História Lendas Urbanas (japonêsas) - Capítulo 37


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Categorias Lendas Urbanas
Exibições 53
Palavras 661
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Terror e Horror
Avisos: Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


MAIS UMA HISTORIA!!!!! MAS DESSA VEZ, VAMOS FALAR SOBRE....... "TAMTAMTAMTAM" CACHORROS AS COISAS MAIS FOFAS DESSE MUNDO "gato tbm"

Capítulo 37 - Hariko inu - cães nossos fiieis guardiões


Fanfic / Fanfiction Lendas Urbanas (japonêsas) - Capítulo 37 - Hariko inu - cães nossos fiieis guardiões

O Amor é uma doação maravilhosa que nos engrandece e, nos livra dos sofrimentos, tendo a dádiva Divina de funcionar sempre pois, havendo o Amor, o Ódio fica em outros planos!
Dias atras conheci uma família linda, um casal e um bebe muito amado! Ela brasileira, ele japones e o bebe é um lindo cachorro da raça Shih-Tzu, esse da foto acima, o nome dele eh Koro! Observando o amor dessa família fiquei pensando sobre o amor e sobre uma lenda japonesa
Hariko Inu!
Os japoneses, antigamente, acreditavam que os cães sentiam a presença dos onis (demónios). Os Onis infiltravam-se nas terriolas disfarçados em forma humana para praticar o mal.

Os cachorros, no Japão, são os protectores das crianças.. segundo uma crença popular!

O Hariko Inu é um talismã antigo, ainda, muito usado nos dias de hoje.

Este talismã, é um cachorrinho feito em papel machê (massa feita com papel picado embebido na água, coado e depois misturado com cola e gesso) que depois é pintado com cores garridas!

Este talismã traz boa sorte, protecção e saúde!! As mães, quando vão dar à luz e depois quando o trazem para casa, colocam o Hariko Inu a enfeitar o quarto. Assim, o bebé/criança cresce com saúde e está sempre protegida dos demónios.

lenda do Hariko Inu:

“Durante sua peregrinação na ilha de Shikoku, o monge Kukai passou a noite na cabana de um lavrador. O dono da casa era um senhor muito amável e o hospedou com grande alegria e cordialidade. Kukai, então, disse que gostaria de recompensá-los pela hospedagem e pediu que dissessem como ou quanto deveria pagar.

O lavrador recusou pagamento, mas, devido à insistência do monge, disse que gostaria de receber um amuleto e justificou:

– Nós não tivemos sorte com o tempo nesses últimos anos. Nossa plantação de arroz tem sido devastada por javalis selvagens e, quando os cachos de arroz estão madurando, são devorados pelos pássaros. Sem dizer que, às vezes, existem secas em época de crescimento ou enchentes antes da colheita.

O monge, então, rabiscou alguma coisa em um pedaço de papel, depois dobrou-o cuidadosamente em forma de envelope. Essa dobradura foi pregada na porta do celeiro.

Naquele ano, a colheita foi normal, nenhuma intempérie veio a prejudicar a boa safra. No ano seguinte, a mesma felicidade. Os agricultores festejaram a boa colheita com um festival de tambores e danças. No terceiro ano, a mesma coisa.

O agricultor e a esposa estavam muito felizes com a simpatia que o monge Kukai havia lhes presenteado. Porém, durante os três anos a curiosidade foi crescendo, crescendo e até que, não agüentando mais, abriram o papel para ver o que o monge havia rabiscado ali.

Não deu tempo de o casal ver o que estava escrito no papel. Bastou começar abrir a dobradura e um cachorro pulou para fora do papel. O cachorro sumiu, nunca mais voltou, e ninguém sabe para onde ele foi. O papel estava em branco, mas o lavrador e sua esposa haviam visto Kukai rabiscar alguma coisa nele. Desde então, a colheita não foi mais boa. Como se houvesse perdido a proteção divina, a plantação de arroz passou por toda sorte de dificuldades, até mesmo ataque de insetos.

O pessoal da aldeia raciocinou que o cachorro estava protegendo a casa e a plantação de arroz. E, desde então, passaram a confeccionar pequenos cachorros de papel machê, para ficar de guarda, protegendo a casa e as crianças enquanto os pais trabalhavam na roça.

Restou a curiosidade do povo. Alguns disseram que o monge teria escrito simplesmente a palavra inu (cão); outros disseram que ele fez desenho de um cachorro, pois, além de monge, calígrafo e poeta, era excelente desenhista. Há também estudiosos de seitas que afirmam que Kukai escreveu Inukami, que pode ser traduzido como “deus cão” (inu=cão e kami = deus). Uma vez que papel também é kami em japonês, quando o casal abriu a dobradura, a palavra ganhou vida e materializou-se em animal. ”


Notas Finais


Inu=Cão e kami= Deus CÃO DEUS


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