História Lar Lírios - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Esquizofrenia, Jikook, Jimin, Jungkook, Tudo, Universo
Exibições 96
Palavras 1.503
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, Shonen-Ai, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


VOLTEEEEI, estou impressionada com o fato de estar conseguindo atualizar essa fic semanalmente, minhas outras fics estão completamente paradas, eu me envergonho disso, mas eu tenho um comecinho do capítulo de cada uma delas, apenas não estou conseguindo continuar.

GRUPO DO WHATS: Vocês vão ou não querer? Eu preciso saber sobre isso para poder dar retorno às outras pessoas que viera falar comigo, por favor, respondam sobre isso.

Capítulo 11 - Amizade


(POV Jimin)

   Eu estava parecendo um adolescente apaixonado, sorrindo bobo para o ar e para as paredes, aéreo e com o pensamento voltado apenas par uma única pessoa, essa, que no meu caso, se chama Jungkook. No almoço do dia anterior havíamos combinado que durante os almoços, discutiríamos sobre o meu problema, mas a solução, falaríamos apenas nos encontros na sala de troca. É claro que eu usaria os encontros na sala de troca para trocar outra coisa sem ser roupa ou palavras, quer dizer, até podemos trocar palavras, mas elas seriam curtas, provavelmente sujas e com toda certeza seguidas de gemidos. Pensar esse tipo de coisa enquanto observo a boca de Jeon é tortura, a sua boca mexia de forma sexy, mesmo que ele apenas estivesse falando qualquer coisa, eu não prestei atenção e nada, estava concentrado demais em pensar como seria bom atacar aqueles lábios macios e vermelhos.

- Jimin, você está prestando atenção em mim? – Jeon me tira de meus devaneios.

- Em você, não, na sua boa, sim. – Digo, e o vejo corar olhando descrente para mim.

- Jimin, o assunto é sério, pare de ficar me encarando como se quisesse me possuir. – Ele estava extremamente corado e envergonhado, o que apenas o deixava mais fofo e sexy.

- Mas eu quero te possuir. – Digo sorrindo de lado, como se não tivesse dito nada. Respiro fundo e resolvo me concentrar na conversa. – Okay, vou parar de brincar e vou prestar atenção, o que você dizia? – Ele continua me olhando por um tempo, mais corado que o normal e com a mão cobrindo parte do rosto, meu Deus, ele está tão lindo parecendo um pimentão asiático.

- Eu disse que preciso saber de toda a história, tudo antes de você começar a ter essas crises, e preciso que me diga também, quando começou a tê-las. – Diz, ainda se recuperando, agora parecendo mais um algodão doce rosinha.

- Que eu me lembre, comecei a ter esses ataques assim que peguei o caso do jovem assassinado, esse foi o meu primeiro caso como recém formando em advocacia. Como meu pai é um dos grandes advogados da Coreia, e também muito influente, não precisei esperar muito para pegar um grande caso, apesar de eu não querer isso e ser totalmente contra, ele me empurrou para um caso difícil de ser resolvido, apenas para provar a todos que eu era um advogado tão bom quanto ele. – Respiro um pouco e penso antes de continuar. – Antes de começar a ter os ataques eu tinha uma vida social bem ativa, saía com várias pessoas, quase nunca faltava e festas, mas não deixava de ser responsável e me aplicar muito aos estudos, sempre indo bem na faculdade e não desonrando meu pai. – Eu ia continuar, as o olhar raivoso que Jeon lançava em mim estava começando a incomodar. – O que foi, Jeon? Por que está me olhando com essa cara de quem quer me atar e matar o resto do mundo junto?

- Apenas continue Park, quero saber mais sobre a sua vida social agitada com saídas e festas. – Diz seco e ainda me queimando com os olhos. Dou um riso pelo seu ciúme e resolvo provocar mais, dessa vez sabendo que o estava provocando.

- Bom, já que você quer saber irei contar mais. – Digo me ajeitando na cadeira e umedecendo os lábios antes de continuar. – Antes de toda essa loucura na minha cabeça aparecer eu tinha uma vida sexual muito ativa, sabe? Uma pessoa por noite, o nome era algo desnecessário, para quê saber o nome da pessoa, não é mesmo? Eu saía com tantos caras e garotas diferentes, era realmente impressionante, teve um que—

- Chega, não quero mais saber. – Me interrompe, fazendo uma carranca e olhando para qualquer lugar menos para mim, talvez, mas só talvez, eu esteja e cagando de rir por dentro.

- Como assim? Não quer mesmo saber como era bom ter uma pessoa diferente a cada dia e posições no—

- CHEGA. – Ele estava novamente parecendo um pimentão, era cômico ver o Jungkook com ciúmes, ele fica tão fofo. – Não quero ouvir sobre isso, nunca.

- Nunca? – Digo, risonho, tentando ao máximo controlar mina vontade de rir.

- Nunca. – Diz seco e olhando para o lado, ainda sem e encarar.

    O sino do almoço toca e nós somos liberados, Jeon sai disparado, mas eu o alcanço, aproveitando o tumulto da saída para lhe roubar um beijo rápido. O moreno me olha confuso, e eu roubo um selinho, antes de passar pela porta.

- O que foi isso? E se algum enfermeiro visse? Pirou, foi? – Ele diz e coloca a mão no queixo. -  Bom, pirar, você pirou, tanto que está em um manicômio. Dou um tapa e seu braço, tentando parecer bravo, mas só conseguindo rir da idiotice dele. – Mas é sério, você não deveria fazer isso assim do nada, principalmente assim, com enfermeiros à vista.

- Para de ser chato, eu só quis beijar você. – Digo fazendo bico.

- Se quer beijar alguém, porque não espera mais um pouquinho para sair daqui e liga para as pessoas com quem já passou a noite e não beija elas?  -Diz, me deixando para trás.

- Porque elas não são você. – Digo simplista, vendo o mesmo me olhar e empinar o nariz.

- Você não vai fazer eu ficar menos bravo com essa sua lábia de conquistador barato.

- AAH, Kookie, você sabe que eles não são nada perto de você. – Digo entrando em sua frente, o fazendo parar, o mesmo apenas me olha de cima a baixo com a sobrancelha arqueada e passa reto, como se eu nem mesmo existisse. – Vai mesmo fingir que eu não existo, Kookie? Que maldade. – Digo manhoso, mas o mesmo apenas me ignora. – Já que é assim, eu vou lá conversar com outros pacientes daqui, eles são bem mais legais do que você, vou saciar minha vontade de beijos com aquele ruivinho ali.

   Dito isso, saio indo em direção ao menino ruivo antes mencionado, não dei nem dois passos direito e senti minha mão ser puxada com brutalidade, me fazendo colidir com algo macio, cheiro e gostoso, ou seja, Jeon Jungkook.

- Não ouse dizer algo assim novamente, ouviu? – Diz com uma voz grave e autoritária, fazendo eu e arrepiar por inteiro. – Me ouviu? – Diz com a voz um pouco mais alta, mas nada que pudesse chamar a atenção dos enfermeiros que no momento, estavam ocupados com uma menina querendo matar uma outra menina.

- Sim. – Digo com a voz baixa, quase como um sussurro. Vejo um sorriso nascer em seu rosto e o mesmo solta meu braço, provavelmente satisfeito pelo efeito que conseguia causar e mim.

   Me sento ao seu lado e começo a brincar com a terra, como sempre faço. Jungkook, como sempre, admirava as margaridas, todos os dias ele se sentava em frente a elas e as admirava com um sorriso ora triste, ora feliz. Isso sempre me deixou intrigado, mas todas as vezes em que resolvi perguntar, me travei, talvez fosse algo pessoal que ele não se sentiria bem em me contar, levando em conta seu olhar triste para a bela flor. Mas levando em conta o fato de eu já ter contado praticamente minha vida inteira a ele, isso era um tanto quando injusto, afinal, enquanto ele sabe até mesmo o nome de meu pai, algo que eu não conto para ninguém que seja fora da família, eu, em contrapartida, sei apenas da parte dolorosa de sua infância e sobre como o mesmo veio parar aqui, não sei se o mesmo teve namorados ou namoradas, se ainda é virgem e, a questão que eu mais queria saber, o motivo de ele ser tão fascinado por aquela flor.

- Jungkook, porque você sempre fica sentado admirando as margaridas com um olhar triste? – Pergunto vendo o mesmo desgrudar o olhar das flores e olhar para mim.

 - Margaridas eram as flores favoritas da Jasmin. – Diz, sorrindo de maneira contida e tristonha.

   Me calo e encaro as margaridas junto à ele, elas estavam mais bonitas e brilhantes do que antes, não sei se era por eu as estar enxergando de maneira diferente, mas elas pareciam especialmente bonitas agora. Pelo pouco que Jungkook me contou, sei o quanto sua antiga amiga, Jasmin, foi importante para o mesmo. Ele a tinha quase como uma irmã, e tenho noção de quanto o mesmo sofreu ao se separar dela daquela maneira, se um único adeus ou algo parecido. Posso ser ciumento quando se trata de Jungkook, mas ter ciúme de sua antiga amiga de infância, alguém por quem ele sofre até hoje pela separação, é o cúmulo, eu queria ajuda-lo, mas não a superar e esquecer essa memória, e sim a guardá-la sem se sentir triste, tendo como uma memória bonita de uma amizade tão forte que nem mesmo o tempo e a separação repentina foram capaz de fazê-lo esquecer. A amizade dos dois, foi a mais bonita que eu já vi e toda a minha vida. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, não corrigi antes de mandar porque estou no trabalho, então perdoem os erros, e respondam sobre o grupo do whats, por favor, é algo que eu realmente preciso saber.

També preciso saber de mais uma coisa, vocês vão querer Lemon na história? Com Lemon eu quero dizer Lemon pesado, daqueles bem explícitos, eu sempre pergunto antes de colocar Lemon porque tem gente que não gosta, então por respeito à vocês, eu pergunto.

Três bêjo da TiaKim


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