História Le Plus Doux - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Camus de Aquário, Kanon de Dragão Marinho, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Mu de Áries, Saga de Gêmeos, Shura de Capricórnio
Visualizações 52
Palavras 1.925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Pra quem não sabe madeleines são biscoitos em formas de conchas, é bem comum na França, é tipo um biscoito amanteigado pelo que eu lembro kkkkkk

Tá aí mais um capítulo descontraído, ainda não é o encontro, acalmem esses corações!

espero que gostem :3

Capítulo 6 - Madeleines


Milo não se acreditava, tinha um encontro sexta a noite, com o ruivo. Assim que camus foi embora o loiro pode finalmente respirar, agora estava ansioso, AINDA ERA QUARTA! era isso que ele ficava pensando. Entrou na cozinha e a primeira coisa que ouviu foi a risada escandalosa do outro loiro mais especificamente de Afrodite que confeitava alguns macarons

- Quer dizer que você tem um encontro? - perguntou sem olhar para o grego.

- Sim eu tenho - falou tentando fingir que não estava animado.

- Zeus cadê o Mu? Ele me deve dinheiro! - falou Dite soltando o saco de confeitar na bancada.

- Como?

- Como eu posso explicar? - falou colocando a mão em baixo do queixo pensativo - eu e o Mu apostamos pra saber quem chamaria o outro pra sair primeiro, você bobeou e eu ganhei 100 euros já que apostei no ruivo. - falou o loiro naturalmente, ele estava feliz pelo amigo e mais feliz ainda por ganhar dinheiro tão facilmente, mas Milo estava indignado, reclamaria depois com ambos os loiros.

Mu entrou na cozinha logo depois, estava agitado e nem prestou atenção nos dois, simplesmente começou suas produções, porque em sua cabeça ele estava atrasado, mas ele não estava, os outros dois loiros resolveram não comentar nada, com olhares cúmplices apenas continuaram com seus afazeres, mas no primeiro cheiro de queimado Afrodite não se aguentou, Mu já tinha quebrado um copo e derrubado uma colher, ambos apenas observavam

- Chega, o que está acontecendo Mu? Você não é distraído assim não, vai da uma de Milo agora? - perguntou sem paciência, ele já tinha que lidar com o cabeça de vento do grego, outro distraído era demais pra um Afrodite só. Mu estava alheio a qualquer coisa, na verdade ele só conseguia pensar naquele homem estranho que ficou perguntando das suas pintinhas.

- Hoje aconteceu uma coisa bem estranha...-começou o tibetano.

- Ah jura? - ironizou o sueco - nem percebi - Milo o olhou com cara feia mas o loiro ignorou.

- Prossiga- pediu Milo.

- Então... um homem esquisito pediu pra tocar nas minhas pintinhas hoje na rua...

-Grande coisa - Afrodite não estava com paciência pra romance adolescente, não naquele dia.

-Porra se você vai me deixar falar ou não? - disso Mu irritado, odiava ser cortado enquanto falava.

- Tudo bem, tudo bem - disse o sueco levantando as mãos em rendição, o outro loiro suspirou e continuou.

- Como eu ia dizendo, ele pediu pra tocá-las, bom, eu deixei - disse por fim.

- Você deixou? - perguntou Milo que estava quieto até aquele momento observando a cena - Geralmente você não deixa e ainda por cima você fica super bravo! - o grego estava abismado.

- Ele era bonito? - Afrodite não conseguia controlar a língua, o tibetano apenas ignorou e isso foi a resposta que o sueco queria - EU SABIA, SUA BICHA SAFADA! SE ELE FOSSE FEIO VOCÊ FARIA ESCÂNDALO E CHAMAVA A POLÍCIA! - o sueco começou a falar super alto arrancando risadas do grego e envergonhando o tibetano.

- Cala a boca Afrodite, eu não sou você!- Mu estava se irritando com todo aquele escândalo na cozinha - e Milo pode parar de rir seu loiro azedo!

- Ah você não é como eu? Tenho dúvidas! Na verdade acho que você está prestes a me superar, depois dessa eu não tenho mais dúvidas: você é pior que eu meu querido amigo! - argumentou Afrodite entre risos que não conseguia controlar.

- Olha só quem fala, você que se oferece pros clientes e tá aí dizendo que eu sou pior, minha fofa, não seja hipócrita. - ambos estavam com o veneno escorrendo pelo canto da boca.

- EU NÃO SEI DO QUE VOCÊ ESTÁ FALANDO! LALALALA - disse Afrodite tapando os ouvidos em uma atitude infantil.

- Como assim Mu? - Milo estava muito perdido observando a cena.

- Essa cobra aí fala de mim mas ONTEM apareceu um homem com cabelos grisalhos aqui pra buscar um red velvet e essa bicha só faltou se embalar na caixa junto! - disse Mu adorando se vingar do sueco.

- Não acredito! FINALM VAMOS NOS VINGAR DELE? - perguntou Milo empolgado com a ideia.

- VOCÊS NÃO VÃO FAZER NADA SEUS EMBUSTES! - rebateu Afrodite

- AH VAMOS SIM MAS ANTES... - disse o grego abaixando o tom de voz - quem foi o maldito que teve a ideia de apostar a minha vida amorosa por 100 euros? - começou a se aproximar perigosamente dos dois. Mu já estava branco e Afrodite já estava se preparando para correr até que Mu confessa.

- É TUDO CULPA DO AFRODITE, ELE QUE VEIO COM ESSA IDEIA!

- Seu traíra! Uma facada doeria menos! - o sueco estava indignado por ser desmascarado daquele jeito.

- Considere-se morto - disse o grego e nesse momento Afrodite não esperou mais e saiu correndo e o grego foi atrás, Mu foi para fora da cozinha e ficou observando os dois sumirem de vista.

Ainda era de manhã e eles tinham muitas coisas para fazer, Mu precisava de ambos vivos para tocar a confeitaria, só desejava que os loiros não fossem atropelados.

Minutos mais tarde os loiros entraram na cozinha ofegantes, Milo estava rindo e Afrodite estava com a cara fechada.

- Zeus que mal-humor é esse? - perguntou o tibetano.

- Estávamos correndo e um policial viu eu perseguindo o Afrodite - o loiro não parava de rir - você acredita que o policial achou que ele era um ladrão? - e o loiro não aguentou ele começou a gargalhar e logo Mu já estava gargalhando junto.

- Isso é uma afronta contra a minha pessoa, até parece que eu, - disse apontando para si - esse ser esculpido pelos anjos se daria ao trabalho de roubar, ainda mais esse traste do Milo! É capaz de eu pegar uma doença ainda! - falou irritado. Mu continuava rindo e Milo o olhava com raiva o sueco apenas devolvia o olhar em pura provocação.

- Tá rindo do que? - disse se referindo ao tibetano - você é o próximo! - na mesma hora o tibetano parou de rir e começou a se afastar de leve - relaxa o que é seu tá guardado - respondeu o grego se virando para começar a fazer suas preciosas madeleines.

Afrodite só sabia rir da cara de desespero do amigo.

Já era quase 10 da manhã quando Aiolia entrou na cozinha do restaurante, ele estava mais avoado que o normal, ou será que não? Mask não sabia responder.

- Bom dia Maskito! - disse chagando perto do italiano - Bom dia chef - se referiu ao ruivo que estava do outro lado da cozinha, ele apenas assentiu cumprimentando o grego.

- Maskito é teu pau!

- Credo que isso? - perguntou rindo.

- Mio dio para de rir que isso me dá medo!

- Desculpa mas hoje eu não vou parar!

Era agora, a chance de saber o porquê do grego estar estranho, mais que o normal.

- Ah é? e porquê você está tão feliz? - perguntou como quem não quer nada, Camus só observava a cena enquanto cortava as cebolas do pré preparo da noite.

-Meu caro - disse Aiolia andando até a pia para lavar as mãos - isso não é da sua conta! - respondeu dando as costas para o italiano.

- Nossa você tá sem moral nessa cozinha - disse Camus do outro lado.

- Esse menino tem que aprender a respeitar os mais velhos! - disse o grisalho irritado.

- Desculpa vovô, não vou mais te responder assim! - debochou o grego.

- Vovô? Você quer morrer? - perguntou Giovani apontando a faca para o grego.

- Ah vovô, você é rabugento e tem cabelos brancos só consigo te chamar assim. - Nessa altura do campeonato Camus já nem fazia mais questão de esconder as risadas.

- Chega os dois, temos muitas coisas para fazer hoje - disse o ruivo interferindo mais uma vez na discussão dos dois. Aiolia continuava na pia lavando as mãos e Giovani passava a faca na chaira olhando intensamente para as costas do grego querendo matá-lo - Aiolia desliga essa água, é por isso que tá vindo tão caro a conta vocês ficam com isso aberto por muito tempo, usem álcool também para limpar as mãos - disse o ruivo e logo em seguida o grego desligou a água e encarou o italiano com um sorriso debochado, Mask apenas estreitou os olhos e começou a cortas as carnes como se não houvesse amanhã, estava irritado e para se acalmar começou a imaginar que estava cortando Aiolia em mil pedaços, logo seu humor já estava restaurado.

Aiolia só tinha se distraído lavando as mãos porque a cor do sabão era a mesma cor dos pintinhas do rosto de Mu, Aiolia estava começando a gostar da cor vermelha.

- Mask - chamou Camus de repente. O italiano estava distraído cortando as carnes - É pra corta em tiras não pra moer a carne! - falou afoito.

- Nossa me desculpe Camus, foi sem querer - disse o italiano percebendo o estrago que tinha feito.

- Eu tô dizendo, ele tá doido desde ontem - disse Aiolia - espera um minuto! - falou com se lembrasse de alguma coisa muito importante - você tá assim desde que voltou da confeitava do namorado do Camus! - disse o grego mais afoito que o ruivo.

-Cale a boca pirralho! Camus está na hora de levar esse menino no psiquiatra! - rebateu o italiano.

-Quem precisa ir no psiquiatra sou eu pra aguentar vocês dois! - devolveu o ruivo - e até que a teoria do Aiolia faz sentido, você tá estranho desde aquela hora.

- Do que você tá falando? Você nem estava aqui!

- Nem precisava estar para concordar com o Aiolia.

- Isso é um motim?

-Talvez - o ruivo respondeu sorrindo

- Vocês são loucos isso sim - disse o italiano saindo da cozinha pela porta de trás, ele sempre saia para fumar naquele horário, eles já nem perguntavam mais para onde ele ia.

- Aí tem coisa Camus, aí tem - disse o grego entrando na dispensa e sumindo do campo de visão do ruivo, Camus só sabia rir da situação.

Fora do restaurante o italiano acendia seu cigarro e desejava matar o grego que não parava de infernizar sua cabeça, mas ele não podia negar, estava estranho desde a outra noite, tudo isso por causa daquele sueco estranho que o atendeu na confeitaria. Ele nunca admitiria para Aiolia que estava estranho por causa disso, certamente que o grego iria inferniza-lo ainda mais, por enquanto iria admirar o sueco de longe e tentaria não dar pistas do que estava fazendo, na verdade ele tentaria se vingar do mais novo mais tarde mas antes...

- Quer dizer que o senhor não se incomoda mais de falarmos que o grego da confeitaria é seu namorado senhor Camus Adlon? - disse Giovani entrando na cozinha fazendo um pequeno escândalo, bem na hora em que os gêmeos estavam entrando.

- Eu não disse Saga? Ele tá apaixonado e já nem liga mais - disse Kanon para o irmão.

- Finalmente esse gelo vai derreter! - rebateu Saga.

- Derreter não, vai evaporar e nunca mais voltar - disse Aiolia voltando da dispensa carregando várias coisas, Kanon se prontificou a ajudá-lo.

- Amém senhor - disseram em coro.

Camus só queria sumir o mais rápido possível


Notas Finais


espero que tenham gostado, até o próximo 💕


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