História League of Legends- A lenda de Lucian - Capítulo 33


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Categorias League Of Legends
Personagens Aatrox, Ahri, Akali, Alistar, Amumu, Anivia, Ashe, Aurelion Sol, Azir, Bardo, Blitzcrank, Brand, Braum, Caitlyn, Cassiopeia, Cho'Gath, Corki, Darius, Diana, Dr. Mundo, Draven, Ekko, Evelynn, Ezreal, Fiddlesticks, Fiora, Fizz, Galio, Gangplank, Garen, Gnar, Hecarim, Heimerdinger, Irelia, Jarvan IV, Jax, Jayce, Jhin, O Virtuoso, Jinx, Kalista, Karthus, Kassadin, Katarina, Kha'Zix, Kindred, Lissandra, Lucian, Lux, Master Yi, Miss Fortune, Nasus, Nautilus, Nocturne, Nunu, Olaf, Pantheon, Personagens Originais, Quinn, Rammus, Renekton, Rengar, Riven, Sejuani, Shaco, Shen, Shyvana, Singed, Sion, Sivir, Skarner, Tahm Kench, Taric, Teemo, Thresh, Tristana, Trundle, Tryndamere, Vayne, Veigar, Vel'Koz, Viktor, Volibear, Warwick, Wukong, Xin Zhao, Yasuo, Zed, Zilean
Tags Demacia, Game, Guerra, Ionia, League Of Legends, Lenda, Lucian, Noxus, Originais, Original, Runeterra, Shurima, Universo
Visualizações 32
Palavras 1.454
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


:3 espero que gostem ^^

Capítulo 33 - Ova 2- Ataque à Capital


Fanfic / Fanfiction League of Legends- A lenda de Lucian - Capítulo 33 - Ova 2- Ataque à Capital

  A poeira saía do chão, o som de cascos ferozes e rápidos soavam em direção à uma cidade, coberta por muros e nos arredores do chão negro. Era Noxus, e aqueles eram os minotauros que fugiram das minas, da escravidão, para finalmente acabar com aqueles que os aprisionaram.

–Bem, escapamos, –falou um minotauro. –e agora?

–É... –Falou um outro. –O que faremos?

–Esperaremos aqui na moita, perto da entrada da grande cidade. –Informou Alistar.

  E assim fizeram.

  Àquela hora era a hora em que Xin estava entrando na arena. Os soldados, ao saberem da carnificina, começaram a entrar na cidade, deixando a guarda fraca.

–Esperamos tempo demais. –Protestou Jilin.

–Verdade. Temos que ir, se não, será tudo em vão. –Concordou o outro minotauro.

  ‘Ele estão nervosos. A vingança consumiu suas mentes...’ –Pensei.

–Pra mim já deu. –Exclamou o minotauro marrom e lilás, se levantando para ir embora. –Não vou atacar a capital. Tenho a liberdade em minhas mãos, e não quero perde-la novamente.

–Calma, não vá. –Disse Fros tentando pegar o minotauro pelo pulso.

  O minotauro puxou o próprio braço, fazendo com que Fros pegasse o ar.

–Alistar já nos meteu nessa de escravidão e já pagou. Me tirou dela, pois o mesmo me botou. Isso já me basta. –Exclamou o rebelde.

–Que pena. –Disse uma mulher em cima da árvore sobre eles, estava com um pássaro azul no seu antebraço. –Sua ajuda seria uma das melhores. –Eu olhei e meus olhos se encheram de alegria, estava realmente ali. Quinn, a espiã de Demacia.

–Quinn! –Exclamei me alegrando.

–Então esse é o grande exército de bravos minotauros? –Disse uma voz masculina se aproximando. Logo, soaram mais pegadas.

  ‘Uma marcha?’ –Pensei rapidamente. E logo vi, vários homens, armados e preparados saindo dos arbustos e de trás das árvores.

–Quem é o bravo e líder minotauro? –Perguntou aquele de armadura de ouro e uma grande lança em suas costas.

–Sou eu senhor. –Disse meu pai se apresentando diante de todos.

–Obrigado e desculpas por não ter agido antes.

–Não. Você não tem culpa de nada. –Disse meu pai com um tom de tristeza em sua voz. –Eu que meti meu povo nesta.

–Você apenas protegeu a família de muitos. Outros não teriam feito o mesmo. –Disse o de coroa na cabeça. –Mas, por 3 anos, Demacia cuidou de suas famílias.

–E quem seria vossa pessoa? –Perguntou Fros tomando a frente e interrompendo a conversa.

–Eu sou Jarvan IV, rei de Demacia, aliado dos Minotauros e o povo de Targon. Eu sou aquele que atacará Demacia por pessoas aprisionadas injustamente e acabar com está carnificina. –Exclamou Jarvan gritando como um líder controlando o povo.

  Me sentia bem, meus olhos se enchiam de lágrimas, aquelas palavras eram tão aconchegantes, assim como quando escutei a voz de Quinn pela primeira vez. Então, resolvi voltar ao que era importante, o Ataque à Capital.

–E agora? Como será o ataque? –Perguntei.

–Ainda bem que perguntou. –Disse Vayne, uma senhorinha de cabelos já ficando embranquecidos. –Um grupo irá entrar pela frente e outros pelas laterais e por trás. E, como Quinn informou, existe um lugar com o resto de seu bando. Procurem esse local e liberem os outros.

–Certo! –Concordou o povo e os minotauros.

  Então começou o plano.

–Dividam-se em grupo de 40. –Disse Vayne.

  Então, se fez isso. Porém, sem ter percebido, Tsem entrou em um grupo distinto do meu. Então marchamos.

  Meu grupo ficou de atacar pela frente, então começamos a correr em direção do moro, todos abaixados. Logo, chegamos no muro da cidade, o chão estava seco.

–E agora? –Perguntou Bernardo.

–Vocês quebraram o muro quando ver o Valor voar sobre nós. –Respondeu o Demaciano armado.

  Minutos se passaram, o sol estava quase na metade da tarde, quando algo voou sobre nós. Era Valor, estava na hora de agir.

–Atacar! –Gritou o Demaciano líder do meu grupo. Se posicionamos na frente do portão e corremos em direção do mesmo, e demos um grande soco no portão ao mesmo tempo, fazendo com que se abrisse.

–Ahhh! –Gritaram os Noxianos assustados e correndo de um lado para outro quando nos viram.

–Lutem e derrubem todos. Temos que chegar na carnificina rápido.

  Logo, quando adentramos Noxus, vários soldados começaram a nos atacar, mas os minotauros são implacáveis. Pulamos para cima deles como se fossemos destruir a capital por inteira.

  Mas, quando eu vi o símbolo dos noxianos, então foi que percebi o meu grande erro. Lembrei de Tsem.

–PAI! –Gritei em meio a aquele ataque.

–OI?! –Respondeu meu gritando de volta, enquanto estava no meio dos soldados, que o atingiam com lanças.

–O TSEM VENHO CONOSCO? –Meu pai olhou rapidamente à nossa volta e então percebeu que não e disse:

–NÃO!

  ‘Droga!’ –Pensei em disparada pelas ruas estreitas e secas da cidade lamosa devido a água que passava por ali.

–PARA ONDE VOCÊ VAI?! –Perguntou meu pai se livrando de seus inimigos e correndo atrás de mim.

  ‘TSEM! TSEM!’ –Pensava eu desesperadamente. –‘Estou perto do leste. Será que Tsem está neste grupo?’

  Logo, uma espada apareceu na altura do meu peito, tentei desviar mas, infelizmente, me atingiu a carne.

–Argh! –Rangi os dentes caindo de joelhos.

–Morra, miserável! –Gritou o Noxiano preparando para um ataque certeiro que, provavelmente, me mataria. Mas foi interrompido por uma flecha que adentrou sua desta.

–Está bem? –Perguntou um dos soldados Demacianos com um arco na mão.

–Sim. –Balancei minha cabeça confirmando.

–Cuidado, estamos em território inimigo. –Disse o Demaciano estendendo a mão para mim, eu olhei e peguei a mão do mesmo.

–Obrigado. –Disse, mas logo escutei a voz do meu pai e um rúgido. O chão se partiu ao meio. O leste era tido como o território dos ricos, então era calçado. Eu corri para ver o que ocorria, então vi meu pai, estava coberto por soldados em cima dele. Ele se debatia de um lado para outro para derrubar os soldados.

–Pai! –Gritei indo para cima e atacando os soldados, tanto de cima dele, quanto os que se aproximavam.

–Para onde você foi?! –Perguntou ele irado.

–Eu tenho que achar Tsem! –Gritei.

–Ele foi com o grupo do oeste. –Informou Quinn flechando os soldados, não os matando, só imobilizando.

–Obrigado! –Disse eu correndo novamente. Meu pai, vendo que eu não pararia, seguiu comigo. Era meu suporte.

–POR QUE PROCURA TANTO TSEM?! –Perguntou meu pai atrás de mim.

–TENHO...! –Quando iria responder, fui interrompido por uma explosão, que jogou a terra pra cima.

  ‘Explosões?!’ –Pensei olhando, mas não parando. –‘Droga. Tenho que chegar nele rápido.’

–TSEM! –Gritei avistando um grupo de Demacianos correndo na direção oposta a minha. –DROGA!

–Filho! –Gritou meu pai que aumentou a velocidade.

  Eu finalmente achei Tsem, ele lutava ferozmente.

–CUIDADO! –Gritou meu pai. –SAÍ DAÍ!

  Quando olhei pro lado, vi algo sendo atirado para minha direita, logo explodiu me jogando pra longe. Logo venho várias sequências de mais bombas. Eu havia perdido meus sentidos...

  Todos do ataque do Oeste estavam no chão, eu cambaleava minha cabeça, olhava para frente e para meu pai, que também havia sido atingido. Minhas pernas estavam presas devido a um grande pedaço de concreto de uma das grandes casas. Estava sem forças para tirar de cima de mim.

   Ao olhar novamente para frente, vi um grande grupo de soldados se aproximando. Eram noxianos.

–Nã... –Tentei gritar ainda gemendo.

  Os soldados noxianos estavam matando os demacianos caídos no chão.

–Traidor! –Gritava um para Tsem.

–Pai... –Tentava gritar e me arrastar para levantar. Não tirava os olhos daquela cena. A mesma do meu sonho, só que um pouco modificada.

–Morra, seu traidor! –Disse o soldado noxiano levantando sua espada para cima e abaixando a mesma no pescoço de Tsem.

  ‘Não...’ –Pensei chorando.

–NÃO! –Gritou meu pai saltando para cima do soldado.

  ‘Já é tarde... Eu falhei....’ –Pensei desmaiando.

 

–Mãe! –Chamava eu.

–Oi, meu príncipe. –Disse minha mão me pondo em seus braços.

–Quando é que vamos para Demacia? –Perguntei.

–Nunca. –Disse minha mãe com uma voz conhecida. Era a voz de Kred, que me segurava em seus braços em cima do seu animalzinho.

–Socorro! –Gritei me debatendo.

–AHAHAHHAHA! –Gargalhou o meme.

 

–Filho?! –Chamava meu pai dando leves tapas no meu rosto, me fazendo acordar.

–Pai? –Disse recuperando meus sentidos.

–Está tudo bem. Estamos em casa.

  Olhei à minha volta e percebi que estávamos realmente em casa. Mas logo me lembrei de Tsem, Bernardo e o Ataque à Capital.

–Tsem?! Onde está ele? –Perguntei desesperadamente. Meu pai simplesmente me olhou e sorriu.

–Olá. –Disse Tsem no canto da minha casa.

–Tsem... –Enchia meus olhos de lágrimas. –Como?

–Como não sei. Mas foi você que me salvou. –Disse o noxiano sorrindo. –Obrigado.

  Eu então me derreti em lágrimas. Era outro sonho? Não. Era real. Era a minha casa.


Notas Finais


Próximo cap: Ova 2 - A história de Alistar.
Sim, pretendi escrever mais um ova 2 :3


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