História Le sang sale - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Lílian Evans, Minerva Mcgonagall, Personagens Originais, Remo Lupin, Ronald Weasley, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter
Visualizações 37
Palavras 1.611
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá sangues- puros!
( Se você não for me desculpe )

Bem, é minha primera fanfic aqui no Spirit. Espero que gostem.

Vamos à alguns avisos:

● A personagem principal é consequência de um adultério.

● Ela não é Lílian Evans.

● Seu par romântico já existe. Mas pra frente ele ira aparecer e logo abaixo descobriram quem ele é.

● Remo Lupin é uns dos principais, pois seu par romântico é a personagem principal.

● A história não terá grande alterações dos livros bases, mas, não será idêntica. ( Se não a história fica chata. )

● A maioria dos personagens não me pertence! São da nossa maravilhosa rainha J.K. Rowling.

● Os personagens originais são de total e completa autoria.

● Plágio é crime. Os deuses advertem!


Boa leitura!

;)

Capítulo 1 - Prólogo - São mais parecidas do que imagina.


Fanfic / Fanfiction Le sang sale - Capítulo 1 - Prólogo - São mais parecidas do que imagina.

"Lyra Burke Black I, nasceu em 31 de outubro de 1976. Filha de Regulus Black com Mimosa Burke, sua prima. Quando Lyra nasceu Regulus era casado com Medusa Black ( nascida Malfoy) , não querendo romper seu casamento optou por esconder a filha, ela foi criada por seu tio, Arcturus Burke.

Par manter a farsa de que possivelmente era filha de um incesto entre tio e sobrinha, passou a ter a ordem de seu sobrenome trocada, de Burke Black I para Black Burke I."

Eu lia e relia meu próprio rascunho sobre minha descendência. Todos acham que sou filha do meu tio, mas ele é só meu tio, quase um pai. Me doía ler sobre mim mesma, sabendo que desde que nasci sou uma farsa. Um fruto de um relacionamento extra conjugal. Uma indesejada. "Sangue sujo" como eles me chamavam.

Meu tio me fazia ler diversas vezes sobre isso, para jogar na minha cara que se não fosse por ele eu seria uma sem teto.

O jeito como os bruxos me tratam é ainda pior por ser tão parecida com Lílian Potter, me orgulho dela. Morreu por amor ao filho. Mas era nascida trouxa, nada contra, mas quando seu sangue é puro, ser chamada de "sangue sujo" da vontade de cruciar o ser que lhe dirigiu a ofensa. 

O tão espero 1 de setembro havia chegado, minha ida a Hogwarts, onde aprenderei sobre magia. Blgh! Sou uma ótima bruxa, devo admitir, meu tio me deixava usar sua varinha quando treinava feitiços. Assim o Ministério não teria como saber se era uma menor de idade fazendo magia. 

Estavamos na estação eu, meu tio Arcturus e nossa elfa doméstico, Lola. 

- Está na hora querida. Se comporte como a dama que é, não envergonhe nossa família. - Meu tio disse. Não era de se esperar, ele é um bruxo das trevas. Grande partidário de você-sabe-quem.

- Não irei, tio. - Me abaxei para ficar a altura de Lola, que a essa hora já derramava litros de lágrimas daqueles grandes olhos, abracei seu pequeno corpo. - Sentirei sua falta. 

- Eu também, Lady, eu também. - Ela apertou nosso abraço. - Se cuide senhora.

- Prometa responder minhas cartas. - Segurei sua mãozinha. Ela olhou de esquelha para titio. - É uma ordem, Lola. Não me desobedeça, quando meu tio morrer serei dona da mansão. É melhor aprender a obedecer sua senhora. 

- Sim, Lady. 

Pisquei o olho esquerdo e ela entendeu que só falei daquele jeito para meu tio deixar ela responder minhas cartas. 

- Agora tenho que ir. Vejo vocês nas férias. 

Peguei meu malão e entrei no trem. Será um longo ano. 


[...] 

A cabine que eu me encontrava estava vazia, não me importo, as vezes o silêncio é a melhor melodia. 

Quando já estávamos perto de Hogwarts tranquei a cabine e fechei a cortina. Troquei minhas vestes para o uniforme da escola, sei bem que logo estarão com o símbolo de Sonserina. 

O guarda caças Hagrid estava esperando pelos alunos do primeiro ano. Bem, eu sou aluna do primeiro ano. 

- Subam nos barcos! 

Ele gritava. 

Me dirigi ao barco mas próximo, já havia ocupantes. 

- Posso ficar neste com vocês?  - Perguntei para um rapaz ruivo. 

- Claro! 

Ele não disse mas nada e não me importei, a vice diretora, Minerva McGonagall estava nós esperando.  

- Sigam - me. - Punhemos a lhe seguir. - Os nomes de vocês serão chamados e o chapéu seletor escolhera sua casa, Lufa-Lufa, Grifínoria, Corvinal e Sonserina. Me esperem aqui. 

Cruzei os braços e esperei por ela em silêncio. Teria continuado assim se um resto de aborto tivesse falado meu nome. 

- Você é Lyra Black Burke I? 

Olhei bem o seu rosto, não havia resquícios de maldade. Decide facilitar para ele. 

- Sou tão famosa que sabe meu nome inteiro? - A frieza na minha voz era costumeira, se não te conheço sou uma sangue-puro de pose superior,  se te conheço sou a melhor aliada e amiga que terá em toda sua vida. Vi seu rosto ruborizar levemente antes de confirmar com a cabeça. 

- Vamos. - McGonagall apareceu para nós levar ao Salão Principal, já sabia de cor o caminho pelos corredores. Eu estudei a planta do castelo. - Quando eu chamar seus nomes sentem no baco e seram selecionados para suas devidas casas. 

Estava no final dos alunos com a postura rígida, nariz arrebitado e olhar superior. Minha melhor máscara. Alguns alunos foram chamados e eu sabia que logo seria eu, afinal meu sobrenome começa com B. 

Não demorou e ouvi ela me chamar. 

- Burke, Lyra. 

Caminhei com o peito estufado até o banco e vi uma agitação na mesa dos professores, sem contar com os olhinhos arregalados da vice diretora. 

- Boa noite, McGonagall.  

Ela sacudia a cabeça como se estivesse afastando um pensamento.  

- Boa noite, Srta. Burke. 

Me sentei no banco e ela pós o chapéu. 

- Ah! Mas uma Black, não era de se esperar. Mas vejamos onde lhe colocarei? É muito corajosa, inteligente também,  Corvinal aceitaria você muito bem. Mas também é orgulhosa, preserva a sua linhagem, seu lado sanguíneo clama mais alto. SONSERINA!  

Escutei os aplausos da minha tão esperada casa, McGonagall tirou o chapéu da minha cabeça e eu joguei os meus cabelos ruivos para trás. Era nítido a minha ação, estava orgulhosa. 

Caminhei até a mesa das cobras e sentei bem na ponta, a mesa dos professores teria uma boa visão de mim. Por está sentada na ponta não havia ninguém perto de mim, menos mal, olhei para os meus professores. Um a um eu ia reconhecendo. 

Com um aceno da minha varinha meu livro sobre Magia Negra estava em minhas mãos. Não iria ficar vendo a seleção. O livro não tinha nome na capa e na lombada, se você quisesse saber sobre o que ele é, teria que folhear. 

Continuei lendo e escutando o discurso do diretor, coisas básicas, nada de floresta,  artefatos das Zonk's, entre outros. 

- Agora enchemos nossa barriga! - Quando ele terminou de falar os pratos se encheram de comida. Isso não me animou, acho que não comeria aquela noite. Estavam todos, quase acabando de saciar, quando um dos professores veio falar comigo.  

- Srta. Burke. - Via de rabo de olho que era meu professor de poções. - Sobre o que é seu livro, que lhe impede de se alimentar? 

- Artes das Trevas, Sr. Snape. - Fechei meu livro e me levantei. Ele estava com uma das sombrancelhas arqueada. - O seu Lord irá ressurgir, o mínimo que posso fazer é estar preparada. 

Quando terminei de falar Dumbledore já se encontrava ao lado do professor. 

- Acho melhor termos essa conversa na minha sala, não acha Severo? 

Eles foram andando na minha frente e eu os segui. Ele disse a sua senha para a gargula e sua escada apareceu. Eles se dirigiram até sua sala e entraram na minha frente.  

- Sente-se, Lyra. - Me sentei a frente do diretor e esperei. Não diria uma palavra se eles não me perguntarem. 

- Como sabe? - O Comensal se dirigiu a mim. 

- Sobre sua marca? - Olhei para ele. - Eu sou de uma família sangue-puro, senhor Snape. Se não soubesse poderia me tachar como burra. 

- Se a Srta. é sangue-puro, não haveria nem uma ligação sua com Lílian Potter? - O diretor me perguntou. 

- Isso é uma duvida até para mim, diretor. Sou a primeira e única Black a nascer ruiva. 

- Black? 

- Ora professor, não lê os jornais? Lyra Black Burke I. A garota idêntica a Lílian Potter. 

- Seus pais são Comensais? - O diretor me encarava por cima de seus óculos meia lua. 

- Não sei quem é meu pai, diretor. Fui criada por meu tio, e sim ele é. - Omiti o fato de RAB ser meu pai. 

- A que se referia, quando disse que tinha que estar preparada, Lyra? - Que intimidade é essa para me chamar, pelo primeiro nome? 

- O Lord das Trevas está nas sombras, mas se ele se reergue, e eu sei que vai, não exitarei em proteger o Potter. - Ajeitei o livro na minha mão. - Não pareço apenas de corpo com Lílian Evans, se tiver que morrer para proteger o garoto, certamente morrerei. 

- Me admiro de sua bravura,  mas isso não é assunto para alguém da sua idade. Enquanto estiver em Hogwarts estará segura. 

- Senhor, o que acha que Voldemort fará comigo, se descobrir que sou idêntica à mãe do garoto? Brincar de pique-pega, uma partida de quadribol? Não. Ele vai me usar para afetar Harry, se bem conheço meu tio eu ainda morro com ele, apenas para quando o Lord ressurgir ele me usar. 

- É muito inteligente, Srta. Burke. - O professor me elogiou. 

- Eu sei. Agora se me dão licença, tenho que ir para meu Salão Comunal. 

- Eu lhe acompanho, sou diretor da sua casa. - Me curvei em sinal de respeito para o diretor Dumbledore.  

- Se me permite dizer, eu já sabia, senhor. Sou sua melhor aluna. Tenho uma ótima noite, diretor.  

O silêncio nunca me foi incomodo, mas aquele era constrangedor. Sabia que Severo Snape era apaixonado por Lílian Evans. 

- Me desculpe. 

- Pelo quê, exatamente? 

- Por parecer com ela, sei que não é fácil olhar para mim e não se lembrar dela. 

Os anos em que ele escondia sua dor caíram rapidamente, seu rosto já não me parecia frio. Parecia triste. 

- Isso é o tipo de coisa que Lílian faria, se desculpar por algo que não é sua culpa. Vocês são mais parecidas do que imagina, Burke. 





Notas Finais


Então é isso, o prólogo.
Espero que tenham gostado. Se quiserem comentar e favoritar fiquem a vontade. Adoraria saber a opinião de vocês.

;)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...