História Learn To Live Right - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Hobi, Hoseok, Jikook, Namjin, Suga, Yoongi, Yoonseok
Visualizações 64
Palavras 2.680
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HOJE TEM ESPECIAL JIKOOK PORRA
OK, OK
Estou postando as duas da manhã, me perdoem por isso
Era pra eu postar dois capítulos de uma vez hoje, mas não deu e eu sinto muito.
Também deveria ter postado mais cedo, mas a minha boa vontade não foi suficiente devido a uma língua na minha boca.
A capa foi feita pela minha Omma @floral_alien, obrigadaaaa
Deixarei o link da fanfic dela nas notas finais sz

VOCÊS VIRAM OS TIROS DA BIGHIT NO TWITTER COM LOVE YOURSELF? MIGOS, MEU CORAÇÃO NÃO AGUENTA NÃO, VAI COM CALMA BIGHIT

ENFIM

Boa leitura!

Capítulo 7 - Esteja bêbado para dançar Katy Perry


Fanfic / Fanfiction Learn To Live Right - Capítulo 7 - Esteja bêbado para dançar Katy Perry

[[Jimin]] 

Os olhares reprovadores em direção a Taehyung não o incomodavam nenhum pouco, na verdade, ele estava mais preocupado em recitar aquele discurso para nós do que olhar as pessoas inquietas a nossa volta. Estávamos entediados ao nível extremo, tínhamos até decorado o discurso, que ele fazia parecer ser muito difícil pronuncia-lo com sua língua enrolada.

— Aposto que o Hoseok 'ta lá agora, fodendo aquele idiota. Eu que deveria estar de quatro 'pro Hope. — O ruivo atropelou as palavras em uma expressão de desgosto e incredulidade. Formalidade? Educação? Foram tudo para a casa do caralho quando Taehyung terminou sua terceira dose de tequila. Ninguém se importava se eles eram menores de idade, pelo menos não o dono daquele bar meio afastado da escola. — E vocês viram como aquele fracassado olhou para mim? Eu achava que ele iria me matar bem ali, quem deveria estar com raiva disso tudo era pra ser a minha pessoa.

— JungKook, o que acha de um sorvete depois de deixar TaeTae em casa? — Propus, ignorando totalmente a existência de Taehyung, que agora começava a sentir sono nas costas de JungKook.

— Acho uma boa ideia. — Murmurou sorridente, enquanto ajeitava Taehyung em suas costas, que ainda murmurava coisas sem sentido.

— Nem se eu dançasse Katy Perry usando fio dental na frente dele, ele não iria notar. — Sua expressão estava tão sonolenta que não gritava mais. — Porque minha bunda não é suficiente, ele quer a daquele boneco de ventríloquo.

Durante o caminho, — que não foi tão longo — decidiamos qual série era melhor, estávamos dispersos demais na conversa, para sequer perceber quando chegamos ao destino. Foram necessários apenas alguns minutos para conseguirem ver as luzes acesas de longe. Toquei a campainha, sentindo a ansiedade tomar conta de meu corpo, quando ouvi passos rápidos se dirigirem a porta.

— Ele está bem? — Sua mãe perguntou preocupada ao abrir a porta. Geralmente, seu filho não chegava bêbado e inconsciente em casa, e isso era motivo de orgulho dela.

— Sim, Ahjumma, ele só exagerou nas doses. — Tentei acalma-la ao ver seu estado. Com certeza, devia ter tomado xícaras exageradas de chá, tentando não se preocupar tanto e pensar o melhor. O que não deve ter adiantado. Ao invés de estar calma, ela estava apreensiva. A bebida serviu apenas para deixa-la com um leve cheiro de hortelã.

— Decidimos trazê-lo para casa, assim teríamos certeza que ele ficaria bem. — JungKook tomou a palavra sorrindo. Não podia negar que Jeon tinha um sorriso que acalmava qualquer um, todos amavam seu sorriso. Eu poderia ver apenas seu sorriso para sempre que não me importaria. — Não precisa mais se preocupar. — Foi ouvido um suspiro audível, sua expressão suavizou e ela, por sua vez, lhe devolveu o sorriso.

Seu pele envelhecida tomada pelo tempo e experiência, era serena e bondosa. Claramente, não era apenas sua expressão que causava esse impacto, era sua personalidade carinhosa que cativavam os corações de todos à sua volta. Fazendo-a ser amada por todo o bairro e amigos de seu filho.

— Muito obrigada por cuidarem dele. Entrem, por favor. — Nos deu espaço para que passassemos e não demorou muito para que todos nós estivessemos dentro da casa. Taehyung agora acordava aos poucos, seu raciocínio não estava funcionando direito.

— Me coloque no chão, Kookie. — Distribuiu leves socos nas costas do mais novo, JungKook tinha esperanças dele continuar dormindo serenamente. — Tenho uma surpresa para o Hope, quero que vejam primeiro.

Seu sorriso se abriu quando seus pés tocaram o chão, os três pares de olhos o observavam atentos, — incluindo o meu — esperando ansiosamente pela grande surpresa. Mas os eventos seguintes fez com que todos na sala se arrependessem de o observar.

Taehyung dançava desengonçado. Seu quadril se mexia de acordo com a música em sua cabeça, mesmo bêbado ele conseguia ser sensual. O que era constrangedor para sua mãe, para ele era uma apresentação extremamente valiosa. Talvez mais preciosa que todo o diamante existente no mundo.

Ele estava bêbado, vale lembrar. 

Tudo começou a piorar quando decidiu que tirar sua roupa, seria sensual o bastante para que o aplaudissemos. Pelo menos, foi a sua expectativa. A realidade era que Taehyung não conseguiu desabotoar a camisa, uma de suas mãos escaparam dos botões pequenos e foi de encontro com o seu rosto. Ele levou um tapa de si mesmo. Seu corpo tombou para trás indo ao encontro ao chão. Apoiado com os braços, nos fitou com a expressão assustada.

— Por que vocês me empurraram? — Formulou a frase depois de alguns segundos, que foram suficientes para sua mãe o ajudar a levantar. É melhor não deixar TaeTae exagerar da próxima vez.

[…]

Só percebi o quanto o frio piorou, quando já sentia meus dentes batendo uns contra os outros. Os minutos que ficamos na casa de TaeTae, foram suficientes para que todo o frio da madrugada resolvesse perambular pelas ruas. Ao contrário das pessoas que deixavam as ruas aos poucos.

— Durma na minha casa hoje, assim nós dois ficaremos bem. — JungKook falou de repente. Me assustei ao perceber que estávamos na frente de sua casa. Ele foi rápido ao destrancar a porta e revidar meus olhares com outros ainda mais significativos. — Talvez amanhã podemos tomar o nosso sorvete. Vamos aproveitar que é sábado e nos divertir um pouco. Sinta-se a vontade, eu já volto. — Declarou quando já nos encontrávamos dentro de sua casa. Aproveitei para observar o local, sempre tive curiosidade sobre seu lar.

Sua casa era simples, de um jeito que deixaria qualquer pessoa confortável, o cheiro de café completava esse trabalho, era agradável a minhas narinas sensíveis. As fotos decoravam os quadros espalhados pela casa.

Com as mãos curiosas, tateei um retrato observando o pequeno Kookie olhar fixamente a câmera com um biquinho e uma expressão de choro. Constatei que sua infância fora boa ao fitar outras fotos suas mais a vontade. Em outra estava sujo de terra e seu sorriso decoravam a foto como um dia ensolarado.

— Péssima notícia, Jiminnie. — Sua voz melodiosa incendiou meus pensamentos quando ecoou pela sala. — O Sr. Granulado decidiu que era melhor usar minha cama como caixa de areia. — O miado como um pedido de desculpas foi ouvido. E os miados seguintes vieram acompanhados da bolinha de pêlos brancos e macios, sedentos por carinho. Seu olhar era um tanto inocente como o do dono, era reconfortante saber que ele estava protegido e nunca conheceria a maldade do mundo.

Eu perguntaria onde seus pais estavam, mas sabia que tinham ido ver sua avó. Recentemente, seu estado vem piorando cada vez mais, isso se deve ao fato da doença consumir suas memórias gradativamente. Apesar de tudo, a família ainda estava lá, visitando-a. Fazendo com que ela lembrasse de cada momento, mesmo que por breves minutos. Era isso que eu admirava na família do JungKook.

— Só te digo uma coisa. O sofá é meu. — Sorri diabolicamente quando travamos uma corrida até o sofá. JungKook não era tão bom na corrida como na natação, eu estando mais perto ainda levava vantagem. Estimo muito ele, mas eu não dormiria no chão.

— Não vale, não foi uma corrida justa! Você estava mais perto. — Irritou-se ao ver que dormiria no chão, sem direito a colchão.

— O mundo é dos espertos. — Sorri maldoso para ele, que me devolveu um olhar triste. — Não fique triste, você vai perceber com o tempo que um dia vai estar na merda, e no outro na bosta. — Revirou os olhos em uma atitude infantil, que combinava muito bem com sua personalidade.

[…]

Despertei lentamente sentindo um calor ao meu lado, JungKook apertava minha cintura levemente durante seu sono profundo. Causando-me arrepios que atravessavam meu corpo como mini choques elétricos. Era estranho, pois lembrava muito bem de o ver arrumar seu cantinho no chão. Apreciei seu rosto sereno. Era bonito mesmo pela manhã, sem precisar de nenhum tipo de maquiagem.

— Mas que merda. — Eu estava dormindo ao lado de Jeon JungKook. E o pior: eu estava gostando. Juntei todas as forças existentes em meu corpo em um nó invisível. Era agora ou nunca. Com os pés, empurrei seu corpo para fora do sofá.

Um arfar de dor foi o suficiente para que eu me arrependesse e olhasse para o piso me certificando que ele não havia se machucado gravemente. Levantou rapidamente me encarando furioso. Tinha um pequeno machucado no ombro, causado pelo impacto do mesmo contra a mesinha amadeirada de centro.

— Mas que porra... Jimin, custava aproveitar o momento e me deixar dormir? — Poderia ter medo de sua expressão intimidadora, mas eu o conhecia bem o suficiente para saber que aquilo logo passaria. Por esse motivo, não me contive em rir. Rir muito. — Do que 'tá rindo? Ta feliz em me ver machucado? — Minha risada cessou assim como minha respiração.

— Desculpa, eu apenas me assustei. — Levantei de supetão, a consequência foi minha visão ficando escura e minhas forças fugindo das minhas pernas. Eu cairia como bife, caso JungKook não me pegasse no colo rápido o suficiente, levando-me de volta ao ponto de partida: o sofá. O tecido macio encontrou-se com meu corpo, e o meu arfar involuntário foi um aceno de velhos amigos para o móvel. Sua expressão suavizou, seus dígitos encontraram-se com meus fios. E talvez eu estivesse doido mesmo, porque jurei ter sentindo minhas mãos tremerem levemente acompanhando minha frequência cardíaca.

— Você está bem? Me desculpe por antes, Jiminnie. — Seu rosto se aproximou observando cada detalhe do meu, estava sob o olhar protetor e cuidadoso dele. O olhar pelo qual fazia com que eu perdesse a noção do tempo e a noção do certo e o errado. Por um momento, existia apenas eu, ele e aquele sentimento que não conhecia, embora tenha começado a amá-lo.

Nossos rostos se aproximaram como imãs, tão próximos que podia sentir nossas respirações resvalando a pele um do outro. JungKook me encarava com as orbes escuras, podia jurar que havia me afogado por um momento. Foi bom. Quando alguém se afoga, ela pede socorro, se debate, tenta sobreviver. Entretanto, era impossível não querer se afogar na imensidão do oceano de seus olhos.

Sua destra apertou carinhosamente minha cintura, um leve formigamento acertou todo meu corpo. Estava quente. Embora, eu gostasse daquele calor porque era causado por Kookie. Sentia meus pulmões receber mais ar do que deveria naquela situação. Eu precisava daquilo tanto quanto ele.

Nossos lábios não tiveram tempo para sequer se encostarem, quando o som da campainha invadiu o cômodo. Eu poderia odiar quem estava na porta de todas as formas possíveis, mas o que importava agora, era atendê-la. Sibilou um pedido de desculpas silenciosamente e levantou-se. Não que eu estivesse com medo do nosso provável primeiro beijo, talvez fosse apenas ansiedade.

A voz de Jin interrompeu meu raciocínio, me fazendo sentar rapidamente. Ele era do tipo de pessoa que vê malícia em coisas improváveis,deixando todos em um estado de total desconforto. E eu sabia que qualquer coisa serviria para nos olhar daquele jeito, então não adiantaria eu tentar arrumar o sofá, meu cabelo em pura desordem ou a cor do meu rosto.

— Interrompi alguma coisa? — Perguntou me encarando com aquela expressão. Quis gritar que sim e tomar os lábios de JungKook a força, mas me contentei apenas indo para o banheiro, não dando atenção para sua pergunta, logo esquecida. — JungKook, o Namjoon 'tá me tirando do sério.

— O que ele fez agora? — murmurou em um tom frustrado. Desliguei minha atenção da conversa ao fundo, me encarando no reflexo. Eu não era tão feio, tinha lábios cheinhos como pequenas almofadas, bochechas fofas que se juntavam em uma dança com meus olhos quando eu sorria. Meu abdômen era definido, graças a natação.

— Nada que uma maquiagem não resolva... — Murmurei antes de despir-me para um banho relaxante, com a capacidade de me fazer esquecer brevemente daqueles pensamentos.

[…]

Esfumacei levemente o canto dos olhos, dando os últimos retoques antes de decidir pegar algumas roupas. Minha vinda aqui em outras vezes, me fez ter a incrível ideia de deixar algumas roupas no fundo da gaveta. JungKook não reclamou, pedindo para que eu viesse sempre que estivesse sozinho.

Não sabia bem o motivo por trás daquele pedido. Talvez fosse porque não gostava de ficar sozinho, ou porque queria passar um tempo comigo. Essa última alternativa era o meu motivo. Amava o tempo que passava com ele, me sentia em casa, mesmo que estivéssemos no meio da rua.

Optando por uma calça justa e um moletom do Kookie, percebi que estava arrumado para uma ocasião que eu nem sabia qual seria. Pelo menos, poderia atrair o olhar dele para mim, caso não saíssemos. Respirei fundo antes de voltar a sala que era dominada pela risada engraçada de Jin.

Seokjin tinha a mania de contar piadas sem graça alguma, não faria nem a pessoa mais besta do mundo rir. Mas todos ríamos, porque era impossível não rir quando Jin ria. Se existisse um prêmio da risada mais engraçada, ele ganharia logo de cara.

Os olhares alheios me observaram, embora o único que eu olhasse de volta, era JungKook. Por um momento ele me encarou e eu senti que era a pessoa mais bonita do mundo. Seu olhar desceu acompanhando todos os detalhes que as roupas deixavam passar, em resposta faltou ar no cérebro para que eu sequer raciocinasse.

Quando seus olhos se arregalaram ao parar em minhas coxas, percebi que a calça deixava evidente bem mais coisa do que eu realmente queria. Diferente da sensação de antes, agora eu me sentia vulgar.

JungKook era um manipulador de sensações para conseguir causar toda essa bagunça com um olhar apenas. Sua expressão era como se me comeria ali mesmo, e não seria no sentido canibal.

— Vocês vão hoje lá? — Jin arrancou nossas atenções aliviando a tensão que pairava no ar. Anotei mentalmente de agradecê-lo depois.

— Onde? — Finalmente senti minha voz obedecer meus comandos. Era difícil controlar o que saía dela estando perto daquele sorriso infantil, era difícil até pensar.

— Floricultura. Vão ver o quão chato Namjoon é. Não se enganem pela beleza dele, nem pela inteligência. — Alertou como se estivesse falando de uma cobra peçonhenta. Assenti concordando ainda sem entender o motivo disso.

[…]

Conversamos por tempo suficiente para que eu percebesse, que Jin não nutria apenas desgosto pelo funcionário. Era bem óbvio o cintilar de suas orbes quando pronunciava seu nome, era tão simples que talvez ele nem tivesse noção de seus sentimentos.

Pelo tempo que estava ali, decidimos que seria melhor fazer algo para comer. Obviamente, quem ficou responsável por isso foi eu, já que JungKook não sabia nem fritar ovo, sem queimar o alimento ou a cozinha. E sinceramente, nenhum de nós queríamos comer algo queimado e sem sabor.

Senti um arrepio subir pela espinha enquanto lavava algumas louças, a água estava tão gelada que ao primeiro contato com ela, a sensação foi igual a mil agulhas perfurando minha pele. A cozinha não era tão grande, havia espaço para uma pessoa. Talvez duas se ambas se espremessem pelo local.

— Não é possivel que queira me provocar tanto assim, Jimin. — O sussurro seguinte se chocou contra meu pescoço. Poderia imaginar sua expressão provocante e convidativa o suficiente para que eu perdesse a sanidade e me deixasse levar pelos extintos. — Você está conseguindo.

Minha cintura sentia saudade de seu toque, embora tivesse apenas percebido isso quando ele apertou-a possessivamente. Seus dedos tocaram levemente meu abdômen, causando arrepios novamente. Ele tinha o poder de me causar reações involuntárias. Seus lábios se curvaram em um sorriso quando arfei com seus toques cada vez mais ousados.

Foi nesse momento que decidiu me deixar sozinho com pensamentos nem tão puros assim. Forcei a respiração a se controlar aos poucos, o que não adiantou muito, pois eu ainda tremia e tudo o que eu desejava naquele momento era correr para JungKook. Mas preferi respirar fundo e xingá-lo com todas as palavras feias que conhecia mentalmente.

Nota mental: Lembrar de ficar bêbado o suficiente, para dançar Katy Perry usando apenas fio dental na frente dele


Notas Finais


Eu nem preciso ficar bêbada para dançar até passinho do romano da frente do JungKook
O próximo cap também vai ser especial, porque né?!
Espero que tenham gostado, porque eu gostei muito de escrever.
Seu comentário é muito importante para nós Ficwriter's, assim podemos saber do desempenho da fanfic e se de fato gostam do rumo que ela está tomando.

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https://spiritfanfics.com/historia/loststars-pjmjjk-9515064


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