História Lendários RPG Chronicles - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~Kleytinho_Sama

Exibições 23
Palavras 2.802
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estou aqui com mais um capítulo, espero que estejam gostando da história!

Nesse capítulo será apresentado o personagem Ciel Phanton, digamos que o mais "normal" dos protagonistas kk bom é isso, agora fiquem com o capítulo e boa leitura ^^

Ops: não deixem de comentar se possível kk

Capítulo 4 - Ironia do destino. (narrado por Ciel Phanton)


Fanfic / Fanfiction Lendários RPG Chronicles - Capítulo 4 - Ironia do destino. (narrado por Ciel Phanton)

Me chamo Ciel Phanton, sou um garoto que não gosta muito de falar, prefiro manter a seriedade a maior parte do tempo, sou uma pessoa tranquila e disposta a ajudar quem precisar. Sou um dos vários habitantes da vila de Magueiros, uma vila especializada em magia, minha família já foi muito conhecida na vila mas devido a uns acontecimentos que prefiro não comentar ainda acabei me tornando um morador de rua, durmo e me alimento onde e quando posso, tenho uma vida difícil. Costumo dormir na floresta vizinha da vila e me alimentar dos animais selvagens que caço, sim, tive que aprender a viver nessas condições mesmo vindo de uma boa família, mas as vezes vou a vila a procura de alimento, abrigo e quem sabe algum parente.

 Em mais um desses dias estava eu, mas uma vez na vila a procura de comida, ainda era manhã mas a fome já estava grande, não havia comido nada na noite anterior e meu estômago parecia estar criando vida, tamanha era a forma que minha barriga se mexia pedindo por comida. Senti um cheiro maravilhoso, cheiro de pães fresquinhos vindo de uma das vendas, não tinha dinheiro, não sabia oque fazer para comer, foi pensando nisso que resolvi arriscar, teria que contar com a caridade do padeiro e usar do nome da minha família para conseguir alimento.

 -Olá senhor, me chamo Ciel Phanton! Vi que o senhor colocou pães frescos a venda, seria muito pedir um deles para comer?

 -HAHAHAHA NÃO SEJA IDIOTA GAROTO, ATÉ PARECE QUE UM GAROTO DE RUA IMUNDO COMO VOCÊ PERTENCE A FAMÍLIA PHANTON.

 -Mas eu pertenço senhor...

 -Não sou idiota garoto, aliás, todos aqui sabem oque aconteceu com os Phanton.
 
              -Senhor...Estou com fome, acredite em mim.

 -Isso se nota a distância, a sua fome! Agora saia daqui, tenho que vender meus pães e você está assustando os clientes.


          Não tive muita escolha, teria que fazer algo que nunca me orgulho de fazer, iria roubar, não aconselho ninguém a fazer isso mas as vezes para sobreviver temos que fazer coisas erradas. Me afastei um pouco do comerciante e quando ele se distraiu corri para seu balcão e peguei o máximo de pães que conseguia carregar nas mãos, teria que ser rápido, os policiais magos dali eram muito eficientes.

 -EI GAROTO, DEVOLVA ESSES PÃES!

 -ME DESCULPE SENHOR, EU PAGO DA PRÓXIMA VEZ, EU PROMETO!

 -VOCÊ NÃO TERÁ UMA PRÓXIMA VEZ, GUARDAS PEGUEM ESSE LADRÃO!

 Não perdi tempo e já comecei a correr desesperado, mesmo no desespero e atropelando todos que via pela frente ainda consegui comer alguns pães, a fome era tanta que não precisei de nada para beber, comi os pães secos mesmo. Enquanto corria os guardas magos surgiram alguns metros atrás de mim, eles não estavam a pé, usavam cavalos enfeitiçados para serem mais ágeis que os cavalos comuns, minha sorte é que devido a vida nas ruas havia me tornado um jovem com destreza e velocidade incomuns, digno dos estudantes da famosa Academia Lendários, academia essa que meus pais e meu tio haviam se formado.

 -Droga...Desse jeito eu vou ser pego.

 -PARE GAROTO, NÃO QUEREMOS FERIR VOCÊ!

 -Por Joe e Kou...eu estou tão perto da floresta, não posso ser pego agora.

 Já estava perdendo as esperanças, os guardas estavam bem próximos de mim, não havia oque fazer, estava perdido e não confiava nem um pouco que aqueles guardas mágicos não queriam me ferir. Já estava quase parando quando olhei para trás, oque vi me deu ânimo pra prosseguir, um lobo branco surgiu na frente dos guardas os impedindo de chegar até mim, não entendi bem oque estava acontecendo mas agradeci mentalmente aquele lobo por me ajudar, mesmo que sem querer, pelo menos eu achava que havia sido sem querer.

 Alcancei a floresta mas mesmo assim não parei de correr, ainda estava longe de estar seguro, não conseguia mais ver os guardas em seus cavalos, muito menos o lobo que me ajudou, mesmo assim não seria tolo de arriscar. Correndo desesperado acabei negligenciando meus sentidos, tanto minha visão como minha audição, não escutei oque estava se aproximando e quando dei por mim já estava entre as rodas de uma carruagem, havia sido atropelado e acabei ficando inconsciente.

 Acordei em um local macio, ainda estava de olhos fechados mas pude supor que estava em algum hospital ou até mesmo na prisão, foi só uma breve impressão porque logo depois notei que o local onde estava parecia se movimentar. Enfim abri os olhos e percebi que estava em uma carruagem, um homem que parecia ter uns dois metros e meio super musculoso, de cabelo raspado nas laterais e barba me olhava de um modo estranho, iria perguntar pra ele oque havia acontecido e onde estava mas nem tive tempo.

 -IIIIIAAAAAAA! O GAROTINHO ABRIU OS OLHOS!

 O homem gritou tão alto, mas tão alto que me despertou de imediato, toda a minha lezeira se foi e por pouco eu não bati a cabeça no teto da carruagem por causa do susto que levei. Fiquei ali sentado olhando para o homem estranho, ele não parecia humano, devia ser uma mistura de humano com a raça dos gigantes devido ao seu monstruoso porte físico, mesmo assim seu modo de agir não era como o de um gigante, se assemelhava ao modo de uma criança hiperativa.

 -Você está mesmo acordado garotinho?

 -Não, ainda estou desmaiado se não percebeu...

 -COMO É POSSÍVEEELLL? VOCÊ É UM PEIXE OU UM BRUXO GAROTO?

 -Oque...Não me diz que...

 -IMPRESSIONATEEE, NUNCA VI UM GAROTO QUE FALA E FICA COM OS DOIS OLHOS DE ENXERGAR ABERTOS ENQUANTO DORME! 

 Já havia visto muita bizarrice na vida, mas aquilo ali foi demais, aquele homem realmente levou a sério minha ironia! Fiquei sem reação, não sabia nem oque falar mas aí ele resolveu agir, sei lá porquê ele segurou meu pescoço e começou a me sacudir como um maluco, acho que devia estar tentando me acordar, como se eu já não estivesse acordado o suficiente com ele berrando nos meus ouvidos. O homem não muito esperto continuou a me sacudir com força, com muita força, acho que ele não havia se tocado mas se continuasse daquele jeito eu acabaria é morto e não acordado, eu mesmo sem conseguir abrir a boca direito me esforcei pra falar algo para salvar minha vida.

 -É...Estou...Estou brincando, já...Já estou acordado droga!

 -Ah...que pena, achei que fosse de verdade, um garoto peixe.

 -Agora que estamos esclarecidos deixa eu perguntar. Porque o senhor fala tão alto?

 -MAS EU NÃO DISSE A PALAVRA ALTO NENHUMA VEZ! OU EU DISSE? EU NÃO SEEEEI!

 Era inacreditavel como aquele homem levava tudo ao pé da letra, não sei dizer bem, mas ele não parecia fazer aquilo com intenção, era algo bem natural, natural e estranho! Seu modo de agir era muito diferente de todos os adultos que havia conhecido, não dava pra dizer se ele era um grande idiota, ou se era apenas inocente demais, a questão da burrice eu ainda não havia descartado também.

 -Não a palavra alto...Eu perguntei porque estava e ainda está gritando quando fala.

 -ENTENDOOOO, POR CAUSA DAS MINHAS CORDAS VOCAIS SUPER PODEROSAS, O SOM SAI DAS CORDAS VOCAIS GAROTINHOOO! 

 -Ah sim...Como se chama senhor?

 -SOU THOR, FOI ASSIM QUE MINHA MÃE E MEU PAI ME CHAMARAM QUANDO EU NASCI, NASCI DA BARRIGA DA MINHA MÃE, NÃO DA BARRIGA, DA VAGINA DELA!

 -Não precisa dar os detalhes...

 -CLARO QUE PRECISAAA! 

 Ainda hoje acho que Thor tem algum problema sério de cabeça, é impossível uma pessoa normal agir dessa forma, até mesmo Riku Kusanawa com toda sua arrogância consegue ser mais normal que Thor. Já havia deixado de entender porque Thor dava tantos detalhes desnecessários as coisas e porque levava tudo ao pé da letra, mesmo aquilo tudo sendo até engraçado eu não ria, minha vida era dura demais para rir por coisas desse tipo, estava tentando focar em ter uma conversa séria com Thor, o homem estranho que havia acabado de conhecer.

  -QUE IRONIA DO DESTINO, QUE IRONIA DO DESTINO! 

 -Thor, oque o senhor quer dizer com isso? 
 
         -É MUITO SIMPLEES! PRIMEIRO VOCÊ SAI DO MATO VERDE CORRENDO COM AS PERNAS, DEPOIS É ATROPELADO PELA CARRUAGEM DE MADEIRA COM QUATRO RODAS REDONDAAS! 

 -Tá... Mas e daí? 
 
      -NÃO SEJA BURRO GAROTO, USE O SEU CÉREBRO QUE SERVE PARA PENSAR!

 -Oh...Não me diga.

 -DIGO SIIIMM! EU MESMO VOU TER QUE FALAR USANDO MINHA BOCA E MINHAS CORDAS VOCAIS! DEPOIS DE ATROPELAR VOCÊ GAROTO QUE VIVE NO MATO, DESCOBRI SUA ESSÊNCIA! 

 Thor parecia muito empolgado com aquilo, eu sabia sobre as essências mas nem iria perguntar nada, ele provavelmente viria com uma daquelas suas explicações malucas e eu realmente não estava com muita paciência pra isso. Thor gritava como um louco quando a carruagem parou derrepente, pude ouvir que a carruagem onde estava não era à única ali, haviam outras a frente, ouvi o barulho de alguém se aproximando bem rápido e murmurando umas coisas que não consegui entender muito bem. Pensei que eram os guardas mágicos que haviam me encontrado mas por sorte estava enganado, um garoto loiro, gordinho e aparentemente emburrado abriu a porta da carruagem onde estavamos.
 
     -RIKU KUSANAWA, VOCÊ SAIU DA SUA CARRUAGEM LÁ NA FRENTE E VEIO CAMINHANDO ATÉ AQUI COM AS PERNAS?

 -Não Thor, eu vim plantando bananeira, é mais rápido! 

 -INTERESSANTE, MAS EU TAMBÉM CONSIGO! 

 O maluco do Thor fez o inacreditável, como se não bastasse ele levar a idéia de Riku Kusanawa a sério ele teve a coragem de aplica-la dentro da carruagem mesmo, Thor plantou bananeira ali dentro da carruagem e por ser gigante arrancou o teto da mesma sem nem ao menos se dar conta disso. A força de Thor era mesmo sobre humana, mesmo sendo tão alto uma pessoa comum, sem nenhum poder seria incapaz de fazer aquilo, Thor com certeza possuía uma essência, Riku também, de alguma forma conseguia sentir isso, claro eu também possuía uma essência que ainda teria que aprender a controlar.

 -Thor, não me diga que esse garotinho do mato vai estudar na Academia Lendários também?

 Thor ignorou completamente Riku, já estava lá fora plantando bananeira e dando saltos no ar gritando feito louco, só ali que fui perceber uma coisa, o maluco realmente estava procurando por bananas e achava que fazendo aquilo iria encontra-las ou até mesmo cria-las. Riku Kusanawa, o garoto rico e metido que fui obrigado a aprender a conviver estava ali me encarando com aquele ar de superioridade, fez aquela pergunta idiota e como Thor não disse nada eu mesmo tive que responder.

 -Ora seu...Porque diz isso?
 
      -Além de ser pobre e morar no mato pelo jeito também é burro! Bom, você está aí com essa roupa ridícula, parece até um espantalho! Tem galhos na cabeça, suas roupas estão rasgadas e sujas como as de um selvagem, você não é só um mendigo, garotinho do mato é um termo ideal pra você!

 -EU NÃO SOU UM GAROTI...QUER DIZER, EU NÃO SOU DO MATO!

 -Não se irrite garoto pobre do mato, quem sabe um dia você fica rico como eu, apesar que tô mentido só pra fingir ser gentil, o máximo que você consegue é ser empregado em alguma casa.


        Riku conseguia tirar minha calma, aquela foi a primeira vez que senti raiva dele, a primeira de muitas, Riku tinha o dom de causar confusão com sua mente preconceituosa, isso vocês ainda vão poder ver em detalhes, nao se preocupem. Já estava prestes a voar no pescoço de Riku mas Thor fez isso por mim, surgiu ali do nada e segurou o pescoço do garoto mimado, pensei que ele queria me defender, afinal eu não era um selvagem como Riku dizia, mas o que ele queria mesmo não tinha nada haver com isso.

 -VOCÊ ME ENGANOU RIKU, ONDE ESTÃO ESSAS BANANAS?
 
         -Thor seu idiota, não sei como você consegue ser um professor sendo tão burro, eu disse plantar bananeira, não disse nada de bananas!

 -MAS EU JÁ PLANTEI BANANEIRA E NÃO VI NENHUMA BANANA APARECER! 

 -Claro, tem que esperar mais, não são bananas mágicas.

 -VOCÊ TEM RAZÃO GAROTO RIKUUU! 

 Ali eu deduzi, não era idiotisse, inocência e nem burrice, eram as três coisas ao mesmo tempo! Thor conseguia ser as três coisas de uma vez, de um modo que chegava a ser harmonioso! Thor por incrivel que pareça acreditou na besteira que Riku contou a ele, assim Thor largou o pescoço de Riku e até arrumou as roupas dele que pareceu ver Thor como alguém inferior e facilmente manipulável, confesso que até eu já estava começando a pensar o mesmo.

 Thor entrou na carruagem de novo dessa vez com Riku que por algum motivo não voltou para a sua, depois disso continuamos seguindo caminho rumo ao desconhecido, eu não tinha a mínima idéia do porque ainda estava ali, eu poderia muito bem ter ido embora, mas não fui. Riku ficou me encarando, parecia sentir nojo da minha presença mas mesmo assim estava ali, provavelmente para tentar me humilhar de alguma forma, mas o coitado nem teve tempo de tentar, Thor já soltou um de seus gritos e começou a falar gritando como sempre.

 -QUE IRONIA DO DESTINO, QUE IRONIA DO DESTINO! 

 -Lá vem ele de novo com essa história de ironia...

 -Oque ele quer dizer com isso garotinho do mato?

 -Ele está falando isso há horas Riku!

 -ESTÁ ENGANADO GAROTINHO DO MATO, EU FALEI APENAS QUATRO VEZES! NÃO TEM COMO EU TER FALADO POR HORAS!

 -Foi só modo de dizer...EI ATÉ VOCÊ ME CHAMANDO ASSIM?

 -Claro que ele chama, eu, o nobre, lindo e loiro Riku Kusanawa que colocou esse nome em você, Thor sendo um mero empregado da Academia Lendários apenas segue os bons modos e o trata da mesma forma. Agora continue Thor, ainda não entendi oque quer dizer mero empregado.

 -ISSO É SIMPLES MEU CARO RIKU, GAROTO RICO, GORDO E EXIBIDO, O GAROTINHO DO MATO FOI ATROPELADO POR NOSSA CARRUAGEM DE MADEIRA DE QUATRO RODAS REDONDAS, DEPOIS EU DESCOBRI A ESSÊNCIA DELEEEEEEEEE! PODERIA TER ATROPELADO UM GAROTO FRACO SEM ESSÊNCIA NENHUMA, MAS NÃO, POR IRONIA DO DESTINO EU ATROPELEI ESSE GAROTO QUE PARECE FRACO E DESNUTRIDO MAS POSSUI UMA ESSÊNCIA PODEROSA!

 -EI EU NÃO SOU UM GAROTINHO, ME CHAMO CIEL PHANTON!

 Os dois ficaram calados, calados como se estivessem em choque, por um segundo achei que algo sério havia acontecido, mas não, logo os dois idiotas começaram a rir feito loucos, não entendi bem o porque até me dar conta de uma coisa. Eu havia dito meu nome a eles, Ciel Phanton, só podia ser esse o motivo de tanta risada, afinal ninguém nunca acreditava quando eu falava, só por causa dos meus trajes acabados e minha aparência. 

 -HAHAHAHA ATÉ PARECE QUE UM POBRE DO MATO COMO VOCÊ É UM HERDEIRO DOS PHANTON! 

 -TENHO QUE CONCORDAR COM O GAROTO RICO RIKU KUSANAWA, VOCÊ NÃO PODE SER UM DOS PHANTON, ELES NÃO ERA SUJOS E DESNUTRIDOS COMO VOCÊ! 

 -Ora seus...
 
        -GAROTINHO DO MATO CIEL, VOCÊ QUER ENTRAR NA FAMOSA E PODEROSA ACADEMIA LENDÁRIOS? 

 Eu não famosa Academia Lendários? Aquilo só podia ser um sonho! Eu não passava de um garoto de rua, sim, já pertenci a uma família nobre mas estudar e me tornar um guerreiro poderoso na academia estava muito além do que eu poderia imaginar. Entrar na Academia Lendários seria uma boa forma de honrar o nome de minha família, eu era um morador de rua mas ainda devia manter o nome de minha família, afinal, eu não planejava viver daquela forma miserável pro resto da vida.

 -Sim, eu aceito senhor Thor!
 
 -Você esta ficando louco Thor? Não só louco como cego também! Não está vendo que ele é pobre?

 -SE EU FOSSE LOUCO ESTARIA NAQUELE LUGAR ONDE OS LOUCOS FICAM, CEGO TAMBEM NÃO SOU, PORQUE ENXERGO MUITO BEM COM OS OLHOS! 

 -Já devem haver pobres demais na academia, além disso, até os bolsistas pagam uma miséria para estudarem lá.

 -Thor...eu não havia pensado nisso, Riku tem razão! Como vou permanecer na academia se não tenho dinheiro? 

 -ISSO É MUITO SIMPLES GAROTINHO DO MATO CIEL, VOCÊ TERÁ BOLSA INTEGRAL NA ACADEMIA LENDÁRIOS, O IDIOTA DO ROMEU IRÁ PAGAR COM CERTEZA SE ACREDITAR QUE VOCÊ É UM PHANTON DE VERDADE! 

 -Mas eu sou um Phanton...E quem é esse Romeu? 

 -O DIRETOR DA NOSSA FAMOSA ACADEMIA LENDÁRIOS! 
 
        Thor podia até ser um completo imbecil mas possuía um coração generoso, mesmo ele sendo um idiota conseguiu meu respeito naquele momento, já de Riku infelizmente eu não posso dizer o mesmo, minha visão sobre ele só foi piorando com o tempo apesar que as vezes, bem as vezes ele não parecia ser tão ruim, egoista, e idiota. Depois de tudo estar decidido e de ouvirmos Riku reclamar um pouco pudemos seguir caminho em paz rumo ao meu novo lar, um lugar onde eu não passaria fome e poderia dormir de forma confortável, a famosa Academia Lendários


Notas Finais


Kkk não sei quem chamou mais atenção nesse capítulo, se foi o Riku ou o doido do Thor kk Ciel tbm é legal, mais do tipo sério, não pode ser todo mundo zuero tbm né kkk


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