História Last Ties (segunda temporada) - Capítulo 23


Escrita por: ~ e ~may21033

Exibições 19
Palavras 809
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieee gente, vocês nem devem se lembrar de mim mas eu sou a nah (@alicia_jenny) eu sei que vocês estavam esperando a may continuar essa fic por que eu disse que estava com problemas, mas enfim, a Mayara viajou já tem um tempo e volta mês que vem, ela ainda vai continuar a história do que agora eu vou ajudar ela por isso escrevi esse capítulo, eu sei que eu passei muito tempo sem postar e merecia uns tapas me perdoem prometo que agora não vamos parar essa história, eu sei que devo milhões de desculpas e com certeza perdi vários leitores por causa das minha ausência mas se você não me abandonou fique sabendo que eu te amo muito
Essa capitulo não Ficou exatamente do jeito que u queria, mas juro que tentei fazer o melhor que pude, o próximo eu faço melhor OK?
Espero de verdade que me perdoem e que gostem do capítulo

Capítulo 23 - I am fine


Fanfic / Fanfiction Last Ties (segunda temporada) - Capítulo 23 - I am fine

Freddie P.O.V


"Queria estar morto"

Repeti pra mim mesmo com ironia, sentindo as Lágrimas voltarem.

Mas me proibi de chorar.

Por que eu tinha sido um idiota, e tudo que aconteceu foi por minha causa. 

Minha mãe está nessa droga de hospital, e eu fui o culpado.

Se eu não tivesse sido um babaca.

Mas o meu orgulho falou mais alto. Eu conseguia me superar, deveria ser eu não ela.

E a angústia só aumentava a medida que as horas iam passando,  e os minutos se transformavam em longas horas que se arrastavam dá forma mais dolorosa possível.

eu mal podia sentir meu corpo, meu braço enfaixado não era o maior dos incômodos no momento, queria estar inconsciente.

Respiro com dificuldade e escuto o barulho de uma porta abrindo, e Isabella vindo até mim, ela senta ao meu lado me fazendo bufar impaciente e atordoado.

- Não toque em mim - Falo por fim com dificuldade mas percebo quando a mulher se retrai

 - Freddie... - ela insiste mas acaba ganhando meu silêncio - eu sei que isso é difícil mas a sua mãe está bem, não foi grave, logo ela vai acordar


Continuei em silêncio encarando meu tênis.

Eu estava apavorado, pra falar a verdade, não queria que minha mãe acordasse e visse quanto desgosto sou capaz de trazer para essa "família", que por Deus quem eu quero enganar não somos uma família.

Queria meu pai, essa é a verdade.

 - Você não teve culpa 

Fechei meus olhos com força e Senti meu sangue ferver e toda raiva que eu tentava reprimir dentro de mim vindo a tona.

- Eu não tenho culpa? Caralho por minha culpa ela tá naquela cama, mas isso é muito injusto Isabella eu deveria ter me maxucado não a minha mãe, eu fiz isso com ela! - me exaltei causando espanto na mulher, ela parecia sentir pena e medo, de mim. Minha respiração estava descompassada assim como meus batimentos, droga.

Estou ficando louco.

Ela continuava me encarando agora preocupada ao perceber meu estado.

Estava beirando um ataque nervoso.

Que ultimamente tem sido mais constantes devido a falta dos meus "remédios". Eu sou um viciado bosta.

Isabella ainda receosa colocou a mão no meu ombro e me encarou.

 - Freddie calma. Respire, vai ficar tudo bem - ela apertou minha mão e eu respirei fundo sentindo a tensão do meu corpo diminuir

Sou uma bomba relógio que a qualquer momento pode explodir.

Fechei os olhos com froça e quando abri novamente vi, meu pai parado com Rayley  na porta dá sala de espera.

Me levanto e vou até ele, Meu pai parecia cansado, o abracei, então não aguentei e as Lágrimas vieram a tona.

Louis - Filho, ela vai ficar bem...


.....


- Não foi nada grave, apesar dela sofrer um pequeno trauma por isso ficou desacordada, mas demais foram apenas alguns arranhões, assim com o garoto. Vocês tiveram sorte, pela proporção do acidente algo muito grave poderia ter acontecido - O médico termina a fala em seguida aperta a mão do meu pai como cumprimento e se afasta

- Acho melhor você ir ver sua mãe - ele fala bagunçando meu cabelo

- Você vem também?

- Não filho, se eu entrar lá é provável que ela tenha um ataque - Sorri e dei de ombros entrando no quarto

Encontrando minhas tias ao redor dá cama conversando com a minha mãe

Mas logo a atenção é voltada para mim.

- Vamos deixar vocês a vontade - Rayley fala e Isabella assente e logo as duas deixam o quarto

- Oi mãe - Falo desconfortável ao ve-la

Seu rosto estava arranhado e tinha algumas manchas roxas, minha culpa aumentou ao ve-la naquele estado.

- Freddie - Ela sorriu minimamente - Graças a Deus você está bem

Não consegui falar nada, apenas me aproximei lentamente

- Me perdoa mãe - Ela sorriu de lado e me abraçou

- Freddie eu te amo, meu filho não foi culpa sua - sinto as Lágrimas voltarem

Após alguns segundos de silêncio, eu já me sentia um pouco melhor.

- Acho que o pai quer te ver - falo ainda com a cabeça baixa, numa tentativa que pra mim já era quase certa dar errado.

Meus pais não se amam mais, se é que já se amaram de verdade. 

Desde pequeno eu só consigo lembrar das brigas,acho que só se casaram por minha culpa...

Mas dentro de mim ainda existia alguma esperança mesmo que inutilmente eu acreditava que um dia eles ainda pudessem se entender.


Ela estreitou os olhos.

- Louis está aqui? - Ela pergunta e eu faço que sim com a cabeça

- Mãe olha, eu - ela me corta

- Freddie, será que você pode chamar seu pai? - Instantaneamente um sorriso se forma em meu rosto

Saio do quarto encontrando meu pai sentado ao lado de Isabella, Ray e Harry.

- Pai ela quer falar com você... - ele franzi o cenho e levanta dá cadeira entrando no quarto em seguida.

Isabella me abraça.

- Está tudo bem- fala numa tentativa de me confortar

- Eu sinto falta dos meus pais...

- Eles vão ficar bem.



Notas Finais


Me desculpem o capítulo curtinho, e os erros ortográficos, juro que vou melhorar, não quero mais decepciona-los. Logo estou de volta, e quando a Mayara chegar nós continuaremos essa fic juntas
Obrigada por ler😘😘😘


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