História Last Day - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Camreng!p, Câncer, Drama, Laureng!p
Exibições 21
Palavras 1.094
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey minha primeira fanfic, espero que gostam para quem quiser me acompanhar no wattpad user: chupacamren
Boa Leitura !!!!!

Capítulo 1 - Prológo


Fanfic / Fanfiction Last Day - Capítulo 1 - Prológo

 P.O.V. Lauren Jauregui 

Eu dirigia a sentido do colégio de Angel, quando o relógio do meu pulso marcava 7:10h da manhã. Eu podia ouvir a minha filha no banco de trás cantarolar algumas canções e pelo retrovisor do automóvel eu enxergava seu olhar pela janela, admirando toda a paisagem da cidade mais bonita.

Mas nada daquilo tinha tanta graça pra mim. Eu sobrevivia a cada dia pela minha filha, a única pessoa que eu tinha ao meu lado desde quando perdi Keana, minha mulher.

Eu me recordo como se fosse hoje, naquele exato momento; A tempestade caia, a chuva era forte e parecia nunca cessar. Por ciúmes bobo, Keana gritava comigo no banco da frente enquanto eu dirigia a sentido de casa após uma das milhares de tentativas de ter saído pra jantar em família, mas tudo havia falhado mais uma vez.  Angel chorava na sua cadeirinha no banco de trás desesperadamente, provavelmente ela estava assustada por todos os gritos e discussões, mas ela era pequena o suficiente pra entender alguma coisa.

Eu corria a mais de 200km/h sem me importar com a chuva e com o transito, eu só queria chegar em casa e ter uma conversa decente com Keana ao invés de ouvir seus gritos me ensurdecerem, mas isso não foi possível, antes de eu virar a esquina do nosso condomínio, era tarde demais pra frear, um caminhão com o farol tão alto ao ponto de me cegar deu de encontro com a porta do passageiro, onde Keana estava sentada, causando um grande acidente e matando-a na hora.

Desde aquele dia eu vivo na tristeza da culpa, onde todos os dias quando eu acordo e quando eu deito a minha cabeça no travesseiro me vem uma voz rude e clara gritar na minha mente:

''Você tem culpa, Lauren Jauregui. Isso tudo foi por sua culpa.''

E é ainda pior lembrar que Keana estava esperando outro filho nosso, que até então, não sabíamos.

Eu podia te-la comigo ainda, ela podia estar do meu lado, vendo Angel crescer. Poderíamos ter tido o nosso filho, podia ser mais uma garotinha ou um menino dessa vez, como eu sempre sonhei. Mas não, tudo havia acabado, tudo havia virado cinza e a única coisa pela qual eu ainda sobrevivia todos os dias se chamava Angel,nada mais.

- Tchau papa. – Minha filha disse de um jeito doce enquanto eu estacionava na frente da sua escola, ela abria a porta, pegava a sua mochila e saia do automóvel, vindo até a minha direção e me dando um beijo no rosto. – A senhora vem me buscar? – Ela perguntou e eu sorri.

- Sempre, querida. – Disse, dando um beijo na sua bochecha e passando a ponta dos meus dedos carinhosamente no seu cabelo loiro. Ela sorriu e correu até a portaria do seu colégio, direto onde as suas amiguinhas lhe esperava.

Acenei de longe e fechei a porta, soltando um suspiro pesado e ligando o automóvel novamente, partindo dessa vez para o hospital.

Não era nem 20 minutos do colégio de Angel até o hospital e apesar do transito não demorei tanto pra estacionar meu automóvel no lugar vago para médicos e residentes do local. Logo, pegando o meu jaleco em mãos e a minha bolsa de couro e saindo do carro, travando o próprio.

Quando eu passei pela porta de entrada, logo avistei a minha sala no corredor imenso e silencioso daquele local. Havia como se fosse um envelope na porta da minha sala, onde lá as recepcionistas do hospital deixavam todas as fichas dos pacientes que esperavam pelo meu atendimento.

Antes que eu entrasse na minha sala, peguei todas as fichas e passei pela porta branca, chegando perto da minha mesa e deixando a minha pasta e as fichas no local, vestindo o jaleco em seguida. Sentei-me na cadeira de couro branca, começando a analisar todas as fichas de ordem de chegada.

Primeira paciente: Karla Camila Cabello.

Analise: Analisar exames.

Tempo total de espera: 4 horas e meia.

Soltei um suspiro pesado e me levantei da cadeira, tendo a sua ficha em mãos e indo até a porta, passando por ela e observando todas as cadeiras daquele corredor ocupadas por pessoas de todas as idades, cores e sexo.

Olhei mais uma vez pra ficha pra ter certeza daquele nome, então, a minha voz ecoou pelo local:

- Karla Camila Cabello.

De longe, avistei uma garota com o cabelo castanho na altura dos ombros. Ela vestia um agasalho escuro e assim que o seu nome foi chamado, ela olhou pra minha direção. Seus olhos aparentavam olheiras, demonstrando que provavelmente fazia um bom tempo que ela não tinha uma boa noite de sono.

Eu a entendia.

Ela veio na minha direção e eu sorri sem mostrar os dentes, dando passagem pra que ela entrasse na minha sala, logo, pedindo licença e fechando a porta.

- Sente-se. – Pedi, apontando para uma cadeira na minha frente. Ela assentiu, colocando uma mecha do seu cabelo atrás da orelha e se sentando. – Então...? – Perguntei, a fitando.

- Doutora, eu fiz esses exames. – Ela disse me entregando um envelope branco e grande.

Peguei da sua mão e tirei alguns exames lá de dentro, analisando todos eles.

- Você pode me contar o que sente? – Perguntei.

Eu tinha certeza que ela não sabia nada do que estava acontecendo, ela só sentia dores.

- Faz alguns meses que eu comecei a sentir uma forte dor de cabeça, toda vez que eu tomava Coca-cola ou comia chocolate ela aumentava, quando eu corria, praticava exercícios físicos também. Eu tinha que ficar deitada diariamente, era terrível. A dor era quase insuportável, eu chegava a chorar, nunca senti isso em toda a minha vida. Em todos os médicos que eu passei, eles fizeram alguns exames apenas na terceira vez que eu voltei pra cá, mas antes disso eles me davam um simples remédio e me mandava de volta pra casa, mas nada passava.

- Hum... – Murmurei, enquanto ouvia cada coisa que saia da sua boca.

- Então, Doutora? – Ela perguntou. Abaixei o meu olhar de volta para o exame pra ter certeza de tudo aquilo. – O que eu tenho?

Eu estava acostumada a aquilo, a dizer pra 90% dos meus pacientes que passavam por aquela sala que a sua vida estava por um triz, por mais doloroso que seja e por mais que ninguém esteja preparado a isso.

- Eu sinto muito... – Disse, olhando dessa vez em seus olhos pra demonstrar confiança. Meu braço estava em cima da mesa, um pouco esticado em sua direção. – Mas você está com um câncer cerebral.


Notas Finais


Hey espero que tenham gostado !!!!
Wattpad: chupacamren


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