História Lembranças de Amor - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Batman, Liga da Justiça, Mulher Maravilha
Personagens Alfred Pennyworth, Barbara Gordon, Bruce Wayne (Batman), Clark Kent (Superman), Diana Prince (Mulher Maravilha), Rainha Hipólita, Timothy "Tim" Drake
Tags Amor, Bruce, Diana, Romance, Wonderbat
Visualizações 267
Palavras 2.798
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu voltei <3

Olá leitores❤. Saudações e saudades!

Conforme publicado no jornal em meu perfil, eu precisei me dar umas férias do Spirit. Mas estou de volta com o projeto em andamento, com novidades chegando e cheia de ideias proliferando.

Obrigada a todos que mandaram mensagens. Ainda não consegui responder todo mundo, mas vou responder com carinho e atenção que vocês merecem.

Tenham uma ótima leitura!

Kisses❣

(Capa por @chwiebadcs ❤)

Capítulo 4 - Amnésia


Fanfic / Fanfiction Lembranças de Amor - Capítulo 4 - Amnésia

 

***Algumas horas mais tarde/Perspectiva de Diana***

 

Eu não sei exatamente há quanto tempo estou neste lugar. Sinto-me acuada, perdida, e não pelo simples fato de não conhecer nenhum dos quatro estranhos que me confrontaram horas mais cedo. Eu não sei quem eu sou, e eles também alegam não saber nada a meu respeito.

Agora, diante de um espelho, eu tento me reconhecer, tento buscar vestígios de quem é essa mulher morena, de olhos azuis e cabelos negros, me encarando no reflexo. Mas, esse rosto, essa imagem, não me diz nada.

Estar no escuro, dentro de si mesma, é assustador. Eu não lembro sequer do meu nome, de onde vim, para onde ia, porque estou vestida como estou... Não sei se estou entre amigos ou inimigos, ou um meio termo seguro entre as duas opções.

O homem de armadura negra, que me interrogou incisivamente, parece não acreditar na minha ausência de lembranças. A forma como ele me escrutinou me deu plena certeza de que ele não confia em mim. Não que eu me importe, mas eu sinto que não posso ficar aqui, esperando respostas. Há flashbacks em minha mente, que causam uma dor profunda em minha cabeça e uma inquietude em meu peito. É como se eu estivesse correndo contra o tempo, a sensação de dever a cumprir é latente em mim.

Por outro lado, embora minha vontade seja sair desse lugar, eu não reconheço nada e nem ninguém aqui. Eu sei que posso me defender, mas algo me diz que o mais sábio é aceitar a suposta ajuda dessa estranha equipe que me ‘acolheu’.

O garoto e o rapaz foram muito cordiais. Senti-me à vontade com eles. Já a jovem ruiva, bem, eu esperava que pudesse contar com ela, mas ela se mostrou claramente reticente à minha presença.

O homem de armadura negra me causou arrepios, mas não diria que foi medo. Creio que um espanto e um impacto inexplicável. Ele é frio, mas parece ter uma carga tão pesada em torno de si, que não acredito que seja uma frieza real. É como se a verdadeira armadura fosse a capa invisível que reveste seus sentimentos e não o traje que cobre seu corpo e parte de seu rosto. Talvez meu julgamento seja muito superficial a seu respeito, já que ficamos pouco tempo frente a frente, entretanto, acho que posso me guiar pela minha intuição, já que não me resta muita lógica nas convicções racionais.

Todos eles estão receosos quanto a minha presença neste lugar, eu posso sentir, eu posso ouvi-los conversando a meu respeito em uma sala próxima. Mas eu não posso julga-los. E se eu for mesmo uma ameaça como a jovem ruiva disse a um deles?

O único que pareceu confiar plenamente em mim foi o simpático senhor de cabelos grisalhos, que gentilmente me serviu um chá para amenizar as dores incisivas em minha cabeça. Ele trocou poucas e educadas palavras comigo, mas, pelo seu olhar, pude perceber um voto de confiança. Eu também o ouvi dizer para o Homem Morcego que, com sua experiência, ele poderia muito bem reconhecer quando alguém estava representando. E que esse não era o meu caso.

Ele está certo, eu não estou fingindo. Creio que logo eles enxergarão a verdade. O que eu temo é a verdade que pode vir depois, que eu possa ser alguém que traiu algum princípio, cometeu alguma falta ou tenha feito algum mal.

Eu não consigo me imaginar fazendo mal a quem quer que seja justo. Mesmo sendo homens. E, afinal, por que o fato de estar entre homens me deixa tão alarmada?

Eu não faço a menor ideia da resposta.

Após horas neste no dormitório que me cederam, deitada, olhando para o teto, só o que consegui foi um aumento considerável de dores de cabeça. Os vários minutos no banho, tentando me recordar de uma lembrança concreta, foi um vão esforço que apenas me deixou mais debilitada.

O que me resta agora é confiar no que disse o garoto da equipe. Que eles são bons detetives e podem me ajudar a encontrar respostas. Eu espero não ser nenhuma criminosa como os ouvi mencionar sobre os que existem na cidade.

Gotham City!

Um lugar que não me diz nada. Seja lá quem eu sou, tenho dentro de mim a certeza que não sou daqui. Também não acredito ser uma alienígena como sugeriram, por causa da minha força ao romper as algemas. Parece-me natural ser forte assim, mas o rapaz que se apresentou como Asa Noturna me disse que, os humanos, de um modo geral, não possuem características fisiológicas tão incomuns quanto as minhas.

Tudo que eu quero agora é uma luz. Uma pequena indicação de quem eu sou e algo me diz que o intrigante homem vestido de morcego me ajudará nisso.

 

♦♦♦♦♦

 

***Sala de monitoramento da Batcaverna***

 

— Muitos fatores, além dos patológicos, podem levar à amnésia. Um trauma, uma situação extrema de estresse, uma pancada forte na cabeça. Não me admira que ela possa ter sido afetada dada as circunstâncias que foi encontrada. Agora, descobrir se ela mente ou não, é trabalho para vocês, detetives. – A imagem da doutora Leslie na tela do computador apagou-se, após reforçar o que Tim já havia obtido de pesquisas na internet sobre o quadro da ‘hóspede’.

O garoto apenas olhou de soslaio para Bruce, que permanecia pensativo e nem um pouco disposto a compartilhar suas divagações.

― Nós temos fortes indícios de que ela não está mentindo e com as imagens que consegui hackear do laboratório de biotecnologia, tudo indica que ela entrou para deter os vilões. – Robin tentou um diálogo, ainda receoso se Bruce não o acharia amador demais por expor suas conclusões em benefício da morena desconhecida.

O que o jovem garoto prodígio não sabia, era que o grande detetive pensava exatamente como ele, apenas não iria admitir, nem reforçar a teoria do mais jovem com indícios que ele mesmo obtivera e guardara para si.

Batman estava orgulhoso do empenho do mais jovem integrante da equipe. Em poucas horas ele conseguiu hackear e restaurar o arquivo das câmeras de vigilância do local da ocorrência, obtendo imagens suficientes para identificar todos os membros da quadrilha de vilões que efetuou o roubo, exceto a mulher loira, que só apareceu de costas.

A imagem da mulher morena que Bruce capturara, apareceu em dois momentos suficientes para que ele lhe desse o benefício da dúvida. No primeiro, a imagem mostrou-a se esgueirando pelas imediações do laboratório, seguindo o rastro dos vilões. E, ao ver um dos seguranças abatidos, se abaixando com o ar preocupado e tentando reanima-lo.

Vilões não são misericordiosos, ele pensou ao ver a cena.

No segundo momento, a imagem recuperada foi apenas um vulto rápido dela tentando interceptar os vilões, até um deles destruir a câmera. Embora o fato dela estar contra eles não provasse necessariamente sua conduta como alguém de bem, a imagem trouxe um alívio considerável ao Homem Morcego por tê-la trazido para seu refúgio.

― Nós vamos poder ajuda-la? Talvez ela também tenha uma missão. – Tim murmurou, observando Bruce ler os relatórios pela décima vez e fazer acréscimos nos mesmos.

Bruce fez que não ouviu a pergunta do garoto. Não por hábitos costumeiros de se manter fechado em si mesmo, mas porque ele mesmo estava se questionando sobre o que Tim acabara de dizer. De alguma forma, era estranho não pensar em resolver este caso como geralmente fazia, com praticidade e frieza. Apenas de maneira racional e efetiva.

Como alguém que cai em um redemoinho, ele se sentia puxado para o mistério em torno da aparição desta mulher, tendo seu lado detetive aguçado extremamente sobre o lado justiceiro e anti-herói.

Embora fosse um homem intuitivo, as emoções do Morcego nunca tomavam proporções que afetassem seu modo de agir, no que fosse claramente o correto a se fazer. Mas, desta vez, não lhe parecia simples seguir os padrões.

Ainda que sua razão o atentasse para se envolver minimamente com aquela mulher, algo dentro de si havia ganhado força o suficiente para deixa-lo hesitante em não se aprofundar no caso.

No momento, ele preferiu acreditar que fosse apenas uma precaução para descobrir de onde ela vinha e suas reais intenções, para garantir que outros como ela não se estabelecessem em sua cidade.

Voltando-se para o garoto, que ainda o encarava, ele se levantou e o despediu de seu turno.

― Você pode descansar por hoje. – Apesar do tom seco e profissional, a mão do Batman em seu ombro, fez Tim sentir que ele estava satisfeito com o trabalho que ele desempenhara. — Lembre-se, todo cuidado é pouco enquanto ela estiver aqui. Não quero ninguém sem as máscaras aqui em baixo, muito menos se tratando pelos nomes. – O Homem Morcego reiterou o que já havia recomendado mais cedo. 

Embora Bruce não tivesse respondido à sua pergunta, o jovem membro do clã Morcego nutriu certa esperança que ele mantivesse a morena misteriosa entre eles por mais algum tempo.

Um pouco desgostoso, por ter sido dispensado mais cedo, Tim subiu a escada que dava acesso à passagem pelo relógio, mas parou ao ver Bruce caminhar em direção ao dormitório em que acomodaram a mulher mais cedo. Dick que descia, parou de frente ao mais jovem acompanhando o olhar do mesmo.

― Acha que ele vai deixa-la por aqui? – Robin questionou Asa Noturna, que respondeu mais intuitivamente do que seguramente.

― Ele é o Batman, é imprevisível. – Asa Noturna alisou o queixo, logo trocando a expressão séria por um sorriso zombeteiro. ― Mas, considerando o fraco que ele tem por mulheres bonitas e aparentemente em perigo, há uma boa chance da Mulher Maravilha passar mais alguns dias entre nós.

― Mulher Maravilha? – Tim questionou o mais velho, gostando do título escolhido.

― Precisamos chama-la de algum modo, já que ela não se lembra do próprio nome. Por acaso o gênio pensaria em um nome melhor, caso ela seja uma heroína ou justiceira?

― Não. – Tim sorriu. ― Você me superou desta vez, Dick.

Os irmãos trocaram um cumprimento jovial e implicaram um com o outro, antes de cada um seguir sua trajetória. Ambos haviam simpatizado com a mulher misteriosa, mesmo num curto período de interação com ela. Todavia, não lhes restavam muitas opções, a não ser esperar para ver como o Batman agiria dali pra frente.

 

♦♦♦♦♦

 

Bruce adentrou o quarto que Alfred preparou para a hóspede cativa, sem qualquer cerimônia. Primeiro porque ele se sentia no direito de o fazer, já que ela estava sob sua custódia e, segundo, o fato da porta está aberta o fez presumir que a sua ocupante estivesse preparada para receber uma inspeção sua ou de quem quer que fosse. Entretanto, a imagem com a qual se deparou no centro do dormitório o fez perder o ar e a fala.

O Batman podia ter apetrechos úteis para qualquer missão, trajes e veículos apropriados e super resistentes. Uma mente brilhante e um agir preciso. Mas o homem tão impressionante em suas habilidades, não tinha preparo nenhum para lidar com a imagem a sua frente. Nem que ele nascesse de novo.

Distraída, a bela morena estava completamente nua, de costas para a porta de entrada do quarto, terminando de se secar após um banho. Os cabelos úmidos deixaram uma gota sinuosa de água escorrer pelas costas nuas e dançar pelo cóccix, pendendo para um lado do derrier mais perfeito que Bruce já vira na vida.

O Cavaleiro das Trevas sentiu a garganta secar e um formigamento na corrente sanguínea, diante da visão esplendorosa em sua frente. Ele não era um adolescente com hormônios à flor da pele para se manter ali, estático, e com a mente proliferando pensamentos luxuriosos. Mas quantos homens adultos, em seu lugar, não se sentiriam exatamente da mesma forma que ele diante daquela deusa?

Quando a bela mulher virou-se, sentindo a presença de mais alguém ali, ele agradeceu silenciosamente a sensação de frustração que sentiu, quando ela manteve a toalha entre as mãos, na frente do corpo, de modo que cobrisse boa parte do tronco.

Ela o encarou, assustada, mas não pareceu se intimidar pelo fato de estar sem roupa. Aliás, o que a impressionou foi a falta de jeito dele para lidar com a situação, que para ela parecia muito natural.

― Você me assustou. – Ela sorriu, timidamente, enquanto o observava se recuperar do choque de vê-la tão a vontade.

― Me desculpe por entrar assim. – Ele se desculpou, sem perceber, ainda voltando a si. ― Você deveria ter trancado a porta se estava se vestindo. – A voz soou ríspida, enquanto ele desviava os olhos para o lado, depois de ela encara-lo longos segundos, curiosa e receosa quanto a sua presença.

― Eu me senti mais à vontade com a porta aberta, me sinto menos prisioneira. – Ela se explicou, dando uma leve alfinetada em seu anfitrião. ― Algo em mim o incomoda? – Ela o questionou, ingenuamente, não entendendo o desviar dos olhos dele.

Bruce foi forçado a encara-la mais uma vez. Ela não poderia estar falando sério, ele pensou. Mas ao fitar os olhos azuis confusos sobre si, ele percebeu que ela, sim, falava sério.

Ou ela esquecera os preceitos de pudor ou de onde vinha, exibir-se como veio ao mundo era algo natural. Pensar na segunda opção deixou Batman ainda mais curioso quanto a origem da mulher.

― Talvez você não se lembre, mas não é adequado exibir-se desta forma diante de um homem ou de qualquer outra pessoa que não tenha intimidade. – Ela arregalou os olhos e entreabriu os lábios, surpresa, se enrolando na toalha quando ele pediu que ela se cobrisse. ― Eu suponho que tenham lhe providenciado roupas, eu volto quando você estiver vestida.

Bruce tentou se retirar, mas foi detido quando ela segurou seu braço, num impulso, fazendo-o voltar-se para ela.

― Por favor, eu sei que não posso pedir nada diante da minha atual situação. – Ela o soltou ao sentir o olhar frio do Homem Morcego de encontro ao seu. ― Diga-me, descobriram algo a meu respeito? Eu tentei me lembrar de mais alguma coisa, mas eu não obtive muito sucesso, só flash confusos em minha mente e alguém me chamando de uma forma que não me diz muito.

― Um nome? Você se lembrou de um nome? – Ele questionou e ela meneou a cabeça, negando. ― O que então? Qualquer informação é útil na atual configuração. – A voz soou interessada, deixando a morena mais à vontade para se abrir.

― Alteza! – Ela revelou, ainda incerta se esse tratamento fazia de fato algum sentido. ― A voz se dirige a mim como alteza. Mas eu não sei quem é. – Ela sentou-se na borda da cama, frustrada, mas esperançosa quando o homem encapuzado a sua frente permaneceu pensativo.

No entanto, a reação do Cavaleiro das Trevas não corresponderia às expectativas da morena. Batman absorveu a informação e arqueou uma sobrancelha sob a máscara, logo exibindo um típico sorriso de lado, que a mulher não soube entender o porquê a irritou sobremaneira.

― É claro. Uma princesa! – Ele disse com desdém e ela se sentiu instintivamente ultrajada, embora não se imaginasse sendo uma princesa de fato. ― Uma princesa com porte de miss universo, que luta pela justiça em Gotham, e perdeu a memória. – Ele deu-lhe as costas. ― Perfeitamente compreensível.

Batman não deu mais que dois passos e sentiu a mão forte da morena em seu ombro, interceptando-o mais uma vez. A indiferença e desconfiança do Cavaleiro Negro haviam despertado uma fúria repentina na morena, que sentiu um desejo latente em confrontá-lo.

Assustado com a abordagem rápida e a mão forte pressionando seu ombro, num ato de pura ação defensiva, Batman girou corpo rapidamente, retirando a mão da morena de seu ombro e aplicando uma técnica de defesa pessoal, seguida de imobilização, enquanto se colocava por cima da amazona que foi pressionada contra a cama.

Os dois se encararam, espantados e em desafio. O traço de fúria que se formou no rosto da morena, fez Bruce se embevecer com a beleza acentuada quando ela tentou reunir forças para se livrar da imobilização.

Entretanto, por mais que fosse superior em força, a técnica oriental aplicada por Bruce deixou-a incapacitada de reagir, restando-lhe apenas seu orgulho de guerreira em não se render, mantendo um olhar altivo, que estando tão perto dela, o herdeiro Wayne descobriu ser um perigo artifício de atração.

“Merda!” Foi o xingamento silencioso que Bruce expressou, quando se viu perdido na beleza seminua abaixo de si, nos olhos azuis brilhantes o confrontando e na boca entreaberta para um protesto, que sua mente apenas entendeu como um disparo de desejo dentro de si, o impelindo a se aproximar ainda mais dela.

Perto demais!

Rápido demais!

Seus olhos apenas se fecharam, quando os lábios grossos resvalaram nos lábios suaves da bela mulher, determinado a provar seu gosto. 


Notas Finais


Continua!


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