História Lei de Newton - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Naruto, Sakura, Sasuke, Sasusaku, Traição, Vingança
Exibições 296
Palavras 2.994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu tô de um jeito que nem consigo falar, mulheres.
Três mil palavras de puro amor e carinho. Se torcer isso aqui vai escorrer mel. Espero que gostem bastante. Estou muito feliz por está finalizando esse trabalho.
Eu tinha planejado sete capítulos, mas não preciso de tudo isso para terminar. Então reduzi para quatro. É esse e mais três. Espero que me perdoem e que continuem amando a fanfic o tanto que eu amo ♥
Um beijo no kokoro e até o próximo!

Capítulo 19 - Capítulo XVIII - Família


Fanfic / Fanfiction Lei de Newton - Capítulo 19 - Capítulo XVIII - Família

"E agora que já falta pouco e a gente tá ficando louco pra poder te segurar nos braços. Pra ouvir a sua voz e acalmar o seu choro, te ver dando seus primeiros passos. Pra poder te fazer rir, dá risada de bobeira e cantar até você dormir. E quando o sono chegar, eu vou te olhar a noite inteira: feita só pra me fazer sorrir."

- Bárbara Dias

Capítulo XVIII

Por Clyra

Família

A gente se arrepende de vez em quando. Do que fez, do que não fez e por aí vai. Serei sincera: eu não me arrependi de nada. De nenhum ponto ou vírgula ou cada decisão tomada. Do que fiz com Sai ou das coisas que fiz por mim. De vez em quando é bom se colocar como prioridade, como evidência. Era eu por eu mesma. Era eu por minha felicidade. Então eu parti pra luta.

Gostaria de dizer muitas coisas, que em determinadas momentos tive um pé atrás e que sentia aflição na hora de tomar qualquer decisão. Mas quando estamos quase conseguindo, é comum termos medo.

Sai foi preso. Eu podia terminar a história aqui e continuar com a vida do jeito que ela estava, mas existem uns pontos finais que ainda não foram dados.

Por exemplo: a Lei de Newton que todos achavam estar como filosofia dessa minha história era a de ação e reação quando, na verdade, era a da inércia.

Um corpo tende a ficar parado, em inércia. E eu estava parada, estava presa por correntes, em um coma profundo, mergulhada em formol. Estava presa em mim. Estava enterrada em uma carcaça que levava uma vida que não era minha. Mas então, eu despertei.

Essa história não é só sobre como eu me vinguei do meu noivo, ao chegar até aqui você já deve ter percebido. Essa história é sobre uma mulher que antes de ser tarde demais, acordou e passou a tomar as rédeas da situação.

Não tem nada a ver com ação e reação.

Tem a ver com desafiar as regras da física. De provar pra si mesma que é mais do que esperam de você.

Aquele noivo, marido ou namorado que já aprontou tanto merece um pé na bunda. Não feche os olhos. Não ignore a situação. Não mergulhe na inércia. Há mais de um Sasuke por aí. Há alguém que te completa. Há alguém que te ajudar a reluzir e não apaga seu brilho. Há alguém que ajusta o holofote em cima de você.

Não seria novidade nenhuma os jornais fazerem a ligação correta: o clipe novo de Temari é sobre a herdeira Haruno. Eu não neguei. E então tomei conta dos tablóides junto com minha mais nova amiga. Eram manchetes como "Herdeira Haruno larga vida na medicina e se dedica às artes da beleza", "Sakura Haruno está em um relacionamento com o stripper do clipe de Temari", "Sakura Haruno está grávida de Sasuke Uchiha".

Assim, eu e Sasuke vimos nossas vidas virar um pandemônio em uma parte e uma benção em outra.

Pandemônio na questão das ligações que o Sasuke recebeu dos pais, no alarme em questão da filha de Itachi e na viagem que tivemos que planejar imediatamente. Sem contar, é claro, no assédio da mídia e na inconveniência de alguns.

Chegou a uma fase em que tivemos que contratar uma equipe de segurança para a boate e meu pai ordenou que um deles me acompanhasse durante o dia.

Já na parte boa é que começamos a caminhar para uma vida de sonhos realizados. Por minha parte: eu ia muito bem no curso e já tinha trabalho garantido, a bebê estava saudável e isso adianta uma das novidades: é uma menina. Por parte de Sasuke: ele finalmente me mostrou seu portfólio e foi convidado para a proposta junto comigo.

Mas por enquanto, a gente tinha que lidar com pais pedindo respostas, pais querendo saber o que fazer com a neta, pais querendo conhecer a nova neta.

E lá estava o Sasuke mais uma vez. Levando tudo nas costas. Resolvendo os problemas do irmão.

Mas pelo incrível que pareça: ele estava calmo. Me ajudou a ajeitar o travesseiro de pescoço no avião e tentava puxar conversas (algo inédito já que ele não gosta tanto de falar). Por um momento eu dormi encostada em seu ombro e acordei com ele acariciando minha barriga.

Quatro meses.

Adiamos a viagem o máximo que conseguimos, tentamos abafar o caso e não atender telefonema de ninguém. Mas era quase impossível.

Assim que me mudei para o apartamento do Sasuke, meu pai começou a acompanhar minha gravidez. Era a mistura de profissionalismo com a babação de ovo de um avô. A criança nem tinha nascido ainda e já tinha até poupança.

— Foi bom adiarmos um pouco, agora já dá pra ver sua barriga. — Sorri e coloquei minha mão por cima da dele.

— Sim e já sabemos que é uma menina. Agora só temos que escolher um nome.

— Acho que só escolheremos o nome na hora. Como aconteceu com Katsuyu e Aoda. — Eu ri com a comparação.

— A única diferença é que ela não foi comprada em uma feira de anfíbios e nem é uma cobra ou uma lesma. — Foi a vez de Sasuke sorrir.

— Mas ainda assim é uma menina. Deixe comigo, quando eu olhá-la saberei qual o seu nome.

Ele me beijou e continuamos uma conversa encostada em banalidades. Quando o avião começou a pousar, ele foi tomado por uma mudez súbita e eu entendi que era difícil para ele falar para os pais o que fazia.

— Ouça, antes de irmos: — comecei ainda na fila do táxi — eu não me importo com sua profissão, Sasuke. Não me importo com o que faz ou com o que fez. Me importo com você e me preocupo com você. Então não fique se martirizando. Eu o amo pelo o que é e não pelo o que oferece.

— Me ama, é? — Ele deu um dos seus meio sorrisos, aqueles de quando acha que tem o mundo nas mãos.

— Declaração muito rápida? — Sasuke negou com a cabeça e abaixou-se para me beijar.

— Não se preocupe, eu só vou dizer a verdade pra minha mãe e ficar de castigo.

O táxi nos deixou na porta de uma casinha com cercas brancas. Uma mini van estava estacionada na garagem aberta, uns brinquedos estavam espalhados pelo jardim frontal e uma senhora muito parecida com Sasuke abriu a porta. Ela sorriu para nós dois e uma coisinha morena saiu correndo da casa para se jogar no colo de Sasuke.

— TIO SASUKE! — Sasuke a girava nos braços enquanto a senhorinha me puxava para um abraço caloroso.

— Ah, você é mais bonita ao vivo do que nas fotos. Eu sabia que o Sasuke arrumaria uma moça linda um dia, mas não tanto quanto você. — Ela me deixou por um instante e abraçou o Sasuke — Cabeça oca... Se prepare que seu pai está uma pilha de nervos. Vou chamá-lo pra ajudar vocês com as malas. FUGAKU! — Ela virou-se pra mim — Ah, a propósito: eu sou Mikoto.

— Eu sou Sakura. 

Um homem saiu da casa também. A garotinha estava montada nas costas do Sasuke e olhava para meu cabelo com curiosidade.

— Rosa? — Concordei com a cabeça e me aproximei pra ela poder tocar — Bonito. Também quero. — Ela estendeu os braços pra mim, mas Sasuke a segurou antes que ela se jogasse.

— Sayuri, a tia Sakura não pode te pegar no colo por enquanto.

— Por que não?

— Porque ela tem um neném na barriga. — Sayuri arregalou os olhos

— Ela comeu um bebê?

Eu ri e Sasuke me acompanhou.

— Não, querida, estou grávida. — Passei a mão por minha barriga e ela percebeu que estava redondinha. Fez força para descer do colo do tio e se aproximou cautelosamente.

— Jura que é um bebê?

— Juro — Ela encostou os dedinhos e a bebê se mexeu.

— Ah! Ele sabe que sou eu!

— É ela.

— Mais uma neta? — O homem que se aproximava e tinha parado pra falar com dona Mikoto, finalmente ouviu uma parte da nossa conversa e se pronunciou. Ele me olhava me estudando. — Você é Sakura, certo?

— Sim. E o senhor é? — Suas feições suavizaram e ele olhou para Sasuke e de novo para mim.

— Fugaku. Sou o pai dele.

— Prazer em conhecê-lo.

— O prazer é meu. Venham, vamos lá pra dentro. Está esfriando. — Ele pegou uma das malas e começou a caminhar pela estradinha de pedras. — Mikoto fez biscoitos e vamos conversar lá dentro. Civilizadamente.

(...)

"Civilizadamente", ele disse. Até que Sayuri precisou ir pra casa da vizinha, eu fiquei na cozinha com dona Mikoto e os dois começaram a discutir em altos berros na sala de estar.

— Ele não costuma ser assim. — Mikoto murmurou um pouco envergonhada. Eu a olhei — Fugaku. Ele fez muito por esses meninos. Itachi sempre foi incontrolável, mas a gente nunca esperou que fosse desse jeito. Que levaria o irmão para esse caminho. — Ela suspirou e se sentou enquanto continuava bebericando seu chá. Eu encostei minha xícara no balcão e me sentei perto dela. — Seria inconveniente pedir para você me contar tudo o que aconteceu com meus meninos?

Pensei por um instante. Sasuke fez um clipe com minhas amigas sem me contar o que eu realmente precisava fazer. E se eu tivesse que tomar medidas jurídicas? De certa forma foi um pouco perigoso e intrometimento da parte dele. Mas por outro lado, me ajudou bastante. Foi o ponto final na hora certa. O pingo que faltava no I.

— Eu conto.

Então eu falei sobre tudo. Desde Shion até a traição, desde Itachi até a boate, desde Sai até a vingança. Cada detalhe. Cada observação. Enquanto Sasuke e o pai gritavam. Enquanto eles lidavam com aquilo como o lado patriarcal dos dois mandava. Eu e Mikoto. Mãe e mãe. Duas mulheres ajudando uma a outra a entender o que fazer com os filhos.

— É sórdido. — ela comentou por fim. — Sabe, são meus filhos. É horrível se decepcionar com uma pessoa que a gente ama tanto. — Segurei sua mão com carinho.

— Eu sei, mas faz parte. Acho que é hora de dar aquele sermão na pessoa certa.

Ela olhou para a porta, assim como eu e concordou com a cabeça.

Aí ela se levantou. Pose de mãe, mãezona, super-mão.

— Regra número um das mães: você protege a cria, mas briga quando tem que brigar.

Mikoto abriu a porta da sala com um estrondo.

— Já chega! Se tem alguém que merece um sermão, esse alguém é Itachi. Sasuke fez o que pôde pra sobreviver, foi traído pelo irmão e ainda tem coragem de amar a sobrinha que é fruto de uma relação de Itachi com a ex-noiva dele. A gente vai fechar a padaria por uma semana se você quiser me acompanhar, Fugaku, mas se não quiser eu posso vou dar o sermão naquele marmanjo sozinha. — Ela se virou pra Sasuke — E você, menino, tá na hora de seguir seus próprios planos. Itachi não é um bom guia, já te provou isso.

— Eu sei, mãe. Já tem tempo que não dou ouvidos ao Itachi. — Ele me olhou — Mesmo que alguém tenha dito coisas que me cabia dizer, eu sei que fez por meu bem. Eu tenho meus planos agora, mãe. Talvez alguém tenha te contado sobre eles também.

Mikoto me olhou.

— Nós vamos abrir um estúdio em parceria com uma amiga. Ela ajudou nas gravações do clipe de Temari e está grávida de um dos amigos do Sasuke. — Fugaku me olhou

— Menina, vocês nova iorquinas não conhecem métodos contraceptivos? — Eu sorri

— Conhecemos, mas parece que a nuvem da fertilidade pairou sobre mim e minhas amigas. 

Ele pensou por uns instantes e olhou pra minha barriga. Depois olhou para Sasuke.

— E o que vai fazer a respeito da sua filha? — Mikoto aproveitou a chance para subir as escadas que ficavam no canto da sala e ir se preparar para a viagem.

— Vou criar, é claro. E vou ficar ao lado da mãe dela. — Fugaku concordou com a cabeça.

— Bom, bom. Vou arrumar as malas antes que sua mãe nos largue aqui sozinhos e frete um jato colocando meu carro na penhora.

Voltamos para Nova York no dia seguinte. Sayuri estava sentada ao meu lado e pareceu se afeiçoar à mim cada dia mais. Era uma garotinha de cabelos escuros e olhos azuis. Linda demais, meiga demais. Apontava pra tudo, perguntava sobre tudo e eu pedia baixinho para minha bebê ser exatamente assim. Uma querida.

— Você conhece minha mãe, tia Sakura?

— Já a vi, mas nunca conversei com ela.

— Ela já foi lá em casa. Três vezes. — Sayuri balançava as pernas enquanto comia um pedaço do sanduíche que a aeromoça trouxe pra ela. — Mas ela não gosta muito de brincar e vai embora muito rápido.

— E o seu pai?

— Ele vai todo natal. Ele sempre trás um presente legal pra caramba. Ganhei uma pista de carrinho que estava pedindo para o vovô no último natal. — Ela pensou por alguns instantes — Para onde estamos indo?

— Para minha casa e a casa do tio Sasuke. — Sasuke dormia na poltrona do meu lado — Talvez podemos ver seu pai.

— Mas você vai ficar por perto? Eu gosto de você!

— Vou ficar o mais próximo possível. Juntinho de você. Quando você olhar para o lado, eu vou está lá. Combinado?

— Para sempre? — Eu a olhei sentindo a intensidade daquela promessa. Peguei sua mãozinha e encostei em minha barriga.

— Nós três vamos ficar juntas, para sempre.

(...)

Não foi surpresa o Sasuke pedir com gentileza que eu ficasse em casa para o bem da bebê.

Sayuri se apaixonou por nossos novos bichinhos de estimação assim que os viu. Algo novo, crianças costumam correr de cobrar e lesmas, mas ela não só gostou como pediu para segurar a corn snake de Sasuke.

— Qual o nome dela? — perguntou enquanto acariciava a cabeça da cobra com a pontinha do dedo. Estava sentada no sofá e utilizava todo o cuidado e atenção para cuidar do bichinho.

— Aoda. — Ela sorriu.

— Aoda. Mini Aoda. Eu pensei que ela era grandona, mas é pequenininha. É tão lindinha. O vovô nunca que ia deixar eu ter uma cobra. Eu tinha um hamster, mas ele morreu e a vovó é alérgica a cachorros, então por enquanto eu não tenho nenhum bichinho.

Eu comentei com Sasuke por alto o que planejava fazer. Pedi que conversasse com seu irmão e com seus pais. Se tudo desse certo…

A porta da frente destrancou e Sasuke entrou com os pais. Dona Mikoto estava com os olhos avermelhados.

— Ah, Sakura… — ela me abraçou — Você será uma mãe maravilhosa. É claro que a Sayuri pode ficar aqui com vocês! Ela precisa de gente nova. Eu e Fugaku só sabemos ser os vovôs. Até o Itachi concordou, querida. Shion não se pronunciou muito, mas concordou também. Sayuri estará em boas mãos.

— Eu vou ficar aqui? — Sayuri perguntou

— Eu prometi, certo? 

(...)

Adotar uma criança não é simples ou banal. Envolve emocional, envolve responsabilidade, amor, papelada, compromisso, lei, regras, disponibilidade e afeto. Muito afeto.

Sasuke parecia tão feliz quanto eu. O quarto que era pra ser só de Sarada, virou um quarto duplo. Pintamos tudo de um cinza bem claro e usamos verde para decorar cada cantinho. Alguns brinquedos chegaram por viagem e Sasuke montou o berço e a cama de Sayuri.

Ele participou de cada escolheu, resolveu tudo o possível e até opinou em qual papel de parede íamos usar. Por fim, tudo estava pronto. Só faltava nossas meninas chegarem.

Coisa que não demoraria muito.

O estúdio já estava pronto, eu já estava graduada e especializada em maquiagem, Hinata embalava seu Boruto junto de Naruto no apartamento que compraram juntos e Sasuke saiu da boate para assumir as câmeras do Flash (um nome bem idiota, mas ninguém sugeriu nada melhor).

Minha gravidez estava bem avançada, eu já tinha contrações de teste e a qualquer momento ela podia chegar. Sayuri estava sendo recebida no aeroporto por Sasuke e todos os tios babões (sim, Naruto estava no meio e Gaara comprou um urso enorme para ela). Eu estava sentada no sofá.

A porta se abriu, eu ouvi a gritaria antes de chegarem então já sabia que Sayuri e comitiva estavam pra entrar.

— Tia Sakuraaaaaaaaaa, eeeeeeeeeu chegueeeeeeeeei! — cantarolava enquanto dava pulinhos para chegar até o sofá.

— Bem-vinda, meu amor!

Eu me abaixei para encaixá-la em um abraço. Meu pai e minha mãe chegaram pouco tempo depois trazendo diversos presentes. Imediatamente lembrei da minha infância pois dona Mebuki tratou de ser o mais criativa nas brincadeiras o possível.

Em uma semana a nossa casa era atividade pura. As contrações de teste continuavam, eu teria uma consulta hoje para saber se já estava chegando a hora ou a minha filha só queria brincar.

Sasuke prometeu fechar o estúdio mais cedo e dispensar Moegi que (pasmem) era minha assistente de maquiagem. Sayuri estava na escola onde recém foi matriculada e foi bem recebida pelo corpo estudantil. Já tinha algumas amigas e até programaram uma festa do pijama.

Meu pai acompanhava a minha gravidez, mas como prometido não se metia em nenhuma decisão. Mas ligava para Sasuke pra passar todas as recomendações só para ter certeza que eu seria coagida a segui-las.

Quanto ao Sasuke: contaminou Sayuri com seu cuidado excessivo. Os dois me perseguiam o tempo inteiro para perguntar se eu precisava ou queria alguma coisa.

Minha moto teve que ser devolvida para a concessionária e eu comprei um carro que dava para transportar uma família.

Minha barriga esticou de verdade e uma contração forte cortou meu raciocínio enquanto eu estava no elevador. A sorte era que Sasuke me esperava no térreo e correu para me acudir assim que as portas abriram.

— Você caiu!? O que aconteceu!? — Sorri nervosa e ele limpou o suor frio que se apoderou do meu rosto.

— Trinta e nove semanas e seis dias, Sasuke. A sua filha não aguenta mais e eu também não.

Não era mais uma contração de teste. Não era brincadeira. Eu seria mãe. Eu nunca tive tanta certeza como tinha daquilo. 


Notas Finais


Comente aqui embaixo se gostou e marte meu nervosismo!


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