História Las Vegas - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias One Direction, Selena Gomez
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Selena Gomez, Zayn Malik
Visualizações 51
Palavras 1.706
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


↔ Alguns avisos importantes ↔


➡ Todo enredo dramatizado aqui é de total autoria minha. Além de feio, e totalmente desnecessário, plágio é crime. Se não acha que tem a capacidade de escrever sua própria história, apenas leia. 😊

➡ One Direction ou Selena Gomez, não me pertencem. Apenas suas personalidades e ações, assim como os personagens originais.

➡ Inspirado em dois filmes: jogo de amor em las vegas e juntos pelo acaso.

➡ A história não será movida por comentários ou favoritos, mas todas as críticas consideravelmente construtivas, serão muito bem vidas.

➡ A banda não existirá no enredo. Mas todos os garotos, incluindo Zayn, estão nela.

↔ Anyway, tenham uma boa leitura ↔

Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction Las Vegas - Capítulo 1 - Prólogo.

Até você se tornar consciente, o inconsciente irá dirigir sua vida e você vai chamá-lo de destino.
— Carl Jung.  

Las Vegas, Nevada. — Estados Unidos. 

Respirou fundo, apertando suas têmporas. — Se eu sonhar que está enfiado em algum cassino qualquer, eu te demito. — rosnou, fazendo-o rir. — Não estou brincando, Harold. Eu esqueço que é meu filho e te mando pro quinto dos infernos. — ameaçou.

— Tudo bem pai, eu já entendi. — resmungou, mordendo o inferior da bochecha para não rir .— O senhor deixou isso bem claro nas outras cem vezes. — debochou, tirando suas botas e chutando-as para debaixo da cama.

— Continue debochando, garoto. — disse seco, bufando. —  Não me decepcione, Harold. Dentre todos os meus melhores funcionários, eu mandei você por um voto de confiança. Não quero me arrepender disso, por favor. — pediu, sincero.

O rapaz riu alto. — Até parece que não me conhece. — desdenhou. Desmond grunhiu. — Relaxa, pai. São apenas os japoneses. — deu de ombros, segurando o celular com o ombro e desabotoando sua camiseta social.

— Apenas os japoneses?!? — perguntou alto. Harry riu. — Se esse acordo não for fechado, Deus me ajude, mas eu te mato, eu juro. — disse, entre dentes.

Estalou a língua no céu da boca. — Já passou da meia-noite em Londres, vá dormir, pai. — mandou, retirando o tecido branco que escondia seu tronco. — Confia em mim. E se algo der errado, eu mesmo peço demissão. — disse calmo, o pai respirou fundo. — Tenha bons sonhos, até mais. — desligou.

Jogou o aparelho em cima do criado-mudo ao lado da cama, e terminou de se despir. Jogou as peças de roupa em cima da poltrona no canto do quarto, e parou as mãos na cintura, respirando fundo. Estava cansado, Deus sabe como. Seu corpo doía horrores pela viagem desconfortável com turbulências que teve, e sua cabeça girava pelas milhares de responsabilidades que haviam sido postas em cima de seus ombros. Ser filho de quem era, não era nenhum sonho. 

Bufou, e jogou-se contra os travesseiros, aconchegando-se no colchão confortável. Seus olhos pesaram, e por algumas horas deixou-se ignorar todas as obrigações que gritavam em seu celular, estrategicamente posto no silencioso. Adormeceu rapidamente, abraçando uma almofada.

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— Senhora? — chamou, parada no batente da porta. Uma mulher atrás de uma extensa mesa de vidro, desviou os olhos claros de seus papéis para a jovem parada em sua porta. — Jenna disse que queria falar comigo. — explicou-se.

Sra. Hood sorriu doce, assentindo. — Claro, sente-se aqui. — disse, apontando para as poltronas brancas postas em frente a grande mesa. Mackenzie concordou e rapidamente se pôs no lugar que lhe fora indicado. — Quero primeiramente, lhe parabenizar, querida. 

— Parabenizar? Por quê? — perguntou, confusa. Tentou-se lembrar de algo que fizera que merecia tal comportamento de sua chefe, ou se seu aniversário era hoje e ela não havia se lembrado. Mas ainda estamos em outubro, seu aniversário era só daqui dois meses. — Desculpe senhora, mas eu não entendo...— começou, mas logo fora interrompida. 

— Seu desempenho nessa empresa está sendo impressionante. — explicou, juntando os papéis e deixando-os de lado. — Sabe, quando chegou aqui com apenas vinte anos, eu fiquei surpresa. Você já estava formada em jornalismo, e tinha ótimas recomendações, e admito que isso me deixou de fato chocada. — disse, vendo o choque passar pelas íris castanhas de sua funcionária.

Engoliu em seco. — Eu... Eu agradeço, eu acho... — resmungou, olhando para as mãos tremulas, tentando entender o porquê de tudo aquilo. — Desculpe-me pela pergunta mas, onde isso chega?

— Quero lhe dar a oportunidade que merece, de verdade. — sorriu, abertamente. Estendeu suas mãos e esperou que a direita de Mackenzie estivesse entre elas, e segurou-a com afeto. — Você é muito especial, tanto para mim, quanto para a minha empresa. Mas, seu lugar não é aqui. — começou, calma. — Eu queria tanto te dar um espaço aqui dentro, e conseguir acompanhar seu crescimento, mas teria que demitir alguém tão bom quanto você e isso me soa tão injusto. — negou com a cabeça.

— Não se preocupe com isso, Sra. Hood, estou bem corrigindo as matérias antes de serem publicadas, me sinto parte do trabalho. — disse sincera, com um sorriso pequeno. Olivia negou, passando a língua levemente pelos lábios. 

— Quero que você chegue no topo, Mackie. — disse, fazendo a mais nova sorrir por seu apelido. — E se não posso lhe dar esse espaço aqui, irei lhe dar em outro lugar. Estará livre de meus olhos, mas não de mim. — piscou, divertida. — Tenho propostas incríveis para você, muitos dos meus contatos se interessaram pela sua pessoa.

Mackenzie soprou, incrédula. Suas mãos voltaram a tremer, e começaram a soar. A chefe sentiu isso, tanto que soltou-lhe rindo divertida. A garota colocou as mãos novamente no colo e as encarou, segurando-se para não gritar.

— Já esteve em Londres? — perguntou, arqueando as sobrancelhas, mantendo o ar divertido.   

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Piscou repetidas vezes, e respirou fundo. Jogou a cabeça contra o estofado do banco, e bufou. Seus olhos passaram mais uma vez pelo letreiro colorido do cassino mais movimentado de Las Vegas, e tentava se segurar. Um alarme soava em sua cabeça, dizendo que aquilo era errado, mas o errado sempre lhe atraíra. E isso não era bom, não podia. Não agora, não naquele dia.

Niall: Esqueceu a Aileen, Harry. De novo...

Olhou para a mensagem que piscava constantemente em seu celular e mordeu a pontinha de sua língua. Não havia esquecido dela, apenas não queria vê-la. Sabia que assim que ela visse que ele não estava esperando ela na sala de desembarque, ela ligaria pra qualquer um dos seus amigos que estavam em Las Vegas também. E por isso não avisou nada, era tão mais "aceitável" quando ele simplesmente esquecia.

Olhou novamente para o grande letreiro em neon. Sua vida estava uma droga, e tudo o que ele mais queria, era esquecer-se dela. Sua carreira profissional era na base do que o pai mandava para ela continuar dando tão certo, quanto aparentemente, estava. Sua vida amorosa era a base de mídia. Não, Aileen não era uma vadia gananciosa, ao contrário, ela era a pessoa mais amável do mundo. Mas depois de alguns meses preso nela, Harry descobriu-se preso apenas pela reputação, e pelo sexo. Típico. 

E ele precisava esquecer, de tudo o que o atormentava naquele momento. Abriu a porta em um movimento rápido, antes que desistisse e corresse de volta para o hotel e passasse a madrugada em uma transa de reconciliação com a namorada. Parecia atraente, se já não tivesse virado rotina. 

Mandou tudo para o quinto dos infernos e entrou, deixando a vida monótona para traz. Respirou o ar poluído por cigarros, e sorriu. Se sentia-se estranhamente, em casa. Fazia tanto tempo, tanto. Desde a faculdade.

Caminhou entre as pessoas até o bar, e sorriu cafajeste para a mulher atrás do balcão. A mesma apenas revirou os olhos. — O que vai querer? — perguntou entendiada, enquanto enchia o copo de um velho barrigudo.

— A bebida mais forte que você encontrar nessas pratilheiras. — disse rouco. Os olhos amêndoas dela o olharam por alguns segundos, depois revirando-se novamente. Pegou um pequeno copo e encheu com a mesma bebida que servira pro gorducho. — E você na minha cama, mais tarde. — sussurrou, curvando-se sobre o balcão para dizer no ouvido dela.

A moça riu alto, afastando-se. — Nem nos seus sonhos mais loucos, bebê. — debochou, e sorriu com a língua entre os dentes. — Você não faz o meu tipo, odeio mauricinhos. — piscou, vendo-o olhá-la ofendido. 

— Ele está te perturbando, Weendy? — perguntou uma voz feminina, e bêbada, atrás dos largos ombros de Harry. O cacheado virou-se encontrando uma garota parada com as mãos na cintura olhando-o brava. Arqueou as sobrancelhas. — Pare de tarar ela, seu fedido. — disse, enrolando as palavras.

— Fedido? — perguntou, com os olhos arregalados. Quem esse toquinho de gente pensava que era pra falar com uma pessoa como ele? Uma pessoa cheirosa, diga-se de passagem. Weendy riu e negou com a cabeça saindo dali. — Quem você pensa que é pra...

— Você é tão chato. — interrompeu-o, parando ao lado dele, e tomando a bebida que ele pedira. Harry observava, ainda com os olhos arregalados. — E tarado. — rolou os olhos, olhando para ele depois. 

Bufou. — Essa bebida era minha. — apontou para o copo vazio, e a menor deu de ombros. — Qual  o seu nome? — perguntou, medindo-a dos pés a cabeça. Aqueles olhos castanhos o lembrava alguém.

— Eu não vou transar com você. — disse rindo alto, enquanto se afastava. Suas costas bateram contra o corpo do velho barrigudo que a olhou raivoso. — Perdoe-me, estou tentando fugir do tarado ali. — explicou-se, fingindo-se em pânico, enquanto apontava para o moreno atrás de si. O velhote arqueou as sobrancelhas, olhando para Harry. — Não deixe ele me achar. — sussurrou e saiu saltitando pelas pessoas. 

— É louquinha. — disse, sorrindo falso. Sentiu um arrepio de medo subir-lhe a espinha pelo olhar do cara. — Sabe como é, jovens... — brincou, e saiu andando, fugindo do olhar estranho do gorducho.

Em alguns minutos, trombou novamente com a bêbada. A morena suspirou irritada, e constatou que ele estava a seguindo por estar apaixonado por ela, perdidamente. Harry tentou negar, mas quem discute com bêbados? É a mesma coisa que tentar esfaquear água. A garota sem nome, o puxou por todos os cantos, sempre o fazendo beber milhares de bebidas. O que o deixou, obviamente, mais bêbado que ela. 

As lembranças daquele noite era apenas pequenos flashes. Lembrava-se de ser puxado até um tumulto de pessoas, onde tinha um moço estranho, usando um chapéu estranho, com um bicho empalhado em seu ombro. Lembrava também de terem colocado uma gravata em sua cabeça, e também da risada gostosa da desconhecida quando colocaram um véu nos cabelos escuros dela. E a última coisa que se lembrava era de dizer "sim", e rabiscar algo. 

O que resultou depois disso fora esquecido, apagado de sua mente. Por causa das mais bebidas que tomou. Não se lembrava de ter entrado em um táxi, com uma mulher, e ter chegado em um apartamento qualquer, de ter prensado a mulher em todas as paredes possíveis e tomado a boca dela com a sua inúmeras vezes, até chegarem no apartamento. Não se lembrava da noite longa que tivera. Na noite em que sua mente alcoolizada nomeou como "a melhor noite de todas". 

Não lembrou-se de dizer que amava a desconhecida, que sorriu bobamente para ele e disse que também o amava, loucamente.


Notas Finais


with all the love,
h. 🌹


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