História Last fantasy in Wonderland - Capítulo 18


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Categorias Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland)
Personagens Absolem, a Lagarta, Alice Kingsley, Chapeleiro Maluco, Coelho Branco, Dormidonga (Mallymkun), Gato de Cheshire (Gato Risonho), Lebre de Março, Personagens Originais, Rainha Branca, Rainha Vermelha, Tweedle-Dee, Tweedle-Dum, Valete de Copas
Tags Alice, Alice In Wonderland, Amizade, Conto De Fadas, Disney, Drama, Fantasia, Fantasy, Magia, Magic, Mistério, Romance, Wonderland
Exibições 22
Palavras 1.668
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, retornei com um novo capitulo cheirosinho para vocês, ele é um tanto pequeno eu sei, é só para não deixar a fic mofando como sempre faço.

Agora indo até o assunto de verdade, queria saber a opinião de vocês. Vocês querem que eu faça um jornal mostrando quem eu imagino como quem na fic, ou deixo assim mesmo tudo meio nas sombras para que vocês tenham a liberdade de imaginar como eles seriam? Ou mesmo podem, mandar para mim como vocês imaginam eles, a escolha é de vocês.

Se muita gente concordar sobre postar os atores aka famosos que eu imagino, eu colocarei, ou não... Espero respostam hm, não fiquem com medo, eu não mordo, talvez só um pouquinho mas isso não vem ao caso. q

Boa leitura! Amo todos vocês. (':

Capítulo 18 - Ou o que sobrou dela.


Levantei o olhar para observar aquele cenário que sempre atormentou minha imaginação quando criança. O que eu vi de imediato deixou minha cabeça confusa o bastante para todos ficarem olhando para mim e rindo, por estar com a boca aberta e sem reação alguma. Sempre imaginei aqui como nos filmes, aquele lugar cheio de corações espalhados pelas casas que também tinham formato de corações e figuras de animais nos jardins e seres estranhos correndo por todos lados, como os filmes da Disney mesmo. Mas aquilo que eu via com meu próprio olho era uma réplica perfeita e mirim do centro de Oxford, minha cidade, uma réplica mais antiga também, de uns 80 anos atrás no mínimo, como se a tecnologia não tivesse dominado aquela região ainda; dava até para ver a ponta da universidade Church e da igreja Santa Maria riscando o céu azul claro sem nuvens em formato engraçado.

Isso não tinha menor sentido, queria poder perguntar sobre tudo aquilo para acalmar minha curiosidade, porém o máximo que podia era abaixar a cabeça e obedecer às ordens deles, Nicole sorria ao meu lado observando a empolgação de uma criança, que no caso era eu com seu fiel escoteiro Cam. Eles não explicariam nada, eles estavam é gostando de rir da nossa cara de idiotas. Tudo o que eu queria era fugir dali o mais rápido possível e fingir que nada disso nunca aconteceu.

-Ou o que sobrou dela. - Continuou Jeremy indo para meu lado colocando o cotovelo no topo de minha cabeça. - Imaginou que aqui seria como? Tudo com muito fluflu?- Perguntou ele caçoando de minha baixa estrutura.

-Jeremy. - Repreendeu Josh com a voz severa de um soldado. - Você sabe porque o reino está assim.

-Tá, mas o que viemos fazer aqui? Vocês nunca chamariam a gente por nada, ainda mais ao usar aquela entrada antiga. Aconteceu alguma coisa, e eu quero saber o que é. - Perguntou Jeremy ainda com o braço apoiado sobre minha cabeça. Juro que eu queria tirar ele dali com um tapa, porém não tinha mais nem força para falar qualquer coisa que seja, nem pensar, e era o Jeremy não queria ver aqueles olhos negros novamente.

-Isso não vou explicar. Levarei vocês até o Charles e ele explicara tudo o que precisam saber. Também vai ajudar a mandar esses dois… de volta para casa. - Respondeu nos encarando, como dois ratos de esgoto.

Dessa vez nem precisamos de ordens para que seguissem eles, já estava mais que normalmente esperar eles andarem e nós acompanhar mais para trás. A rua principal do reino era muito similar a avenida principal perto do centro de Oxford, tudo parecia a mesma coisa, porém o engraçado que as casas não eram as mesmas, lógico, elas tinham semelhanças com as verdadeiras, mas foram trocadas de lado. As casas que deveriam ficar no lado esquerdo foram para o direito e o direito para o esquerdo. As casas que eram de 2 a 3 andares recebiam um outro andar, e seu primeiro era realocado com uma vendinha. A cidade funcionava como um espelho, todas as localizações estavam espelhadas com a cidade verdadeira.

A rua estava agitada, as pessoas começavam a sair de suas casas com sacolas e cestas de palhas e se agrupavam nas calçadas de tijolinhos, aonde bancas de frutas, legumes e outras coisas típicas desse país tão estranho, algumas coisas pareciam até ser gostosas como um tal de 'Morango azedo do Diabo', não fazia ideia de como seria o gosto daquilo, ele era bem maior que um morango normal e invés de vermelho era de um roxo escuro quase preto. No lado existia uma outra barraquinha com letras grandes e azuis escrito “Temperos raros de Wonderland” e em pequenos potes de vidros de tampas coloridas, recheados de coisas mais estranhas que o outro “Perna de sapo seco do Sul”, “Amoeba rosa”, “Pudim apaixonado amassado”, “Dedão amanteigado de virgem”, “Chulé de papai urso”, já outros eram mais conhecidos como salvia, alecrim e tomilho…

Cam ao meu lado cantarolava uma música que soava bastante familiar e encaixava perfeitamente nesse cenário.

-Você está indo à Feira de Scarborough? Salsa, salvia, alecrim e tomilho. Recorde-me a alguém que vive lá… Ele outrora foi o meu verdadeiro amor.

-Diga a ele para fazer-me uma camisa de cambraia, salsa, salva, alecrim e tomilho. Sem nenhuma costura ou trabalho de agulha, então ele será o meu verdadeiro amor… - Terminei o segundo verso baixo o suficiente para que somente ele escutasse.

Ele virou para mim com um sorriso largo, surpreso por eu conhecer essa cantiga antiga. Não seria nenhuma surpresa essa música ter sido inspirada em alguma feira deste mundo, em meu conhecimento o autor da música é desconhecido, então quem sabe….

As pessoas todas pareciam normais, como todas as pessoas que conheci em minha vida até agora. Elas não mostravam ser diferentes de mim ou de outra pessoa. Suas roupas também não eram diferentes, usavam roupas comuns do dia a dia, como calças jeans, casacos de frio; o máximo de estranheza foi um homem usando um chapéu de pompa, tinha uma pomba empalhada encima de sua cabeça com uma gravata, e estava sentado em frente a uma caixa de madeira e em sua volta começava a se agrupar vários homens, para apostar suas sortes em jogos de cartas para conseguir dinheiro fácil. Josh avisou para não ficar encarando as pessoas por muito tempo, que isso poderia chamar atenção demais, felizmente isso para mim era a parte mais fácil, antes mesmo de poder olhar uma pessoa eu já virava o rosto para o lado com medo, o máximo que havia conseguido encarar foi uma criança; um menino que usava macacão azul de carrinhos que corria para todos os lados atrás de um pequeno pião colorido que rodava ou flutuava no ar deixando rastros de luzes, e sua mãe de cabelos avermelhados atrás mandando ele voltar para casa guardar aquilo imediatamente antes que os guardas o pegassem.

Resumindo tudo, parecia que por breves segundos eu podia dizer que estava em casa. Tudo parecia normal, mas nada ali era normal.

A medida que andávamos a feira e seu aroma agradável ficava para trás, agora em nossa frente era somente as fachadas lisas das casas, que faziam um sentido único, todas as ruas eram retas e levava a um único local, o castelo, mas eu reconhecia aquela rua, era a cópia da Speedwell Street e no final dela seria a Aldate's, a rua da universidade. Os locais que eram mais modernizados aqui eram apenas casas normais, não tinha aqueles luxos que várias delas escolheu por ser um ponto turístico famoso, a famosa tecnologia pedia uns oi vez enquanto. Como meu esperado chegamos no final da rua e viramos para a esquerda, ou será que deveria ser à direita? Não sei. A entrada da universidade estava ali, exatamente igual, sem mudar nada. A diferença é que havia seguranças, seguranças vermelhos, cavaleiros de copas. Eles eram altos, quase mesmo da altura do Jeremy, corpos largos parecendo que tomaram muitas bombas, suas armaduras eram fabricadas por um metal resistente, com o símbolo de copas gravados encima do coração e em suas mãos seguravam lanças afiadas, prontas para atravessar qualquer um que se passa ali sem permissão.

Estranhava a forma que aquele caminho parecia comum para mim, ou como tudo aquilo parecia muito normal. Josh ordenou que ficássemos ali em frente a 'Oxford Blue', ou o que deveria ser ela, a faixada era idêntica a única diferença é que agora era 'Wonderland Blue' e ela não estava no lado certo, ela trocou de lugar com o Shanghai 30's. Mesmo tudo estando trocado de lugares, a pequena lojinha que localizava-se entre elas era a mesma, aonde seria a famosa 'Alice shop's', agora era 'Hatter magic' e o vermelho agora era verde…

Josh depois de alguns segundos saiu pela pequena portinha tocando o sino que avisada quando ela era aberta ou fechada. Ele conduziu a irmã para dentro com as mãos seu ombro, mas ao chegar em minha vez e de Cam passar pela porta, ele sussurrou para nos manter calados. Apenas passei por ele sem responder, eles não precisavam ficar nos dando ordens, já entendemos aonde é o nosso lugar não precisavam repetir.

Dentro da loja mantinha a mesma estrutura apertada, com seus armários e prateleiras de madeira escura, que ocupavam todo o espaço. O lugar invés de ter doces e objetos decorativos da história original, continha todos os tipos de chapéus possíveis de se imaginar espalhados pelos cantos, havia estilos panáma, fedora, trilby, boina, boné, cloche e a velha cartola, alguns chegavam a ser tão deslumbrantes e magníficos que fiquei me perguntando se era mesmo possível alguém usar isso no dia a dia, nem mesmo a rainha Vitoria usaria um desses dentro de sua própria casa. Tinha vontade de andar e vasculhar, provar algum deles, contudo sabia que não poderia fazer isso, não era permitida falar imagina colocar um fim em minha curiosidade.

Escutamos um barulho alto de coisas caindo e depois uma portinha de madeira pintada com tinha branca se abrindo do nada, na loja que eu conhecia não existia aquela porta atrás do balcão. A figura que saia de dentro dela era de alguém atrapalhada tropeçando em seu próprio pé, era um homem adulto, alto, de pele morena e cabelos preto bastante bagunçado, dando um ar charmoso e rebelde ao mesmo tempo. Sua característica era de um ator asiático. Vestia uma camisa branca com os botões desabotoados até o peito revelando a pele nua e definida, coberta por vários colares, joias em suas mãos e brincos de argola em suas orelhas; também usava um casaco social comprido da cor preta com a borda feita de dourado, podendo até ser ouro, que cobria uma boa parte de sua calça jeans. Ele tinha uma personalidade interessante.

-Então, aonde está minha Alice? - Perguntou ele com uma voz aveludada e rouca, revelando seus dentes brancos todos alinhados. Com um sorriso mais alegre do que uma criança no Natal.


Notas Finais


O que estão achando???? Esse País das maravilhas esta mais de ponta cabeça do que o normal, e o que será que acontecerá neste lugar? Eles conseguiram voltar para sua dimensão? E esse cara que apareceu na lojinha....... nem preciso falar quem é.
Bjks.


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