História Le sang sale - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Lílian Evans, Minerva Mcgonagall, Personagens Originais, Remo Lupin, Ronald Weasley, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter
Visualizações 82
Palavras 1.666
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá bruxões!

Não se assustem com o avanço da história, será assim nós próximos. Lá em baixo eu explico.

Desculpe qualquer erro.

Boa leitura!

;)

Capítulo 2 - Capítulo 1 - Relaxa, não vou te cruciar.


Fanfic / Fanfiction Le sang sale - Capítulo 2 - Capítulo 1 - Relaxa, não vou te cruciar.

O Salão Comunal era magnífico, digno de Sonserina. 

- Os dormitórios femininos é a esquerda, masculino a direita. Seus pertences já estão no seu quarto. 

 - Obrigada, professor. - Fiquei olhando para ele, esperei ele sair, mas ele continuou parado me olhando. - O senhor quer conversar? 

Vi o peso da minha pergunta no seu rosto, parecia que ele travava uma luta interna. 

- Vem. - Me sentei no sofá, de costa para a janela, tirei minha capa e sentei. Ele demorou para sentar, parecia surpreso até. - Professor, o senhor pode me dizer como ela era? Sabe, eu só sei o que saiu no Profeta Diário. Vocês eram amigos, não é?  

- Seu tio não lhe contou como eles morreram?

 - Professor eu só tinha 4 anos quando eles morreram. Pra mim é horrível saber que eles morreram no dia do meu aniversário, então, eu sempre mudava de assunto. - Ele estava tão ereto que parecia desconfortável.  - Relaxa, não vou te cruciar.

Ele arqueou as sombrancelhas e eu gargalhei. Vi sua postura relaxar aos poucos. 

- A Srta. é perita em maldições imperdoáveis?

 - Neste momento sou apenas sua ouvinte, senhor. Pode me chamar de Lyra, eu deixo. - Peguei meu livro de Magia negra. - Respondendo sua pergunta, sim. A Maldição Cruciatus é minha favorita se quer saber. Meu tio me fez usa-lá em Lola, minha elfa doméstica, ele dizia que eu era fraca demais para isso. 

- Como fez tal maldição sem o Ministério saber? 

- Eu usava a varinha do meu tio ou de algum comensal quando eles iam lá na mansão. Sabe, eu respondi sua pergunta. Acho que talvez,  devesse responder a minha. 

Virei para lhe encarar assim que ele soltou um suspiro. 

- Ela parece tanto com você, o jeito calmo de falar, a leveza com as palavras, mas, ao mesmo tempo que se parecem também são completamente diferentes. Lílian nunca usaria uma maldição. - Seus olhos chegavam a brilhar. 

- O senhor à amava. - Seu rosto beirava a indignação. - Não diga mentiras, Snape. Seus olhos não mentem.

 Ficamos em silêncio por um certo tempo. Era estranho de algum modo,  aluna e professor, tendo esse tipo de conversar.

 - Boa noite, professor Snape. 


[...]


Eu teria que dividir meu quarto com mas quatro garotas. Não foquei em nomes, só queria minha cama. Entrei no meu quarto e as garotas conversavam, segui até meu malão e peguei meu pijama. Todas elas me acompanhavam com o olhar. Não demorei no banho, as masmorras eram frias até para mim. Pus meu pijama e robe verde musgo. Quando finalmente sentei na minha cama dirigi a palavra.

- Sou Lyra Burke, é um prazer conhece-las.

 Elas sorriram e começaram a se apresentar.

 - Sou Fidelia Flint. Somos primas de terceiro grau. - Abanei a cabeça em sinal de concordância. De aparência ela  parecia alta, cabelos pretos e de uma palidez razoável, olhos azuis ou verdes. Não consegui identificar por causa da distância.

 - Elizabeth Rosier. Creio que tenhamos algum grau de parentesco. - Ela me parecia ser miúda até para mim, seus cabelos eram de um castanho quase loiro e tinha os olhos azuis. 

- Lúcia Prewett. Também acho que somos parentes. - Lúcia exalava nobreza, seus cabelos eram loiros platinados, mas o que destacavam eram seus olhos, eram de um azul tão escuro.

 - Clarissa Price. - Esperamos pela sua continuação. - Eu...eu...sou nascida trouxa.

 - Sério?  - Me ouvi exclamar. - De onde você é?

 - Eu sou de Dublin, Irlanda.

 Vi seu corpo relaxar, e pude olhar bem para sua fisionomia. Cabelos castanhos e olhos cor de mel. Bonita de um jeito exótico para uma irlandesa. 

- Não se incomodam? Sabe, por eu ser uma sangue-ruim?

 - Por Merlin, Clarissa Price! Eu juro que te afogo no lago negro se você se chamar assim mas uma vez! - Elizabeth disse segurando os ombros de Clarissa. Nem vi como ela chegou lá. - Não somos essas cobras que todos imaginam, bem, eu não sou. 

- Eu muito menos. - Fidelia disse com um sorriso nos lábios. 

- Eu também. - Lúcia disse.

Levantei minhas mãos em sinal de rendição. 

- Vamos dormi meninas, a primeira que acordar chama as outras. Tudo bem? - Elizabeth disse. Concordei com a cabeça. - Você não é de falar muito, Lyra? 

Novamente balancei a cabeça da direita para a esquerda. 

A noite nas masmorras era fria, custei a dormir. Quando acordei eram 6:30 am. Separei meu uniforme e me banhei, quando terminei de me vestir tinha se passado apenas 15 minutos. Fui para a pentiadeira e ajeitei meus cabelos ruivos, optei por deixar solto, assim me esquentaria a nuca. Olhei para minhas novas e únicas amigas, todas dormindo. Era engraçado de se ver. 

Elizabeth estava toda troncha, teria uma bela torcicolo, Clarissa parecia uma drogada e acabava resmungando em irlandês, Fidelia parecia morta, Lúcia mudava de posição a cada 10 segundos.

Ri com meus pensamentos. Fui até Fidelia e sacudi seu ombro e logo ela abriu os olhos.

 - Já está na hora de levantar?  

- Sim, acorde as outras. Espero vocês no Salão Principal, nosso primeiro tempo é Transfiguração.  

Peguei minha mochila e pus todos os livros que usaria no dia. Quando cheguei no Salão ele não estava cheio, no máximo 15 há 20 alunos da Sonserina. Sentei no mesmo lugar que o de ontem a noite. Me servi de torradas e café preto. 

- Como esses abutres conseguem comer carne? 

- Nem todo mundo é vegetariano, Black. Eu sou Thomas Johnson - O garoto que perguntou meu nome ontem de noite.

- Johnson?  Parece bem feminino.  

Ele gargalhou.

 - É. Johnson é bem feminino. 


》》》》》》


Meu primeiro ano em Hogwarts passou tão rápido que só percebi quando estava arrumando meu malão para as festas de fim de ano. 

O natal passariamos na mansão Malfoy, não gostava muito do esposo de minha prima, Lucius Malfoy, ele era repugnante. Pelo menos veria Draco, ele valia minha paciência. 

Minha despedida com as meninas foi rápida, prometi enviar seus presentes pelo correio coruja e o de Clary pelo correio trouxa. Incrivelmente eu fiz amizade com meus primos distante, os Weasley. Meu tio não poderia imaginar ou seria deserdada. Thomas foi mas difícil de aceitar sua amizade, ele era um idiota, odiava nascidos trouxas, odiava os trouxas. Mas se mostrou bem leal. Era só não xingar a Clary que estarei tudo bem. 

Mas o que eu de verdade não esperava era minha amizade com meu professor de poções, Severo Snape se tornou o melhor amigo que já tive, ninguém poderia imaginar que aquele homem frio e distante seria tão relevante na minha vida. 

Lógico que ninguém sabia dessa amizade, a não ser, Dumbledore. O velho não deixava passar uma. 

Antes de sair da escola eu pedi para um elfo deixar o presente dele, a essa hora já deveria estar em seus aposentos.

Quando enfim aparatamos na mansão Burke, Lola já me esperava, me ajudou com as roupas e me contou o que achava relevante. 

- Lady, não esqueça que passará a ceia de natal com os senhores Malfoy's. O presente de seu primo já chegou, senhora. - Lola dizia enquanto tirava minhas roupas do malão. Eu escutava de dentro do banheiro. 

- Embrulha pra mim, por favor? - Gritei do banheiro. 

- Claro senhora. 

Sai do banho e vesti um vestido preto de manga comprida, fiz uma trança, passei perfume e coloquei minha meia-calça, também preta, e minhas botas de inverno. 

- Pode me levar até A'Toca? Tenho que entregar os presentes dos Weasley. - Perguntei enquanto empilhava os presentes nos braços. 

- Claro senhora. - Ela segurou a barra do meu vestido e meu joelho senti o puxão no umbigo, típico da aparatação.  

Paramos bem na frente da porta, estava frio mas como seria rápido não quis por casaco. Logo fui atendida pela Sra. Weasley.  

- Lyra? Lyra Burke? 

- Olá senhora Weasley. Vim trazer meus presentes de Natal. Percy está por aí?  

Ela me puxou para dentro e se eu não tivesse um ótimo equilíbrio teria me estabanado no chão.  

- Percy! Sua prima está aqui! 

Vi de relance quando um furacão de vários Weasley descerem as escadas. 

- Lyra! - Carlinhos exclamou assim que me viu. 

- O que está fazendo aqui? - Me endagou Gui. 

- Seu tio sabe?  - Perguntou Percy. 

- Vim trazer seus presentes. - Me virei e deixei todos em cima da mesa de centro. - Primeiro as damas, tome Ginevra. 

- Pra mim? - Meu presente consistia em um vestido preto com detalhes no colo. - Obrigada Lyra! 

- Rapazes. - Entreguei aos gêmeos. - Aconselho vocês abrirem bem longe da Sra. Weasley. 

- Certo. Obrigado Lyra, feliz natal. - Por Salazar, eles falando junto é fantástico. 

- Gui, Carlinhos. - Peguei a sacola com o casaco para Gui e a caixa com um colar de cobra para Carlinhos. 

- Obrigado, Lyra. - Me agradeceu Gui enquanto analisava o casaco. 

- Que irônico, dona cobra. - Carlinhos disse assim que viu seu presente. - Não se esqueça que está no covil de leões. 

- Não se esqueça que eu pico. - Pisquei para ele. - Percy. 

O perfume que eu escolhi para ele era simples, mas me lembrava muito ele. Ele me agradeceu. 

- Ronald, espero que goste de quadribol. - O seu presente era um pomo de ouro. 

- Merlin! É um pomo de ouro? Obrigado Lyra, você é a minha melhor prima! - Eu ri com seu exagero. 

- Senhora Weasley, este é o seu e este é do Sr. Weasley. - Entreguei os últimos presentes e segurei a mão de Lola. - Agora eu tenho que ir, se meu tio sentir minha ausência ele me lança aos gigantes! 

- Obrigada querida, saiba que sempre será bem vinda aqui. - Molly disse enquanto me abraçava. 

Eles me acompanharam até a porta e de lá desaparatei com Lola. 

Eu não sabia na época, mas o natal de 85, foi um dos melhores da minha vida. 


Notas Finais


Só quero dizer que no próximo capítulo talvez Lyra já esteja no 3 ou 4 ano.

As coisas tem que andar. Eu estou doida para escrever cenas do nosso casal. Mas antes de tudo Lyra tem que amadurecer, não é amores? Era só isso.


Obrigada por lerem. ♥


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