História Legacy - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Deuses, Egípcia, Escola, Grega, Internato, Legados, Loki, Mitologia, Nordica, Poderes, Romana, Ruiva, Vikig
Exibições 7
Palavras 3.295
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Escolar, Ficção, Magia, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Demorei, mas cheguei!
Essa vida de estudante universitário é sempre uma loucura, e agora com as féria de natal chegando parece que os professores querem repor todas as aulas q eles faltaram durante o ano kkk
Espero q gostem do cap

Capítulo 2 - Legado De Um Dos Grandes


Gyda começou a nos separar em grupos aleatórios, ou talvez os grupos tivessem alguma lógica secreta que nós não sabíamos. Nós parecíamos estar sendo preparados para o abate. A agitação e empolgação de minutos atrás havia se esvaído enquanto os grupos eram formados. Procurei por Ulf e reparei, com alivio, que ele estava ao meu lado.

- Muito bem jovens legados, todos vocês irão passar pelo Teste agora - Gyda diz e de alguma forma sua voz era amplificada por toda a sala

Murmúrios começaram a se espelhar pelo local. Todos estavam ansiosos por isso, afinal o Teste era o principal motivo de todos estarem ali. Descobrir o sangue de qual deus corria em suas veias, descobrir qual seria o seu destino

- Em frente a cada grupo estão três portas, antes de passarem por estas portas uma amostra de sangue será coletada, em seguida vocês serão induzidos a uma espécie de coma. Se vocês forem fortes o bastante vocês irão acordar e terão uma tatuagem em seus pulsos

A sala entrou em alvoroço, acho que todos estavam tão surpresos quanto eu sobre a parte do coma

- Coma? -Ulf sussurra no meu ouvido - Há uma chance de nunca sairmos daqui conscientes?

- Ser um legado não parece tão legal agora, não é mesmo? - retruco com ironia

- Nenhum pouco

- Silêncio - ela diz e sua voz reverbera pela sala calando a todos - Agora precisamos de três corajosos voluntários de cada grupo

Éramos em três grupos, mas ninguém parecia muito ansioso para enfrentar as portas agora que sabiam do suposto coma, entretanto era melhor ir de uma vez do que ficar esperando e imaginado o que estava acontecendo lá dentro

- Eu vou - falo dando um passo à frente

- Sua coragem será reconhecida legado. Qual o seu nome?

- Érika, Érika Sigtrygg

- Muito bem. Dirija-se a primeira porta - assinto e vou até lá ignorando os olhares dos demais

Ao me aproximar da porta um homem já estava com uma seringa pronta na mão então eu apenas arregaço a manga do meu casaco e estendo meu braço em sua direção. Ele retira uma amostra generosa do meu sangue e depois conecta a seringa em alguns fios próximos ao painel da porta que se ilumina com o meu nome.

- Beba isso - diz me entregando um líquido transparente em um copo - Assim que você passar pela porta sente-se na cadeira e aguarde o efeito do soro - assinto e ele abre a porta para mim - Boa sorte

Entro naquele lugar que não se passava de uma sala escura com uma espécie de poltrona no meio. Seguindo as instruções do homem me sento na poltrona imediatamente e aguardo o efeito do soro, seja lá o que isso significa. Em alguns segundos meus olhos começam a ficar pesados e eu começo a perder o sentido do meu corpo, então eu finalmente fecho os meus olhos.

Quando eu abro os olhos novamente a sala já não era tão escura. Agora ela era de um vermelho tão vivo quanto os meus cabelos e eu temia o que isso significava

- Já estava na hora de você acordar - uma voz forte diz de algum canto da sala

- Loki...

- Sabe... A maioria das pessoas nas raras vezes que vem aqui diz meu nome como uma pergunta às vezes até com deleite, mas nunca com tanta insatisfação - fala se materializando na minha frente

O deus do fogo, das travessuras e da transfiguração era alto e musculoso e possuía os cabelos negros na altura dos ombros e os olhos verdes como os meus e essa semelhança me aterrorizava

- Eu não sou a maioria das pessoas

- Isso eu sei de fato pequena Érika e você também saberá em breve - diz enquanto andava em círculos ao meu redor

- O que quer dizer com isso?

- Você é... Especial

- Como assim? - pergunto ficando confusa

- Digamos assim... Qualquer um poderia vir marcá-la hoje. Você poderia ser o legado de qualquer um

- Não... Isso... Isso é impossível. Apenas o sangue de um deus corre em minhas veias, é assim que funciona

- É mesmo?

- Se qualquer um poderia vir, por que você veio?

- Porque você carrega a minha marca nesses seus cabelos cor de fogo, seria mais discreto se eu viesse

- Isso não está fazendo nenhum sentido... Isso faz parte do Teste?

- Essa é a questão pequena Érika. Você não precisa de nenhum teste você só precisa de uma marca... Ou eu deveria dizer marcas

- Marcas? Você está fazendo menos sentido cada vez que se explica - ele suspira

- Você é tão especial pequena Érika que para convocar o poder do fogo você pode usar a minha marca a marca de Hefesto, a de Rá e a de Vulcano

- Mas... Mas eles não são nórdicos

- Exato

O lugar a minha volta começa a ficar extremamente quente e eu sinto uma ardência quase insuportável no meu ombro esquerdo. Chamas começam a subir ao meu redor e ficam cada vez maiores

- Por que você começou um incêndio? - eu perguntei exasperada

- Eu não comecei, você começou

Quando olho para minhas mãos vejo que elas estavam abertas e que haviam chamas saindo delas e que, apesar de tudo ao meu redor parecer estar queimado, eu estava intacta minhas roupas estavam chamuscadas, mas tirando a ardência no meu ombro nada havia acontecido comigo

- O que eu sou?

- Você é um legado de Loki, pelo menos é isso que deve dizer para todos

- Mas o que eu sou realmente? - pergunto aflita

- Vá ao templo das nornas, ou a um oráculo os dois irão funcionar, mas vá sozinha - ele diz e se aproxima de mim agarrando o meu pulso para me dar a minha marca - Não conte para ninguém sobre sua marca no ombro

E quando eu abro os olhos novamente eu estou na salinha escura que eu havia entrado com a poltrona levemente chamuscada. Olho para o meu pulso e estava ali a tatuagem da serpente em chamas de Loki provando que tudo aquilo que eu havia vivenciado era real. Eu era um legado dos quatro grandes e ainda tinha algum tipo de segredo que não podia revelar para ninguém

Assim que eu me levanto da cadeira sinto uma dor no meu ombro e quando retiro o meu casaco para ver do que se tratava vejo uma enorme tatuagem vermelha ali - normalmente as tatuagens dos legados eram pretas -  e suspiro

- Parece que eu nunca mais vou usar blusa sem manga - digo tentando descontrair um pouco a situação e saio pela porta do lado oposto ao que havia entrado

Assim que saio da salinha olhares surpresos de vários adolescentes me encaram e eu fico surpresa, pois eu havia sido a primeira a entrar. Por quanto tempo eu havia ficado inconsciente?

- Você está bem legado? - Gyda pergunta se aproximando com cautela

- Sim

- Vá se juntar aos demais legados do seu grupo - ela completa e eu começo a procurar por Ulf

Assim que eu o encontro ele corre em minha direção e eu instintivamente corro na dele.

- Érika! Você está bem? - pergunta colocando as mãos em meus ombros

- Ouch! - falo me contraindo por ele ter tocado o local da minha nova tatuagem

- O que aconteceu lá dentro? - pergunta preocupado - Qual é o seu legado? - pergunta puxando o meu pulso, mas eu o escondo

- Qual é o seu? - pergunto tentando ganhar tempo.

Não estava pronta para revelar que eu era um legado de um dos quatro grandes. Não sabia ao certo o que isso significava, mas sabia que era algo importante, principalmente tendo em conta que não havia um legado viking de um dos grandes há anos

- Jord o mesmo do seu irmão. Qual é o seu? - ele insiste na pergunta eu hesitantemente estendo meu pulso não sabendo o que esperar

- Santo Odin! ela fala eu um tom alto o suficiente para chamar atenção de algumas pessoas ao nosso redor

- Shiu! - falo tapando sua boca - Fale baixo

- Você... Você é um legado de Loki - ele sussurra

- Me diga algo que eu não sei

- Érika, isso é... Maravilhoso - diz querendo ver minha tatuagem mais uma vez, porém eu a tapo

- Diga isso por você - murmuro

- Você tem noção de quantos de nós morreriam por ser um legado de um dos quatro grandes?

- E você tem noção das chances que eu tenho de morrer por ser um? - retruco irritada

- Desculpa... É só que...

- Você sabe por que legados dos quatro grandes são tão raros Ulf? - pergunto irritada

Eu sabia, meu pai fazia questão de me contar já que o bisavô de seu melhor amigo havia sido um legado de Thor, mas não havia durado muito. Legados dos grandes eram caçados, caçados pelas criaturas nórdicas ou simplesmente monstros.

A maioria das pessoas gostava de dizer que isso tudo era uma lenda e que ser um legado de um dos grandes era algo tão impossível que os invejosos que não tinham o poderoso sangue de um dos quatro nas veias inventaram essa história, mas o meu pai pensava diferente, já que ele cresceu ouvindo a história de que o bisavô do seu melhor amigo, um legado de Thor havia sido caçado e morto não por um dos inimigos do deus, o Jörmundgander - também conhecido como Serpente do Mundo. Então eu não estava tão feliz assim por ser um legado de um dos quatro grandes

- Se você me disser que acredita em toda aquela besteira de monstros eu vou começar a duvidar da sua inteligência Érika

- Eu realmente espero que você esteja certo, Ulf

- Eu geralmente estou - ele complementa confiante

Antes que eu possa pensar em um contra-argumento Gyda volta a falar dessa vez em um palco mais centralizado. Sua voz novamente reverberava pela sala

- Muito bem legados, sei que todos devem estar cansados e com fome. Prometo que logo vocês serão encaminhados para o refeitório, mas antes precisamos separá-los em grupos

Todos começaram a ficar agitados e o lugar ficou barulhento, mas Gyda logo clamou por silêncio e prontamente foi atendida

- Os legados de Balder, Uller, Bragi e Forseti podem se dirigir para a porta onde receberão instruções e novos uniformes - fala apontando para uma porta enquanto um grupo de pessoas começava a se movimentar

Gyda ia chamando os legados em grupos de três ou quatro deuses, todos eles com ligações entre si. E quanto mais a sala se esvaziava mais nervosa eu ficava. Um pequeno grupo de pessoas sobrou sabia que algumas delas eram legados de Jord pois Ulf ainda estava lá e, para ajudar no meu nervosismo, ele ficava me olhando de esguelha a cada segundo

- Os legados de Jord, Aegir e Tyr podem se dirigir a porta - Gyda fala e todas as pessoas da sala começam a ir até o local indicado, menos eu

Eu fico ali parada sentindo aos poucos os olhares de todos os adultos que estavam nos supervisionando se voltarem para mim e começo a ouvir palavras como "não pode ser", "isso é impossível". Até que Gyda finalmente, ou infelizmente, me notou e veio até mim percebendo o alvoroço que a minha presença estava causando

- Legado...?

- Érika - respondo, embora ela não tenha feito nenhuma pergunta

- O que ainda faz aqui?

- Meu.. Ahn... Você não chamou o meu legado - falo hesitante

- Isso é impossível - diz pegando meu pulso

Tudo pareceu ficar em câmera lenta, ou pelo menos, a forma como a expressão da instrutora mudou ficou. De entediada sua expressão foi para completo choque e depois para completo entusiasmo e em seguida para confusão

- Como... Como isso é possível? Eu nem sei o protocolo para isso - murmurou, provavelmente para que eu não ouvisse

- O que eu devo fazer? - pergunto tentando soltar meu pulso do seu aperto o que parece tirá-la de seu transe

- Passe pela porta e corra para alcançar o outro grupo. Irei até o conselho para saber como proceder - disse com sinceridade

Eu assinto e corro até as portas por onde todos passaram torcendo para que eu ainda conseguisse alcançar o grupo de Ulf. O corredor pelo qual eu estava correndo era enorme e depois de alguns minutos correndo encontro o grupo de Ulf terminando de receber as instruções

- Muito bem, agora se aproximem para pegarem seus uniformes - o homem diz - Por favor, não se esqueçam de pegar o uniforme de acordo com o seu legado - ele conclui e eu reviro os olhos

Ótimo, agora eu nem tinha um uniforme específico para mim. Respiro fundo e começo a fazer meu caminho pelo mar de gente e percebo que o instrutor ainda estava ali, vou em sua direção e encosto em seu braço para que ele me note

- Tem alguma dúvida? - pergunta entediado

- Na verdade sim... Onde posso encontrar meu uniforme?

- Qual é o seu deus? - pergunta enquanto olha para as diversas pilhas de uniformes cada um ornamentado conforme o seu deus

- Lo-Loki - digo baixo, mas o instrutor escuta

- Não estou aqui para brincadeiras criança! Qual é o seu legado!

- Eu também não estou brincando - falo mostrando meu pulso e ele arregala os olhos

- Desculpa - ele fala rapidamente - É que todo ano algum engraçadinho faz essa piada

- Não há problema - respondo - Só gostaria de saber se há algum uniforme para mim

- Eu acredito que não, mas posso lhe dar o uniforme padrão. É o que entregamos quando não há uniformes suficientes - ele diz me entregando o uniforme com as mãos trêmulas

- Obrigada - falo pegando o saco e indo até os trocadores

Entro no primeiro trocador que encontro disponível e começo a me vestir. O uniforme era simples uma calça colada ao corpo, preta e uma blusa - com manga para a minha sorte - também preta. No centro da blusa continha uma Mann, uma runa que representava a humanidade, em um tom preto brilhante que se destacava do preto fosco da camisa. Enquanto eu me vestia eu parei para analisar melhor a minha nova tatuagem no ombro. Era um círculo com uma borda com vária runas desenhadas e dentro desse círculo havia um desenho do que parecia ser tridentes - oito tridentes cujas bases se encontravam formando um círculo - mas com pontas diferentes.

Minha pele ainda estava sensível, mas se podia ver claramente que a tatuagem era vermelha não pelo sangue como eu esperei que fosse. Com um longo suspiro coloco minhas roupas no saco onde estava o uniforme e saio do trocador e continuo seguindo o resto do grupo indo parar em um refeitório. Comida, finalmente.

Entro na fila para pegar a comida e meu estomago começa a protestar pela falta de atenção que havia recebido. O prato do dia não parecia muito apetitoso - peixe e arroz - mas a fome falava mais alto. Começo a olhar as pessoas no refeitório procurando pelos cabelos loiros de Ulf, por um segundo me sinto no ensino médio novamente, até que eu finalmente o encontro e quase corro até ele me sentando ao seu lado, que para a minha sorte, estava vago

- O que você está fazendo aqui? - ele sussurra, afinal era para nos sentarmos com pessoas que tinham o mesmo legado que o nosso o que no meu caso não incluía ninguém além de mim

- Gyda não sabia o que fazer comigo, então ela me mandou ficar com o seu grupo até ela descobrir - sussurro de volta

- E você está bem? - Ulf pergunta e me sinto bem por ter feito um... Amigo? Sim um amigo

- Não... - respondo com sinceridade e eu deveria ter feito uma cara de pânico muito engraçada pois Ulf começou a rir

- Isso não tem graça - falo lhe dando um cutucão

- Na verdade, é muito engraçado de onde eu estou vendo

- Eu gostaria de lembrar a você que em breve eu vou poder fazer fogo com as minhas próprias mãos - sussurro, mas ele não se abala

- E eu vou poder fazer o chão tremer - eu paro de comer e o encaro

- Duas coisas. Em primeiro lugar, não são todos os legados de Jord que conseguem fazer isso e você sabe e em segundo se você conseguir fazer isso não vai ser sempre que você vai estar com a pulseira de sangue de Jord e se você estiver não é algo tão difícil de tirar - falo e ele engole em seco

- Me lembre de morrer seu amigo - diz e é minha vez de rir

- Ora, ora olha quem está aqui - uma voz que eu conheço muito bem fala

- O que você quer Ax?

- Perdi o sorteio e fui obrigado a vir recepcionar os novos legados, então não se preocupe maninha não estou aqui por sua causa - fala e me analisa por um segundo

Imediatamente escondo meu pulso. Não estava preparada para contar para ele. Meu irmão tinha muito orgulho de ser um legado de Jord e ele podia jurar que ele morreria sendo o legado mais alto da família, por mais que nós não nos entendêssemos tão bem tirar isso dele não me parecia justo, embora isso não fosse minha culpa

- Não se preocupe maninha, você não precisa esconder seu pulso. Tenho certeza de que se você está sentada nessa mesa você é um legado de Aegir ou Tyr, talvez até um legado de Jord - ele fala rindo - Me deixe ver seu pulso

Ax tenta pegar meu pulso, mas eu não deixo que ele o puxe e ele revira os olhos ficando impaciente

- Cara, você realmente não vai querer fazer isso - Ulf fala

- Manda o seu namorado não se intrometer. Ele pode ser um Jord, mas isso é assunto de família - Ax diz e se agacha na minha frente

- Ax, por favor, não me faça mostrar meu pulso - eu imploro em um tom baixo

- Pelo amor de Odin, Érika! Ou você é um legado do deus da terra, do deus do céu ou do deus do mar

Ele tenta argumentar, mas eu continuo a me recusar a mostrar meu pulso. Eu não queria mostrar a mais ninguém. Ninguém precisava saber que eu era um legado de um dos grandes. Eu consegui esconder isso até agora, tudo bem que só se passaram algumas horas, mas talvez eu pudesse esconder até Gyda descobrir o que fazer comigo

- Érika! - Ax fala se levantando perdendo a paciência

- Tudo bem... - eu falo respirando fundo - Mas não diga que eu não te avisei

Coloco uma mão sobre meu pulso e o levanto tirando a mão de cima revelando a tatuagem de uma serpente negra em chamas formando uma espiral com apenas uma volta. Todos ao meu redor ficaram em choque o refeitório aos poucos entrou em silêncio total

- Você... É... - Ax começa a falar

- Sim - eu digo cabisbaixa

- Érika Sigtrygg, por favor se dirija para a saída do refeitório para receber instruções sobre o seu legado - uma voz reverbera pela sala

E assim todos ficaram sabendo meu nome e quem eu era. Eu era o maldito legado de um dos grandes, o maldito legado de Loki. A maldita novidade


Notas Finais


E ai?
Gostaram dos novos deuses?
No próximo já vão aparecer as outras mitologias <3


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