História Le vent l'emportera - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Incesto, Irmãos
Exibições 17
Palavras 1.114
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


ALOOOU ALOUUU POVO DE LUZ CHEGAY

Kkkkk

Madison Beer na capa, nossa maravilhosa Nikole.

Então gente, eu ia usar o seguinte critério: Os capítulos narrados pelo Nicholas teriam titulo em inglês e pela Nikole em francês.

Mas eu desisti, é chato ficar traduzindo nome, então vai em português que é bem melhor para vocês.

Links nas notas finais.

Aviso rápido: #NandaSaiDaGreve

Bjjs Mill!
Boa Leitura!!!!!!!

Capítulo 2 - Vou dormir em uma rede do lado de fora


Fanfic / Fanfiction Le vent l'emportera - Capítulo 2 - Vou dormir em uma rede do lado de fora

POV. Nikole C.D Parrish

Sebastian estacionou em frente à casa de meu pai, que agora seria minha também, 10 minutos depois. Era linda, com uma mistura de branco, cinza e azul claro, ok, todas as outras casas eram iguais, mas isso não fazia da número 11 menos encantadora.

 Desci do Corolla branco de Sebastian e caminhei até o porta-malas.

   — Deixe que eu te ajude. — Brandon disse, tomando as malas que o irmão havia acabado de tirar de lá de dentro.

   — Obrigada Brandon, mas posso leva-las sozinha.

   — Qual é Parrish. Minha mãe me ensinou a ser um cavalheiro.

— Qual é Hale. Minha mãe me ensinou que não devo depender de ninguém para viver. — Respondi deixando-o tão surpreso que soltou as malas.

   — Aphrodite d’Abbadie ensinou a filha a não depender dos outros? — Dallas começou a gargalhar e eu ri.

   — Aprendi a ser o contrario dela. — Pisquei para eles e fui para a porta, onde Nicholas esperada impacientemente.

 Fui recebida por Mary Clare que era uma euforia só. Conversamos a tarde toda. Quando papai chegou Mary estava pronta para sair.

 Minha madrasta é enfermeira e trabalha no turno da noite, então ia trabalhar por volta das sete da noite e voltava por volta das oito da manhã. Meu pai é advogado, então por muitas vezes trabalhava aos sábados.

 Fomos jantar por volta das oito, atualizei tudo que consegui da minha vida para papai enquanto os meninos discutiam sobre alguma coisa. Após terminamos não só ele, mas eu também estava por dentro de muita coisa. Sebastian é professor de literatura no colégio em que irei estudar com meus irmãos, já morava sozinho e tinha uma noiva, Alicia, que é arquiteta. Ele também mora sozinho há três anos, mas ainda vive por aqui o tempo todo.

 Decidi subir e terminar de arrumar as coisas, pois amanhã tudo começaria de verdade.

 

POV. Nicholas A.D Parrish

 

 Acordei com barulhos na cozinha e me levantei assustado, olhei para cama do outro lado do quarto. Vazia, como sempre, mas dessa vez bagunçada. Então minha memoria voltou. Nikole.

 Desci as escadas da maneira que acordei, apenas com uma calça de moletom vermelha e completamente bagunçado. Minha irmã estava sentada na bancada da cozinha com uma xicara de café. Às cinco da manhã.

   — Ai caramba, quer me matar? — Perguntou assustada.

   — São cinco horas... — Resmunguei esfregando os olhos.

   — E o que eu tenho com isso...? —Respondeu dando de ombros.

   — São. Cinco. Da. Manhã. Nikole. — Repeti com mais raiva.

   — Tem um relógio bem ali, viu? — Ela riu, apontando o relógio eletrônico.

   — O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO ACORDADA? QUE ADOLESCENTE ACORDA CINCO HORAS EM UMA MANHÃ DE SABADO, PELO AMOR. — Gritei indignado.

   — Parabéns, agora acordou a casa toda.

   — Papai, Dallas e Brandon? O mundo pode explodir e eles não irão acordar. — Disse a ela como se fosse obvio. Mas então lembrei que ela mal nos conhecia.

 Nikole riu e voltou a se concentrar na xicara. Comecei a juntar panelas para fazer algo descente para comer.

   — Sabe, você acorda essa hora todos os dias. — Me virei bruscamente para ela, que balançou a cabeça de forma afirmativa.

   — Ok, vou providenciar uma rede para dormir do lado de fora. Não vou acordar cinco da manhã.

 Nikole riu e começou a lavar alguns pratos da pia, cantando alguma coisa em francês.
   — Me diga que não é assim todo dia, digo, que não acorda feliz e vendo unicórnios. — Quase implorei para que isso não acontecesse, ou eu iria mesmo dormir em uma rede.

   — Não Nicholas, eu não acordo drogada. — Respondeu rindo, e eu fui obrigado a virar e olhar em seus olhos, completamente chocado.

    — Sabe, vai acabar queimando isso ai. — Apontou para a panela atrás de mim, enquanto eu continuei encara-la.

   — Hã... Ok... Certo, eu... — Me enrolei nas palavras, então desisti e simplesmente desliguei a panela. — Quer panqueca?

   — Não... — Disse fazendo cara de enjoada e voltando a sentar-se na bancada.

    — Ah não. — Bufei. — Você também é daquelas garotas frescurentas que só come coisas específicas, sem glúten e o escambau?

 Nikole colocou a mão na boca e segurou o riso balançando as pernas na bancada.

   — Não, Nicholas... Eu... Ai... Eu não consigo respirar. — Parou rindo como uma louca. — Eu apenas não gosto de comer de manhã, só.

   — Mas o café da manhã é a principal refeição do dia! — Quase gritei, indignado. — Vou vai comer nem que eu tenha que te obrigar! E outra, se não for eu será Mary!

   — Ei ei, nutricionista, pode ir parando, eu não vou comer essas coisas cheias de gordura antes das nove da manhã nem no dia da minha morte!

 Dessa até eu ri, e ela me acompanhou. Ok, eu não iria obriga-la a nada, era bom que sobrava mais para mim, quanto mais comida melhor.

   — Eai, que horas o pessoal acorda?

   — Mary chega do hospital por volta de oito horas, papai acorda as sete, Sebastian vem aqui encher o saco lá pelas nove e Brandon e Dallas... Só acordam na hora que alguém for chuta-los da cama...

   — E você? — Perguntou visivelmente curiosa.

   — No momento em que alguém, como minha irmã, fizer barulho.

 Nikole riu de novo, e eu fiquei me perguntando se não se cansava disso. Ontem ela parecia tão mal humorada... Seria melhor se fosse assim o tempo todo, conclui.

 Fui arrumar o quarto e ela me acompanhou, sempre cantando a mesma maldita musiquinha em francês.

 Eu e Dallas fizemos muitas aulas de francês, por pura insistência de meu pai. Dallas tinha uma pronuncia perfeita e conversava com alguém em francês como se fosse sua primeira língua. Eu me perdia sempre e não falava mais que dez palavras, o que já era bastante.

   — Êtes-vous toujours aussi calme? — Nikole perguntou, olhando diretamente para mim.

   — Eu o quê? — Perguntei, completamente confuso.

   — Oh claro, esqueci que seu francês é horrível. Você é sempre tão quieto?

   — Calme não é calmo? — Continuei questionando.

   — Também.

   — Certo então... Oui, je suis, ne pas aimer le silence — Arrisquei, fazendo-a rir mais

  — Vamos fingir que não ouvi isso.

 Terminamos o quarto e descemos, eu me joguei no sofá e liguei a TV, enquanto Nikole mexia no celular. Logo meu pai já estava lá em baixo, com um sorriso enorme, então, olhou novamente para a escada e balançou a cabeça negativamente, resmungando algo como “Terei que arrasta-los desse quarto.” Eu ri, pensando seriamente em me voluntariar para ajudar.

 Mary e Sebastian chegaram juntos uma hora depois e foram tirar Dallas e Brandon da cama. Meu celular começou a apitar e eu o peguei, lendo o nome de Philip na tela, que indicava uma nova mensagem.

   “Não se esqueça, duas horas no parque. Na verdade, Mary não te deixará esquecer”.

 Ah droga, eu realmente me esqueci do passeio em família/amigos que foi planejado há dois dias... Realmente trágico. 


Notas Finais


Trilha Sonora:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLZtTPQJXlBjZM8yr2vZCqFd_n1NYFrP2o

#NikoleAUnicaQueAcordaCedoEFeliz

Gente to com um sono mortal, não liguem na autora desnaturada de Le Vent L'emportera...


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