História Lembranças de uma Gueixa - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Shikamaru Nara, Temari
Tags Shikamaru, Shikatema, Temari
Visualizações 73
Palavras 3.382
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!

A ideia surgiu e decidi escrever
Talvez eu apague.

Espero que gostem, beijões

Capítulo 1 - One-Shot


Mais uma noite de compromissos a aguardava. Seu cabelo já estava preparado, seus lábios eram de um vermelho forte num rosto branco como giz, faces pintadas de um rosa suave, as sobrancelhas desenhadas com carvão apresentavam um toque avermelhado suave, seus olhos também continham maquiagem preta e vermelha, mas em tons menos densos. Seus fios loiros que agora estavam envoltos num coque extravagante eram enfeitados com flores de seda e galhinhos de arroz. Usava um quimono formal enegrecido, no qual ao inicio da bainha, flores em aquarela avermelhada se enroscavam da parte inferior do traje até o meio de sua coxa, os galhos eram tecidos com fios brilhosos em tons dourados alternando com tons avermelhados. Seu quimono acompanhava um obi vermelho com um laço em suas costas que vai até quase seus ombros. Sua nuca apresentava um formato de W sem pintura.

Conhecida em todas as casas de chá de Suna, sua popularidade entre as gueixas lhe carregavam de muitas festas, que dependiam do seu entretenimento. As mais novas respeitavam e sonhavam em se tornar tanto quanto ela. Temari era conhecida por ser a gueixa dos trajes enegrecidos e cabelos peculiarmente louros. Suas habilidades com as cerimonias de chá e shamisen eram excelentes. Mas a dança é a mais reverenciada das artes de uma gueixa. Só as mulheres mais belas e promissoras são encorajadas a se especializar nessa categoria. E Temari era a gueixa mais promissora com essas habilidades.  

Naquela noite aconteceria um evento na casa de chá Ichiraku. Uma das mais famosas casas de chá da cidade de Suna. Um evento particular organizado e pago por uma das maiores empresas de armamento militar do Japão. Desde a sua estreia como gueixa até os dias atuais, Temari tinha uma trajetória que era de longe a com mais sucesso e em alguns anos de experiência chamavam-na somente para eventos mais sofisticados.

Conformava-se com a vida que levava e suas responsabilidades, afinal gueixas não se tornavam gueixas para terem uma vida satisfatória, se tornavam gueixas porque nunca tiveram outra escolha. Temari entendia a dor de sobreviver com aquilo, perdera os pais muito nova e fora separa de seus irmãos, quais eles nunca mais viu, sendo levada logo em seguida a Okiya. Uma ilha abandonada no meio do oceano, sem passado nem futuro, era assim que se sentia quando fora enxotada para aquele lugar. Até que em algum momento de seu preparo e estudos para se tornar uma gueixa, ela ouvira alguém dizer “Levamos nossas vidas como água correndo uma colina abaixo, mais ou menos numa direção, até batermos em algo que nos força a encontrar um novo rumo”, essa frase levou Temari a escolher por aquela vida, era o único objetivo que a partir dali abraçara com todas as forças e deu o melhor de si para chegar até ali. Só havia um único porem em abraçar aquela vida o coração tem uma morte lenta e a esperança perde-se como as arvores perdem as folhas, uma a uma, Temari já não sabia mais sentir emoções, mas seguia da única maneira que conhecia. Sendo uma gueixa.

Mais uma noite de compromissos o aguardava. Seu cabelo que formalmente estava sempre preso, hoje estaria solto, vestindo um terno enegrecido nas cores chumbo, a camisa era escura juntamente com a gravata. Nunca gostou de cores claras e principalmente para aquela espécie de ocasião preferia não ser percebido com o contraste das cores em seu corpo.

Conhecido por toda a extensão da cidade de Konoha por ser um dos sócios de uma das maiores empresas de armamento militar do Japão, sua popularidade lhe carregavam com muitos eventos, aos quais, tinha que participar para manter as boas relações com as empresas que apoiavam e manter o bom nome de sua própria nos holofotes. Naquela noite não seria diferente, havia mais um evento lhe esperando em uma cidade qualquer em que estava hospedado em um quarto no subúrbio, este seria para comemorar um acordo entre as duas cidades para montar uma filial. Era um homem de negócios, mas preferia se isolar dos outros sócios e amigos da empresa, se alojando sempre nas partes mais remotas das cidades. Não gostava de se sentir parte daquilo e estar no subúrbio da cidade o fazia sentir mais humano e menos uma peça chave para seu trabalho.  Um dos homens mais inteligentes do Japão com certeza era ele.

Conformava-se com a vida que levava e suas responsabilidades, afinal não se tornará um dos donos daquela empresa para ter uma vida satisfatória, se tornara porque fora uma herança de seu pai. Shikamaru não teve nenhuma vida conflituosa, longe disso, sempre teve seus pais presentes.  Até a morte de seu pai, no dia 6 de agosto de 1945, a bomba nuclear de Hiroshima havia atingido a Junta de Serviço Militar em que ele estava. Faziam-se 10 anos após a morte de seu pai e justamente naquele 6 de agosto ele teria de ir para um evento, mas não se importava já havia se acostumado com aquele sentimento vazio em seu peito e tivera decidido por seguir aquele caminho em que estava para honrar sua perda.

O céu de Suna estava coberto pelo negror da noite, o ar era denso, leves rajadas de ventos sopravam, algumas nuvens espaçadas indicavam que no dia seguinte choveria. Shikamaru na sacada do seu quarto no subúrbio acendia um ultimo cigarro antes de sair. Temari pegava seu shamisen se dirigindo para uma casa de chá menor antes de ir para seu evento principal aquela noite.

 

Sonhos podem ser coisas tão perigosas, queimam como fogo e às vezes nos consomem completamente.

 

Os sócios e amigos da empresa de Shikamaru já estavam no estabelecimento planejado para aquela noite, todos sentados em volta de uma mesa de chá, que aos poucos perdia espaço para o saque. Cada um deles com uma gueixa ao lado para fins do entretenimento. Shikamaru quando chegou cumprimentou a todos que ali se alojavam e sentou-se em uma das pontas da mesa com lugares vagos, observava o decorrer do evento com atenção a fim de entender o porquê em todos eles estas mulheres que ele sempre determinou como fantásticas estavam fazendo parte daquilo, sem nunca compreender do porque daquele tipo de encontro comemorativo.

Uma delas chamada Mineko sentou ao lado de Shikamaru servindo-lhe uma pouco de saque.

-Irei entretê-lo até que sua gueixa acompanhante chegue. – Ela disse lhe lançando um olhar ingênuo típico de uma gueixa experiente com a intenção de fazê-lo imaginar o quão inocente elas seriam.  

Mas nesse momento a porta da sala em que estavam abriu-se e lá estava a gueixa acompanhante de Shikamaru. Está, tinha sido convidada por seu sócio especialmente para ele. Seus olhos logo foram de encontro àquela figura peculiar, diferente de todas as que estavam ali, aquela possuía olhos verdes estranhamente fascinantes, que os deixaram intrigado, seu quimono não era uma festa de cores igual aos das demais e seu cabelo tinha tons claros de um louro dourado. Temari não deixou de fitar aquele homem que a olhava tão intensamente, coberto por trajes negros e cabelos compridos com cada fio repousando levemente em seus ombros, os olhos eram mais negros que suas vestes e lhe causavam a sensação de mistério. Mineko havia feito uma mesura á Shikamaru com fins de retirar-se para dar lugar a Temari.

-Temari-san! – Disse uma das gueixas. – Chegou bem na hora de nos contar aquela história sobre Hayate-san, o fabricante de perucas.

-Ah céus, nem me lembro. – Disse Temari e todos riram. Shikamaru não tirou os olhos dela.

-Que história é essa sobre o peruqueiro Hayate-san? As meninas falaram disso a noite toda, mas nenhuma quer contar a história. – Shikamaru pergunta.

-Sinceramente, eu não sei! – Disse Temari.

-O que significa – Disse Mineko. – Que ela está envergonhada demais para contar. Se ela não o fizer, acho que eu terei de contar.

Os homens pareceram gostar da alternativa, mas Temari apenas suspirou.

-Vou dar um pouco de saque a Temari para acalmar seus nervos. – Disse o diretor da empresa que lavou seu pote de saque numa tigela de agua que estava no centro da mesa para isso mesmo e o ofereceu a ela.

-Bem. – Começou Mineko. – O tal Hayate-san é o melhor fabricante de perucas de Suna, ou pelo menos, é o que todo mundo diz. E por anos a fio Temari-san o contratou. Sempre teve o melhor de tudo, sabem? Basta olhar para ela e se nota isso.

Temari fingiu estar zangada.

-Ela certamente tem o melhor ar de desprezo. – Disse um dos homens.

-Durante um espetáculo. – Continuo Mineko. – O peruqueiro esta sempre nos bastidores para ajudar na troca de roupas. Seguidamente enquanto uma gueixa tira certo traje e coloca outro, algo pode escorregar aqui ou ali, e de repende... seio de fora! Ou um pouquinho de cabelo! Vocês sabem, essas coisas acontecem. Seja como for...

-E eu passei todos esses anos trabalhando numa empresa de armas! – Disse um dos homens. – Quero ser peruqueiro!

-Mas não é só espiar mulheres nuas. De qualquer modo, Temari-san sempre é muito pudica e troca de roupas atrás de um biombo.

-Deixe-me contar a história. – Interrompeu Temari. – Você vai me dar má fama. Eu não estava sendo pudica. Hayate-san sempre me olhava como se não pudesse esperar a próxima troca de roupas, de modo que mandei trazer um biombo. É um milagre que ele não tenha feito um buraco no biombo só de olhar para ele, do jeito que tentava espiar.

-Porque você não deixava dar uma espiada de vez em quando? – interrompeu um dos homens. – Ser simpática não a prejudicaria em nada.

-Nunca pensei nisso. – Respondeu Temari. – Tem razão, diretor. Que mal pode fazer dar uma olhadinha? Quem sabe o senhor quer nos deixar dar uma agora mesmo?

Todo mundo da sala explodiu em riso.

-Farei isso. - Disse ele. – Se você fizer o mesmo.

-Mas eu não me ofereci. – Argumentou Temari.

-Não está sendo muito generosa.

-Pessoas generosas não são gueixas. – Disse Temari. – São os benfeitores das gueixas.

-Então nada feito. – Disse ele em resposta se sentando novamente.

-Bem... Onde é que eu estava? Ah sim, mandei vir um biombo certo dia e pensei que isso me livraria de Hayate-san. – Prosseguiu Temari. – Mas, quando em certa altura corri ao banheiro, não consegui encontra-lo na volta. Comecei a entrar em pânico, porque precisava da peruca para a cena seguinte. Mas logo o vi sentado num baú perto da parede, suando e parecendo muito fraco. Imaginei que tivesse algum problema de coração! Minha peruca estava ao seu lado e ao me ver pediu desculpas e me ajudou a coloca-la. Depois naquela tarde, passou-me um bilhete escrito.

A voz de Temari sumiu por um tempo e ansioso um dos homens perguntou:

-E então? O que dizia o bilhete?

Temari cobriu os olhos com a mão, demonstrando constrangimento demais para prosseguir e todo mundo na sala rompeu em risos.

-Tudo bem, vou contar-lhes... “Querida Temari, você é a mais encantadora de todas as gueixas de Suna, depois que você usa uma peruca, ela se torna meu tesouro e eu a guardo em minha oficina para botar meu rosto nela e sentir o aroma de seu cabelo varias vezes ao dia. Mas hoje quando você correu para o banheiro, presenteou-me com o momento mais marcante da minha vida. Enquanto você estava lá dentro, eu me escondi atrás da porta e escutei aquele lindo gotejar, mais adorável do que uma cascata...’

Estavam todos a rir, Temari teve que esperar se acalmarem para prosseguir.

-“Aquele lindo gotejar, mais adorável do que uma cascata, que me fez ficar duro e rijo naquele lugar por onde meu gotejamento sai...” – Um dos homens diz.

-Ele não escreveu assim. – Prosseguiu Temari. – Mas escreveu “Aquele lindo gotejar, mais adorável do que uma cascata, me fez inchar e intumescer ao saber que seu corpo estava nu...”.

-E então ele lhe disse. – Mineko começou. – Que não conseguiria ficar de pé depois disso, de tão excitado. E esperava voltar a ter essa experiência algum dia.

Naturalmente todos riram.

Durante toda a história de Temari, Shikamaru ficou atento a cada detalhe dela. E podia jurar que aqueles olhos, que volta e meia o encaravam era um convite para perder-se naquele verde fascinante.

A noite seguiu-se daquela forma em meio a histórias, shamisen e dança. Temari era o encanto da imaginação de qualquer homem, mas Shikamaru estava tão submerso perante aquela gueixa que decidiu por ir embora, mais alguns minutos próximo a ela e não teria coragem de voltar a Konoha  sem tê-la ao lado.

 

Sonhos podem ser coisas tão perigosas, queimam como fogo e às vezes nos consomem completamente.

 

Enquanto Shikamaru descia pela próxima rua após a casa de chá Ichiraku, na qual permanecerá até então, parou escorando-se em uma das paredes, olhando para a lua alta, suspirou. Uma figura familiar surgiu próximo a ele.

-Notei que não tirou os olhos de mim à noite inteira. – Ela falou parando a seu lado acabando por acompanha-lo fitando a lua.

-Não entendo que tipo de homem é capaz de tirar o olhar destes olhos. – Ele responde.

-Muitos não se fascinam com eles. – Ela afirmou. – Shikamaru-kun, certo? – Ela pergunta a fim de confirmar seu nome, ele apenas assentiu. – Posso lhe acompanhar? – Temari nunca havia sido audaciosa com qualquer homem que seja, gueixas mal vistas não garantiam sucesso e ela sempre foi cautelosa e disciplinada. Mas aquela era a exceção que se propôs a abrir, algo naqueles olhos negros a faziam não pensar direito.

-Fico lisonjeado por ser acompanhado por uma figura tão peculiar e bonita. – Ele afirma sorrindo timidamente a ela. – Porem estou hospedado no subúrbio, não acredito que queira ir até lá e voltar sozinha.

-Eu não quero voltar. – Temari diz deixando-o surpreso, mas entendeu o que aquela mulher queria dizer.

Seguiram caminho, até chegarem ao quarto simples e organizado daquele homem, que a única coisa que almejava até ali era honrar seu pai sem se perder no caminho soberbo de seus sócios. Temari entrou com um pouco de timidez, mas logo foi acariciada delicadamente pelo rosto com a ponta dos dedos de Shikamaru.

Eles não estavam mais com a razão de seus pensamentos no comando.

Shikamaru a beijou, empurrando seus corpos contra a parede, se perdendo no sabor daquele beijo que carregava intensidade. Temari subiu as mãos com delicadeza até os cabelos dele distribuindo carinhos com as pontas dos dedos vez ou outra puxando alguns fios. Ao se separarem os dois fixaram o olhar um no outro o desejo os invadia completamente. Ele a introduziu em frente a um espelho ficando atrás dela. Enquanto admiravam seu reflexo, Shikamaru retirava com dificuldade o obi da cintura de Temari. Após retira-lo, uma fenda do quimono se abriu juntamente com o traje a baixo podendo revelar uma pequena linha com o tom da pele de Temari. Shikamaru fez questão de levar a ponta de seus dedos para acaricia-la em meio aquela fenda que ia do pescoço até parte de sua barriga. A pele dela estava a se arrepiar com o toque daquele homem. Nunca havia sido tocada daquela forma e muito menos sentido todos os sinais que seu corpo estava a dar. Perdida completamente pelas sensações de um único e pequeno toque.

Ele seguiu a beijando vagarosamente em seu pescoço a fazendo estremecer, ela puxou as mãos dele junto às dela retirando por completo seu quimono. Dando-lhe a visão de seu corpo perfeitamente nu refletindo no espelho. Shikamaru parou para olha-la a fim de decorar cada pedacinho de seu corpo. Ela tinha as curvas mais perfeitamente delicadas que qualquer outra que tenha visto. Seus dedos começaram a percorrê-la ainda mais vagarosamente. Ela fechou os olhos na intenção de desfrutar daquele toque. Shikamaru trocou seus dedos por seus lábios beijando toda a extensão das costas de Temari.

Num ato inconsciente ela se virou fazendo-o olhar em seus olhos novamente, enquanto começava a retirar seu terno. Assim que Shikamaru estava completamente nu do mesmo modo que ela, o fitou inteiramente com a mesma intenção de decora-lo, ela mordeu o lábio inferior seguindo seus dedos ao tronco daquele homem o acariciando com suavidade seguindo com beijos por toda a extensão do corpo dele.

Uma troca de carinhos era o que estavam a fazer. Era o que estavam a querer desde o momento que os olhares se cruzaram pela primeira vez naquela casa de chá. Nenhum dos dois sabia dizer de que modo aquele desejo perseverou, mas estavam a queimar como fogo, dispostos a se consumirem completamente.

Shikamaru deitou Temari em cima da cama descendo seus dedos direto a sua intimidade, fazendo-a soltar um gemido com o contato. Ele prosseguiu acariciando e penetrando-a com um de seus dedos, enquanto com a boca dava beijos em meio a mordidas entre o pescoço descendo para seu seio alternando-os a fim de vê-la completamente entregue a seus toques. Ele desceu com a boca lambendo todo o corpo de Temari chegando a sua intimidade, ela arfou arqueando as costas e jogando a cabeça para trás. Aproveitou todos os cantos daquela mulher a ouvindo gemer de prazer em seus braços, ela já estava contorcendo-se em meio ao orgasmo, se derramando na boca de Shikamaru que seguia com os movimentos de modo que ela pudesse aproveitar cada segundo.

Subiu para olha-la nos olhos dando um beijo terno em seus lábios, ele não havia terminado o que estava a fazer, mas queria dar a ela alguns instantes para ganhar forças. Porem Temari não precisou de tempo colocou as mãos nos ombros dele o empurrando para trás, até que estivessem fora da cama e sim, o encostado contra a parede. Desceu beijos pelo pescoço ate ajoelhar-se em frente a intimidade dele. O olhou.

-Desculpe minha falta de experiência para fazer isto, sendo uma gueixa não tive muitos contatos como este. – Ela explica para ele. – Você pode me ajudar a fazer da maneira como gosta? – Ela pergunta, Shikamaru adorou vê-la despida daquela forma, de corpo e alma.

Segurou a cabeça de Temari, com um pouco de dificuldade devido ao cabelo de gueixa montado, mas a ajudou com os movimentos fazendo com que ela entendesse o que deveria fazer rapidamente. Logo não precisou mais de ajuda e o chupou, Shikamaru suspirava e gemia entre uma caricia e outra que a língua de Temari fazia sobre seu membro.

Puxou Temari abraçando e a beijando intensamente. Temari correspondeu da mesma forma. Estavam extasiados, um ao toque do outro. Shikamaru carregou-a até a janela com vidros grandes quadriculados que estava fechada, sentando-a na base da janela que tinha espaço o suficiente para que permanecesse ali sem dificuldades. Os braços de Temari envoltos ao pescoço de Shikamaru. As pernas envoltas a cintura dele. As mãos dele estavam a apalpar suas coxas dando suporte para que permanecesse com as pernas em seu redor. Ele a penetrou com movimentos lentos, mas intensificou assim que Temari gemia com mais vontade, os dois queriam mais daquilo, queriam consumir um no outro completamente.

Vendo Temari revirar os olhos perdida em prazer. Ele saiu de dentro dela descendo novamente com beijos pela extensão de seu corpo, até chegar a sua intimidade e chupa-la com mais vontade. Ela agarrava os cabelos dele puxando com a mesma força que seu êxtase estava a consumir.  Foi quando sentiu que ela iria chegar ao ápice novamente. Ele parou voltando a dar beijos no corpo dela até chegar a sua boca novamente. Temari não protestou estava entregue. Ele a segurou novamente nos braços, colocando-a na cama dessa vez de quatro para ele, dando lhe uma visão privilegiada das curvas daquela mulher que estavam o deixando fora de si desde que entraram no quarto e trocaram o primeiro beijo. Penetrou-a novamente com mais força do que anteriormente, ela gemia, suspirava, o olhava com malicia pelo canto dos ombros, ele mordia as costas dela vez ou outra, apertava um de seus seios com a mão, espalmava a bunda dela que parecia gostar gemendo mais alto a cada tapa bem dado. Os dois chegaram a seu ápice juntos. Esparramando-se pela cama, derrotados pelo cansaço daquele momento. Ele a puxou fazendo com que ela se aninhasse em seus braços.

Não sabiam em que momento haviam adormecido, mas ao contrario deles, com certeza o subúrbio de Suna havia acordado com os gemidos de amor que se formaram naquele quarto.

Após passarem-se anos de cumplicidade com meu amado Shikamaru, esta é a história da minha ultima lembrança como gueixa.

 

 


Notas Finais


Shamisen= É um instrumento musical tradicional usado no Japão. Mede em torno de um metro de comprimento e possui apenas três cordas. Para tocar é utilizado um instrumento chamado “bachi”.

Okiya= É um abrigo para aprendizes de gueixas, fornece comida, conselho, quimonos, obis e outras ferramentas de seu comércio. Sua formação é muito cara e sua dívida deve ser reembolsada à okiya com os ganhos que ela obtém como gueixa.


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