História Legado - Corações e Destinos - Capítulo 1


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Categorias Inuyasha
Personagens Ayame, Bankotsu, Byakuya, Hakudoushi, Inu no Taishou, Inuyasha, Izayoi, Jaken, Kaede, Kagome Higurashi, Kagura, Kanna, Kikyou, Kirara, Kohaku, Kouga, Miroku, Myouga, Naraku, Onigumo, Personagens Originais, Rin, Sango, Sesshoumaru, Shippou, Toutousai, Youkai Satori
Exibições 22
Palavras 2.413
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


No império das Terras do Oeste, Inuyasha e Kirara descobrem que...

Após décadas, Naraku...

Tsubaki enfim consegue...

Yo!

Essa fanfiction pertence a saga que começou com "Yukiko - A última descendente do clã Tenhana no Tsukishiro" (mãe de Oyakata e avó de Inuyasha e Sesshoumaru). Depois dessa veio "Inu no Taishou - O lendário cão branco do Japão" ( pai de Inuyasha e Sesshoumaru) e agora, a terceira fase com essa fanfiction "Legado - Corações e Destinos" (sobre a jornada dos dois irmãos, Inuyasha e Sesshoumaru).

O link para a fanfiction anterior, pertencente a essa saga, se encontra nas notas finais. Essa saga terá quatro fases, ao todo.

Tenham uma boa leitura ^ ^

Capítulo 1 - A preocupação de Inuyasha


Fanfic / Fanfiction Legado - Corações e Destinos - Capítulo 1 - A preocupação de Inuyasha

1550 DC - Era Muromachi - Sengoku Jiidai (戦国時代)

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Dez anos depois, Inuyasha retorna para o império das Terras do Oeste e após Kirara pousar no enorme pátio, o hanyou se dirige até uma espécie de coberta que foi construída em torno do esquife de Kikyou. Olhar aquela que amava com toda a força do seu coração, presa naquele esquife, dilacerava o seu coração e a culpa o perseguia sem trégua.

Por mais que ele tenha andado por todo o arquipélago em busca de uma solução, somente descobriu que o melhor seria deixar o cristal quieto, pois, a estava curando, sendo que a dor da espera era angustiante.

As orelhas de Kirara estão abaixadas, enquanto olhava o sofrimento de seu amigo. Era palpável a dor dele e igualmente angustiante.

Já, Kuroko, estava olhando desolado para a sua amiga e o hanyou podia sentir o cheiro dele, forte no local, indicando que ele costumava ficar por horas a fio, ali, sendo que outro odor os havia alarmado, pois, o príncipe e a sua amiga de infância, reconheciam quem era a dona de tal odor e este era forte, indicando que ela também ficava várias horas perto do esquife e o hanyou teve que conter com muito custo um rosnado no fundo de sua garganta, enquanto que Kirara começava a rosnar.

A dona do odor asqueroso na visão do príncipe se aproxima e o mesmo assume uma posição defensiva, enquanto uma sacerdotisa idosa que exibia uma feição triste entra no local.

O hanyou notou que Kuroko dava um leve rosnado, sendo visíveis os seus pêlos levemente arrepiados, indicando que aquela pessoa era tão bem-vinda quanto um carrapato e concordava com ele.

De fato, a sacerdotisa que se aproximava, exibia um semblante triste quando olhava para o esquife onde tinha a sua irmã mais velha, pois, Inuyasha reconheceu o odor como sendo de Kaede.

Porém, algo dentro dele e de Kirara, lhe diziam que não era de confiança e pelo que o hanyou via do comportamento de Kuroko, o mesmo também não confiava nela, mesmo convivendo diariamente com a velha sacerdotisa.

- O que faz aqui? – ele pergunta em tom intimidante.

Ela se vira e se curva ao príncipe, falando respeitosamente:

- Sou Kaede, irmã de...

- Este Inuyasha sabe que é Kaede. A identifiquei pelo seu odor. Desejo saber o que faz aqui. Pelo que me lembro, há mais de cinquenta anos atrás, não foi amigável com a sua irmã. Ao contrário. Somente a fez sofrer.

- Eu me arrependo tanto de tais palavras. Com os anos, fui percebendo o quanto eu fui cruel e perversa. Passei a orar, implorando pelo perdão de Kikyou e motivada pelo desejo de pedir perdão a minha amada irmã, após tomar coragem de ousar olhar em seus olhos, embora fosse indigna de tal ato, cheguei a essas terras há alguns anos atrás. Fiquei estarrecida e desesperada, quando soube o que aconteceu com ela. Dia após dia, venho pedir o seu perdão e espero conseguir revê-la antes de morrer, já que estou muito velha. Minha irmã querida... – ela fala, afagando o cristal, enquanto chorava.

Inuyasha descobriu que pela primeira vez em sua vida, as lágrimas de uma mulher não lhe incomodavam, o que era estranho. Normalmente, as lágrimas de qualquer mulher o faziam sentir pena e possuíam uma influência considerável. Mas, perante ela, não lhe influenciavam e se questionava se era algum sinal e que devia ficar atenta a esse indício.

Então, ele se afasta, falando, sendo que Kirara o segue, assim como Kuroko, sem deixar de olhar, seriamente, para a velha sacerdotisa:

- Este Inuyasha ficará de olho em você. Se soubesse que estava perto da Kikyou-chan, teria voltado o quanto antes. Se pudesse expulsá-la, assim faria. Infelizmente, quem possuí o poder de fazer isso é o meu chichi-uê. Quem dera que este Inuyasha tivesse tal poder.

- Eu entendo que tivemos alguns problemas, mas, saiba que me desespero pela minha anee-uê. Eu quero vê-la livre desse esquife, para que possa pedir perdão. – ela fala com lágrimas nos olhos.

Inuyasha estreita os olhos para ela, para depois se afastar e quando ele está longe o suficiente, Kaede olha com ódio para o hanyou e pensa consigo mesma:

“Você não perde por esperar, bastardo. Como ousa falar dessa forma comigo, cão ordinário? – ela pega um nenju no kotodama e sorri malignamente, quando sente o objeto em sua mão – Veremos como age com essa nenju no kotodama em seu pescoço, ou seja, uma coleira, bastardo.”

Então, ela esconde, novamente, em seu haori a nenju no kotodama e pega um pequeno espelho, olhando o mesmo e ficando desanimada, pois, significava que a sua sensei, Tsubaki não conseguiu providenciar o que era necessário, ainda.

Ela suspira, sendo que odiava ver a sua imagem de velha no espelho, já que havia aprendido a técnica de Tsubaki e tinha os seus youkais confinados em um de seus olhos, garantindo juventude eterna.

Porém, precisa fingir que envelhecia para não levantar suspeitas. Ver o seu rosto tão velho, quando olhava no espelho era desesperador. O seu ódio por aquele clã apenas aumentava e suas mãos tremiam de desejo de por uma coleira no filho bastardo do cão ordinário, a seu ver.

Suspirando, torna a escondê-lo e finge orar em frente a irmã mais velha, enquanto que na verdade, estava ansiosa para colocarem o seu plano em prática, para que assim, pudesse ser jovem novamente e ao pensar nisso, o seu olho direito brilha.

Há centenas de quilômetros dali, nas ruínas de um templo, desgastado pelo tempo, Naraku caminha dentre os vestígios do outrora templo, que no passado, a muito esquecido, era o lar do clã Asa no Tenuta. Ele estava há vários dias no local e ainda podia sentir o vestígio de poder espiritual que lhe atacava.

Porém, estava fraco e por isso, apenas o incomodava, enquanto ele sentia que as suas marionetes estavam vencendo uma guerra, longe dali, fazendo ele sorrir.

Enfim, após vários dias, encontra o vestígio da única lápide que havia no local e rapidamente, estende o seu braço, tornando-o comprido, começando a cavar com cuidado, ficando satisfeito ao encontrar a única urna funerária em forma de vaso, ainda intacto, com as cinzas de uma mikohime, provavelmente, uma das últimas do clã Asa no Tenuta, justificando assim o fato de que a urna funerária, ainda estava intacta.

Após pegar o vaso funerário, ele se retira, indo ate onde estavam as suas marionetes que emprestou a Tsubaki.

Há dezenas de quilômetros dali, a kuro miko,Tsubaki, usava também os seus youkais, enquanto amaldiçoava vários soldados, fazendo-os cair, sendo que era questão de tempo, praticamente algumas horas, para o exército daquele han ser totalmente subjugado.

Então, ela sente uma grande concentração de jyaki e ao olhar para o lado, vê uma nuvem de youkais e na frente deles, Naraku, que pousa ao lado dela e fala:

- Precisamos derrotá-los, antes que kitoumes (sacerdotes), miko (巫女 -sacerdotisa), monges e Youkai taijiya (妖怪退治屋)cheguem. Consegui interceptar alguns mensageiros. Porém, não duvido que algum tenha conseguido escapar vivo para buscar ajuda.

- Entendo.

Com um sinal dele, os youkais avançam e começam a estraçalhar os humanos, com muitos se alimentando deles, para depois Naraku e Tsubaki avançarem em direção ao castelo.

No castelo, o senhor feudal estava aterrorizado e exclama ao seu general:

- Como assim?! Cadê os sacerdotes e os Youkai taijiya?!

- Provavelmente, nossos mensageiros foram interceptados, meu senhor. Acredito que talvez um deles tenha conseguido sair do cerco.

- Por que aquela kuro miko está me atacando? E como ela pode usar tantos youkais?

- Saibam que eu não tenho vocação para pedir e sim, exigir. Quanto aos youkais, não lhe diz respeito, uma vez que irá perecer frente aos meus youkais, se tornando alimento deles. – uma voz feminina ecoa no cômodo, deixando os dois homens, estarrecidos.

O senhor daquele han e seu general olham horrorizados para a kuro miko e para alguém com roupa de babuíno que exibia um sorriso maligno por baixo do capuz, enquanto o seu corpo estava oculto pelo manto branco peludo.

- Se der o que procura, irá embora do meu reino? – ele cai de joelhos, se prostrando.

- Sim... - o senhor feudal sorri, para depois seu sorriso sumir e ele se desesperar ao ouvir o resto do que ela disse - Mas, eu prometi uma refeição farta aos youkais. Não posso retirá-los daqui, sem eles se satisfazerem.

- Bastardos!

O general avança contra eles, sendo que o olho esquerdo de Tsubaki brilha e ela libera os seus youkais, que não somente devoram o general, retalhando o seu corpo, enquanto disputavam os pedaços, assim como o senhor daquelas terras e sim, todos os que estavam no palácio. Somente alguns conseguiram fugir. A maioria esmagadora foi morta e devorada pelos youkais, sendo os mais “sortudos”. A maioria foi devorada viva.

Então, eles avançam no castelo, desviando dos pedaços de corpos, ignorando os sons de ossos sendo quebrados e de pele sendo rasgada, assim como os gritos esporádicos de dor das pessoas e as paredes manchadas de sangue, além dos pedaços de corpos jogados pelo chão, para chegarem até onde desejavam. A sala daquele senhor, onde estava presa na parede, uma belíssima espada, sendo que podiam sentir o poder espiritual nela.

- Tamashi no Katana (魂の刀 - espada da alma)... A legendária espada que contém o poder de todas as mikohimes anteriores.

Tsubaki fala, olhando com reverência para a espada, pois, podia sentir a imponência da lendária lâmina sagrada que expurgava o mal e como ela era uma kuro miko, podia sentir tal poder em plenitude, até porque possuía poderes espirituais também.

- De fato, é uma espada imponente e acredito que rebate qualquer um que a toque, mesmo uma miko, pois, somente miko himes podem empunhá-la, segundo a lenda. Além disso, essa espada facilitava a habilidade das mikohimes de extraírem as almas de qualquer ser. É mesmo uma espada sagrada temida por muitos, tanto humanos, quanto youkais.

Naraku fala, olhando atentamente a espada, sendo que tentava disfarçar o forte medo que sentia ao olhar para a espada sagrada, oriunda do poder sagrado que possuía que era simplesmente opressor. Inclusive, inconscientemente, ele havia recuado dois passos, até perceber o que fazia, decidindo recuperar a compostura e conter o tremor em seu corpo.

Não era difícil para o hanyou imaginar, o terror que tal espada deve ter fomentado nos youkais no passado, assim como nos humanos de coração maligno. Era uma espada assustadora para todos que possuíam o mal em seu coração ou eram youkais. Uma miko hime já era assustadora.

Portando essa espada, se tornava ainda mais assustadora. Devia ser uma visão atemorizante, no passado.

Ele estava admirado pelos youkais terem tido coragem de enfrentar Midoriko com a tamashi no katana. Ambos deviam ser uma visão demasiadamente assustadora nos campos de batalha. Não era a toa que eles precisaram se unir em um único youkai. Não havia somente o poder imenso de uma miko hime, havia uma espada tão assustadora quanto aquela que a empunhava.

- Essa espada também pode assumir uma forma semelhante a humana. Mas, é algo raro e somente acontece em certos períodos e condições. Bem, é o que diz um dos vários mitos sobre ela.

- Achei estranho ela não ter defendido o castelo. – Naraku comenta pensativo.

- Ela deve estar adormecida. A espada somente desperta nas mãos de uma mikohime. Precisamos encontrar uma forma de tirar essa espada desse local. – Tsubaki comenta, seriamente.

Naraku corta a parede onde a espada estava pendurada e a ergue pelas pontas, agradecendo por ter feito um corte amplo na parede. Sentia que se tivesse feito um corte menor, não conseguiria segurar ela pela emanação sagrada que exalava mesmo adormecida e fala:

- Pelo visto, dessa forma, podemos levá-la. Encontrei o vaso com as cinzas de uma mikohime. – ele fala, retirando uma urna funerária em forma de vaso de dentro de seu manto de pelagem de babuíno.

- Excelente. Vamos encontrar aquela bruxa youkai, a Urasue (裏陶).

- Sim.

Nisso, eles se retiram, deixando os youkais no campo de batalha, devorando os corpos, até que Tsubaki aprisiona o que ela consegue aprisionar, no caso, os mais fortes deles, para depois se retirarem do local.

Uma semana depois em uma montanha, Naraku e Tsubaki esperavam Urasue. Eles haviam pagado pelo serviço dela e esperavam a entrega do que foi prometido ao entregarem o vaso funerário com as cinzas da mikohime.

Então, após alguns minutos, de uma das cavernas que ela usava para a sua fornalha, a bruxa youkai aparece com uma jovem ao seu lado, exibindo um olhar apático, trajando uma roupa de miko.

- Eis o que prometi. Ela obedecerá as suas ordens.

Naraku e Tsubaki se aproximam dela e ficam fascinados com o trabalho de Urasue, que fala:

- Quero o meu pagamento.

Naraku estende um saco com joias, juntamente com um item que havia pertencido a um oni famoso por sua selvageria e brutalidade, mas, que era capaz de destruir exércitos inteiros. Foi considerado o Oni mais poderoso dentre os youkais. Naraku adicionou outro item, na mão da velha youkai e que era o chifre desse oni, sendo que o resto do corpo dele, havia sido absorvido por ele, após Tsubaki o enfraquecer com os seus poderes sagrados negros.

- Eis o que pediu pelo serviço.

- Excelente... Estava a procura disso há anos.

- Talvez teremos outros serviços para você.

- Vocês se tornaram meus clientes especiais. – ela fala maravilhada com os objetos.

- Venha. – Tsubaki ordena a mikohime que a segue, servilmente, sendo que não notaram um lampejo de brilho de um dos olhos dela.

Então, após se afastarem, Tsubaki pega um espelho e se concentra.

Longe dali, nas Terras do Oeste, Kaede estava fingindo cuidar do esquife da irmã, quando vê um pequeno brilho em suas vestes e reconhece como sendo o sinal, sendo que olha malignamente para Kikyou, com um sorriso maligno no rosto, enquanto falava:

- Irei livrar o mundo de você, aberração bastarda. Pagará caro por se envolver com bakemonos e me vingarei do fato de eu ter sido obrigada a me humilhar perante esses mononokes ordinários, começando com o bastardo do príncipe mais novo. – ela fala, retirando um colar de kotodama no nenju.

Rapidamente, Myouga, que estava espionando a miko, pula desesperadamente até o palácio para avisar Oyakata, esperando que conseguisse chegar a tempo, pois, viu ela tirando algo do espelho, mas, não pode ver pelo ângulo que estava, a nenju no kotodama.


Notas Finais


Yo!

Essa fanfiction é continuação de Inu no Taishou - O lendário cão branco do Japão. O link da fanfiction anterior encontra-se nesse link:

https://spiritfanfics.com/historia/inu-no-taishou--o-lendario-cao-branco-do-japao-21204

Notas:

Era Muromachi (1.333 DC - 1.568 DC) - Época conturbada por guerras civis. Durante um curto período, houve até dois imperadores no comando do país. As intermináveis guerras entre os senhores feudais permitiram a ascenção dos mais fortes, mesmos daqueles de classe inferior. Início do comércio com a dinastia Ming (China), desenvolvendo as atividades econômicas feitas com moedas, importadas da China. Ocorre o primeiro contato com os portugueses que chegam à deriva no sul do Japão, trazendo a arma de fogo e o cristianismo.

Período Sengoku Jiidai (戦国時代 - ): 1467 DC à 1573 DC. Foi uma dos períodos mais conturbados e instáveis de toda a história do Japão, que começou no ano de 1467, da Era Muromachi, e que foi marcada por constantes e sangrentas guerras, que duraram cento e seis anos. Após o declínio do xogunato Ashikaga, que governou o Japão por quatrocentos anos, vários clãs próximos do xogum decidiram tentar aplicar um golpe de estado, visando o controle do país, em virtude do declínio do xogunato, anterior. Então, inicia-se uma guerra civil em que vários clãs japoneses mediam forças e tentavam conquistar o poder, como os clãs Hojo, o Takeda, o Uesugi, o Mori e o Imagawa. O clã Imagawa, se tornaria conhecido, mais tarde, como clã Tokugawa. Esse intenso conflito entre os clãs, se transforma num combate especialmente sangrento, em decorrência dos portugueses terem trazido para o Japão, a espingarda.


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