História Last Friday Night - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Laura Gianolli, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Valéria Ferreira
Exibições 508
Palavras 2.670
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Challenge Accepted


“Não acredito que nossos pais nos autorizaram a viajar sozinhos.” Comemorou Maria Joaquina, sentada ao lado de Cirilo no micro-ônibus.

“Digamos que depois da proeza do sr. Daniel, eles quase mudaram de ideia. Mas como a viagem para Floripa no começo do ano está paga, eles acharam melhor deixar a gente fazer um teste. E comemorar que todos passamos de ano.” Explicou Paulo, enquanto o amigo nerd balançava o gesso, causando risos.

“E também, a cidade que a gente vai é um ovo, pessoal. Tipo, tem dois semáforos na cidade inteira, e um único barzinho. Não é o tipo de lugar que dê para se aprontar muito.” Riu Marcelina. “Até porque nós vamos ficar na casa dos meus avós e do Paulo, então por favor, não destruam nada.”

“Isso vai ser bem entediante.” Riu Jaime.

“Caramba, então ela é perfeita para você cumprir aquele desafio de outro dia, Mário.” Lembrou Koki, e todos os encararam. “Nós estávamos jogando verdade ou desafio, só os meninos, e desafiaram o Mário a correr pelado na rua. Uma cidade pequena é o melhor lugar para isso.”

“Mário Ayala, você está proibido de correr pelado na frente da casa da minha avó.” Mandou a jovem Guerra, irritada.

“Tá bom, linda.”

“Gente, vocês são muito mansos. Quem manda nessas relações?” Perguntou Jaime.

“Elas.” Avisaram os meninos comprometidos apontando as namoradas, que sorriam.

“Tenho medo do que o sexo faz com a vida das pessoas.” Resmungou o ex-gorducho, sentando de volta em seu banco.

“Mas gostei desse negócio de desafios.” Comentou Paulo. “Podíamos fazer uma lista de desafios para cumprirmos durante a viagem.”

“Apoio!” Gritou Mário.

“Desde que não envolva ficar nu, queimar sutiãs ou pular de lugares alto... Topo.” Apoiou Daniel.

Começaram a discutir e falar todos ao mesmo tempo. Por fim, chegaram a seguinte lista:

- Roubar uma bicicleta;

- Roubar um cone;

- Roubar um anão de jardim;

- Pichar uma parede na avenida principal;

- Cantar uma música em espanhol na janela de um desconhecido;

- Dançar uma música no balcão do bar;

- Fingir ser gringo para um estranho;

- Pintar o cabelo.

“Ok, então a partir do momento em que todos selarem o trato, tudo o que for feito deverá ficar só entre a gente, e ninguém pode pular para trás.” Avisou Kokimoto, sério.

“E como vamos selar o trato?” Perguntou Jorge, curioso.

“Assim.” Paulo apanhou uma lata vazia, cuspindo dentro. Passou para o amigo japonês, que fez o mesmo.

“Isso é nojento.” Reclamou Valéria.

“O que, de todas as coisas que eles já nos fizeram fazer esses anos todos, não foi nojento?” Perguntou Alicia, pegando a lata e cuspindo dentro. “Olha, é até engraçado ver as babas se misturando.”

“Que nojo, meu Deus.” Resmungou Maria Joaquina, recebendo a lata. Ela fechou os olhos e cuspiu, passando a lata para o namorado.

Um a um, os presentes cuspiram em cima do cuspe dos demais, e ao final, um terço da lata estava cheio.

“Meu Deus, nunca vi tanta baba junta.” Jaime estava admirado. “Se alguém beber isso, beijou todos aqui por tabela?”

“Se você beber nossa baba, eu te chuto para fora dessa van.” Prometeu Mário, enojado.

“Muito bem, o acordo está firmado.” Paulo pegou a lata com cuidado, a fechando. “E quem quebrar... Vai ter que beber isso, para valer.”

“Ai meu Deus, acho que eu vou vomitar.” Resmungou Carmen, afundando ao lado do namorado.

“Ninguém vai quebrar o acordo, relaxa.” Comentou Cirilo.

“Gente, só uma dúvida que me ocorreu... Quando a gente diz pintar o cabelo, é com aquelas tintas spray, né?” Perguntou Majo, curiosa.

“Óbvio que não, né? É pintar o cabelo com tinta de verdade, tipo a Alicia faz com as mechas dela.” Os olhos da patricinha se arregalaram, e Davi sorriu. “Vai arregar?”

“Tem muita baba te esperando.” Paulo balançou a lata levemente.

“Eu devia ter lido os termos e condições de uso.” Ela choramingou, se afundando nos braços de um risonho Cirilo.

~*~

“Alicia, Mário, vocês dois estão meio tensos.” Comentou Adriano, assim que entraram na cidade.

“É que eles não conhecem nossos avós ainda.” Explicou Marcelina. “Eu e o Paulo só os visitamos duas vezes por ano, e eles nunca vão para São Paulo. E nossa avó é meio... Hã, chatinha.”

“Agora é que eles dizem.” Resmungou Bibi.

“Chatinha em que sentido?” Perguntou Daniel.

“Implicante. Tipo, ela fez a namorada do meu primo chorar em cinco minutos. Eles já estão casados há sete anos e tem um filho, e minha avó ainda faz a coitada chorar a cada visita.” Contou Paulo. “Ela quase fez meu pai terminar o namoro com a minha mãe depois da primeira visita.”

“Em resumo, a velha é o capeta. E o que estamos indo fazer na toca do capeta?” Perguntou Jaime.

“Bom, o sítio dela e do meu avô é sensacional. E ele é um cara super gente boa, gente... Lembra muito o sr. Campos.” Contou Marcelina e Alicia ficou emocionada.

“Eu sinto falta do meu avô.” Ela suspirou, tentando não chorar. Fazia dois anos que ele havia falecido.

“Mas, gente, me ocorreu uma coisa agora...” Adriano tentou mudar de assunto, sabendo que aquilo ainda mexia muito com Alicia. “Como o sítio dos avós de vocês é dentro da cidade? Sítio é uma propriedade rural, né?”

“Nosso bisavô tinha várias propriedades, uma com café, outra com cana, outra com gado... E foram se formando pequenas vilas em torno delas. Cada um dos três filhos herdou uma das propriedades, e a do nosso avô foi essa, que rodeia a cidade com cana até os dias atuais. Mas a cidade em si cresceu tanto que alcançou os limites do sítio, e o sítio ficou meio urbano.” Explicou Marcelina, olhando pela janela. “Vejam, chegamos!”

A entrada do sítio era, realmente, linda. Havia um portal de madeira, entalhado “Sítio Camargo”, o sobrenome dos avós maternos dos Guerra. O local era cercado por muros, para a segurança, mas ainda podiam ver a grande casa no estilo colonial.

“Caralho, isso vai ser herança de vocês?” Guinchou Jorge, surpreso.

“De nós dois e dos nossos dois primos.” Explicou Paulo. “Mas nenhum dos quatro tem interesse em tocar a fazenda. Minha mãe e minha tia provavelmente vão vender o lugar quando meus avós morrerem.”

“E vocês já estão matando os dois, pensando na herança?” Se horrorizou Valéria.

“Esse é o assunto de todas as férias, Val... Meu avô tentou convencer a gente a ir estudar agronomia e tocar o sítio.” Suspirou Marcelina.

“O que nós estamos fazendo aqui mesmo?” Sussurrou Laura.

“Viemos andar de cavalo, curtir a piscina, a cachoeira, ir em algumas festinhas à noite e beber até cair.” Mário enumerou. “Bom... Chegamos.”

A van estacionou em frente a escadaria de entrada, e puderam ver um casal de idosos no topo, sorrindo. A porta se abriu e um a um os jovens desceram. O casal desceu, e logo foi alcançado pelos netos.

“Oi vovó, oi vovô.” Os irmãos os cumprimentaram, sendo esmagados pelo abraço de urso de Margarete.

“Mas como estão grandes, meu Deus. Marcelina, você está muito magra, menina. E você, Paulo... O que é isso no seu braço?” A senhora puxou a manga dele, revelando a tatuagem que ele havia ganhado de presente de Alicia em seu aniversário de 18 anos.

“Margarete, deixe os meninos.” Pediu Samuel, rindo. “E onde estão seus namorados, meninos? Estou esperando há dias pela hora de conhecê-los.”

Paulo e Marcelina se desvencilharam dos braços da avó, caminhando até os namorados e segurando suas mãos.

“Calma, lindo, você está tremendo.” Pediu Alicia, vendo que Paulo estava nervoso.

“Começo a pensar que isso não foi uma boa ideia, Ali.” Ele disse, a levando até os avós. “Vô, vó... Essa é Alicia Gusman, minha namorada. Amor, essa é minha avó Margarete e meu avô Samuel.”

“E esse é meu namorado, Mário Ayala.” Marcelina já aproveitou a introdução e apresentou o namorado. “Grandão, esses são os meus avós.”

“Muito prazer, rapaz.” Samuel apertou a mão do garoto, que sorriu mais aliviado. Então se virou para Alicia, segurando e beijando sua mão. “E você também, mocinha. Que namorada linda você arranjou, Paulo.”

“Obrigada, sr. Camargo.” Alicia agradeceu, sem graça.

“Ora, por favor, me chamem de Samuel.” Ele pediu para os dois, sorrindo de forma bondosa. “Querida? Cumprimente os meninos.”

Margarete, assim como Paulo e Marcelina haviam antecipado, avaliava Alicia e Mário de cima a baixo. Sua cara indicava que não estava muito satisfeita com o que via.

“O que esse boné gigante quer dizer, rapaz? Está tentando parecer um ladrãozinho? Ainda mais com essa calça caída...” Ela reclamou para Mário, que engoliu em seco. Ela então se virou para a Alicia. “E essas roupas... Esqueceu sua mala e pegou as roupas do meu neto emprestado? Marcelina, arranje algo feminino para a sua cunhada.”

“Feminino?” Perguntou Alicia, confusa.

“Sim, roupas para uma mulher. Não short e camiseta, tênis de skatista, boné... Francamente.” A mulher negou com a cabeça. “Vocês dois podiam ter escolhido coisa melhor.”

E deu as costas aos jovens, subindo as escadas. Paulo segurou Alicia, que já estava pronta para ir para cima da avó do namorado. Mário, por outro lado, queria enterrar a cabeça no chão.

“Me desculpem o mau jeito, meninos... Margarete não é uma pessoa muito fácil.” Samuel segurou o ombro de Mário e a mão de Alicia. “E, vejam que má educação minha... Seus amigos ali, nos observando, e eu não os cumprimentei.”

Ele puxou os quatro jovens consigo enquanto caminhava até os demais amigos. Cumprimentou e se apresentou para todos, um por um, e pediu que pegassem suas bagagens e o seguissem.

“Como vamos dividir os quartos, vovô?” Perguntou Marcelina.

“Bom, sua avó queria colocar meninas de um lado e meninos do outro. Mas, convenhamos, eu já tive dois filhos adolescentes, e seus primos também... Sei que não vai adiantar muito separar vocês, porque vocês vão fugir no meio da noite.” Ele deu uma piscadela para os jovens, que riram. “Então, casais... Sintam-se à vontade. Laura, tem um quarto só você, querida. Jaime, Adriano, vocês dividem outro. Pode ser?”

“Seu Samuel... Eu gostei muito do senhor.” Garantiu Jorge, recebendo um beliscão da namorada.

“Só... Juízo, ok? Seu pai me mata se descobrir que eu te deixei dormir com o Mário, Marcelina.” Pediu o senhor, vendo a neta corar. “Venham, vou levá-los para os quartos.”

~*~

“Cara, sua avó é uma bruxa.” Alicia xingou deitada na cama, enquanto Paulo colocava as malas deles no chão.

“Desculpa por isso, amor.” Ele deitou ao lado dela. “Você sabe que eu não ligo para nada do que ela disse, não é?”

“Sei, sei sim.” A Gusman sorriu, sentindo ele a abraçar pela cintura. “Paulo, essa é minha bunda. Como você já chegou com a mão aí?”

“Você sabe que eu gosto dela, Ali.” Ele sorriu sacana. “E do que tem no meio dela.”

“Paulo, eu já falei: eu dou o cu para você, depois que você deixar eu comer o seu.”

“Mas você não tem pinto, Alicia.”

“Já ouviu falar de vibrador?”

“E por que diabos você tem um vibrador, Alicia? Eu não sou o bastante?” Ele perguntou indignado.

“Eu não tenho, sua irmã que tem.” Ela disse na lata.

“É o quê?” Paulo sentou, indignado. “Ai meu Deus, que nojo.”

“Calma, ela nunca usou.” A marrentinha riu. “Ela ganhou de amigo secreto da Majo no final do ano passado. Lembra, quando vocês fizeram um de zoeira também?”

“E o que você ganhou nesse amigo secreto?”

“Aquelas algemas de pelúcia e a calcinha fio-dental que eu usei no nosso aniversário de namoro. Foi a Laura que me deu.” Paulo arregalou os olhos.

“E eu jurando que a Laura era a rainha do romance.”

“Tem um fogo embaixo daquela saia, Guerra, que você nem dimensiona.” Alicia gargalhou da cara dele.

“Eu sei onde mais tem fogo.” Ele pulou sobre ela, a jogando na cama e ficando por cima. “Vamos estrear nosso quarto, marrentinha?”

“Paulo, tá maluco? Nós estamos na casa dos seus avós, durante o dia... Qualquer um pode entrar aqui e nos flagrar.” Alicia riu, sentindo uma certa animação vinda do namorado.

“Vai, Ali... Tá todo mundo ocupado em seus próprios quartos.” Ele pediu com um biquinho, e ela cogitou ceder, até que a porta foi aberta.

“Espero que não estejam pelados, porque não vou fechar os olhos.” Jaime entrou, rindo. “Bora, gente?”

“Pra onde, criatura?”

“Pintar os cabelos, lesado. A Majo, a Valéria e a Laurinha acabaram de voltar da farmácia. Compraram tudo o que tinha de tinta para cabelo colorida por lá, e nós vamos pintar os cabelos.”

~*~

“Tem que pintar o cabelo todo, ou pode ser mechas, tipo as da Alicia?” Perguntou Carmen, encarando as tinturas.

“Já achei tutorial no Youtube de como fazer mechas, até nos meninos. Só escolhermos as cores.” Avisou Valéria, animada. “Já aviso que gostei desse azul claro.”

“Quero o verde.” Carmen apanhou o outro. “Dan, combina comigo?”

“Claro, amor. Verde é minha cor favorita também.”

“Ali, você já tem mechas.” Lembrou Bibi.

“Dá nada, ruiva... Roxo combina com rosa.” Ela apanhou um frasquinho, encarando Paulo. “Esse dá para os dois.”

“Sucesso, linda.”

“Qual cor você quer, Marga?” Perguntou Jorge.

“Gostei desse laranja, está legal. Você quer combinar comigo?”

“Sim.”

“Valerinha, eu prefiro esse roxo.” Comentou Davi.

“Tudo bem, Davizinho.”

“Rosa, obviamente.” Majo apanhou o frasquinho. “Amor, rosa não vai ficar legal em você.”

“Eu gostei desse azul escuro.” Ele admitiu, pegando a cor.

“Quero descolorir até o branco, Marce... Para ficar combinando com o Rabito.” Avisou Mário, animado.

“E eu vou de azul turquesa.” Ela sorriu para ele.

“Eu acho tão romântica a mistura das cores do arco-íris.” Laura pegou vermelho, amarelo, azul e verde. “Mesmo que só uma parte delas.”

“E o casal de ruivos?” 

“Vamos fazer turquesa. Vi uma foto uma vez, e ficou lindo.” Avisou Bibi, pegando um potinho.

“Ah, vou ficar com o verde.” Avisou Adriano.

“E eu vou azul claro.” Jaime pegou o último vidrinho restando. “Chegando em São Paulo, o cabelereiro vai lucrar nos cortes.”

“Ah, vai que a gente gosta e resolve deixar.” Comentou Daniel, desencanado. “Bom... Mãos à obra?”

~*~

“Ora, Margarete, você precisa ser menos implicante.” Samuel repreendia a esposa, que cuidava do jardim. “O Mário e a Alicia me parecem ótimas pessoas.”

“Não são o bastante para os nossos netos.”

“Assim como o Roberto não era o bastante para a Lilian. E veja só, nos deu dois netos lindos.”

“Que puxaram a nossa família, e não ao lado Guerra.” Samuel suspirou alto ao ouvir aquilo. “Me deixe em paz, Samuel, você sabe que sou assim mesmo.”

“Só cuidado, Margarete... Ou o Paulo e a Marcelina vão tomar a mesma atitude que o André e a Flávia, e deixar de nos visitar.” Pediu o homem, encarando a casa. “Escuto risos.”

“Devem ser os arruaceiros fazendo bagunça.” A mulher resmungou, se levantando e marchando em direção a casa, com o marido ao seu lado. “Mas o que é isso?”

“Gostou, vó? Bem moderno, né?” Perguntou Paulo, admirando seu topete tingido de roxo.

“O que é isso, Paulo Guerra?” A mulher gritou, exaltada.

“Nós fizemos promessa, vó, para passar de ano.” Mentiu Marcelina. “Agora estamos pagando.”

“Gostei... Posso fazer também?” Brincou Samuel, segurando as mechas verdes de Carmen.

“O bom é que nem precisa descolorir seu cabelo, seu Samuel. É só jogar a tinta.” Brincou Davi, causando risos.

“Sua avó realmente não gostou, amor.” Comentou Mário, vendo Margarete sair marchando de volta para o jardim.

“Deixem ela, meninos, é assim mesmo. Estão muito bonitos, ok?” Garantiu Samuel, antes de deixá-los a sós novamente.

“Muito bem, hora daquela selfie nossa de cada dia.” Avisou Maria Joaquina, colocando o celular em posição. Os amigos se posicionaram de forma a mostrar as mechas e ela tirou a foto. “Hora de enfartar alguns pais.”

“E de fazer o primeiro check na lista.” Paulo a apanhou do bolso, fazendo um visto ao lado do último item. “Muito bem... Temos quatro dias para fazer todo o resto.”

“Peguem a vodca, amigos... E que comece a loucura.” Mandou Jaime, sorrindo para os demais.


Notas Finais


Desde agosto eu não dava as caras, e olha eu aqui agora! TUDO BEM COM VOCÊS? HAHAHAAHAHAHAH
Mais um capítulo cheio de merda, e se Deus quiser, agora consigo manter o ritmo. Torçam aí, migos HAHAHAH
Não gostei da vovó do Paulo e da Marce, me julguem. E sim, eu coloquei que o sr. Campos morreu, afinal, o Orival Pessini faleceu hoje. Que descanse em paz.
Espero que tenham gostado do capítulo, migs!
Um beijo na bunda dos cês ;*


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