História Last of Us - Interativa - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse, Apocalipse Zumbi, Drama, Fanfic Interativa, Fic Interativa, Hentai, Interativa, Romance, Survival, Tragedia
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Palavras 2.605
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Romance e Novela, Survival, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi, oi, galera bonita. Finalmente voltei xD

Bem, eu não vou ficar aqui enrolando e espero que alguém ainda acompanhe a fic. Anseio que gostem do capítulo e me desculpem pelo eterno atraso. Quanto aos comentários, sei que prometi tem algum tempo, mas eu vou respondê-los, juro de mindinho. Não esqueci das lindas palavras de vcs. Sério. Estou empolgada.
Gente, meu pc voltou *----------* Vou ali pular!

Na capa, Castiel, Bryan e Brianna.

Capítulo 4 - Escape Attempts


Fanfic / Fanfiction Last of Us - Interativa - Capítulo 4 - Escape Attempts

Holy Angel Hospital – Denver

O corredor de volta parecia mais longo pelo que vieram. Por entre o caminho encontraram aparelhos e corpos, demarcando a carnificina que lestamente tomava conta do prédio hospitalar, impedindo que avançassem para a saída da frente. As paredes, outrora brancas, estavam tingidas de vermelho, assim como o chão que, antes de limpos azulejos, manchava-se de rubro e vísceras. Algumas pessoas passavam apressadas, aos berros, procurando por entes e acusando que o que viram era diabólico.

Como se não bastasse, os gritos eram ouvidos ao longe como ecos desesperados e dolorosos, perfurando a alma e assustando os tímpanos. As vozes se calavam e, em seguida, os murmúrios começavam, dando partida para a segunda etapa.

Arya se esgueirava por um dos corredores, tão distante da saída quanto gostaria. Suas mãos, trêmulas, apoiavam-se na parede, enquanto, logo atrás, vinha seguida pela desconhecida, Danylyn. Há pouco presenciaram o irmão da garota se levantar depois de morto… ao menos deduzira estar. Ainda andando e atacando enfermeiros, viu um cilindro perfurando suas costas, quase a levando à loucura. Afinal, aquela situação era mortal. Tinha quase certeza que seu coração estava perfurado por causa da perfuração.

Aquela situação era desesperadora.

— Você conhece o prédio melhor que eu, — a voz rouca e autoritária do homem à sua frente, despertou-a, obrigando a fitá-lo. — Pode nos mostrar o caminho mais curto?

— O que acha que fará, Segurança? Vai nos enfiar em um carro e nos mandar embora, enquanto aciona a polícia? — Arya indagou, tomando a frente. — Não percebe a situação desse lugar? Já está caindo aos pedaços.

— Então vamos ter que fugir, não vamos? — Dany se adiantou, ficando de frente para os dois. — O que estamos esperando? Que apareça alguém e arranque a nossa cabeça?

— Lidar com mulheres… duas mulheres… Eu não precisava disso! Não nessa situação! — Mike empunhou o revólver, olhando atentamente por sobre os ombros e buscando uma alternativa segura. — Eu encontro sozinho! E eu me chamo Mike! M-i-k-e! — Soletrou, irritadiço.

— Não! — Arya o impediu, fazendo com que mudasse de ideia, alternando um outro caminho. — Lado direito. Depois do berçário, passando por duas salas e um corredor, vamos sair diretamente no estacionamento. Meu carro está lá e na última sala posso encontrar as chaves, em um dos armários.

— Certo. Fiquem atentas — Mike pediu, voltando a liderar.

— Mas o que está fazendo?! — Arya reclamou, trombando com Dany.

A morena lutava arduamente contra o extintor de incêndio preso na parede, com a intenção de usá-lo para proteção. Sentia que o caminho poderia não ser fácil e por isso, qualquer ajuda seria suficiente para retardar qualquer possível agressor.

— Eu não vou me expor, Doutora! — Ironizou, Dany. — Fique de mãos limpas você!

As duas, após soltar faíscas pelos olhos, voltaram a seguir Mike.

O caminho para o berçário era marcado por choros consecutivos, distantes e abafados, rastros de sangue e batidas que surgiam do nada, apenas para assustá-los. Algumas das portas estavam trancadas e outras, recusaram abrir. Deveriam seguir sem pausas, a menos que o caminho fosse interditado.

— É logo ali — apontou Arya, esperançosa de que a fuga daria certo.

— Eu vou na frente — precipitou-se, Mike.

Parando de frente com uma porta dupla, o segurança suspirou fundo e engatilhou o revólver, pronto para disparar contra qualquer um que viesse em seu caminho. Arya e Dany estavam ofegantes e ansiosas, preparadas para atacar ou fugir, caso algo desse errado.

— Eu vou contar até três e vocês abrem a porta… — Pediu ele. — Um… Dois…

Arya e Dany puxaram de uma vez, evidenciando cerca de quatro pessoas. Todas elas estavam debruçadas sobre os berços, atacando os recém-nascidos, esgoelados e tomados pela dor. Suas mãos os violentavam, arrancavam-lhes a carne, levando até as bocas gulosas e insaciáveis. Eram impetuosos e isso gerou repulsa em Dany, no qual virou rapidamente para o lado, obrando o que ainda restava em seu estômago.

Mike ergueu a mão, tão trêmula quanto as lágrimas que pelejavam para escorrer de seus olhos e, antes de atirar, fora contido pelo salto surpresa de um homem. O impacto de seus corpos o atirou contra a parede, atingindo a costela e permitindo que um grito abafado fosse arrancado de seus lábios.

— Mike! — Arya vibrou do outro lado, socorrendo o segurança e tentando, inutilmente, tirar o agressor de sobre ele. — Garota, ajude aqui! — Berrou para Dany, ainda enojada.

Se recompondo, Dany juntou o extintor e o ergueu com esforço, surrando a cabeça do oponente e o derrubando. O tempo foi curto entre Mike se levantar e Arya perguntar se estava bem para que o inimigo voltasse a ficar de pé. Meio cambaleante e inerte a porrada, estendeu uma das mãos, tentando alcançar os pés de Dany. Ela o acertou com um chute na face e, logo em seguida, voltou a acertá-lo com mais alguns golpes com o extintor.

Devido aos berros emitidos por causa do ataque, os outros foram chamados atenção e, sem pensar duas vezes, armaram de investidas contra o segurança e a doutora. Arya, no qual brigava para empurrar uma mulher para o lado, conseguiu se desvencilhar de um outro que veio por trás e se chocou contra a parede, fitando os olhos fantasmagóricos e as bocas pútridas. Pega de surpresa, teve duas mãos enlaçadas em seu pescoço, estrangulando-a, enquanto a face pálida se aproximava, preparada para mordê-la.

— Doutora! — Mike berrou, erguendo a arma e atirando.

O som ensurdecedor seguiu em câmera lenta o percurso da bala, penetrando a lateral da cabeça da carnívora e fundindo com o baque do corpo imóvel no chão. Com um agudo dominando a audição, Arya se virou a tempo de parar um homem, provavelmente, estagiário do berçário.

O crachá ainda o nomeava: “Mattew Camp.

Ele poderia ter filhos esperando em sua casa. Uma mulher bonita, que o saudaria com uma comida quente e um riso reconfortante. Ou sua mãe, no qual passara o dia rezando para que sua preciosidade voltasse em segurança. Porém, ele estava ali. Contaminado por algo surreal, sendo obrigado a ferir pessoas, devorando-as como se estivesse em um churrasco com “coma o quanto de carne conseguir”. Ele estava ali… lutando contra Arya.

Depositando sua força nos braços e utilizando da dele, jogou-o para si e depois para trás, fazendo-o recuar. Novamente veio alguns tiros e ele caiu estrondoso. Ela ergueu os olhos, respingada de sangue preto e agradeceu Mike mentalmente, enquanto desviava para Dany, ainda desferindo golpes contra o assassino. Assustou-se quando outro tiro explodiu no cômodo, acertando outro na cabeça.

— Já chega… — Mike pediu à Dany, tentando impedi-la. — Ele está morto. Já chega! — Berrou por fim, jogando-a para o lado.

Voltando em si, a morena percebeu a face inexistente fundada em um monte de miolos numa poça de sangue. Olhou para as mãos marcadas e esboçou um riso sarcástico:

— O desgraçado me sujou! — Levantou-se, limpando as mãos no lençol de um berço.

— Você está bem? — Mike se aproximou de Arya, mentalmente abalada e confusa. — Você está bem? — Insistiu.

— Estou — respondeu friamente. — Não temos mais nada para fazer aqui. Precisamos sair — deu de ombros, cruzando o local e saindo em outra porta.

Assim que passaram, foram surpreendidos por um ataque de trás. Correndo rapidamente, um adolescente se jogou contra Mike e a arma fora jogada em direção aos pés de Dany, no qual a pegou e tentou focalizar o alvo.

— Atire nele! Atire nele! — Mike implorou, com o rapaz desorientado em suas costas.

Arya buscou algo para que pudesse ajudar, mas nada encontrou. Dany mirou, respirou fundo, fechou os olhos e atirou. A bala foi apressada e atravessou a cabeça, fazendo que o corpo se estatelasse sem vida, sem chances de defesa…

 

Snack Bar Coco’s

Sarah e Brianna estavam trancadas dentro do banheiro, apavoradas, enquanto a porta era surrada do lado de fora. Cada pancada parecia arrancar o oxigênio de seus peitos, levando-as à loucura. Embora o local pudesse ser seguro, não parecia haver lugares para fuga, visto que as janelas tinham grades e eram encadeadas pelo outro lado. Apenas os box não as salvariam do que estava por vir.

— Você tem que me proteger! Eu sou mais importante que você! — Brianna resmungava, apoiada com toda a sua força no pedaço de madeira que parecia, em breve, ceder.

— O que?! — Sarah gemeu, irritada com a repercussão das palavras da garota. — Quem pensa que é pra falar assim comigo?

— Eu vou abrir a porta, contarei até três e você se sacrificará para que eu saia ilesa — ordenou, Brianna, convicta de que Sarah a obedeceria.

— O máximo que vou fazer é te jogar pra eles! — Revidou, pronta para socá-la. — Deixe de ser idiota! Não tem lugar para você correr ou se esconder. Eles virão atrás de você, idiota!

— Idiota?! Idiota?! Você está me chamando de idiota?! — Embirrou, empurrando a companheira de banheiro. — Você viu o que fizeram com aqueles caras lá dentro? — Apontou, revoltada. — Eles c-o-m-e-r-a-m! — Soletrou. — C-o-m-e-r-a-m! Enquanto comem você, eu posso aproveitar do tempo pra fugir! Você finalmente será útil, garota!

— Isso vai te custar caro — Sarah ameaçou, quase enfiando o indicador na face de Brianna. — E eu não farei isso.

— Quer saber? Não vou ficar discutindo com você. Além de burra, é fraca! Eu preciso pensar… Ela é uma humana, humanos são burros, mas eu não… Eu sei que posso me tirar daqui…

Brianna entrou em uma crise ilusória de estralar os dedos e Sarah revirou os olhos, insistindo em deixar a porta segura com a sua força oposta. Eles empurravam, aferrando-se à entrada e urrando coisas desconexas, o que a deixava com mais medo.

Sarah vira o que acontecera alguns minutos atrás… Vira o quão silenciosa a lanchonete estava, tendo apenas o som dos noticiários ecoando. Todos estavam em paz, com suas famílias e amigos, desfrutando da boa comida e bebida, conversando sobre a rotina e desventuras que viviam. Ela vira… Vira também tudo morrer de uma vez. As pessoas entrando descontroladas, quebrando os vidros, atacando umas as outras. Havia sangue, morte, descontrole, violência. A lanchonete fora tomada por uma confusão que aparecera do nada.

Infelizmente, enquanto tentava fugir de um senhor, trombou com Brianna no caminho e as duas conseguiram se prender no banheiro antes que alguém entrasse e as atacassem. Antes mesmo de pegar sua bolsa e a chave da sua moto. Agora, não tinha mais nada a fazer, senão ficar aturando aquela tagarela, desorientada e narcisista, até que a porta cedesse e fossem comidas…

Sarah deu um riso torto ao olhá-la, ainda estralando os dedos.

“Pelo menos posso jogar ela na minha frente e entregá-la como aperitivo! Vai que eu sou poupada!” Pensou.

— Ali! — Brianna apontou para o alto, mostrando o duto de ventilação. — Podemos passar por ali e fugirmos.

— E você também pensou em como vai subir lá? Não sei se percebeu, mas você não tem uma cadeira ou escada! — Ironizou.

— Sim, eu sou a mais baixa e leve, você me dá o impulso, eu abro e subo primeiro, depois eu ajudo te puxando — sugeriu.

— Como se eu fosse acreditar em alguém como você — deu de ombros, olhando pelo vão da fechadura. — Além disso, seus braços são magros demais para me suportar!

— Olha, serzinho, eu estou sendo até boazinha dizendo que te darei um puxão! Se você não precisa ou não quer a minha ajuda, foda-se, o.k.? Eu vou sair daqui, mesmo que custe a sua vida! — Abandonou a porta, seguindo para um dos box e tentando subir o mármore até a abertura.

— Você é baixinha! Nunca vai conseguir subir aí. Eu, pelo contrário, consigo — encarou-a, vitoriosa. — O que prefere? Me ajudar ou ficar e morrer por aqueles malucos lá fora?

— Eu vou segurando a porta, enquanto você sobe — decidiu-se. — Mas não pense que eu estou feliz com isso e quando eu não estou feliz, ninguém está.

— Que seja!

Sarah escalou a repartição de mármore do box e esforçou-se para alcançar a abertura. Quando suas mãos tocaram as grades, um impulso forte fez com que Brianna gritasse devido ao susto. Recompondo-se, voltou a dar o seu melhor para segurar um pouco mais a porta.

— Estou quase… — Sarah gemeu, conseguindo erguer a grade e saltando para se segurar.

Em meio a murmúrios e xingamentos, equilibrou-se e adentrou a tubulação, voltando para encarar Brianna.

— Isso, agora estenda a sua mão e me puxe para cima — Brianna ordenou, abandonando a porta e correndo até lá.

— Não. Enquanto não pedir desculpas, não te puxarei para dentro — impôs.

— Mas, a ideia foi minha! Você só está aí porque eu sugeri — reclamou.

— E você só está aí porque eu estou esperando o pedido de desculpas. Poderia já estar aqui… totalmente segura!

— Vadia! — Xingou-a, dando pulinhos. — Eu sou mais importante que você! Me deixe subir, eles estão quase entrando!

— Não. Peça desculpa.

— Eu não pedirei! Não fiz nada de errado — negou.

— Certo. Então, boa tentativa de sobrevivência! — Sarah acenou, arrastando-se alguns centímetros.

— Desculpa, vadia! Desculpa! Está bom assim?

— Não, mas vou deixar passar… por enquanto! — Exclamou, estendendo a mão.

Brianna invadiu um box e subiu no vaso sanitário, ficando a alguns palmos longe de Sarah. Mesmo nas pontas dos pés, parecia nunca alcançá-la. Faltava pouco para que conseguisse, quando foi impedida pelo estrondo da porta. Ela abriu de supetão e algumas pessoas entraram às pressas, buscando as refugiadas.

— Corre! Me dê a sua mão! — Sarah veio um pouco mais para a frente, lutando para auferi-la.

— Droga, droga, droga! — Brianna trancou o box a tempo, mas era certeza que aquela trava inútil não aguentaria por muito tempo.

Sem pensar em outra coisa, ela simplesmente saltou para dar impulso e conseguiu ser pega no momento em que o espaço fora invadido.

— Meu pé! Pegaram meu pé! — Brianna se agitou, quando faltava pouco para desaparecer da vista dos inimigos.

— Se ficar mexendo como uma cobra, não vou conseguir te puxar.

— Não me solta! Não me solta! Se mate, mas não me solte!

Tomada pela adrenalina, Brianna olhou para baixo e chutou a face da mulher, desvencilhando-se e deixando uma sandália para trás. Mesmo tendo o braço raspado pela entrada, impediu-se de xingar, pois estava segura e Sarah havia lhe salvo.

— Mereço um “obrigada”? — Ironizou.

— Você merece um soco na cara! Me puxou de uma forma desengonçada! Deveria tomar cuidado, machucou o meu braço! Inútil! — Arrastou-se para o lado, ofegante.

Sarah a encarou perplexa. Aquela garota… Ela realmente estava usando daquela forma arrogante para lidar com os problemas atuais?

— Que seja… — Repetiu, buscando o ar. — Temos que sair daqui. Minha moto está lá fora, mas as chaves estão no almoxarifado. O que quer fazer?

— Você pega as chaves e eu continuo aqui… — Olhou para baixo, percebendo as pessoas tentando pegá-las. — Eu vou com você, mas não vou descer — corrigiu. — Vá andando! Quando chegarmos lá, montamos um plano.

Sarah apenas seguiu em frente. Adiantaria discutir com uma garota de quatorze anos?

 

Springs Airport – Algumas quadras do Snack Bar Coco’s

Castiel, despido das informações que circulavam na cidade de Denver, desembarcou do jato particular de sua empresa e olhou ao redor. A pista de pouso estava silenciosa e o piloto já voltava aos ares. Suas malas estavam postas próximo de si e o carro o aguardava. Por um instante acreditou que, pelo menos os pais o esperariam, mas se enganou. Talvez tivessem mais o que fazer.

Embora o Brasil não estivesse ruim, retornar à sua casa era a melhor decisão que havia tomado. Principalmente porque seu coração palpitava um pressentimento ruim.

— Lar, doce lar?! — Ironizou para si mesmo, juntando as malas.

Meio cambaleando por causa do peso, seguiu com esforço até o carro e bateu no vidro fumê, cujo qual nem fez questão de abrir.

— Ei, tem alguém aí? — Indagou, insistente.

Confuso e curioso, deu a volta no veículo e abriu a porta do passageiro, sendo surpreendido por um homem de meia idade…


Notas Finais


Temos mais um personagem para o grupo da Brianna e da Sarah. Será que elas conseguirão fugir da lanchonete? Será que a Sarah vai jogar a Brianna para os infectados?!
Além disso, temos no primeiro grupo, um provável morto? Vocês acham que a Dany matou o Mike ou o infectado? Quem aí está afim que o Mike morra erga a mão o/
Galera, no próximo capítulo eu vou abrir uma votação. Em breve os novos líderes serão anunciados.
Obrigada a todos que estão acompanhando e até o próximo :)


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