História Lemonade - Capítulo 27


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Arte, Badboy, Drama, Kawaii, Lemon, Lemonade, Masoquismo, Original, Romance, Sadboy, Sadomasoquismo, Sexo, Violencia, Yaoi
Visualizações 38
Palavras 1.179
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá pessoas, tudo bein? Sorry pelo hiatos de duas semanas, eu estive um pouco atarefada com a volta as aulas, e, também, acabada em um bloqueio.
Boa leitura!

Capítulo 27 - Acampados


Fanfic / Fanfiction Lemonade - Capítulo 27 - Acampados

O acampamento era um ambiente inspirador para todo o tipo de coisa. Desde pintar alguns quadros, escrever poesias, compor músicas ou dar um tempo com a poluição da cidade para ficar com seu amor.

Estacionei o carro em qualquer lugar que, em meu ponto de vista, não feriria tanto a bela paisagem natural, mesmo tendo consciência de que nossa presença ali já faria isso naturalmente.

Desvendando o espaço, pude observar longas árvores que pareciam ser algum tipo de pinheiro, desta, sem enfeites como vemos no natal. Também existiam outros milhares de tipos de manifestações da natureza, como insetos, plantas, flores, pedregulhos e um laguinho rodeado de vagalumes. Sinceramente, aquilo tudo não me agradava tanto, mas Leon parecia sentir uma felicidade inquestionável.

 -Aqui é tão... Legal. –O rapaz prestou-se a comentar sobre a área verde.

-Você acha? Tem insetos demais. –Cocei o braço, já me irritando com algumas moscas.

-É pra isso que existe o repelente! –Meu namorado disse, antes de atirar-me um frasco do produto.

-Valeu. –Agradeci e comecei a aplicar por toda pele, mesmo acreditando que não seria tão eficaz.

-Será que tem mais alguém aqui? –O garoto questionou, dando voltas pelo espaço do acampamento.

-Bom, é um acampamento...

-Eu sei, né. Mesmo assim, acho que não é frequentado por muita gente. É apenas um lugar legalizado pra a gente fazer esse tipo de coisa, não uma espécie de comércio onde as pessoas pagam pra entrar.

-Isso me surpreende. –Comentei- Algo que você pode desfrutar no Brasil sem precisar pagar! Sendo que aqui, nós damos imposto ao governo até por respirar.

-Realmente. –Leonard concordou e foi pegando as coisas para montar a barraca.

Eu me apressei para ajudá-lo, afinal, gostaria de passar mais tempo curtindo o passeio do que me alojando. O problema é que, eu não fazia ideia de como montar aquela coisa.

-Pedro, que porra é essa? –Meu parceiro interrogou, admirando-se com a ‘’maravilhosa’’ estrutura daquilo que deveria ser uma barraca.

-Bom... Se fosse menor, eu diria que é uma sacola sustentada por palitinhos de churrasco. –Esclareci.

-Isso não faz nenhum sentido! –O rapaz caiu na gargalhada- Vai, me deixe montar, sou expert nisso.

-É expert em montar? –O encarei de maneira maliciosa.

-Montar barracas, idiota! –Riu novamente e foi concertar minha cagada.

O bom de estar com Leon, é que, mesmo nos momentos que deveriam ser estressantes, como quando cometo erros, eu me divirto. Estou começando a acreditar que ele realmente seja minha alma gêmea, pois nos damos tão bem! É a prova de que dois errados podem sim fazer um certo. Eu acho...

-Terminei. –O jovenzinho de cabelos esverdeados avisou, assim que finalizara o trabalho.

-Uou! Isso está bem melhor do que tudo que eu já consegui fazer em relação a barracas na minha vida inteira! Como aprendeu?

-Tutoriais no Youtube! –Meu namorado deu uma piscadinha, expressando seu belo sorriso.

-Oh, faz sentido. –Comentei, adentrando-me na barraca para colocar as outras coisas que nós trouxemos a fim de sobreviver na mata.

A ideia de tomar ar puro e tolerar insetos estava começando a soar-me positivamente. Parte disso era por ver o sorriso gigantesco do ‘’Limão Kawaii’ ao sentir o ambiente. E a outra parte... Bem, eu nunca fiz sexo entre árvores.

Agora que estávamos com tudo pronto, só restava relaxar e aproveitar a brisa do momento.

-O que você quer fazer primeiro? –Interroguei meu garoto. –Podemos ascender uma fogueira, tomar um banho naquele lago ou explorar.

-Quero ascender à fogueira. –Respondeu objetivo.

-Beleza. –Preparei as coisas para fazer o fogo emergir e em poucos minutos nós tínhamos uma bela rosa vermelha a alguns metros da barraca. Leonard sentou-se em volta dela e bateu no chão, chamando-me. Certamente, jogaríamos um papo fora sobre a vida e comeríamos algumas coisas.

-Você quer Marshmallow assado? –Ofereceu-me.

-Eu não gosto muito, prefiro deixar isso para os filmes americanos e comer meu pão com mortadela. –Respondi.

-Tudo bem. –Meu namorado assou um pouco do doce para si próprio e comeu. –Sabe, isso tudo é bem romântico, embora muito clichê também.

-É clichê pra caralho. –Disse, dando uma grande mordida no pão.

-Pra porra! –Riu.-Se nós fossemos personagens de uma ficção, eu diria que o autor estava ficando sem ideias. Mas como não somos, que bom que estamos aqui curtindo esse momentinho tranquilo.

Fiquei em silêncio por um tempo, desfrutando meu lanche e admirando-me com a beleza do rapaz a minha frente. Tão diferente, tão original, tão cheiroso. É difícil encontrar um meio de categoriza-lo, porque não é apenas ‘’Um gay alternativo’’, ou ‘’Um ex-presidiário’’, ‘’Um garoto problema’’, ‘’Um limão’’.  É muito mais do que todos esses estereótipos, e só agora, convivendo com ele, posso perceber.

-Hey, Leon... –O chamei- Se eu fosse uma comida, qual comida acha que eu seria?

-Hum... –O garoto parecia pensativo. –Acho que sorvete.

-Sorvete? Por qual motivo? –Questionei sua resposta.

-Você é frio às vezes, mas gostoso e me da vontade de chupar. –Meu aluno mordeu os lábios.

Eu não pude deixar de rir com sua resposta.

-Acho que você seria bolo de chocolate. – Comentei a respeito da personalidade de Leonard.

-É? Por quê?

-Sei lá, eu gosto de bolo de chocolate e também gosto de você. –Me aproximei do garotinho, como se fosse uma espécie de predador.

-Isso é... fofo... –O de olhos esverdeados encarou-me, preparado para algum tipo de atitude brusca.

-Sim, acho que sim. –Concordei e o segurei pela nuca, o puxando para um beijo tão selvagem quanto aquele ambiente. Pude sentir o gosto de marshmallow em seus lábios, e a língua quente, invadir minha boca.

Rapidamente o lancei para o chão de terra qual nós estávamos sentados, e fiquei sobre ele, atacando suas curvas com minhas mãos habilidosas.

O garoto, que também não era nada besta, já partiu para o ataque com seus toques ágeis em minhas partes mais intimas, que ele, e somente ele, poderia desfrutar.

No calor do momento, enfiei a mão dentro de sua calça e dei algumas apalpadas em sua bunda tão gostosa.  A coisa estava ficando bastante intensa, mas não o suficiente para saciar meu desejo sob Leonard. Queria mais, queria chupar seus doces mamilos e traçar uma jornada sob a pele até atingir suas áreas mais rígidas e salientes. Queria senti-lo, e o fato de poder fazer isto me deixava inexplicavelmente animado e agradecido pela vida.

Inclinado pela ambição e pelo prazer carnal, alcancei as áreas mais intensas de seu corpo e o fiz estremecer de prazer apenas com a língua e os dedos. O rapaz suspirava, chamava meu nome e implorava por mais, o que me motivara a continuar firme e fizera meu pênis endurecer.

-Você sabe o que eu quero... –Leon sussurrou docilmente em meu ouvido.

-Sim, eu sei... –Acariciei seus cabelos- Eu te darei tudo o que quer e muito mais, meu amor.

O garoto relaxou, sorrindo por todos os mimos que recebia de mim naquele momento. Eu estava pronto para fazê-lo o homem mais feliz do mundo naquele momento, quando ouvi um som vindo das árvores.

-Que porra é essa? –Meu namorado assustou-se instantaneamente.

Era só o que me faltava... 


Notas Finais


E então, gostaram? O que vocês acham que é? Um bicho? Um alien?


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