História Last Year of my Life - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Laito Sakamaki, Personagens Originais, Yui Komori
Tags Câncer, Diabolik Lovers, Doença Terminal, Drama, Fuyuki, Laito Sakamaki, Romance, Vida
Visualizações 55
Palavras 1.322
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


E aí putada? Eu quero realmente pedir mil desculpas por ficar todo esse tempo sem escrever. Sério, eu me sinto uma pessoa horrível agora, pq eu sempre reclamei de autores que paravam de escrever no meio da fic e agora eu fiz isso. Minhas sinceras desculpas, sério mesmo.

Ainda estou me recuperando do bloqueio, então dei o meu melhor para fazer esse capítulo, e gostei do resultado ^^ espero que gostem.

Também queria agradecer aos favoritos e aos comentários, obrigado mesmo!

Ah, queria também dizer que a história está atualmente em fevereiro de 2017. Pela minha mãe, pelo meu pai, por minhas irmãs, pelas minhas sobrinhas, eu lhe desejo uma boa leitura (modo votação de impeachment on) :v

Capítulo 6 - Chapter Six.


Leiam as Notas do Autor, por favor!

Tinha me inscrevido no clube de culinário, mas Laito estava na lista. Sinceramente, ele é um safado e ao mesmo tempo um gênio, aliás, só tem garotas nesse clube e acho que qualquer pessoa adore alguém que saiba cozinhar. Quer dizer, não sei se o Laito é um Master Chef na cozinha, mas talvez ele seja um bom cozinheiro.

— Quais vão ser os dias e horários da semana para vir á esse clube? – perguntei.

— Depois das aulas nos dias de segunda e quarta, no horário de duas horas da tarde. – ela disse enquanto assinava uns papéis.

Clube foi uma péssima ideia. Eu sou meio preguiçosa, e sempre que chego em casa, tenho vontade de dormir até o dia seguinte. Mas tudo bem, cozinhar é algo divertido pra mim.

Volto para a sala e o professor de Educação Física tinha acabado de chegar, então corro para minha cadeira e sento como se nada tivesse acontecido.

— Fuyuki, onde estava? – Yui perguntou.

— Na diretoria para escolher um clube. Sabe, não posso ficar o dia todo dormindo que nem a Bela Adormecida. – falei. – Escolhi o clube de culinária, e você? Já escolheu?

— Sim, mas foi o de vôlei. Minha mãe falou para eu fazer algum esporte então escolhi vôlei! – Yui não parecia ser uma boa jogadora... Mas quem sou eu para falar alguma coisa?

— Turma, hoje ter aula na quadra. – a sala inteira, inclusive eu, gritou feito loucos.

Educação Física era a única matéria em que você não fazia nada, mas tirava uma nota como se tivesse feito tudo. Traduzindo: você pode ficar parada a aula inteira, e tirar um oito na média. Não sei se os professores tem dó dos alunos ou se eles são cegos.

Pra falar a real, eu sou uma ótima esportista. Ok, eu sei que sou preguiçosa ás vezes, mas nessas aulas de esporte eu sempre faço alguma coisa.

O professor manda todos irem até a quadra, que era um pouco longe da sala, mas andar não mata ninguém. Quando chegamos, o sol estava nascendo e já podia perceber que iria ser um dia quente. Adoro dias quentes, me faz lembrar a praia e a praia me lembra de boas lembranças que tive.

— Tudo bem, hoje será aula de vôlei. – socorro. Eu não sou muito boa em vôlei. Na real, eu sou péssima, tanto no ataque quanto na defesa. Me ferrei e não foi pouco. – Formem os times e comecem.

— O bom desse professor é que antes de jogarmos, não precisamos nós aquecer. Até porque depois dos aquecimentos eu já estou morta depois de começar o jogo! – disse e Yui deu risada. – Vem, vamos pra esse time. – peguei seu braço e a puxei. Vi que Laito estava no outro time.

— Podem começar! – o professor assopra o abito.

Nossa, em questão de dez segundos, os times já estavam uma bagunça. Era gente correndo pra lá e pra cá feito malucos, e eu só estava seguindo todo mundo sem saber o que fazer. Ninguém passava a bola pra mim, então eu só observava tudo.

— Eu não sou invisível não, seus idiot– antes de completar a frase, a bola cai na minha fucking cara.

— Ai meu Deus! Fuyuki, você está bem? – Yui vem correndo até mim, enquanto eu estava caída no chão e cobrindo o rosto com as mãos.

— Acho que morreu. – um garoto fala e ouço risadas. Não vou negar, até eu soltei uma risada.

— Calado. – ouço a voz de um professor. – Alguém pode, por favor, leva-la até a enfermaria?

— Eu! – era a voz do Laito. Sinceramente eu nem ligo se ele for me levar até a enfermaria, aliás, meu nariz está sangrando e minha cabeça está quase explodindo.

O professor me ajuda a levantar e Laito me guia até a enfermagem. Eu não odeio ele, mas algumas de suas atitudes...

— Coitadinha. – ele disse com sua voz manhosa.

— Realmente. – vejo se o nariz está saindo sangue. E estava, muito, aliás. – É, acho que a hora da minha morte vai ser agora. Adeus Laito, adeus mundo. – falei com uma voz dramática imitando um choro.

— Está de bom humor hoje, que interessante... – falou com um sorriso fraco. – Geralmente você é chata e me trata mal, Yuki-chan, mas hoje está diferente. Será que fez algo de interessante para estar assim? – Laito disse pensando no que eu poderia ter feito para estar de bom humor. É óbvio que ele está pensando besteira, aliás, é o Laito.

— Você não muda mesmo. – entramos na enfermaria e lá estava a enfermeira Yuri. Era ela uma das melhores, senão a melhor, funcionária da escola. Sério, sempre que quiser conversar, procure-a, porque ela é muito legal.

— Ai meu Deus, o que aconteceu, garota? – ela disse analisando meu nariz. – Levou uma bolada na cara?

— Exatamente. – Laito disse.

— Ah, oi, Laito. – Yuri disse com desprezo. Ela odiava Laito porque o mesmo era um pervertido e ela sabia disso. – Já pode voltar para sua aula, não pense que vai cabular aqui.

— Quanto mal humor... sei bem do que está precisando... – ele disse com um sorriso malicioso. – E Fuyuki sabe muito bem o que é, não é mesmo?

— Vai se ferrar. – ele sai da sala. A enfermeira deu um papel higiênico e mandou eu ficar com ele no nariz, além de ficar com a cabeça pra cima para não sair mais sangue. Também colocou um curativo na parte lateral da testa, pois eu tinha machucado.

— Pronto, Fuyuki. Faça isso que eu te mandei e vai parar com os sangramentos. Até mais! – acenei e saí da enfermaria, mas resolvi passar no banheiro.

Não era tão longe então cheguei rápido. Estava vazio. Comecei a me olhar no espelho e pensar.

Eu nunca disse o tipo de câncer que tinha. Bem, eu vou falar: tenho câncer de pulmão. Talvez você esteja pensando que eu fumava mil maços de cigarro por dia ou alguma coisa do tipo, mas não. Na verdade isso tudo é culpa da genética.

Meu avô paternal trabalhava em um local onde tinha muita fumaça, e acabava inalando para o pulmão. Isso fez com que ele ficasse com câncer e morreu disso. Foi passado para o meu pai, porém ele conseguiu vencer o câncer. Isso foi antes de eu nascer, então não sei contar muitos detalhes sobre esse acontecimento, mas quando descobriram que estava com câncer, já era tarde demais.

Pode parecer que eu levo isso na boa, e até levo, mas só de pensar que só tenho um ano de vida, me faz ficar... Deprimida. Uma lágrima escapa do meu olho.

— Droga, Fuyuki... – sussurro. – Chorar não vai adiantar nada.

— Yuki-chan? – ouço a voz de Laito e rapidamente viro a cabeça. Odeio chorar na frente dos outros. – Porque está chorando? – ele se aproxima.

— Laito... Aqui é o banheiro fe-mi-ni-no! E como sabia que eu estava aqui? – perguntei enquanto enxugava as lágrimas.

— Ora... Eu gosto desse lugar, e não ligo se é feminino, é melhor ainda! – falou arrumando seu chapéu. – E você sempre vem pra cá quando acontece alguma coisa.

— Parece que você me conhece...

— Nós conhecemos há anos, Yuki-chan.

— É, isso é verdade. Bem, já vou indo. – falei disfarçando minha tristeza. Quando estou perto da porta, ele puxa meu braço e me abraça. – O que foi? Tá carente? – perguntei e pude ouvir ele rindo baixo.

— Sei porque está chorando. – o mesmo olha no fundo dos meus olhos e solta um sorriso fraco. – Vai ficar tudo bem.

— Você acha?

— Não acho, tenho certeza. – ele me abraça de novo. Mesmo sabendo que poderei me arrepender, retribuo o abraço.

Laito e eu nós conhecíamos há anos. Ele era pervertido, bem humorado, e, eu confesso, divertido ás vezes. E além disso tudo, foi o único que realmente me acalmou nesse instante de tristeza. Acho que esse momento que eu tive agora foi o melhor que eu tive com ele, mesmo tendo durado cinco minutos – ou até menos. Meus pais disseram para eu arrumar um amigo... Mas eu não sabia que já tinha um. 


Notas Finais


Se você chegou até aqui, provavelmente você gostou (espero que sim), então comentem o que acharam, sem me massacrar, é claro (quando digo massacrar, quero dizer me xingar, ofender e coisas do tipo).

Ah, e também quero dizer que não queria fazer um romance logo de cara, então vou fazer rolar um clima ainda, espero que não se importem.

Obrigado, desculpa novamente e até mais! ^-^


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