História Le petit lâche, Couleur tomate. - Capítulo 8


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël
Tags Adrinette, Disputa Amorosa, Ladynoir, Marichat, Marinath, Nathanette, Triângulo Amoroso
Visualizações 41
Palavras 1.292
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Super Power
Avisos: Heterossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Um aviso amigo


Marrinette pousou em um beco próximo a padaria de seus pais, quando a transformação se desfez. Tikki deslizou até a suas mãos, visivelmente cansada, mas a mestiça não deu atenção a isso, ainda estava embasbacada com o que tinha acontecido na batalha. Especificamente com o ruivo. Mesmo depois de tudo aquilo, foi um verdadeiro milagre terem vencido o akuma só com um membro, pois a Ladybug ficou completamente atrapalhada em suas ações. Agora como Marinette, tentou transformar em palavras a confusão de pensamentos que sentia e a única coisa que saiu e sua boca foi:

— Tikki, viu aquilo?

— O que deveria ter visto? — Ajeitando seu corpinho confortavelmente nas mãos de marinete.

— O Nath... Ele disse que estava com a Marinette, e que a salvou, mas obviamente ele não estava com ela, porque ela sou eu... Nath nunca foi um mentiroso, mas por que ele diria aquilo? A custo de quê, ele mentiria? — A garota atropelava nas próprias palavras, a Kwami teve dificuldade em entender o que ela tagarelava.

— Calma Marinette, você está imaginando coisas demais, talvez devesse tirar sua dúvida falando diretamente com ele.

— O que? Mas... Como eu poderia falar com ele? — Parecia que iria desencadear um novo falatório sem fim, afinal ela não tinha a intenção de revelar sua identidade.

— Não precisa ser agora e quando chegar o momento você vai saber. — A garota pareceu aliviar-se com as palavras, pequena kwami, que ao constatar isso prosseguiu com a sua fala. — Isso pode esperar, você lembra que deixou o Adrien na escola, sozinho? 

A mestiça deixou fez um som engraçado quando gritou desesperada. Colocou Tikki dentro de sua bolsa onde havia um cookie preparado para momentos como esse e partiu em disparada para a escola.  Corria desesperada demais para notar que alguém virava a mesma esquina que ela, em direção oposta, quando se deu conta não podia mais mudar a rota de colisão. Acabou trombado fortemente contra o corpo. Chocaram um contra o outro, com uma violência lançados ambos ao chão. As queixas saíram simultaneamente, Marinette massageava seu bumbum dolorido se desculpando em seguida.

— Está tudo bem. — A garota olhou instantaneamente o dono da voz, claro que ela reconhecia aquela voz mesmo no escuro. — Eu não estava prestando atenção.

— A-A-Adrien?! — Ao ver o garoto no chão, a azulada moveu-se o mais rápido que conseguiu para ajudá-lo a se levantar. Se desculpando inúmeras vezes. Ele acabou se divertindo com forma atrapalhada que ela agia.

— Geralmente é o garoto que oferece ajuda. — O som das palavras soaram alegres, atingiram a garota com uma força de uma avalanche, tirando dela qualquer linha de raciocínio decente.

— Oh! Eu, sinto muito... — Soltou a mão dele assim que ficou em pé.

— Tudo bem. Eu estava procurando você. — A menina piscou várias vezes processando as últimas palavras.

— Estava. Me. Procurando?

— Fiquei preocupado, queria saber estava bem, você sumiu. — Parecia inacreditável o que ouvia, o seu querido Adrien, preocupado com ela. Cogitou estar em algum sonho, como os que ela tinha todas as noites, mas a perna dolorida a fazia entender que aquilo era real.

A mestiça encheu os pulmões para responder, ou dizer alguma bobagem já que o loiro conseguiu destruir seu juízo, quando o bolso vibrou e tocou uma vergonhosa música de Jagged Stone. Pegou rapidamente o celular, quase o deixando cair, olhou a tela de contato, não escondeu uma expressão confusa ao ver quem ligava. Nathanael. Nesse momento se lembrou do que havia acontecido antes, sobre a mentira que ele havia feito para a ajudar a encobrir sua identidade. Não sabia se deveria atender. Arqueou as sobrancelhas, mordeu o lábio inferior e ficou estática. 

O loiro assistia se divertindo com as caras e bocas que ela fazia, até esticar sua visão e ver a tela do celular. O nome Nath, arrancou toda a diversão da sua face, tomado por uma irritação e agiu sem pensar. Tomou o telefone da mão da garota. Marinette piscou algumas vezes até entender que seu celular não estava nas suas mãos, olhou para Adrien que clicou em um botão e recusou a ligação.

— Eh...  Acho que a ligação caiu. — Devolveu o telefone a menina que ainda o encarava perplexa. — Preciso conversar com você, quer tomar um sorvete? 

— Comigo conversa. Você sair? Digo, ter um encontro?  Quem não iria querer sair com você? Só se eu fosse louca para dizer não. — A mestiça bateu a mão na testa se dando conta de como pareceu estúpida.

— Entenderei isso como um sim.

Antes que Marinette pudesse dizer qualquer outra coisa boba seu telefone tocou novamente. O modelo antecipou as ações e antes dela olhar a tela, segurou a sua mão e arrastou até a praça ao lado.

O Final do baile solar dava seu último espetáculo, despedindo mansamente do céu de Paris. A luz do sol dava lugar em cena para as luzes das estrelas e das luminárias da praça que acendiam preguiçosamente. O clima frio de outono fez com que Adrien dar conta que justificativa esfarrapada não incluía o o clima, pois não era nada propício para coisas geladas. Por sorte encontrou um substituto perfeito uma barraquinha de churros de chocolate. Ainda estavam de mãos dadas quando chegaram em frente à barraca, Marinette não reclamou, mas ficou seriamente preocupada já que sua mão soava em enxurrada. Além de modelo, o jovem sabia ser um perfeito cavaleiro  fez questão de pagar o churros para a garota que, tocada aceitou de bom grado. O telefone tocou uma terceira vez, fazendo que a mão se desatassem.  Mestiça apegou novamente o celular e o jovens olharam imediatamente para a tela, mas antes que o loiro fizesse qualquer coisa imprudente marinete recusou a chamada, respirou fundo e finalmente fez uma frase coerente.

— Você queria falar comigo? — Ergueu seu maravilhoso par de olhos azuis cobalto, fazendo o menino, por um segundo, se sentir sufocado. Culpado.

— Ah... Sim! — Pego em sua própria mentira, ele não queria conversa com ela, somente queria que ela não atendesse o telefonema e acabou assim.  — Sobre o trabalho de arte, nós não terminamos e devemos entregar segunda. — Adrien devia muitos agradecimentos a professora.

— Verdade. — Admitiu a menina caindo nas palavras do menino, o fazendo sentir ainda pior. — O que acha terminar o trabalho amanhã, depois da aula?

— Ótimo. Podemos nos encontrar na minha casa. —   Ao menos lá ele não precisaria fingir nada, foi o que pensou.

— Su-sua c-casa? — Abriu um sorriso bobo. — C-claro. Eu vou avisar a Alya.

— Hnm a Alya. — Sussurrou desapontado, Marinette não entendeu o porquê, nem mesmo Adrien sabia. A única coisa que o garoto tinha certeza era a culpa.

A mestiça pego seu telefone para avisar a amiga, mas antes de enviar qualquer mensagem seu telefone voltou a tocar. Sobressaltada quase fez o telefone cair pela segunda vez, novamente era Nathanael. A garota ficou na dúvida de atendia ou não. Acabou decidindo por conta própria, cancelar a ligação. Falaria com ele no pessoalmente, seria melhor assim.

— Marinette, fique longe desse Nathanael. — Foi tão repentino que por um minuto pareceu ler mente dela, mas ele só agiu por impulso.

— Do Nath? Por quê? — Adrien contorceu a face ao ouvir o apelido do garoto tomate, sair da boca da mestiça

— Não confio nele.

— Não confia?

— Sim, ele não parece ser uma pessoa de sentimentos sinceros, de qualquer forma, me preocupo com você, afinal você é minha amiga muito importante. — A garota de repente foi tomada uma alegria, saber que estava no pensamento do menino, mas depois toda alegria deu lugar a uma estranha melancolia. Somente amiga.

— Obrigada. — Adrien não era capaz de compreender que sentimentos que cresceram no coração da mestiça, por isso os ignorou.

— Então, até amanhã. — Foi a primeira vez que notou o quanto aquela frase o enchia de alegria. haveria um próximo dia para estar ao lado dela. 

— Até aman-amanhã.


Notas Finais


ola lindus...
muito obrigado por todos os comentários... mais um cap para você.
próximo cap nathanette.

ueeba!!


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