História Lat me love you 《Chaverroni》 - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Rebelde
Tags Chaverroni, Christian Chavéz, Maite Perroni, Rbd
Exibições 17
Palavras 1.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Apenas fiquei deitada naquele resto de tarde. Estava completamente a mercê de seu cansaço. Minha mente estava carregada de incertezas.

Faziam meses que eu tentava digerir os acontecimentos de minha vida. E minha relutância para ficar, melhor estava apenas fazendo-me adoecer mais, ainda. Naquela noite eu só podia sentir meu estômago revirar de dor, Mas eu não tive escolha, a não ser ignorar a dor e ir me arrumar. Eu tinha que fazer isso por minhas, primas não poderia ser tão egoísta, assim. Elas me colheram num momento delicado da minha vida, era o mínimo fazer aquele pequeno, esforço, para estar ao lado delas.

Uma hora mais tarde eu apareci no topo das escadas. Ainda mau, mas motivada ao mesmo tempo. Encontrei coragem para descer as escadas e cumprimentar minhas primas. Seus olhos brilharam de felicidade quando me viram, era nítida sua felicidade. Eu apenas  compensei sorrindo mostrando alegria por vê-las. Oh elas me abraçaram fortemente, isso e confortante. Eu já posso me sentir em casa. Nós três sorrimos juntas enquanto, elas me apresentaram para todos. Confesso que fiquei receosa com aquela aproximação mas tentei agir o mais normal possível.

Anahi e Dulce me deixaram na varanda, pra ficarem, com seus supostos namorados. Eu pouco me importei já que ficar sozinha me faz bem. Afinal aquela, era mais uma bela noite fria, em Forks. E sozinha eu conseguia observar sem cerimônias a natureza e a chuva daquela noite. Eu sempre amei fazer isso, desde pequena. Amo o quanto as folhas me trazem lembranças boas.

Escorei-me na batendo da varanda observando o jardim. Por alguns minutos fiquei quieta. Imóvel.

— Se incomoda se eu ficar aqui com você?

Falou o homem. Eu me assustei ao ouvir sua voz. estava tão centrada que meu coração,saltou de susto.

Ele apenas sorriu casualmente, enquanto eu ainda me recuperava do susto.

— Oh desculpe eu não queria te assustar. — Ele disse.

Eu apenas sorri acenando a cabeça.

— Me chamo Diego Chavaz e você. — Ele disse estendendo a mão em forma de comprimento.

Apertei sua mão devolvendo o cumprimento. — Prazer, Maite Perroni. — Eu sorri de leve ainda com minha mão na dele.

— O que uma mulher linda como você faz aqui sozinha?

Eu suspirei e disse:— Apenas observando um pouco.

Oh linda, sério isso. Por algum motivo eu senti, interesse da parte, dele. Sinceramente eu fiquei assustada, mas os olhos dele revelam toda a sua tensão sexual em mim. E assustador o modo que seus olhos percorrem todo o meu corpo. Eu estou me sentindo uma preza de um leão faminto. Sim eu não leio mentes mas, eu podia sentir. Diego Chavez, e simplesmente lindo. Ele tem cabelos lisos meio ondulados. Uma pele brilhosa perfeitamente queimada pelo sol. O queixo arredondado com um furo, que se emoldurava com seu belo rosto jovial. E por fim olhos compenetrados e cheios de luxuria. Eu já estou alucinadamente perdida. Pela carne dele. Um pouco assustada.Claro. Mas pela primeira vez em meses eu sentia vontade de transar com alguém.

Diego e interessante, pude constatar pela longa e extensa conversa que tivemos aquela noite. Eu ainda conseguia sentir o interesse dele em mim. Confesso que até eu, podia sentir uma pitada de desejo fervilhando dentro de mim.

— Oh vocês estão ai. — Anahi aproximou-se de nós. — Todos os convidados já foram.

— Sério nós nem notamos. — Diego sorrio casual.

— Pelo visto o papo estava bom — Anahi sorrio maliciosa para mim.

Eu já posso enterrar minha cabeça a sete palmos a baixo da terra?

— Bom eu já vou indo — Anahi berrou num riso estabanado.

Eu a fuzilei com meus olhos.

Diego e Eu conversamos por mais horas. Ele me fazia rir enquanto contanva histórias de suas viagens. Eu estava cada vez mais entusiasmada que nem percebi o passar das horas. Por um longo tempo eu fiquei pensando em besteiras ao lado dele. Conversamos sobre nossos gostos, coisas adversas. Estava empolgada.

Quando nos despedimos na porta da frente ele disse:

— Obrigado pela ótima madrugada ao seu lado. Gostaria de sair com você qualquer dia desses oquê acha?

— Acho ótimo. — Minha voz suou entusiasmada.Droga.

— Então até logo. — Diego aproximou os lábios da minha bochecha depositando nela um beijo. — Maite eu.......

Ele me olhou de um jeito sensual enquanto colava nossos lábios. Um beijo cheio de vontade que me encheu de desejo. Diego puxou-me para ele com muita vontade beijando mais intensamente meus lábios. Aquele beijo estava ótimo.

O fim disso foi a minha falta de ar. Ele se despediu, de mim com outro, beijo mas eu apenas acenei. Não pude fazer mais que isso. Naquele momento percebi o quanto diego foi rápido. Eu acabara de o conhecer. Só podia estar louca de sair beijando um cara daquela forma.

Eu me dentei anestesiada pensando nos acontecimentos daquela noite.

[......]

Na manhã seguinte eu acordei com meu pesadelo de sempre. Não tive oportunidade de pensar antes de despejar o vômito quente da minha garganta. Me joguei no chão tentando melhorar do choque, daquele pesadelo. Depois das lágrimas eu pude me recompor. O dia me esperava, eu não podia me deixar levar pelo meu enjoo tão cedo. Preferi deixar as lágrimas pra mais tarde, assim elas fluiriam sem uma mínima pressa.

Como era possivelmente esperado Anahi me zoar no café da manhã.

— Olha como ela e rápida — Dulce brincou.

— Ah gente pelo amor de Deus, não ouve absolutamente nada. — Eu ralhei.

— Sabemos que não, Mas apoiamos você, Diego e um bom partido. — Dulce sorriu.

Eu não podia crer no que estava ouvindo.

— Verdade Dul. Diego e um bom partido. — Anahi falou sincera.

Eu fiquei em silêncio enquanto elas ainda conversavam sobre Diego. Levantei-me saturada.

— Vocês se importam se eu pegar o carro? — Eu disse.

— Oh claro que não. — Dulce disse.

— Obrigada. — Eu corri dali sem ao menos dar tchau.

Peguei a estrada o mais rápido possível tudo aquilo avia me deixado pensativa. Talvez Diego fosse mesmo um bom partido. Quem sabe né?


Notas Finais


Então continua ?


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