História Les Trois Visages de L'amour - Capítulo 20


Escrita por: ~ e ~Nay_Migliori

Postado
Categorias Orange Is the New Black, Orphan Black
Personagens Alex Vause, Cosima Niehaus, Dr. Aldous Leekie, Dra. Delphine Cormier, Felix "Fee" Dawkins, Katja Obinger, Kira Manning, Paul Dierden, Personagens Originais, Rachel Duncan, Sarah Manning, Siobhan Sadler "Sra. S"
Tags Cophine, Cosima Niehaus, Delphine Cormier, Orange, Yuri
Visualizações 76
Palavras 3.599
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde meus amores!

Eu resolvi aparecer antes, pq meu aniversário é amanhã e o presente antecipado vai ser pra vocês!

Eu precisava muito acalentar o coração de vocês antes que vocês me expulsem daqui hahaha

Boa leitura ... Espero que gostem!

Nos vemos nas notas finais.

Capítulo 20 - Gostaria de repetir a dose


POV - Sidney

   Desde o dia em que eu a vi sentada no bar em que trabalho, algo nela chamou minha atenção. Não sei dizer se foram os cabelos extremamente escuros em contraste com a pele extremamente clara, ou se foi o par de olhos em um verdadeiro claro magnífico, ou até mesmo se foi a áurea que carregava ... Sem dúvidas foi uma grande mistura de tudo.

   Algo nela me chamava, algo me dizia para puxar assunto e ficar por perto, e assim o fiz. 

   Achei que ela não ligaria, mas ela ligou e mesmo me falando sobre a mulher que não a correspondia eu me senti bem por ela ter ao menos lembrado de mim e ainda mais por ter me levado a um lugar especial para ela.

  Desde aquele dia, sempre que possível, nos falamos, seja por mensagem de texto ou ligação. Gosto de estar com ela, e pelo o que parece ela também gosta de estar comigo, mas talvez eu a esteja vendo de um modo diferente do que ela me vê.

   No dia em que fomos até a casa da Delphine para dizer que Cosima estava doente, eu senti que deveria a todo custo cuidar dela, senti que ela precisava de mim e que eu precisava estar com ela sempre que necessário, mesmo que só como uma amiga, mas um impulso me fez avançar. Um beijo. Eu a beijei. Não foi nada demais, apenas um beijo. Bom, pra mim não foi apenas um beijo qualquer, até porque Alex mexe comigo de um jeito que ninguém jamais mexeu e isso me assusta às vezes.

   Desde aquele dia não tocamos nesse assunto e agora eu estou aqui em frente a portaria de seu prédio, após uma ligação um tanto quanto desesperada dela me pedindo para vim correndo pra cá. Nada muito significativo se passou pela minha mente, na verdade eu não pensei em nada, apenas atendi seu pedido.

   - A Srta já pode subir - anunciou o porteiro me arrancando de meus devaneios.

   Alex morava no 5° andar, apartamento 17. O prédio não era muito grande, possuía apenas 8 andares, mas era muito bonito. A decoração era rústica, móveis de madeira e decoração do final doas anos 70 e início dos 80. Definitivamente combinava com o estilo que Alex demonstrava ter. 

    Entrei no elevador e apertei o número 5 no painel. Alguns segundos depois ele parou e eu sai. Por ser o número 17, o apartamento de Alex era o mais próximo do elevador e logo eu já estava apertando a campainha.

    Assim que toquei a companhia fique pensando se realmente tinha feito a coisa certa. O que eu estava fazendo ali.? 

   Estava dando as costas para ir embora quando ela abriu a porta.

    - Belly, que bom que veio - disse assim que abriu a porta.

    - Você me chamou não foi.? - respondi com um sorriso fraco nos lábios.

    - Sim. Mas não achei que viria. Muito menos tão rápido assim - ela me devolveu o sorriso.

    - Sou cheia de surpresas,  Srta. Frontenac. 

    - Percebi, Srta. Sarabelly - brincou.

    - Vai me deixar aqui fora? - indaguei irônica

    - Não... Me desculpe... Entre - me deu passagem e eu entrei. Assim que passei o batente da porta e pus a observar o ambiente. Nada muito extravagante, tudo muito bem organizado e em tons neutros. "A cara dela", pensei.

   - Seu apartamento é muito bonito Vause ... É a sua cara - elogiei.

   - Obrigada Belly - disse fechando a porta - Pode ficar a vontade ... - e lá estava o semblante que eu já conhecia bem. Eu sabia que algo tinha acontecido, ela estava muito aflita, seus olhos diziam isso e após olha-la por um pouco mais de tempo percebi que eles diziam que ela havia chorado.

   - Alex, o que houve? - assumi um tom sério e a vi suspirar pesadamente. Era impressionante como em tão pouco tempo eu já a conhecia tão bem. 

   - Eu me odeio por envolver você nisso, por sempre estar enchendo você com meus problemas. Você não tem nada haver com isso, mas você é a única pessoa que tenho pra isso - despejou em um fôlego só.

   - Hey, para com isso - me aproximei e apoiei minhas duas mãos em seu rosto - Sabe que pode contar comigo sempre que precisar. Eu não me importo, na verdade até gosto de fazer parte da sua vida conturbada - ela sorriu. Não existia no mundo sorriso mais lindo que o dela. Mas o sorriso logo se desfez e ela fechou os olhos.

   - Hoje, pela manhã eu senti que o dia não seria muito bom - começou - Sabe quando você acorda e sente que algo de ruim vai acontecer e que não vai demorar muito pra isso? - assenti - Então, eu fui para o Dyad e acabei chegando um pouco atrasada. Quando cheguei no laboratório me surpreendi pelo fato de que a Cos não tinha chego ainda, mas até entao ela sempre se atrasa - enquanto Alex falava eu nos conduzia até o sofá para sentarmos. Algo me dizia que essa conversa séria longa - Não muito tempo depois Scott entrou seguido por Delphine e começamos a trabalhar, fazer as coisas que podíamos fazer até que o babaca do Aldous nos autorize a voltar com a pesquisa - a cada palavra que ela dizia, eu sentia que seu coração doía, parecia que ela iria dizer o pior - Ficamos conversando por um bom tempo e de repente eu vi a Cos parada na entrada do laboratório, estatelada e antes que ela pudesse dizer algo começou a tossir - legítimas brotaram naqueles olhos que eu tanto gostava de admirar - Ela teve uma convulsão e estava expelindo sangue pela boca ... Foi assustador - eu a abracei e ao sentir os soluços que seu corpo reproduzia por conta do choro eu chorei também. 

   - Hey, calma! - tentei conforta-la e senti seus braços me apertarem mais contra seu corpo - Vai ficar tudo bem poxa ... 

   - E se não ficar você estará aqui, então no final, tudo ficará bem de qualquer forma - repetiu as palavras que eu disse a ela a dois dias atrás e meu coração acelerou consideravelmente, e então foi a minha vez de apartar mais ainda seu corpo. 

   Ficamos abraçadas e em silêncio por um bom tempo. Eu não sabia se queria desfazer aquele abraço ou se eu poderia dizer algo, perguntar qualquer coisa naquele instante me pareceu bobagem, então apenas esperei por uma ação dela, que logo veio.

   - Hoje, depois do que aconteceu com a Cos, enquanto esperávamos alguma resposta do estado dela teve um momento em que eu e Delphine Ficamos sozinhas - disse se desvencilhando do abraço e secando as lágrimas em seu rosto. Fiz o mesmo. 

   - E como foi? - perguntei ainda restabelecendo a frequência cardíaca de meus batimentos.

   - Revelador ... - disse.

   - Quer me contar? - coloquei uma mexa de cabelo que estava em seu rosto atrás da orelha e ela sorriu. "Merda Alex, se continuar sorrindo assim não vou conseguir me concentrar no que tem a me dizer", pensei e sorri em resposta. 

   - Ela estava chorando ... Eu nunca imaginei ver a Cormier chorar, mas pelo jeito o medo de perder realmente uma pessoa opera milagres ... Ela me falou sobre os sentimentos dela pela Cos e foi tão ... profundo. Eu nunca imaginei que ela pudesse sentir tudo aquilo, pra mim ela não era capaz de tal coisa ...

   - Todo mundo é capaz de sentir Alex, mas existem as pessoas que lutam contra a todo custo e só no momento em que não vêem mais nenhuma saída se entregam, mas muitas vezes quando isso acontece já é tarde demais ... Mas existem as pessoas que só precisam de um empurrãozinho, ou de uma queda de um precipício como foi o caso da Delphine, para entenderem que não somos capazes de vencer os sentimentos. 

   - Pois é ... Hoje eu pude ver que ela realmente se importa, que ama a Cos de verdade e que está arrependida do que fez - disse passando a mão pelo cabelo e o prendendo em um coque desajeitado.

   - Eu sei ... Aparentemente aquele bar atrai as mulheres que estão sofrendo por cientistas com dreads - brinquei e prossegui - Ela esteve lá ontem e eu a aconselhei a concertar o que fez. Disse a ela para deixar Cosima ciente da mulher que ela é e não da que tenta ser ... Mesmo sabendo que provavelmente você ficaria puta comigo.

   - Sinceramente ... A dois dias atrás eu ficaria, mas hoje não ... Hoje eu sei que ela não é uma pessoa ruim, só tem um passado conturbado e não soube administrar seu presente - suspirou - Espero que ela saiba administrar seu futuro, pelo menos .. - Alex estava leve, apesar dos acontecimentos. Estava diferente.

   - Acho que se ela seguir meus conselhos irá se sair muito bem - disse sorrindo - Aquele balcão mais parece um consultório do que um bar - rimos.

   - Deveria ir atrás do seu CRM Dra. Sarabelly - rimos outra vez.

   - Agradeça por eu ainda não ter um, pois a partir do momento que o tiver, terei que cobrar por consulta e pelo o que parece você será a minha paciente mais assídua ...

   - Olha só... Mas você não cobraria de mim, cobraria? - indagou fingindo ultraje. Esse jeitinho dela sempre me deixava abobada.

   - Pode ser que sim, mas pode ser que não - fingi estar pensativa - Porém existem vários jeitos possíveis que eu posso te cobrar - falei meio que por impulso e na mesma hora o clima mudou. Trocamos olhares intensos e eu notei uma certa vermelhidão surgir no rosto de Alex - Hey, eu só estava brincando, não precisa parecer um pimentão - tentei desmanchar aquele clima, mas não consegui.

   - Que pena que só estava brincando ... - engoli em seco. Eu queria beija-la, tudo o que eu mais queria era sentir aqueles lábios de novo, mas ainda não tínhamos falado sobre o último beijo que lhe dei. Eu tinha dito para ela pensar e até então ela não tinha dito nada, o que me fez achar que foi um erro - Belly ... E-eu ... Queria falar sobre o beijo que demos aquele dia - "Deus! E agora? "

   - Não precisa falar nada Alex, eu sei que fui rápido demais e ...

   - Eu adorei e sinceramente gostaria de repetir a dose - ela me interrompeu e suas palavras fizeram o ar me faltar. Minhas palavras foram todas consumidas e por mais que eu quisesse ter alguma reação meu corpo não me respondia. 

   Alex se aproximou aos poucos. Eu ainda não conseguia pensar direito, só pedia mentalmente para que ela não parasse, que ela avançasse todo e qualquer sinal que julgava existir.

   Uma de suas mãos foi depositada em minha coxa e a outra estava em minha nuca. Ela já estava bem mais próxima, eu já podia sentir sua respiração perto demais. Meu coração perdia as batidas vagarosamente. Quando seus lábios estavam prestes a tocar os meus eu fechei os olhos e percebi que ela parou por um instante. 

   - Posso? - se referiu ao beijo.

   - Deve - respondi e logo senti aqueles lábios rosados e finos tocando os meus. Tentar explicar o que eu sentia enquanto a beijava é algo impossível. Minha mente de repente era de um vazio imenso, minhas mãos suavam, meu coração estava cada vez mais acelerado, meu estômago se remexia mais e mais e o meu baixo ventre fervia.

    - " Acalma o coração ... E o resto do corpo também Sidney" - pensava, mas era difícil. Ter Alex assim tão perto, me beijando de forma tão envolvente e não pensar em coisas "impróprias" era impossível.

    A mao que antes estava em minha nuca desceu para a dobra do meu joelho e a que estava em minha coxa subiu para minhas costas e aos poucos Alex foi me deitando no sofá. Nossos lábios se separaram por um instante somente para que Alex se encaixasse melhor em meu corpo, e antes que eu pudesse dizer algo ela os selou novamente. 

   Instintivamente minhas mãos foram parar na barra da camiseta de Alex e rapidamente eu a tirei e a joguei em algum canto daquela sala. E assim, do jeitinho que ela estava, se levantou e foi até o móvel em que ficava sua televisão e deixou seu óculos ali. 

   Ela estava em pé, linda, com seus seios cobertos apenas pelo sutiã. Seu abdômen firme e levemente definido prendendo minha atenção.

   Alex ficou ali parada por um tempo, apenas me olhando. A batalha que fora travada entre nossos olhos eram extremamente intensa e nenhuma de nós ousou quebra-la. Ainda mantendo o olhar fixo no meu, ela levou seus dedos até o botão de sua calça e em resposta eu me sentei no sofá. Ela me lançou um olhar sugestivo enquanto parava o trabalho que começara a fazer com suas mãos. 

   Eu me levantei e parei a três passos de distância de onde ela estava. Em momento algum desviamos aquele intenso olhar e isso já estava me deixando extremamente excitada.

   Lentamente me livrei de meus sapatos e logo em seguida retirei minha calça jeans, e ela apenas me observou parada ainda na mesa posição em que estava antes de me levantar.

   Agora estávamos basicamente quites. Ela apenas de calça e eu apenas de camiseta. Claro que eu estava com uma vantagem enorme, já que a camiseta que eu usava cobria tudo o que ela poderia ver caso eu estivesse escolhido outra vestimenta.

   Esperei que ela abrisse o zíper de sua calça, e a descesse até a metade das coxas fazendo seu corpo se curvar e o nosso olhar até então constante se desfazer, para tirar a minha camiseta. Quando seus olhos voltaram a encontre meu corpo a reação de Alex foi a melhor possível, ela babava, não literalmente,mas seus olhos percorreram toda a extensão do meu corpo e se concentraram em meu sexo e em resposta ele pulsou intensamente.

   E naquele momento travamos uma batalha de quem seduzia mais. Era nítido que não iríamos aguentar por muito tempo aquele jogo, pelo menos eu não aguentaria, mas se eu não aguenta ser ela também não aguentaria.

   Deslizei minha mão pelo meu pescoço, as passei por cima dos meus seios ainda cobertos e terminei em minha barriga. Percebi Alex engolindo em seco e continuei. Voltei uma de minhas mãos para meu seio e o toquei por dentro do sutiã, sem tirá-lo e nesse momento percebi que já havia ganhado aquela batalha. Constatando tal fato resolvi deixar meus seios totalmente expostos. Alex deu um passo em minha direção. 

   Desci minha mão até meu centro de prazer que já estava completamente úmido e implorando para ser tocado. Passei dois de meus dedos por toda a extensão de minha intimada por cima do tecido encharcado e Alex deu mais um passo diminuindo a distância entre nós. No momento em que eu iria passar meu dedos para dentro da única peça que ainda estava em meu corpo, Alex acabou com a distância entre nós e segurou minha mão. 

   - Acho que eu posso fazer isso melhor do que você - ela não esperou uma resposta minha, apenas tocou meu sexo já intensamente úmido.

   Seus dados deslizaram facilmente por todo meu sexo parando em minha entrada. Enquanto eu sentia seus dedos passearem da minha entrada até meu clitóris senti meu corpo ser conduzido de volta para o sofá, mas desta vez ela se sentou e me deixou em pé.

   Não demorou muito para que eu sentisse sua língua contornar meu clitóris e passear pelos meus grandes lábios. 

   Alex deu uma leve mordida em meu sexo e logo em seguida começou a suga-lo. Seus movimentos eram precisos e eu podia sentir meu útero dar umas leves contraídas em resposta as investidas de sua língua. Meus dedos se entrelaçaram em seu cabelo e eu a puxei para mais perto, exigindo mais contato e ela logo atendeu a meu pedido. Ela sugava meu ponto de prazer intensamente fazendo meu corpo inteiro tremer.

   Peguei uma de suas mãos e a conduzi até minha entrada e pude sentir logo em seguida dois de seus dedos me invadirem. Era uma dança de vai e vem intensa. A cada estocada um gemido mais alto e profundo. Minha mão que estava livre cravava minhas unhas em suas costas e meu quadril involuntariamente rebolava em sua mão. 

   - Oh ... Alex ... - minha voz era pura luxúria. Meus gemidos cada vez mais altos e constantes, seus dedos cada vez mais rápidos, e quando eu achei que não poderia sentir mais prazer ela introduziu o terceiro dedo - Meu ... Meu Deus - tudo a minha volta começava a perder o foco. Nada mais importava e eu já não estava mais na dimensão em que a poucos me encontrava. Senti um rebuliço se formar em meu baixo ventre e minhas paredes, extremamente úmidas, apertarem a sua mão. Meu cérebro latejava, meus mamilos estavam doloridos de tesão, o líquido que meu sexo produzia parecia triplicar e meu clitóris pulsava ...

   - Goza na minha boca Belly ... - aquelas palavras junto ao contato de sua língua e seus dedos em minha intimidade me trouxeram o orgasmo mais intenso da minha vida, mas mesmo sentindo que eu havia chegado ao ápice ela não parou. Ela aumentava a velocidade e eu já sentia outro orgasmo se aproximar ... 

    - Mais ... Rápido... Por ... Meu Deus - eu não conseguia raciocinar mais, não saberia nem ao menos dizer meu nome, a única coisa que conseguia me concentrar e pensar era em como ela estava me dando tanto prazer, em como ela estava me levando ao êxtase com tanta maestria ... - Mais forte ... - pedi e assim que senti seus dedos colorem em meu útero um onda me atingiu, senti todos os meus músculos se contraindo de forma absurda e relaxarem de uma só vez depois. Quando isso aconteceu meus últimos resquícios de força se foram e meu corpo fraquejou.

   Ela agarrou minhas pernas impedindo a minha queda e me sentou em seu colo. Aos poucos eu voltava a meu estado "normal", se é que existe um normal depois de ter Alex Vause em mim ... 

   - Hey, tudo bem? - questionou ela, enquanto colocava uma mexa de cabelo para trás da minha orelha.

   - Está sim ... Mas pode ficar melhor - mesmo não estando 100% recuperada eu precisava senti-la, precisava retribuir todo o prazer que acabara me dar, então sem esperar avancei em seu pescoço deixando beijos e mordidas fazendo alguns gemidos escaparem de sua garganta. Passei a beijar seu torso e passar a língua pela auréola de um de seus seios e massagear o outro. Quando senti que minhas pernas já obedeciam meus comandos levantei de seu colo e ajoelhei na sua frente. Abocanhei um de seus seios, os chupei, mordi e lambi lentamente. Eu estava encarando seus olhos, mas em um breve instante levei meus olhos para seu sexo visivelmente molhado e não pude deixar de provocar - Olha só ... Você toda excitada, molhada ... 

   - Com uma mulher como você, gozando como gozou, não tem como não ficar - e foi o bastante para me fazer introduzir dois dedos em seu sexo. Alex arfou com o ato e jogou a cabeça para trás. Rebolava forçando sua intimidade contra minha mão. Levei meu polegar até seu clitóris e comecei a fazer círculos naquela região. Ouvi meu nome sair de sua boca com a voz carregada de desejo - Sidney ... - ela apenas me chamou, mas isso foi o suficiente para estremecer minhas paredes uterinas.

   Presenciar aquela mulher em seu momento mais vulnerável e a sentir se entregando daquela forma, ouvir seus gemidos tão profundos e instigantes, sentir seu interior pressionar meus dedos era extremamente fascinante, poderia passar horas apenas observando ela se entregar para o prazer como fazia naquele instante. Não demorou muito para que eu sentisse seu prazer escorrer em minha mão. 

   Não retirei meus dedos de seu interior de imediato, mas também não os movimentava mais, apenas estava ali apreciando os últimos resquícios do seu ápice e sentindo seu sexo dar três últimas pulsadas antes dela se contorcer mais uma vez se entregando ao que lhe restava de um orgasmo muito intenso.

   Me levantei e me sentei mais uma vez ao seu lado ... Suas mãos acariciavam minha coxa e as minhas acariciavam seu cabelo ... Ficamos assim por um tempo até que ela cortou o silêncio.

   - Belly, isso foi ... 

   - Incrível Vause ... - completei a interrompendo.

   - Para dizer o mínimo - rimos - Aceita um banho? - perguntou e eu apenas assenti. Fomos para o banheiro e por mais que quiséssemos continuar o que começamos na sala, nossos corpos já estavam exaustos e não conseguiríamos prosseguir com a mesma qualidade, sem contar que ainda precisávamos acordar cedo para mais um dia de trabalho.

    Saímos do banho e fomos para a cama. Alex deitou de barriga para cima e me aninhou em seu colo. Minha respiração já era pesada, de quase sono e a de Alex não era diferente. Estávamos mais dormindo do que acordadas, mas ainda conseguimos, mesmo que quase como sussurro, nos desejar uma boa noite.

   - Boa noite Vause - disse bocejando praticamente tomada pelo cansaço.

   - Boa noite Belly ... - respondeu e eu apaguei.

  


Notas Finais


E aí? Gostaram? Não esqueçam daquele feedback amorzinho, tá bom?

Me desculpem os erros, mas assim que eu revisar direitinho eu aviso vocês.

Até sexta, dia 17 ... Sim eu volto ainda essa semana!


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