História Lembranças passadas - imagens temporarias - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Tags Bts, Hetero, Imagine, Jimin, Jungkook
Visualizações 5
Palavras 2.079
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Yeaaah! Estou aqui para iludir vocês.
Bom, explicando o por quê de eu ter trazido mais um imagine essa semana e não ter atualizado vizinhos - caso você não conheça, deixarei nas notas finais - é: Minha cabeça é um poço de idéias estranha para imagines e como vizinhos está perto de acabar, quero fazer um capítulo em que vocês não iram se arrepender de esperar.

Esse imagine será dividido em dois capítulos ou mais capítulos.E quem sabe role um hot no final do imagine ou até mesmo um bônus, mas o foco é a história ser totalmente fora do comum (como sempre).

No final desse capítulo, não me matem.

Boa leitura.

Capítulo 1 - Francine


Capítulo 1 - Francine

Jeon Jungkook, 23 anos, uma blusa branca e uma calça jeans preta, boné cinza e fones de ouvido. Essa era a minha descrição naquele bendito papel na mesa, o policial a minha frente tomava o seu café - frio - enquanto procurava algo nas câmeras de segurança da vizinhança.

-EU TENHO CERTEZA QUE FOI ELE... - A idosa ao meu lado apontava com os seus dedos para mim, a boca entreaberta e a respiração descompassada, parecia está delirando.

-Senhora... Você estava de óculos na hora? - perguntei claramente chateado e estressado com aquilo tudo. A senhora ficou calada, abaixou a cabeça, o que me fez bufar e bater na mesa com a mão fechada.

-Vocês deviam está na rua prendendo ladrões e não um estudante de Medicina. - falei pegando minha bolsa, dei uma última olhada no rosto de todos ali saindo de supetão.

Após cruzar a esquina, soltei uma risada baixa pegando o CD que estava dentro de minha calça jeans. Era ótimo enganar a todos. Coloquei o lado do fone me deixando levar pela música animada que tocava, comecei a encarar aqueles outdoors da rua em que passava. Resmungo sentindo alguém ir de encontro com o meu corpo me fazendo cair.

-A-ah... Desculpa. - a voz feminina entrou em meus ouvidos me paralisando. A olhei vendo a mesma passar as mãos em suas roupas.

-Jungkook. - estico minha mão após levantar. A menina aperta com um pouco de receio.

-Francine.- respondeu baixinho. Sorrir de canto olhando pra baixo, peguei a sua bolsa vendo um papel. Parecia algo de hospital, coloquei junto com a bolsa esticando o objeto pra mesma.

-Obrigada! - agradeceu passando pelo meu lado, peguei o CD que havia caído no chão seguindo o meu caminho até em casa.

[...]

De noite.

-Você só precisa ir lá e matá-la. - Namjoon Hyung falava balançando suas mãos de forma exagerada. Bufei pegando a faca colocando no cós da minha calça saindo dali.

A rua era pouco movimentada, era só esperar o sinal e entraria no condomínio onde a tal menina morava. Enquanto andava de um lado pro outro um ruído entrou na rua, essa era a sinalização? Entrei no condomínio arrumando o meu boné. Com certeza aquele era o melhor horário para que eu estivesse ali, visto que não havia ninguém nas escadas. Subir a mesma. Aquela escada parecia infinita, primeiro andar, segundo andar, terceiro andar e finalmente o quarto andar. E toda aquela cena passava em câmera lenta, a ultima porta era onde a menina morava. Assim que coloquei a mão na porta a mesma abriu me deixando um pouco desconfiado. Ao entrar no Apartamento um vento passou por mim me fazendo tirar a faca apontando para a janela.

-Soc-orro... - um grito fino e claramente feminino veio de uma porta no final do corredor daquele apartamento. Foi então que verifiquei todo aquele local, as coisas reviradas e vidros espalhados no chão.

Entrei em passos lentos naquele corredor vendo pela brecha da porta um cara segurando a menina pelo pulso. Ao vê aquilo meu coração disparou. Abrir a porta com brutalidade atraindo o olhar de ambos, mas o dela era um olhar sonolento.

-Saía daqui - gritou o homem soltando o braço da menina vindo em minha direção. Apontei a faca mas isso não deu medo nele. Assim que o mesmo ameaçou tirar algo da calça cravei a faca em seu estômago vendo a menina andar até nós dois. Empurrei seu corpo pra frente e o homem caiu no chão com a mão na barriga.

-SEU LOUCO. - A menina gritou me empurrando pelo peito. A olhei incrédulo com tal ação, a menina se abaixou puxando o corpo do homem a sua frente. Rapidamente suas mãos ficaram sujas de sangue, e a mesma derramava as lágrimas de dor enquanto procurava algo no chão. Sair dali correndo e aquele corredor virou um labirinto, minha visão ficou embaçada. Eu matei a pessoa errada.

-----

Francine OPV*

Horas Antes

Hyun Suk, meu irmão mais velho estava ali comigo, era uma tarde boa para nós dois. Até eu lhe contar toda a verdade, Appa não havia deixado nada para o mesmo, apenas para mim. Entrei no quarto pegando a carta que o mesmo havia deixado antes de partir. Entreguei ao menino que abriu ainda incrédulo com a notícia que havia dado. Hyun era dono de um empresa mas sempre quis ter as empresas de meu pai, visto que ele não era meu irmão de sangue.

-Desculpa.. Eu posso lhe ajudar e. - sentir um tapa ser desferido em meu rosto e logo um lembrança ruim invadiu minha mente me fazendo cambalear para trás.

-Sua puta desgraçada. - mais um tapa foi desferido, dessa vez um mais forte que me fez inconscientemente segurar seu pulso. O olhei com raiva, quem ele acha que é? Dobrei seu braço para o lado aposto ouvindo o mesmo murmurar de dor. O menino caiu no chão e assim que acordei levei a mão até os meus lábios. Eu não sabia lutar, sabia?

-Saía da minha casa Hyun Suk. - falei apontando para a porta fazendo o mesmo levantar e vim em minha direção. Ao sentir sua mão em meu pescoço, era como se eu estivesse viva novamente, era como se eu já estivesse vivido aquilo, era como se eu estivesse vendo algo que eu já presenciei.

Hyun me pegou pela cintura me arrastando até o quarto jogando meu corpo na cama. Quando vi o mesmo tirar o cinto sentir um choque na minha cabeça, soltei um grito na chance de alguém ouvir e me tirar dali. Sons estranhos invadiram meus ouvidos.

"Hyun, não faça isso com a sua irmã"

Era a voz de uma mulher. Sentir uma ardência em minha perna, e quando iria revidar Hyun segurou meu pulso. Quando Fechei os olhos me entregando aquilo ouço um barulho da porta se batendo.

[...]

Meu olhar se alternava entre o meu celular e o corpo de Hyun no meu quarto. Eu não sabia o que fazer. E os primeiros sintomas da minha enorme dor começaram.

Flashback on*

-Tudo começara com as suas mãos. Elas iram tremer deixando você mais nervosa do que estava.

Flashback off*

Engatinhando no chão pego meu celular sentando próximo ao meu guarda roupa. Abro a aba de chamada de emergência e acabo por sentir os próximos sintomas.

*Flashback on*

-Sua memória vai esvaziando aos poucos. De pouquinho em pouquinho você vai esquecendo as coisas.

*Flashback off*

Fecho os olhos me lembrando de um número que havia visto em um carro vermelho que apitava em quanto andava em uma rua. Disco o número e uma voz me acorda.

-Central de atendimento médico, no que posso ajudar? - perguntou. Eu não conseguia falar nada coerente.

-S...Socorro. - falei vendo um luz entrar na minha frente. Levei minhas mãos ao meu cabelo colocando os meus dedos ali. Minha cabeça doía, e o último e o pior efeito de todos.

*Flashback on*

-Você nasce novamente. Isso é raro pequena, mas não tenha medo, eu sempre.

Estarei

Aqui.

*Flashback off*

Deixei o celular cair soltando um grito de dor. Pude ouvir no fundo a mulher me chamando, mas quando cair de lado olhando para a tela do celular pude vê que a ligação havia sido encerrada. Fechei os olhos deixando as últimas gotas de lágrimas daquela noite cair pelo meu rosto. Ao encarar o ecrã do meu celular dei um sorriso mínimo, era um ursinho em frente a uma casa cheia de rosas com uma menininha abraçando o mesmo.

E inesperadamente um clarão interrompeu minha visão me fazendo ficar sonolenta e finalmente dormir.

-----

Abrir os olhos devagar colocando a mão na cabeça. Olhei para os lados piscando tentando me acostumar com a iluminação daquele quarto. Foi então que eu percebi que estava sendo observada.

-Bom dia, senhora Francine. - Um homem com farda preta me chamou. Então, esse era o meu nome? Francine.

-Queremos que você vá na delegacia.

O homem me olhou e franziu o cenho ao perceber que eu ainda continuava com a mesma expressão. A final por quê mudaria? Eu não conhecia mesmo, o que custa visitar e saber do que se trata.

-Que dia é hoje? - perguntei me arrumando na cama sentindo minhas costas doerem.

-Dia 12 de Julho de 2016. - falou e meus olhos se arregalaram. Como assim? Dois mil e dezesseis? Levei meu olhar até minha mão a vendo manchada de vermelho.

-Isso é normal? - perguntei apontando para a minha mão. O homem discordou me deixando curiosa. Uma mulher entrou com um carrinho cheia de panos.

-Darei banho nela. - sorriu para o homem que assentiu. A mulher tirou com cuidado o soro do meu pulso. A mulher me encarou e ficou parada. - O banheiro é ali. - Apontou para uma porta rindo fraco.

-Hã? - perguntei confusa. A mulher saiu me deixando sozinha. Andei até a porta branca passando os dedos na mesma. Dei um sorriso pequeno entrando no cubículo que era o tal banheiro.

Havia um tipo de pia baixa*. Um tipo de torneira pregada quase no teto e um registro em forma redonda. Coisa estranha.

A minha curiosidade foi tão grande em relação aquilo, girei o mesmo vendo a torneira jogar água. Minha boca se abriu em um perfeito "O".

-Woah! - falei colocando minha mão ali. A tinta vermelha escorreu pelos meus dedos me fazendo lançar um sorriso. Ao entrar na água sentir minha costa relaxar. Acabei por passar a mão em meu corpo sentindo dor em algumas partes, e enquanto fazia isso a tinta ia saindo. Após me examinar e brincar com aquela água e o objeto que nomeei como fabricador de bolhas* sair me enrolando na toalha.

-Aaaah!!!!

Gritei ao vê um menino baixinho no quarto rapidamente cobrir meu corpo com aquele pano que a mulher havia me dado. Peguei um vidro que estava com uma flor dentro.

-Quem é você? - perguntei vendo o mesmo coçar a Cabeça.

-Seu melhor amigo. - franziu o cenho. O olhei mais um vez. Ao examinar seu corpo percebi que o mesmo estava com algo na mão.

-O que é isso? - perguntei apontando para o tal "algo"

-Ah! É pra você. Uma sacola- esticou a sacola. Peguei a mesma animada com aquilo, ao abrir e tirar tudo de dentro pude colocar na cama.

-Uma blusa, saia e... Suas....roupas íntimas. - falou apontando para tudo. Roupas íntimas?

Deixei o pano cair até o chão e ao olhar para o meu tal melhor amigo seus lábios abriram e ele ficou vermelho.

-Oh meu deus. - virou de costa pra mim. Peguei a "roupa intima" colocando elas com um pouco de dificuldade.

-Podia me ajudar? - perguntei dando um sorriso envergonhado. O menino andou até mim colocando meus braços de forma correta naquele negócio preto. Ao passar sua mão pelo meu ombro deixando o fio que segurava aquilo próximo aos meus seios. Assim que fechou atrás virou-se novamente.

-Er... Como é o seu nome? - perguntei colocando a saia e a camisa. Fiz um bico ao perceber que havia ficado próximo ao joelho.

-Jeon... Jeon Jeongguk. - Virou de frente pra mim.

-Ah... Você é bonito Jeon - sorrir.

[...]

-Então Francine pode me dizer o que aconteceu ontem? - Como assim? O que aconteceu ontem?

-Moço... E-eu... Não sei do que está falando.- o olhei cruzando os braços. A sala em que estávamos me deixava incomodada. Porquê pouca iluminação e porquê uma câmera focada em mim?

-Ontem Hyun Suk foi assassinado e você era a única que estava no local na hora do ocorrido. - o homem falou se levantando e vindo pra cima de mim.

Meus olhos rapidamente começaram a lacrimejar. Eu não gostava daquilo, e algo me dizia que aquilo era errado. Apertei a barra da minha saia olhando pra baixo.

-Eu realmente não sei. - falei sentindo minhas mãos tremerem.

-Então você vai passar a noite aqui. - me olhou pegando aquelas imagens horríveis da mesa saindo. Apertei a minha saia com medo. Um homem entrou me pegando meu pulso colocando um ferro em meus pulsos.

-Deixe eu falar com ela. - Jeongguk pediu, o homem se afastou um pouco. Andei até o mesmo deixando minha cabeça em seu peito, o menino envolveu seu braço em minha cintura.

-O que aconteceu Francine? - perguntou calmo.

-Eu não me lembro. -Sussurro sentindo uma dor invadir minha cabeça.

Levei minhas mãos até o peito de Jeon o olhando, seus olhos eram tão familiares e aquele toque aqueceu meu corpo. O olhei fungando sentindo as lágrimas descerem.

-Eu não lembro de nada Jeon. - apertei sua camisa puxando o mesmo. O homem de antes me puxou pela braço e como se estivessem tirando algo precioso de mim chorei alto.

Flashback on*

-APPA... - gritei abraçando aquele ursinho

Flashback off*

-Eu não lembro de nada.

Gritei olhando pela última vez para Jeon.


Notas Finais


Então meus bebês!

Sabem! Eu realmente estou feliz com essa fic e com esse capítulo. Deu certo, era assim mesmo que eu queria o capítulo.

Gentey! Espero que tenham entendido o que ela tem, ela não tem nada sério (magina.) é algo passageiro e vocês irão saber daqui pra frente, como eu disse essa será um imagine pequeno.

Eu realmente quero continuar o imagine, mas preciso do feedback de vocês.

Sobre a personagem... A princípio seria vocês, mas eu pensei que vocês não deviam sentir a dor da Fran. Minha bebê merece o mundo! (Minha mais nova filha)

Dêem muito amor à Lembranças Passadas!

Bye!Bye!


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