História Learning to live - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Amizade, Amor, Bullying, Confiança, Felicidade, Juventude, Morte, Órfãos, Romance
Exibições 6
Palavras 818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Mistério, Musical (Songfic), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


LEIAM AS NOTAS FINAIS PLEASE

Capítulo 1 - A garota do ponto


Fanfic / Fanfiction Learning to live - Capítulo 1 - A garota do ponto

   Enfim setembro começava a dizer adeus, deixando o espaço livre para ser ocupado outubro, ou seja, estava cada vez mais perto do fim de mais um período e mais perto da minha adorada liberdade. Já era cerca de 17:30 e sol se punha, de modo que já começavam a surgir as primeiras estrelas aventureiras. Felizmente, nesse horário a universidade já se encontrava mais vazia, de modo que eu pudesse sair pelo portal principal do prédio de engenharias sem maiores complicações. Passei pela mesma passarela de sempre, que separava algumas árvores da rua que agora se encontrava vazia.

  Comecei a divagar sobre assuntos aleatórios, seguindo mecanicamente até o ponto de ônibus como fazia todos os dias por todos esses anos, e como sempre, ele estaria vazio. Pelo menos era o que eu acreditava, tolo. Sentada encolhida em um dos bancos estava uma garota com longos cabelos castanhos que iam até abaixo de sua cintura. Andei devagar até o lado oposto do mesmo banco dela que também era o mesmo que eu me sentava todos os dias, até porque ele era o mais confortável. Coloquei minha mochila de qualquer jeito sobre ao meu lado, e me escorei na pilastra azul que sustentava a pequena cobertura do ponto. 

   Demoraria cerca de 20 minutos até que meu ônibus passasse, por isso, e pelo tédio que me consumia, peguei meus fones de ouvido e liguei em alguma música aleatória que mal prestei atenção, pois a garota ao meu lado passou a me intrigar. Ela virou 180 graus no banco, sem se levantar, de modo a ficar de costas para onde passaria nosso transporte, e passou a balançar as pernas para frente e para trás, como quem se divertia com o simples fato de estar se movimentando. Ela devia ter cerca de 20 anos, mas seu era olhar atento e curioso às árvores, que formavam um pequeno bosque atrás de nós, como uma criança diante de uma vitrine repleta de brinquedos. Seus olhos pareciam adimirar cada detalhe com uma empolgação única, de forma a parecer que era a primeira vez que ela estivesse enchergando. De alguma forma, isso fazia parecer que ela não tinha mais que 8 anos e que a qualquer momento ela sairia correndo até a sua mãe e pediria por um sorvete de chocolate. 

   Não pude continuar a observando, pois logo seu ônibus chegou e ela prontamente se levantou, pegou a mochila e saiu em direção a sua entrada com um lindo sorriso nos lábios, talvez, o mais lindo que eu já tenha presenciado, tão puro e genuino. E assim ela se foi, mas não semantes se virar e buscar meus olhos com os seus. Quando eles se encontraram, ela me roubou o ar, parecia que eu olhava para a propria deusa da juventude.

 

                            

 

                              xxxxx

 

         

  Cheguei em casa e joguei a minha mochila de qualquer jeito atrás da porta. Eu morava em um apartamento de tamanho razoável no centro da cidade, o que siguinificava fumaça, barulho e ter que ficar 40 mim em um ônibus para poder ir para faculdade, claro fora dos horário de pico. 

   Abri a geladeira procurando por algo para comer. Nada. Tive que apelar para o bom e velho macarrão instântaneo, não estava afim de cozinhar hoje. Em cinco minutos, eu tinha um prato repleto de sódio e gordura acompanho de um pseudo suco de fruta cheio de flavorizantes e açucar. Receita perfeita para se sobreviver a fome em dias de preguiças. Comi enquanto via o novo epsódio de uma série qualquer. Coloquei o prato e o copo de qualquer jeito na pia e fui para o banheiro. Comecei a tirar minha camiseta e senti o meu corpo reclamar de dor. Terminei cuidadosamente a tarefa e avaliei os danos no espelho: tinha um hematoma roxo um pouco maior que o tamanho de um punho fechado na região das minhas costelas da direita. Haviam outras manchas, mas menores e menos doloridas, algumas eram igualmente recentes e algumas outras já estavam sumindo. Tomei um banho quente, vesti um short qualquer e fiz uma compressa fria no dado local, enquanto resolvia a pilha de listas de cálculo até adormecer. 

  Acodei assustado com o despertador gritando em cima da cabeceira. Me espreguicei e fui desligar o enfeliz que não parava com aquele barulho irritante. Ótimo, eu estava encharcado com a água do gelo que acabou por derreter durante a noite, se depender da minha sorte eu ganho um belo resfriado de presente. Me aprecei em me arrumar e em comer minha corriqueira panqueca com a minha maçã. 

    Tranquei a porta e rezei para que hoje o dia fosse melhor. Deci até o saguão e caminhei até o ponto de ônibus mais próximo, que fica há mais ou menos uma quadra de distância de onde eu morava. Quando cheguei ao meu destino lotado de pessoas mal humoradas e cansadas, lembrei daqueles olhos e daquele sorriso. Será que eu a veria de novo?


Notas Finais


Heyyyyyyyyyyyyyyyy pessoinhas
IT'S ME,
Não, não é a Adelle
Entonces, antes que me odeiem pelo cap ser pequeno ou ter poucas descrições ou até mesmo ser monótomo, venho dizer que é proposital e daqui alguns caps vcs entenderão o porquê disso.
Não se esqueçam de fazer uma autora feliz e me deixem comentários
XoXo


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