História Laranja Azeda - Capítulo 5


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Categorias Originais
Tags Amor, Deuses, Gêmeos, Ilha, Sexo
Visualizações 49
Palavras 1.185
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ecchi, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Orange, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Chega mais que esse capítulo esta quente kkk Espero que não tenham achado a montagem tosca kkk

Capítulo 5 - A cueca do Homem-Aranha


Fanfic / Fanfiction Laranja Azeda - Capítulo 5 - A cueca do Homem-Aranha

Felix caminhava pensando em sua prima, o que será que iam fazer com ela? Todos comentavam que haveria uma festa naquela noite, mas o que isso tem a ver com Santana? Ele caminhou até chegar numa cachoeira e então resolveu se banhar, tirou a roupa, menos sua cueca do Homem-Aranha, mergulhou e emergiu suspirando, aquela era a água mais pura que já vira em toda vida. Então ele ouviu um barulho estranho vindo da cachoeira. O garoto podia ser tímido, mas não medroso, Felix se aproximou da cascata e o barulho foi aumentando, ele atravessou a queda d’água e se deparou com uma caverna.

            –Uau– Ele continuou a ouvir o barulho, agora percebia que se tratava de um choro, caminhou e se deparou com Hector.

            –O que esta fazendo aqui?– Gritou o loiro enxugando as lágrimas.

            –Eu... Eu só estava tomando banho na cachoeira e...

            –Então vá embora e me deixe em paz.

            Hector abaixou a cabeça e voltou a chorar, Felix ia embora, mas era bonzinho de mais para deixar alguém chorando sozinho no escuro, o garoto se sentou do lado do loiro.

            –Por que você esta chorando?– Hector olhou furioso para o menino, mas quando viu sincera preocupação em seu olhar, abaixou a guarda e respondeu.

            –Ninguém quer realmente transar comigo, todo mundo só é obrigado a fazer isso primeiro comigo, depois nunca quer uma segunda vez, eu tenho que usar minha autoridade para isso. Eu devo ser muito feio.

            –Não, não é– Falou Felix– Você já viu como seu olhos são bonitos? Nunca vi um verde tão lindo, eu juro– Hector sorriu e de repente fungou cheirando o ar.

            –Sinto cheiro de virgindade.

            –O que?– Felix corou na mesma hora, sempre que falavam em qualquer coisa relacionada a sexo o garoto enrubescia.

            –Você disse que eu sou lindo.

            –Eu estava falando dos seus olhos!

            –Eu reivindico sua virgindade, pois como possuidor do hormônio dos primeiros prazeres tenho tal direito.

            Felix ia se levantar quando o loiro o puxou e mesmo sendo apenas um ano mais velho era muito forte, o garoto não conseguiu recuar e teve seus lábios beijados pelo Hector, sentiu sua boca ser invadida pela língua do outro que encontrou a sua, no mesmo instante um calor percorreu todo o seu corpo como mágica. Ele se afastou boquiaberto encarando o loiro que tinha um sorriso travesso no rosto. Era o seu primeiro beijo.

            –Não acredito que meu primeiro beijo foi com um menino.

            –E daí? Qual é o problema?– Perguntou Hector sinceramente, pelo jeito não faziam distinção de sexo na ilha.

            –Eu não quero fazer isso! –Exclamou Felix.

            –Mas você não tem escolha! Você é obrigado a ter sua primeira vez comigo, fuja e terá que encarar as consequências.

            Felix sentiu muita raiva, tentou ajudar o loiro e ele agora o chantageia pra fazer sexo. Hector o beijou novamente dessa vez com mais veracidade, Felix teve que se segurar pra não cair. Ele não queria aquilo, mas tinha que admitir que beijar era muito bom, ele estava numa caverna ninguém iria saber, poderia manter segredo daquilo. E quando percebeu já estava retribuindo o beijo. Hector tirou sua camisa de seda mostrando seu físico definido, continuou a beija-lo e se deitou por cima dele. Felix estava ofegante, aqueles beijos eram ótimos, o possuidor dos hormônios sabia o que estava fazendo, mordia o lábio do garoto, chupava seu pescoço e voltava a beija-lo com veracidade.

            –Eu não... –Tentou protestar Felix quando o loiro esfrega seu órgão sexual sobre o dele, o garoto geme e o outro sorrir se abaixando e puxando a cueca do Homem-Aranha– Não!– Felix tapa o rosto com as mãos envergonhado.

            –Do que tem vergonha? Olhe pro seu pau ele esta latejando, não se envergonhe do que sente.

            Hector lambeu a glande do garoto que estremece, o loiro abocanha o pênis e o chupa com vontade. O garoto se segura no chão tentando apertar algo, enquanto sentia o calor crescendo em seu pau. Quando menos esperava o loiro o virou de costas.

            –O que você vai... Huar– Hector começou a lamber o ânus dele que rir, estremece e geme. Todas aquelas sensações lhe eram inéditas. Ele sentiu um incômodo quando percebeu que o outro estava enfiando um dedo em seu cú.

            Felix ia mandar que parasse, aquilo doía, mas um arrepio subia por sua barriga, descia por suas pernas, ele não queria que aquilo parece e logo já eram dois dedos dentro dele. O garoto olhou pra baixo e viu o próprio pênis latejando e da cabeça escorrendo um líquido transparente e gosmento. Foi então que veio a dor. Felix segurou o grito e mordeu o próprio braço.

            –Calma só coloquei a cabeça, vai doer um pouco no começo, mas logo passa.

            Conforme o pênis de Hector ia entrando dentro dele, a dor parecia dilacera-lo por dentro. Quando o órgão estava completamente dentro dele, o loiro começou um movimento de entra e saí. Felix sentia cada investida, olhou para sua cueca do Homem-Aranha sabendo que sua inocência acabava ali. A dor foi passando e logo arrepios começaram a percorrer seu corpo como correntes elétricas. Seu gemido excitava o loiro ainda mais o fazendo meter com mais vontade.

            –Esta gostando da minha rola no seu cú?

            –Eu...

            –Diga!– Disse metendo com força.

            –Arrr! Estou!

            Hector o colocou de frente e voltou a penetra-lo, dessa vez sem piedade metendo todo de uma vez, Felix gritou com essa investida. Agora de frente podia ver o loiro, o jeito como seus músculos se definiam quando ele metia, o olhar verde praticamente soltando faísca, o ranger dos dentes, intercalados com mordidas no lábio inferior. Felix olhou pra baixo, seu pênis estava implorando pra ser tocado.

            –Vai, bate punheta– Falou o loiro.

            Felix o fez e logo de início pensou que já ia gozar, mas conseguiu prolongar aquela sensação. Hector começou a gemer dizendo que estava perto. O garoto acelerou, movimentando sua mão sobre seu pênis mais rápido do que em toda sua vida e sentiu aquele calor vindo, como se pudesse sentir uma erupção eminente.

            –Vou gozar!– Gritou Felix sem acreditar que estava falando aquilo. Hector aumentou a velocidade ainda mais, metendo sua rola como se fosse partir o garoto ao meio. Felix gritou quando seu esperma começou a sair em jatos, voou em seu peito, atingiu seu queixo e por último atingiu seu próprio rosto. O loiro tirou seu pênis do ânus do outro que solta um suspiro de alivio. Hector se ajoelha sobre Felix e se masturbar urrando e gozando sobre ele.

            Os dois passam alguns segundos ofegando. Hector se levanta.

            –Pronto, você já cumpriu com sua obrigação, agora já pode transar com qualquer pessoa, não precisa mais ser obrigado a ficar comigo– Disse o loiro com tristeza, raiva e desdém– E tome banho, não vai querer chegar todo sujo de porra na festa de coroação de sua prima.

            Hector foi embora deixando Felix deitado na caverna ofegando. O menino olhou para todo aquele esperma sobre ele, seu ânus estava ardendo, seu corpo todo suado. Aquilo tinha sido bom, mas ele estava com muita vergonha. E que história é essa de coroação?



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