um pena que o onibus não demorou lá, eu adoraria contiuar olhando toda aquela obra grega. E depois disso, tudo seguiu de maneira rotineira. Cheguei na escola, tendo que olhar mais uma vez para aquelas caras ridículas, tendo que segurar a vontade de dar muitos tapas na cara das patricinhas metidas a besta quadrada. Sempre fui assim, sempre adorei preto e me vesti do jeito que queria, sem me importar com tendências e modas. Minha mãe tem uma loja de música, onde ela vende instrumentos musicais, CD's e discos antigos. Ela sempre gostou dos rock's clássicos como Ramones ou Rolling Stones, isso foi uma grande influência para mim, quando ela me contou que meu pai era um astro do rock, de início fiquei contente, mas depois a raiva veio, é tanto que não ouço músicas da banda dele e nem se quer as conheço. Encontro alguns colegas e seguimos rumo à sala, nos sentamos e esperamos a aula começar. Quando a aula termina e a hora de voltar para casa chega, me animo, quem sabe aquele garoto ainda esteja por lá?

Triste ilusão, ele não estava lá. Nem na terça-feira e nem nos dias seguintes, talvez fosse hora de aceitar que eu não o veria mais. Sábado. Ter que acordar cedo num sábado é foda viu... Minha mãe me pediu para ajuda-la na loja hoje e eu prometi que assim seria. Visto uma saia longa preta e uma regata da mesma cor justa ao corpo, ponho um cordão com um pingente do AC/DC, um par de rasteiras no pé, faço um rabo de cavalo e prendo com uma bandana preta também do AC/DC no meu cabelo ainda com as tranças. Ao descer percebo que minha mãe já foi, então saio decidida a comprar um café na rua mesmo. Ao entrar na padaria pouco movimentada próximo a loja, começo a olhar as opções para meu tão desejado café da manhã.

-Já decidiu? - escuto uma voz rouca me perguntar, mas nem dou atenção.

-Uhu... Um café expresso pra viagem e... Oh! Uma fatia desse Charlotte royale que me deixou com água na boca... - digo fascinada com a imagem do doce.

-Okay... Te conheço de algum lugar? - a pessoa me pergunta, então o olho e me deparo com ele. Não pode ser possível... Sinto meu rosto esquentar e sorrio sem graça.

-Acho que te vi uma vez na praça das missangas enquanto passava de onibus... - digo um pouco tensa - Quanto fica o valor? - mudo de assunto.

-Oh, lembrei! Você é a garota que tava de olho na minha guitarra... - ele da uma risadinha e eu coro, mal sabe ele que eu tava de olho nele mesmo - Dá 10 dólares.

-Obrigada! Até mais... - digo e saio dali um pouco depressa.


Notas Finais


Beijinhos e queijinhos! *-*


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