História Learning to live by your side - Capítulo 44


Escrita por: ~

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Tags 5 Seconds Of Summer, Luke Hemmings
Exibições 90
Palavras 1.441
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


CARALHO GENTE QUE SAUDADE MANOOOOOOOO

Tá eu falhei novamente mas agora tá tudo nos conformes, ok?! É que eu tava adiantando coisa do final, revendo alguns capítulos do início e acabei esquecendo que tem que atualizar esse "meio" que falta hehe sou muito distraída

AHHHHH EU TÔ MUITA ANIMADA PARA POSTAR ESSE CAPÍTULO SENHORR quero ver muito a reação de vocês

Ignorem meus surtos e bora ler os devaneios que eu dou no meu celular ^-^

Boa leitura ❤

Capítulo 44 - Goodbye


[Samuel's P.O.V]

 

- Eu ainda não entendi pra quê tanta comida. 

- Para de reclamar, já viu a quantidade de gente que tem aqui?! – exclama e eu rolo os olhos. Lá vem o sermãozinho básico... – Então, pronto. Se você não quiser comer, eu como.

- Já tá escuro, gente. – Dylan chama a atenção de todos – Vamos começar a recolher as coisas e entrar porque eu não vou querer deixar isso tudo sujo e vir limpar de madrugada, como eu sei que vocês também não. – arruma a espreguiçadeira na qual sentava e leva consigo a Jenn.

- Que horas são? – Ashton pergunta do outro lado da piscina. 

- Quase nove. – Let diz – Dylan tem razão, vamos pra dentro de casa que tá tarde e os dois precisam acordar cedo amanhã. – levanta e segue o mesmo caminho do irmão. 

Tendo noção do horário, também me levantei e com uma toalha, começo a secar meu cabelo de qualquer jeito porque se eu entrasse com ele molhado e por algum acaso sujasse ou acabasse estragando qualquer coisa que seja, não restaria nem meio Samuel para contar a história. 

- Você não vem, Lih? – ela nem se deu o trabalho de levantar ou sair da posição em que estava.

- Vou, é que eu tenho que fazer uma coisinha antes... – olha para os lados procurando alguém – Luke, espera. – agarra o braço dele quando todos passavam por aqui para entrar.

- O que foi? – ela o puxa.

- Eu vou é cair fora daqui. – pego minha camiseta e entro, restando somente os dois lá fora.

De vela é que eu não fico mesmo.

- O que a gente vai fazer agora? – pergunto enquanto me jogo no único espaço vazio no sofá.

- Eles vão ficar lá fora? – Letícia diz e eu confirmo com a cabeça. – Ah, não sei. Só pelo amor de Deus, nada que eu tenha que me levantar.

- Ihh, o que isso, Let? Tá mais indisposta do que a Jenn. 

- Vai à merda, tá, Nick?! – diz ofendida e a Letícia se mantém calada.

- Pode ser um filme então? – Michael volta para o assunto inicial. 

- Acho uma boa opção, normalmente a Lili anda muito falante e é provável que seja demorada a conversa deles. – Ashton completa e todo o restante concorda.

A situação na qual nos encontramos não é digamos que adequada, são poucos os que estão sentados de um jeito confortável, uns esmagam o outro e a menoria azarada fica no tapete mesmo. Não quero nem ver quando o casal voltar, aí sim que vai ter guerra porque a princesa vai querer sentar no sofá.

Com certo custo, a pipoca foi providenciada e depois de quase meia hora, deram início ao filme. 

Mesmo estando olhando para a tela da televisão, a última coisa que eu fazia era prestar atenção no que se passava na mesma. Minha cabeça ainda insistia em ficar pensando no quão rápido essas férias passaram, parece que foi ontem que eu cheguei no aeroporto e a baixinha estava lá toda sorridente quando me viu.

É muito difícil encontrar alguém que tope fazer a suas loucuras junto com você. 

Claro que eu tinha outras pessoas pra chamar de amigos além da Lih e da Let, mas sempre batia aquele sentimento de que havia um buraco no meu circulo de amizade e não seria preenchido tão facilmente. 

Ah porra, distância é foda, mas pra tudo há um jeito.

- Nossa, já acabou?! – Amanda solta e eu acordo dos meus pensamentos melancólicos. 

- Sim... Que horas são? 

- Onze e quarenta e cinco, Calum. – Jennifer diz e levanta – Gente, eu já vou indo dormir. – se espreguiça brevemente.

- Mas não vai mesmo. – diz firme e todos se viram ao notar sua presença. 

- Achei que ia dormir lá fora.

- Cala a boca, Letícia. – olha feio para ela – Jenn, fica aí mais um pouquinho. É importante. 

Ela concorda e volta a onde estava.

- Bom, pessoal, o que eu tenho pra dizer não foi de longe planejado e muito menos esperado por vocês como eu posso supor. – puxa o ar com calma – Eu gostaria de agradecer por tudo o que vocês fizeram por mim durante todo esse tempo em que eu magicamente apareci aqui, sem a companhia que têm me oferecido eu não seria nada e todos sabem como foi traumático deixar minha antiga vida lá no Brasil. Caramba, como foi chato aparecer aqui e não fazer a mínima ideia do lugar onde eu estava e com quem eu poderia contar, mas graças a um milagre eu já superei isso e tenho mais pessoas do que pude imaginar para nomear meu amigo ou amiga. – balança os pés e eu rio ao notar sua mania antiga e engraçada – Claro que tiveram muitos momentos de discussão e muitas horas nas quais eu quis esganar o pescoço de uns aqui, né, nada é perfeito e ainda que não é também. Coisas normais me cansam. – ri fraco – E devido ao jeitinho de vocês, eu tive que encontrar uma forma de lidar com a personalidade de cada um. Não foi fácil, e eu também sei que a minha também está longe de ser a mais normal mas eu consegui. Com o tempo, fui aprendendo a viver ao lado de cada um, e a admirar as qualidades alheias mesmo não demonstrando da melhor maneira possível. Eu só tenho a agradecer, no meio de tanta confusão eu consegui descobrir uma luz e isso só foi viável graças a vocês. Obrigada pelo carinho, pelas broncas, e principalmente, pelo companheirismo que me foi dado durante estes seis meses que eu passei aqui. Eu não faço a menor ideia se eu mereço tudo isso mas sei que me esforcei muito para conseguir tudo o que imaginei ser bom pra mim. E, não sei, acho melhor eu para de falar senão eu vou começar a chorar logo, logo. – passa as mãos no rosto e sorri sem graça.

- Aí, amiga, que lindo. – Let diz com a cara vermelha e banhada em suas próprias lágrimas. 

- Cara, as vezes você fala merda mas outras você dá uma de filósofa, sabia?!

- Seja mais delicado, Nicolas, tá a maior cena afetiva aqui e você estraga o clima. – Rebecca repreende, o olhando feio igualmente às outras meninas que não estavam muito diferente da Letícia. 

- Tudo bem, foi mal.

- Uhnnn, então era só isso mesmo que eu queria falar. – ela diz ainda inerte – Eu tenho que ir dormir, boa noite. – acena desajeitada e puxa Luke consigo para as escadas.

- Alice! – Thomas a chama e levanta - Eu que tenho que te agradecer, nós te agradecemos. – ela corre apressada na direção do amigo e o abraça.

Todos começam a levantar e a fazer o mesmo que ele.

 - Ah, Lih, não chora. – digo limpando as lágrimas de seu rosto – Não fica assim, essa é a sua história. Você é uma praticamente uma mulher cheia de garra e determinação. – brinco com o fato de ela ainda não ter dezoito embora não tirasse todas as qualidades que dei a ela.

- Bobo. – ri com o rosto colado ao meu peito.

- Certo, não vou retrucar. – nego com a cabeça, rindo – Mas saiba que tudo passa, você melhor do que ninguém sabe que a distância não é nada quando o coração permanece onde você quer estar. – digo sorrindo e ela concorda da mesma maneira que eu.

(...)

 

- A gente poderia ter vindo de moto. – com uma das mãos, arrumo o cabelo olhando na câmera frontal do meu celular.

- Não poderia nada, não é você quem iria pilotar morrendo de sono. 

Depois do fora que ela me deu, ficamos em silêncio durante um breve momento mas logo voltamos a conversar normalmente. E em cerca de vinte minutos, chegamos ao aeroporto.

- Vamos? – pergunto já fora do táxi enquanto ela demora um pouco mais falando com o taxista. 

- Aham... – fica ao meu lado e assim começamos a caminhar.

[Alice's P.O.V]

 

Como foi difícil dizer adeus ao Sam de novo, meu coração se apertava como na primeira vez em que tive que fazer isso. Mas ele está certo: a distância não é capaz de diminuir nenhum sentimento se ele for verdadeiro, e pode ter certeza de que eu carregarei essas palavras por onde andar.

Cruzo a entrada do aeroporto e encontro o mesmo táxi o qual vim numa área mais reclusa.

- Mais uma vez obrigada, moço. – agradeço, pegando a mala no banco do carona.

- Não foi nada, Senhorita. Boa viajem! – diz sorridente e eu agradeço.

E novamente eu me direciono àquele lugar no qual vim e no qual eu deixarei minha nova vida para trás.

 

 


Notas Finais


Como eu fiquei louca escrevendo esse capítulo, vocês não fazem ideia pqp

Agora que eu to livre da escola pretendo atualizar com mais frequência porque agora eu sei exatamente o que escrever e não tem como dar bloqueio agora vou até rezar e colocar isso no potinho dos desejos.

Gostaria muito que nessa reta final vocês falassem o que vem achando e o que esperam a partir daqui já que houve uma grande reviravolta nas coisas e o rumo de tudo mudou.

Perdoem os erros, o tamanho do capítulo e o horário cretino às minhas leitoras que tem aula amanhã.
#FAVORITEM #COMENTEM #DIVULGUEM

Bjokas. Nanda❤


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