História Lefgreen's Story - Capítulo 8


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Palavras 692
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Fantasia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi!

Mais um capítulo, espero que gostem!

Capítulo 8 - Nascimento


Três semanas se passaram e a notícia da guerra deixou toda Lefgreen assustada. Em Denerim ninguém acreditava que o rei houvesse roubado a criança do rei de Victoria. No entanto, o mesmo sempre repetia que Adrian havia roubado seu filho e que por isso iniciaria uma guerra.

            Todos os soldados foram chamados para a guerra, que havia começado dois dias após o seu anúncio. No entanto, a cada dia que passava haviam mais mortes.

            Adrian, August e todos os homens de Lefgreen com mais de 18 anos foram chamados à guerra, restando apenas os mensageiros e guardas reais, que protegiam o castelo, enquanto as mulheres, desesperadas, aguardavam ansiosas, notícias de seus maridos, pais e filhos.

            Passou-se mais um mês e Adrian ainda em guerra, fora chamado às pressas por um mensageiro. Sua esposa Weysni estava tendo a criança que esperava.

            Ouvindo a notícia, Adrian sai correndo, muito nervoso e junto com August, corre em direção ao palácio.

                                                              

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- Calma minha rainha. Vai dar tudo certo. – diz Ellianor, a dama de companhia de Weysni.

 

            Weysni estava muito fraca e desesperada, pensando que não iria conseguir trazer seu filho ao mundo. Ao seu lado, haviam Sarah, sua mãe Marry e Ally, além de Ellianor e da parteira, Cínthia.

            Cínthia era amiga de Ally desde que Ally havia chegado à cidade e fora chamada pela amiga, com o objetivo de desaparecer com a criança ao nascer.

 

- Ok, ok. – disse Cínthia – Eu não posso trabalhar com tantas pessoas aqui. Somente duas podem ficar.

- Por favor – disse Weysni, muito fraca – minha mãe, minha sogra, eu gostaria que a Ellianor e a Ally ficassem aqui comigo.

 

            As duas concordaram e saíram rapidamente do quarto. Assim que elas saíram, Ally ouviu uma notícia que a deixou completamente confusa. Sua prima havia acabado de convidá-la para ser madrinha de seu filho.

 

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- Será que nós vamos chegar a tempo? – perguntou Adrian nervoso e preocupado.

- Fique calma maninho, nós vamos chegar sim. – mentiu August, que a cada oportunidade, fazia com que eles se atrasassem mais, tomando um caminho errado ou tendo que parar por alguns instantes.

- Parece que quanto mais nós caminhamos, mais longe fica.

- Não, é só impressão sua. – dissimulou August.

 

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- RAINHA, RAINHA. – gritou desesperada Ellianor, quando Weysni desmaiou.

- Rápido, vá buscar mais água quente. Corra. – disse Cínthia.

 

            Ellianor saiu correndo e quando voltou, viu Ally com a criança no colo, enquanto Cínthia tentava reanimar Weysni.

            Quando acordou, a rainha viu seu filho e ainda meio tonta, soube que sua vida mudara e que nada mais seria como antes e que aquela criança era agora a coisa mais importante de sua vida.

 

- É um menino. – disse Ally, entregando o bebê à prima.

- Meu filho. – disse pegando o filho e dando um beijo em sua testa, deixando as lágrimas caírem.

 

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- E seu irmão onde está alteza? – perguntou o guarda que acompanhava Adrian.

- Eu não sei, já faz umas três horas que não o encontro, acho que se perdeu. Mas eu não posso esperá-lo mais, tenho que ir ver minha esposa. – falou, voltando a correr.

 

            De trás de uma árvore, uma figura sombria observa tudo.

 

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            Weysni estava sentindo muita dor, então aplicaram-lhe um remédio muito forte. Ao acordar, muito zonza, viu Cínthia saindo com seu filho no colo. Muito tonta, fraca e sem voz para gritar, viu seu filho ir embora sem poder fazer nada.

 

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- Onde está minha esposa e meu filho? – Adrian perguntou ofegante e preocupado, assim que chegou ao palácio, vendo nos semblantes tristes e ao mesmo tempo nervosos, que alguma coisa havia acontecido.

 

            Ao receber a notícia do desaparecimento de seu filho, Adrian teve a impressão que o mundo havia caído sobre sua cabeça, sendo tomado por um sentimento desesperador de terror.

            Aterrorizado, foi correndo em direção à mulher, que desesperada, se consumia em lágrimas.

 

- Nosso filho Ad. Nosso menino... – a mulher falava ente soluços, as lágrimas incessantes caindo por seu rosto.

 

            Adrian a abraçou com muito amor e ambos passaram a noite abraçados, afundados em sua dor.


Notas Finais


É isso.
Espero que tenham gostado!


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