História Lembra-se? - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens V
Tags Adoro, Drama, Meiodeprê, Taegi, Taehyung
Exibições 18
Palavras 1.351
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


tô adorando escrever coisa dramática meu yoongi do céu

Capítulo 1 - Único; because I do remember.


Lembra-se de quando nos conhecemos?

Era uma tarde abafada de abril, estávamos em um parque, e, enquanto eu tomava uma casquinha de sorvete de menta, você estava ocupado fotografando todo o local, os cabelos completamente bagunçados, quase de joelhos no chão. Parecia muito concentrado, focando sua câmera de aparência muito profissional me uma garotinha que comia algodão doce. O sorriso que aparecera em seu rosto de porcelana fizera meu coração errar uma batida.

Pelo visto, você percebeu que alguém te observava, pois ergueu seu rosto, finalmente me dando a visão que eu necessitava para suspirar abobalhado. Sempre fora lindo, mas, pela primeira vez, parecia que eu estava vendo um anjo sem assas. Os cabelos sedosos, a pele pálida, olheiras profundas e aquele tom castanho escuro tão lindo que chegava a ser sobrenatural.

Sorri para você, que nem me deu bola, voltando para sua câmera. E, assim que terminei meu sorvete (que estava muito bom), fui até sua direção, passando bem em frente a câmera quando você ia tirar sua tão preciosa foto que estivera se posicionando a quase cinco minutos. Você era perfecionista demais para a zona sem fim que era a minha pessoa.

- Pode me dizer o motivo de ter atrapalhado minha foto perfeita? - perguntou erguendo uma sobrancelha, colocando as duas mãos na cintura, querendo me dar uma bronca como uma Omma fazia com seu filho, mesmo sendo menor do que eu.

- Desculpe. - sorri cínico na sua direção. - Você estava tentando tirar uma foto, é?

- Acho que deveria saber já que estava me secando por quase meia hora. - rebateu com as bochechas se avermelhando rapidamente, os olhos ainda muito teimosos.

- O que posso dizer? - fingi pensar, vendo que você ia voltar a dar atenção a sua maldita câmera. - Gosto de apreciar coisas bonitas.

Você revirou os olhos e sussurrou, voltando a se concentrar em seu trabalho.

- Essa é a melhor cantada que tem?

Sinceramente, eu não sei da onde tirei a coragem para dizer a seguinte frase:

- Posso te mostrar mais algumas se você sair comigo quando terminar essas fotos.

 

Lembra-se de quando nos apaixonamos?

Estávamos deitados em meu sofá, aquecidos por meu cobertor muito quente, e, você parecia muito ocupado em mexer em seu celular, fazendo caretar engraçadas e adoráveis. Meu coração palpitava fortemente em meu peito, do jeito que ficava sempre que eu ficava ao seu redor ou ouvia seu nome ser mencionado em alguma conversa entre meus melhores amigos.

Tinha, com o tempo, descoberto várias coisas sobre você. Sua cor favorita era azul. Você adorava fotos, quase tanto quanto amava um bom filme de terror antes de dormir de bruços afastado das pessoas. Amava beber todos os dias da semana, e nunca parecia ficar bêbado. Usava roupas largas e confortáveis, e pintava o cabelo constantemente. Era rabugento e mal-humorado como um velho, e, de vez em quando, caía em uma depressão de quebrar o coração de qualquer um. Assistia filmes infantis e levava a política muito a sério.

- Ei... - ouvi sua voz e me despertei. Seu sorriso me paralizou mais uma vez e, juro que se você pudesse ouvir os meus batimentos cardíacos, você mal os sentiria por estarem tão acelerados, já os seus dedos dos pés estavam em contato com os meus. - Eu te amo, tá?

Sim. Você simplesmente disse aquilo como se não fosse nada demais, e fechou os olhos em um sorriso ainda maior, com as bochechas coradas e virou-se de lado, desligando o celular, para então cair no sono rapidamente. Fiquei sentado sem entender.

Quem dizia do nada para pessoa que gostava que a amava daquele jeito? Você com suas esquisitises que me fizeram amá-lo ainda mais.

 

Lembra-se de quando nos beijamos pela primeira vez?

Tinha passado uma semana desde que você tinha confidenciado seus sentimentos a mim, e uma semana desde que eu te vira pela última vez. Você não me respondia mais, sempre que eu ficava online, se desconectava e nunca atendia minhas ligações. Me ignorava por completo e aquilo partia meu coração de jeito sem igual.

Então, numa madrugada fria, eu coloquei uma roupa quente, saí do meu apartamento, tranquei as portas e te mandei uma mensagem rapidamente enquanto descia as escadas do meu prédio com pressa. Com apenas uma coisa em mente: Você. Você. Você.

Seu maldito sorriso curto, sua impaciência, sua carranca fechada sempre que era acordado, sua organização e a maldita câmera que vivia ao seu lado como se fosse seu namorado. É. Eu tinha ciúmes de um objeto inanimado.

Afastei-me do meu prédio, batendo os pés na calçada seguindo até sua casa. Virei diversas ruas, despreocupado. Mas parei quando senti meu celular vibrar de dentro do bolso de meu casaco.

bae fotográfo; Nova Mensagem!

o que você quer, taehyung?

Aproximei-me de seu prédio e falei com o porteiro, que me deixou entrar por me conhecer de várias vezes naqueles oito meses que nos conhecemos que passei em seu apartamento. Subi de elevador, batendo o pé no chão impacientemente.

Quando as portas se abriram, forcei-me a seguir até seu apartamento e mandei a mensagem as pressas.

vem abrir para mim. agora.

Você visualizou no mesmo segundo e pensei que fosse me ignorar, mas, assim que a porta se abriu e eu te vi, parado com os cabelos ainda mais bagunçado, os olhos inchados, completamente bagunçado, eu considerei que talvez eu não tivesse visto um anjo na primeira vez que te vi, e, sim naquele segundo.

Sua boca se abriu para dizer algo, porém, meu corpo se moveu rapidamente: segurei-o pelas bochechas delicadamente e grudei nossas bocas de uma vez só, fazendo que você arfasse, sem reação alguma.

 

Lembra-se de todas as vezes que eu disse que te amava, sussurrando em seu ouvindo enquanto nos amavamos em quase todo lugar possível? Lembra-se de quando você quase me bateu por eu ter te chamado de passivinho na frente de seus amigos? Lembra-se de quando você me mandou um áudio me desejando um ótimo dia com a voz rouca e nariz entupido e eu cancelei todos os meus planos para poder ficar com você e te mimar do jeito que você merecia?

Ou como comemoramos quando eu finalmente me formei e que nós dois acabamos bêbados no terraço do seu prédio gritando para as estrelas, deitados em um lençol, contando histórias bobas e você subiu em meu colo e transamos até o amanhecer? Quando eu ousei te pedir em noivado? Ou daquela vez que viajamos para Paris, mas não aguentamos ficar por lá porque não entendíamos francês?

Se lembra de quando eu cometi o maior de erro de toda minha vida ao que te levei até o trem de Seul para Busan porque você tinha conseguido uma ótima oportunidade de emprego e ficaria alguns meses fora?

Pode parecer dramático da minha parte, mas eu me lembro vividamente de cada uma dessa coisas e isso quebra meu coração. Lembro-me de como eu te amava, de como éramos perfeitos juntos, você com sua impaciente e eu com minha petulância que pareciam tão esquisitas e ao mesmo tempo únicas juntas. Sempre que fecho meus olhos, você é a única coisa que me toma.

Porque você não lembra de nada depois do maldito acidente do trem que te deixara em coma por quase dois anos. Se eu pudesse voltar no tempo, eu te impediria de entrar naquele trem. Nós estaríamos felizes juntos, de mãos dadas, provavelmente deitados no meu sofá enquanto você mexe em seu celular e ergue a cabeça de vez em quando, beija minha mão e diz que me ama, sem mais nem menos. Como na primeira vez.

Lembra-se de quando eu cheguei para visitá-lo depois que você acordou de seu coma?

Pois eu me lembro.

Nossos olhares se chocaram. Eu sorri abertamente, contudo, você não retribuiu.

- Oi, baby Suga. - murmurei, sabendo o quanto você detestava aquele apelido fofo.

Fez uma careta que eu consideraria adorável em outra situação e me perguntou, com sua voz rouca e baixa, tão diferente do tom alto e quase animado que eu estava tão acostumado:

- Quem é você?


Notas Finais


alguém me segura porque daqui a pouco eu tô com mais Telefone Removido one shots para postar porque a criatividade não tá me dando uma pausa!
enfim, se gostou deixa um comentário sz

dê uma olhada nas minhas outras histórias aqui: https://spiritfanfics.com/perfil/camilargasmo/historias
até <3 <3


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