História Lendo Harry Potter - Capítulo 3


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Categorias Harry Potter
Personagens Charlus Potter, Dorea Black, Hermione Granger, Tom Riddle Jr.
Exibições 159
Palavras 3.088
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu queria agradecer a todos que comentaram no capitulo anterior, obg s2

Esse capitulo é mais para mostrar os descendentes do nosso trio de ouro no passado e tal, mas não é um capitulo tão menos importante.

A do gif é Freya Parkinson

Boa leitura...

Capítulo 3 - Apresentando os Descendentes


Fanfic / Fanfiction Lendo Harry Potter - Capítulo 3 - Apresentando os Descendentes

No capitulo anterior...

- Quem quer ler agora? – perguntou Dumbledore.

Antes que alguém pudesse responder, o chão tremeu e toda a sala fora iluminada por uma cor verde e logo, um som de aparatação fora ouvido e nove pessoas sorridentes apareceram...

Todos olhavam surpresos e curiosos para os jovens a sua frente. Seriam do futuro? Como haviam ido parar ali? Mil perguntas se passavam na cabeça de todos. Estavam chocados com o livro, principalmente Charlus por descobrir que os Potter's viriam a sofrer tanto, aquilo realmente o entristecia. Charlus observava o garoto a sua frente, devia ter por volta de 17 anos, tinha cabelos morenos e olhos negros e um sorriso largo nos lábios, se parecia quase com ele, mas parecia ter também alguns traços de Dorea. Será que Dorea e eu nos casamos? pensou feliz com tal pensamento.

- Apresentem-se - pediu Freya observando um loiro e corou ao perceber que ele se parecia um pouco com ela. O garoto tinha cabelos loiros naturais, se assemelhava muito a um Malfoy e tinha lindo olhos verdes. Corou ao lembrar que sua mãe também tinha olhos verdes. Será que aquele era seu descendente?

- Hm, eu me chamo James Sirius Potter - disse um jovem de cabelos morenos, muito parecido com o Potter. Ele esperou os murmúrios das pessoas surpresas parar para poder continuar - Sou bisneto de Charlus Potter e Dorea Black Potter - ele disse e os dois que estavam sentados juntos seguraram as mãos, cumplices. Charlus sorria feliz, enquanto Dorea ficava igual a cor de seus cabelos ruivos - Sou da Grifinória, tenho 17 anos e namoro o meu lírio - disse James sorrindo marotamente, fitando uma garota de cabelos morenos.

- É LESTRANGE, POTTER - vociferou a morena irritada.

- Não, Lestrange Potter só depois do casamento - riu James e a garota sussurrou um " Vai se ferrar, Potter " fazendo o salão explodir em risadas. Charlus achara graça daquele casal, embora nunca aceitasse um descendente seu com uma Lestrange, havia gostado de James, esse é com certeza um nome que daria a um filho seu.

- Bem, eu sou Loren Rowena Lestrange, bisneta de Freya Parkinson com Edward Parkinson. - Freya corou violentamente, fazendo Dorea rir - Sou da Sonserina e tenho 17 anos - disse fitando Freya, que virou o rosto. A garota estava chocada demais com tudo aquilo. Então, havia se casado com seu primo, Edward Parkinson? Ficou decepcionada, sempre nutrira uma paixão desenfreada por Tom Riddle, esperava poder ficar com ele, algum dia.

- Eu sou Albus Severus Potter - disse Albus e logo Charlus e Dorea sorriram por ter dois bisnetos - Sou bisneto da Dorea e do Charlus e sou da Sonserina - ele disse vendo a expressão de Charlus ficar seria e Dorea lhe olhar de um jeito acolhedor - Tenho 15 anos - complementou e logo uma ruiva se aproximou.

- Meu nome é Lilian Luna Potter, sou bisneta de vocês -  apontou para Charlus e Dorea, que sorriram - Sou da Grifinória e tenho 13 anos.

- Meu nome é Rose Jean Weasley - disse outra ruiva se aproximando e pôde ver Septimus sorrir para ela - Sou bisneta de Cedrella e Septmus Weasley, sou da Grifinória e tenho 15 anos - disse a ruiva e logo Septmus e Cedrella vieram abraça-la.

- Entao você é nossa bisneta? - Cedrella perguntou e Rose assentiu. Corou ao pensar na possibilidade de ter se casado com Septmus.

Freya só não fez nenhuma piadinha, pois estava chocada com tudo aquilo.

- Eu sou Hugo Bilius Weasley - disse um outro ruivo se aproximando - Sou bisneto de vocês - apontou para Septmus e Cedrella que estavam muito vermelhos - Sou da Grifinória e assim como a Lily tenho 13 anos - disse envergonhado, ao ver todos o fitarem, curiosos.

- Eu sou Frank Longbttom, bisneto de Harfang e Callidora - disse um jovem de cabelos negros se aproximando e deixando dois jovens, vermelhos de vergonha.

- Você é nosso bisneto? - perguntou Harfang sorrindo para o bisneto.

- Sim, sou da Grifinória também e tenho 15 anos - respondeu se juntando aos outros.

- Eu sou Alice Ana Longbottom – disse uma jovem de cabelos tao negros, quanto os do irmão – Tenho 15 anos e sou bisneto de Harfang e Callidora, sou da Corvinal – disse a morena, vendo os bizavós sorrirem para ela.

- Eu sou Scorpius Hyperion Malfoy, sou bisneto de Freya Parkinson Malfoy com Abraxas Malfoy – disse o loiro, fazendo Freya ficar vermelha e todos ficarem pasmos. Afinal, Freya tinha tido filhos com Edward e Abraxas?

Após muitos murmúrios sobre os jovens ali presentes, Albus Dumbledore se pronunciou:

Bem, darei a vocês uma semana para se conhecer. Estou vendo que tem muito a conversar, e entao seguiremos a ler os livros, aproveitem essa semana para se conhecer melhor e tirar todas as dúvidas que possam ter, cada um ficará com o membro da família, tornarei esse sala maior e cada família terá seu quarto. Dorea Blaack e Charlus Potter vocês dividirão seu quarto com James Sirius, Albus Severus – sorriu ao perceber que o menino tinha seu nome – e Lilian Luna, já vocês Septmus e Cedrella dividirão o quarto com Rose e Hugo Weasley, Harfang e Callidora dividirão com Alice e Frank e Freya Parkinson dividirá com Loren e Scorpius – disse Dumbledore e logo, cada um foram para seus respectivos, quartos, animados para conhecer seus descendentes.

Enquanto arrumava a cama dos bisnetos, Freya observava atentamente Scorpius e Loren, ambos também a fitavam com certa curiosidade também. Freya não pôde deixar de perceber o quanto os dois se pareciam com ela. Estava feliz, não podia negar. Mesmo sonhando se casar com Riddle, estava feliz de conhecer os bisnetos, estava feliz de estar ali.

- Então... – ela pigarreou nervosa e eles riram.

- Então –  repetiram Loren e Scorpius juntos.

- Com quem eu me casei? Edward ou Abraxas? – pergunta Freya rindo. Realmente estava curiosa, não podia negar.

- Com os dois – respondeu Scorpius em um tom divertido, ao ver a reação da bisavó.

- E agora é autorizado se casar com duas pessoas ao mesmo tempo? – perguntou Freya espantada.

- Não, não foi ao mesmo tempo – Loren se apressou em dizer – Assim que saiu de Hogwarts, você ainda pensava no Riddle... Mas você sabia, nunca daria certo, ele só sabia te dar foras – começou Loren, que parou ao ver a expressão aterrorizada da bizavó. Então eles sabiam, de sua paixão por Tom Riddle pensou Freya espantada.

- Foi então que um dia, você tentou novamente investir em Riddle, no dia de sua formatura, você estava saindo de Hogwarts. Nesse dia, voce se rastejou para ele, pediu uma chance, mas ele estava irredutível. Ele te deu um fora e te humilhou na frente dos comensais dele, que riram, menos Abraxas, ele não riu, aquilo te magoou e você saiu tão humilhada, que decidiu que passaria a noite com o primeiro que visse. Edward Parkinson seu primo, que sempre foi apaixonado por você, viu seu estado e se declarou. Você então aproveitou e vingou-se, passou a noite com ele. Dessa noite, gerou frutos, voce se descobriu gravida e foi obrigada a se casar com ele, pois seus pais ameaçaram te deserdar. Nove meses depois, você deu a luz um menino: Frederick Parkinson. Você e o Edward não foram felizes juntos, por mais que ele te amasse, você só estava com ele por causa da criança e por não ter mais ninguém, o casamento de vocês se tornou infeliz. Cinco anos depois, ele morreu de uma doença bruxa. Foi a época em que Riddle te convidou a se tornar uma comensal da morte, voce de inicio recusou, mas como ainda o amava, acabou aceitando. Nisso voce se aproximou de Abraxas Malfoy, com quem se casou. Três anos depois, você deu a luz Lucius Malfoy, seu único filho com Abraxas. Frederick você deu para sua prima, uma Parkinson criar, assim ninguém além dos Malfoy’s soube do parentesco entre os Parkinson e os Malfoy. E com Abraxas você foi muito feliz. Não esqueceu Riddle, mas foi enfim, feliz. Você morreu aos 46 anos, quando Lucius saiu do Hogwarts, devido a uma doença bruxa, morreu de varíola como meu bisavô  - disse Scorpius narrando tudo.

- Então, vocês sabem do Ridde? De tudo sobre mim? – perguntou chocada. Como eles poderiam saber tanto sobre ela, mesmo sendo do futuro? – ESPERA, então Riddle é Voldemort? – perguntou Freya temendo a resposta.

- Sim, mas você não vai contar isso para ninguém, você jurou perante ao livro. Se você contar, você não morrerá, mas perderá algo muito precioso para você. – disse Scorpius percebendo que a bisavó poderia contar tudo a Riddle. Sabia o quanto ela o amava, sabia que iria correr contando-lhe a verdade e tinham que impedir isso, ou mudar o futuro teria sido em vão.

- Não vou contar, fique sossegado – confirmou Freya, mesmo sem ter certeza disso. Amava Tom Riddle. Desde o seu primeiro ano, ama-lo chegava a doer, ele vivia rejeitando-a. E agora, poderia ajuda-lo a se tornar o bruxo das trevas, que ele sempre quis. Poderia ter um trunfo para conquista-lo, ou ao menos, ficar ao lado dele. Não poderia desperdiçar. Mas por outro lado, ainda tinha seus bisnetos, havia gostado deles, não poderia trai-los assim. Afastando esses pensamentos, decidiu quebrar o clima  de silencio que se fez e mudar de assunto – Agora me contem sobre vocês, como é a Hogwarts do tempo de vocês? Vocês namoram alguém? Quero saber de tudo! – disse Freya animada para saber mais da vida daqueles bisnetos, que já considerava tanto.

Dorea Black, Charlus Potter, Lilian Luna, Albus Severus e James Sirius Potter, já se encontravam deitados, conversando animadamente. Dorea estava feliz, mesmo não admitindo sentia algo por Charlus e saber que se casaria com o Potter, a deixava flutuando nas nuvens.

- Então... eu vou me casar com o Potter? – perguntou Dorea corando, após ver todos lhe fitarem maliciosos.

- Sim – respondeu James sorrindo malicioso – Vocês vão começar a namorar no final do penúltimo ano de vocês em Hogwarts, vocês vão se casar após saírem daqui e terão um filho, James. James será o pai de Harry. Vocês serão muito felizes juntos – respondeu e Dorea e Charlus se olharam, felizes.

Não poderiam estar mais felizes, se casariam e ainda seriam avós de Harry, aquilo era como um sonho para Charlus Potter e Dorea Black. Charlus principalmente, não poderia estar mais feliz, aquele livro do futuro havia aproximado-o de Dorea e ele estava muito feliz por isso.

 

Septmus e Cedrella estavam felizes. Um dia, se casaria e teriam um filho, pelo que Rose havia contado e teriam sete netos, seriam uma família feliz. Rose e Hugo lhes contaram também sobre Voldemort e em como ele destruiu a vida de toda a sua família. O futuro casal Weasley sentira raiva de Tom Riddle e só decidiram não acertar as contas com o mesmo quando saíssem dali, porque haviam prometido que o assunto não poderia sair daquela sala. Aquilo tudo servira para aproximar Cedrella e Septmus que já eram apaixonados, mas assim como Callidora e Harfang, não tinham coragem de assumir. Os dois observavam agora os bisnetos dormirem, enquanto conversavam.

- Acho que eu sempre fui apaixonada por você – disse Cedrella de repente, queria ser sincera com Septmus – Desde o nosso quarto ano... Eu só não queria admitir. A minha família nunca me aceitaria namorando quem elas costumam chamar de traidor de sangue. E eu tive medo... De perder o amor dos meus pais, ser deserdada, mas depois de tudo isso... Não tem mais como negar, vamos até ter um filho juntos, eu te amo Septmus, não me importa o futuro, eu sei que o futuro pode ser desastroso, mas eu não quero saber... Eu... – ela tentava encontrar a palavra certa, Septmus ouvia tudo com alegria no coração, sempre quisera ouvir aquilo e já se aproximava da morena. – Eu te amo! Eu quero viver o agora e o meu agora é você! – completou com um sorriso, dando a deixa para que Septmus se aproximasse.

O ruivo se aproximou cada vez mais, em passos tímidos, logo colocando sua boca na de Cedrella. Dava para sentir a respiração um do outro. Logo, Septmus a puxou para um beijo, não um beijo qualquer. Um beijo apaixonado. Como se nada mais importasse. Como se tivessem apenas os dois ali, e de fato estavam, Rose e Hugo pareciam dormir profundamente. Aquele beijo havia selado o primeiro de muitos beijos, naquele momento, decidiram esquecer a guerra que haveria em alguns anos, decidiram esquecer tudo que aconteceria. Apenas o que importava era o agora, o que importava era o presente. Era aquele beijo, o momento mais feliz de Cedrella Black e Septmus Weasley, um momento que eles jamais esqueceriam...

Eillen Prince e Hanna Spowers conversavam, estavam curiosas, afinal que livro era aquele que leriam? E o que tinha haver com elas? Mil e umas perguntas se passavam por suas cabeças.

- O que voce acha que esse livro tem a ver com a gente? E porque fomos as únicas além da McGonagall que não viu descendentes seus? – perguntou Hanna para Eillen, não podia evitar sua curiosidade.

- Não sei, talvez não tenhamos tido descendentes. Meu Merlin, será que eu não  me casei com o Tobias? – se desesperou Eillen. Sabia que Tobias era trouxa e que seu pai nunca permitiria tal casamento.

- Relaxe, você logo vai descobrir, Tobias é o seu vizinho trouxa? – Hanna quis saber, curiosa. Sabia que a sonserina tinha uma paixão secreta, mas não sabia muito sobre ele.

- Sim, ele não sabe que eu sou bruxa... – Eillen fez uma cara triste.

- Porque não?

- Eu não tenho coragem de contar, e se ele me odiar? – disse Eillen desesperada com tal possibilidade.

- Você tem que contar, já pensou se ele descobre por conta própria? É aí que ele nunca vai te perdoar – disse Hanna, deixando a amiga ainda mais desesperada.

- Ai Meu Merlin, você tem razão, o que eu faço? – se perguntou a garota aflita com a possibilidade de perder o seu Tobias.

 

Já devia ser cerca de duas da manhã, quando Callidora e Harfang conversavam animadamente, ignorando os bisnetos que dormiam, tranquilamente. Havia sido um choque para eles descobrir, que um dia ficariam juntos. Haviam descoberto tantas coisas em um só dia, que não era de se admirar como estavam chocados.

- Você acha que podemos evitar toda essa guerra? – perguntou Callidora de repente. Estava aflita, não queria que nada de ruim acontecesse a seus descendentes.

- Não acho que possamos fazer nada, Dumbledore foi claro, teremos que manter segredo – disse Harfang suspirando, também com medo do que possa acontecer a seus descendentes.

- Eu só espero que os nossos filhos tenham uma vida boa – disse Callidora e Harfang apertou sua mão, lhe passando força. Callidora agradeceu com um sorriso verdadeiro, fazendo o amigo sorrir também. Estar perto de Callidora o fazia tão bem.

 

Minerva McGonagall e Julius Lupin foram os únicos que sobraram e acabaram dividindo o quarto também, enquanto Dumbledore tinha um quarto só para ele. Minerva e Julius conversavam curiosos, com tudo aquilo que havia acontecido.

- Quem será esse Lord? – perguntou Minerva curiosa. Não sabia de quase nada sobre o futuro, além do que o livro havia revelado, estava curiosa.

- Não sei, mas eu suspeito do Riddle – confessou Julius e Minerva concordou.

- Riddle é estranho, com certeza deve ser ele – disse Minerva concordando. Lembrava-se muito bem de como Riddle podia ser inconveniente as vezes, viviam brigando, porque McGonagall vivia defendendo nascidos-trouxas, quando Riddle chamava os mesmos de sangue-ruim. Riddle com certeza queria acabar com os trouxas e nascidos-trouxas e não mediria esforços para isso.

- Pois é – concordou Julius – agora é melhor dormirmos, amanhã teremos um longo dia – disse Julius se deitando em sua cama e McGonagall fez o mesmo.

 

Uma semana havia se passado... Tom Riddle entendia cada vez menos porque continuava em Hogwarts naquele final de ano. Já era dia 1 de janeiro e Dumbledore e alguns alunos continuavam sumidos. Afinal, para onde teriam ido? E porque ele havia sido chamado ali, juntamente a Abraxas? O que havia acontecido? Estava no salão principal, tomando o café da manhã, imerso em pensamentos, enquanto Abraxas falava coisas sem sentido, da qual Riddle não estava ouvindo.

- Tom? Está me escutando? – perguntou Abraxas despertando o moreno de uma espécie de transe.

- Não Malfoy, tenho coisas mais importantes a me preocupar – disse Riddle em um tom seco, que quase fez Abraxas gelar. Tinha respeito pelo seu Lord e medo também, sabia das coisas que ele era capaz.

- Posso saber o que? – perguntou Abraxas curioso.

- Passou mais de uma semana e Dumbledore continua preso sei la onde, com os grifinórios, a Black e a Parkinson, fico me perguntando, o que de tão importante pode ter acontecido e o porque de nos tirarem de nossas casas tão cedo. Isso nunca aconteceu antes Abraxas, algo está acontecendo e eu preciso descobrir o que é – disse Tom em um tom de preocupação. Sempre tinha tudo a seu controle e aquela situação parecia fugir do seu controle. Não gostava nada disso, precisava de alguma forma descobrir o que havia acontecido.

- E você tem alguma ideia do que aconteceu?  - perguntou Abraxas notando a preocupação do amigo.

- Não, mas vou descobrir – disse Riddle determinado.

Todos os jovens do passado já estavam bem próximos dos jovens do futuro. Freya havia feito amizade com Loren e Scorpius. Embora gostasse mais de Scorpius, havia gostado muito de Loren também. E por incrível que pareça, fez amizade com Rose Weasley também, afinal de contas, nem todos os Weasley’s pareciam tão chatos como a mesma previu. Logo, todos saiam de seus quartos e abriram as portas e logo a sala voltava ao normal. Um circulo marcava o local, com muitas cadeiras em volta e uma no meio, quem sentasse no meio deveria ser o próximo a ler o livro. O período de uma semana que Dumbledore deu, havia passado e agora todos se preparavam para continuar a ler os livros, que tanto os chocaram. Cada um se sentava ao lado de seus parentes.

- Quem será o próximo a ler? – perguntou Dumbledore, quando todos já se sentavam.

- Eu – pediu Hugo Weasley indo se sentar na cadeira do meio e logo o livro flutuava em suas mãos – Capitulo 2 - O vidro que sumiu

- Que vidro que sumiu? – perguntou Cedrella curiosa.

- Já vamos descobrir – disse Hugo apenas e todos lhe fitaram curiosos.

 



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