História Lestrange - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Astoria Greengrass, Bellatrix Lestrange, Dominique Weasley, Draco Malfoy, Fred Weasley Ii, Hugo Weasley, Lílian L. Potter, Lorcan Scamander, Louis Weasley, Lucy Weasley, Personagens Originais, Rodolfo Lestrange, Rose Weasley, Roxanne Weasley, Scorpius Malfoy, Ted Lupin, Victoire Weasley
Tags Lestrange
Visualizações 88
Palavras 3.775
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hello pessoinhas *-* , aqui de volta nessa fic menha :3 ... obrigada por se expressarem no ultimo capitulo, amei os comentários...continuem assim, sendo esses meninos e meninas maravilhosos *-*
Enjoy it!

Capítulo 17 - Broken Generation


Fanfic / Fanfiction Lestrange - Capítulo 17 - Broken Generation

"Nós estamos quebrados, somos a geração que quebrou..sem saber como voltar..."

 

XVIII

Alguns meses , depois perto de Natal…

A vida é um ordenamento de situações que você não sabe aonde te irá levar, por isso devemos apreciar cada momento de felicidade como se fosse o último, cada dia como se não houvesse um amanhã.

James Potter pudera dizer que tivera seu momento e altura, aproveitara como ninguém mas por erros que condenam a sua alma e você por toda a vida, ele agora encontrava-se na sua punição.

Encontrava-se limpando as ruas de Hogsmeade, bem de frente para Hogwarts, como limpador de ruas.

 Exatamente , essa a punição de seu pai para ele e para Ted, sem contar que á noite tinha que ir na sopa dos Pobres, acompanhar sua avó e sua mãe, Ginny.

“Parece que te mimei demais, te dei demais, do que eu não tive, parece que precisa aprender sobre humildade, James…” As palavras decepcionadas de seu pai, não saiam de sua mente desde a um ano atrás. Sua mãe seguia-lhe a corrente, eles se falavam mas o olhar triste de sua mãe o matava. Ele tinha sido com certeza, um ser humano horrível.

A vida dele havia mudado bastante, tal como a de seu primo Ted, esse andava alheado da vida, recolhendo com a varinha para o sacão de lixo, tudo que ele empilhara.

Ted havia sido um grau pior que ele, e sua carga de culpa havia-o modificado radicalmente, seu estilo sempre arrumado, bem vestido, seguro e arrogante havia modificado para o básico, sem contar que a cor de seu cabelo estava sempre preto e seus olhos da cor que ele cria normal , cor verde. Ele tinha uma expressão sumida e entristecida, seu primo era uma sombra do que havia sido, mas não podia dizer que nem ele e si próprio não o merecessem.

Eles tinham feito escolhas erradas, tinham que aprender a lição. Mas ele achava que o pior castigo que havia tido, Druella Lestrange havia-lhes dado, “ Eu nunca vos irei perdoar, isso significaria dar-vos paz, isso não é justo, quero que vivam com isso…” , esse sem dúvida era o maior castigo, ela não os perdoava e isso aumentava de sobremaneira a culpa que assorcebavam seus corações.

Eles estavam quebrados, sem saber como voltar ou ainda não tinha definido um rumo para isso.

—James…

Aquela voz, era-lhe conhecida, virara dando de caras com Dominique, era dia de passeio a Hogsmeade?

Já não lhe ouvia a voz á mais de um ano, mas ela estava falando com ele, isso seria um bom sinal? Bem com a Dom , sempre fora meio difícil saber, ela não era transparente, ela era fechada e sempre séria, com aquela roupas pretas, correntes e piercings, tinha um visual pesado, bem diferente de uns anos atrás, decidira sair de seus devaneios, olhando-a.

—Diga…

— A vovó Molly mandou para você e para o Ted, o almoço …e os vossos fatos ….

—Porque?

Dominique arquejara a sobrancelha, como se ele fosse retardado, suspirando longamente.

—A audiência de julgamento no Ministério, pelas acusações do Sr. Malfoy pelo…que fizeram a Srta.Lestrange…- Aquele tom de acusação e desgosto demarcavam a voz de Dominique, ele limitara-se a assentir a medida que o olhar dele pousava sobre Ted que estava perto e ouvira a conversa, este aproximara-se, pegando o que Dominique tinha dado nas mãos de James, o seu fato e a sua marmita.

—Dominique…

Ela parara o caminho, ainda de costas para Ted que lhe havia falava o nome, suspirara e limitara-se a responder exactamente o que ele esperava ouvir.

—A Victoire não quer ouvir falar de você, se quer um conselho…melhor esquecê-la…adeus, James, Ted…

James olhara para seu primo, que tinha o mesmo olhar sumido e agora com um destelo desolado em seus olhos, suspirara e encaminhara-se para um bar ali perto, Cabeça de Javali, onde eles ficavam normalmente na sua hora de almoço e trocavam de roupa, o idoso Sr. Aberforth, amigo de seu pai, deixava-os fazerem isso ali.

E indo vestir seus fatos, suspiraram, quase não comeram nada da comida gostosa de sua avó, de tão nervosos que estavam, aparatando para o Beco Diagonal, caminhando de modo algo lento na direcção do Ministério da Magia.

Chegando na entrada, lá estava seu pai com sua mãe do lado, sendo que a sra. Andromeda ali encontrava-se com uma expressão de pura vergonha e acanhamento, sua mãe estava com uma expressão extremamente infeliz.

E do lado oposto estava Draco e Astoria Malfoy, com alguém que ele não tinha visto muitas vezes, sra. Narcisa Malfoy, esse devia de ser o motivo de a Sra.Andromeda estar daquele jeito, já que sua irmã olhava-a com um ódio bem patente e do lado da senhora loira, estava quem, ele não conseguia encarar nem que pudesse, Druella Lestrange, que tinha um olhar algo distante e frio na direcção dos dois.

Entraram no enorme corredor que ia dar nos elevadores que dariam para o Tribunal de Magia, conhecido como Wizengamot, Draco Malfoy realmente queria o coiro deles, coisa que ele não duvidava.

Chegados lá, o segurança fizera-os entrar, não dando tempo suficiente para que houvesse conversa entre os que ali estavam, os advogados já estavam lá posicionados em suas posições, do lado esquerdo o Júri, e no centro, o juiz que iria determinar aquele caso, Hannah Longbottom, mulher de Neville Longbottom, ele via lá atrás acompanhando o caso, mas tinha pedido escusa daquele caso em particular por ser tia dele, Hermione Weasley, sua tia que olhava para ele com uma expressão bem triste e decepcionada, como toda a família, era o complexo reflexo sob eles, ocuparam os seus lugares, junto de seu advogado. E não demorara muito, começara a juíza Longbottom a discursar.

—Considero aberta a sessão…- Todo o mundo no Tribunal fizera estamos aqui reunidos, no dia quinze de Outubro do presente ano, para determinar a sentença de Ted Tonks Lupin e James Sirius Potter, acusados de auxiliar de modo doloso no estupro colectivo de Druella Black Lestrange aqui presente… após todas as audiência e reunião de provas…esse tribunal irá ouvir o júri aqui presente de cidadãos escolhidos da sociedade que irão agora, através da pessoa de Cornelius Fudge, ex-Ministro da Magia e juiz do Wizengamot, orador escolhido pelos jurados, irá dar o seu pronunciamento.

O velho Cornelius Fudge dirigira-se na frente da tribuna, limpando a sua fronte, olhando para o tribunal, sem deter-se na visão  dos que estavam ali.

—Para o presente júri, deliberamos entre nós e temos algo a dizer, antes do nosso veredicto, o ato de James Potter e Ted Lupin, apesar de veemente recriminável e monstruoso…como foi, contra a srta.Lestrange, foi movido por motivos passionais e de vingança da mais mesquinha que há…pelo que consideramos-os culpados, mas pedimos á juíza presente, que considere a idade dos meliantes, pode ser que ainda consigam salvar-se e serem feiticeiros decentes para a nossa sociedade…

James e Ted engoliram em seco com a opinião que Cornelius Fudge pronunciava dos júris ali presentes, eles estavam mesmo sendo considerados os piores tipos de pessoas, mas ainda tinham fé neles, esperança que eles pudessem ser alguém que de futuro, poderiam ser passiveis de perdão e pessoa decente.

No entanto, o espanto em Druella fora enorme, não esperava essa atitude de Cornelius Fudge ou que a sociedade tivesse essa opinião, pensavam que a culpariam de alguma forma e eles sairiam impunes, ficara mais aliviada, respirando fundo, só queria que aquilo acabasse num instante.

Cornelius passara a palavra a Hannah Longbottom, que assentira e virara-se para o tribunal, nomeadamente para os acusados e para ela.

—Os acusados , desejam dizer algo?

Ted e James recusaram ao mesmo tempo, o que o advogado deles pronunciara-se.

—Meus clientes não tem nada a acrescentar…

—Miss Lestrange, tem algo a acrescentar?

Druella olhara da juíza para Ted e James, já não os via á mais de um ano e via diferenças subtis e num rápido exame, vira-lhes calos nas mãos, expressão derrotada e cansada, com uma tristeza incrível e algo como…compaixão surgira no coração dela, fazendo-a erguer-se.

—Sim, senhora juíza…nada de relevante para o tribunal, porque eles merecem a punição que a sra.Juiza considerar justa, mas quero dizer para eles…que… vejam isso como uma segunda chance, de viverem e ser pessoas melhores…e levem o meu perdão, acho que precisam muito dele…

E algo inédito, acontecera Ted e James não contiveram o choro e choraram ali bem perante todo o tribunal, o olhar deles fixaram nela e neles, ela viu o mais sincero arrependimento e gratidão, dera uma vénia a Juíza, que tinha um leve sorriso no rosto, aprovando a atitude dela e virara para o primo que suspirava imenso dizendo algo entredentes, como “coração mole…”, voltara a sentar-se.

—Obrigada Srta.Lestrange…esse tribunal fara um recesso de dez minutos…

Hannah Longbottom erguera-se, caminhando na direcção da porta atras de si, sendo acompanhada pelo júri.

Todos os presentes permaneceram no mesmo lugar, somente começando a conversar e a cochichar sobre que havia acontecido, Druella dedicara-se a dar atenção a sua tia Narcisa, falando algo para ela que a fizera suspirar, erguendo-se a loira e altiva mulher dirigira-se ao outro lado, parando exactamente do lado …de Andromeda Tonks.

—Andromeda…

—Cissy…- Narcisa ouvira o seu apelido na voz da irmã mais nova, começara a ver o seu rosto envelhecido mas ainda bonito com todos os traços Black intatos, engolira em seco, sem saber o que dizer mais, ela simplesmente estava fazendo aquilo porque Druella havia-lhe pedido, suspirara mas afogara um grito, quando sentira o abraço de sua irmã.- Que saudades suas, irmã…

E num ato não muito normal em Narcisa Malfoy, abraçara a sua irmã de volta, com lágrimas caindo de seu rosto, apertando-a entre os seus braços, sob o olhar emocionado das pessoas em volta, principalmente de Druella que sabia bem a tia que tinha, que so o orgulho a impedia de falar com sua irmã.

—Andromeda…que saudade…pena encontrarmo-nos nestas circunstâncias…

—É verdade,mas você criou a filha de Bella de uma maneira incrível, ela é …uma boa menina…eu não sei onde falhei com o Ted…

—Sem duvida, Ella é a …minha luz actualmente…não se culpe, não temos culpa de quem nos criamos, se torna…ele agora tem uma segunda chance de fazer diferente…

Ted ouvia tudo ali bem perto, engolindo em seco, ouvindo a sua tia Malfoy falar aquilo, era bem mais do que ele esperara, o olhar dele encontrara com o dela, limitara-se a assentir.

Mas os burburinhos foram interrompidos, a juíza estava voltando e a sessão iria recomeçar, mas Andromeda rabiscara bem rápido com a sua pena rápida, uma breve nota com o seu endereço para escrever a sua irmã que pegara o papel, Draco só assistia a mãe com um leve brilho no olhar que nem dissera nada ou pronunciara-se, simplesmente faria tudo para que ela mantivesse aquela expressão mais feliz, que havia ido com o seu pai quando ele havia falecido.

Hannah Longbottom batera o martelo, chamando a atenção de todos e cessando o barulho.

— Considero reaberta a sessão,  ouvindo todo o veridicto do Júri , como referido, todas provas e audiências que nos levou até aqui, o tribunal considera o Sr.Ted Lupin e Sr. James Potter, culpados do crime de estupro colectivo com o agravante de dano corporal da Srta. Druella Lestrange, cuja a pena será de dez anos de trabalho voluntário, por serem réus primários e sem antecedentes criminais, terão que pagar um total de vinte milhões de galeões á vitima que já manifestou que esse valor revertara para as vitimas da ultima Guerra Bruxa. A pena do trabalho voluntário, séra no orfanato que o Mundo Mágico possui, em Hogsmeade…assim, considero sentença dado…e assim seja feito…que seja

Batera o martelo novamente, finalizando a sessão, Druella erguera-se pegando o botão de transporte sob a forma de um laço de cabelo rosa que o Diretor havia-lhe dado, mas um sussurro fizera-a parar, seu primo olhava-a, com uma expressão orgulhosa, que ela franzira o cenho não entendendo.

—Quando se tornou essa menina…tão crescida, hm?

Druella sentira um nó na garganta, ela não sabia que pessoa ,ele referia-se, a ela? Ela não sabia…quem ela era…simplesmente andava vivendo cada dia e sem entender de como deveria viver e ele dizia que ele estava crescida? Por Merlin, ela só desejava voltar ao que era.

Sem sofrimento, sem dor, sem sentimento de perda a cada segundo, sem sentir que sempre seria abandonada no fim…ela só queria que alguém a retornasse a quem ela era.

Limitara-se a sorrir, abraçando-o e apertando, cumprimentara  o resto da família, e dera um leve aceno a Andromeda que lhe iluminara o sorriso e cumprimentara de volta, pegando o laço e sentira aquela sensação incomoda no umbigo, a teleportando de volta a Hogwarts, chegara bem no campo de treino de arco e flecha que havia improvisado com Roxanne ,quando lá chegara fora recepcionada por Delphini, o que a fizera franzir o cenho.

Que ela queria?

Mas sua atenção fora desviada para um Albus que passara num rompante bem perto dela e Delphi, transportando um manta branca de bebé dentro da sua sacola do colégio, que ela não entendia que acontecia.

—Albus…?

—Ella…como está?

—Bem, eu acho…Delphi…

—Druella…

Ele parara, olhando para ela meio ansioso e retornara o olhar para Delphini e caminhara novamente na direcção do castelo.

—Está tudo bem, Delphi?

—Está, estava conversando com o Albus…

—Não sabia que se conheciam…

—Oh, conheci ele, através do pai dele Harry Potter, quando visitaram meu tio no asilo…

Delphi sorria e vinha perto dela, entrelaçando o seu braço com o dela, ao que limitara-se a sorrir olhando para a sua antiga amiga.

—Sobre que falaram?

—Sobre coisas quebradas…que precisam de conserto…- O olhar dela estava bem sob ela, como se conseguisse ler a alma dela, que não soubera dizer o quão forte fora o baque daquelas palavras no coração dela.

Algumas semanas depois…

Depois de amanhã, iriam todos para casa de férias de Natal, aquela época de provas em Hogwarts havia sido um sufoco e ela tinha conseguido recuperar as provas do ano anterior e daquele agora, só conseguir aqueles NOM’s de Poções e ela estava garantida para qualquer curso que ela decidisse cursar no futuro.

Estava a meses de acabar Hogwarts e ela não sabia que queria fazer, não sabia de nada.

 Tanto que para afastar aquele desespero inicial, começara a beber e beber muito na festa clandestina que fizeram na sala precisa para comemorar o final das aulas, ela só queria cantar e dançar até cair, era isso que Druella mais queria naquele momento, talvez se ela estivesse umas horas atrás, mais sóbria talvez ela conseguisse pensar que ela estava numa cena que de todo não era bonita de ver.

Estava com a maquilhagem borrada, seu uniforme estava revolto, ela estava só de meia no meio da pista de dança que a sala precisa fizera aparecer.

Todos ali estavam mais ou menos como ela, mas isso não lhe interessava no mais mínimo, ela só queria era não ter noção dos outros em volta, por isso continuava bebendo, ela só queria calar a sua mente e que o Mundo ficasse lá fora pelo menos até ao dia de amanhã.

Se o Mundo não parava, ela forçava o seu mundo interior a refrear nem que fosse na marra, seu primo Scorpius olhava-a com algum espanto, ele era a única boa noticia, estava voltando mais ou menos no normal com ela, acho que a falta do melhor amigo também o devia de ter estado mais em baixo, aproximara-se mais de Albus e ficaram mais amigos, mas quando seus pensamentos foram nessa direcção, ela forçara-se a pensar noutra coisa.

Henrick era um dos motivos de ela estar assim…decaída e em baixo, nada com o esplendor que se esperaria de uma Lestrange.

Na realidade, o nome dela mais que estava na lama, apesar da sentença favorável no Tribunal havia gente ignorante que considerava que ela tinha tido era pouco.

Ela só queria esquecer e esquecer-se, por amor de Merlin, um alívio, algo que a fizesse esquecer o quão patética e triste sua vida estava.

—Druella, não acha melhor nos irmos…essa festa esta ficando muito tarde e amanhã temos aulas…

Ella virara na direcção do certinho Potter, suspirando longamente, encaminhando-se meio aos esses na direcção dele, que a segurara pela cintura, vendo-a bem aos olhos e ela notara com algum espanto.

Demónios, ele tinha olhos lindos…

—Potter…você é chato…mas de onde herdou esses olhos de gato?

Ele corara imenso, o que ela achara muito fofo…por Merlin, que ela estava pensando e que dissera?

—Minha mãe ….

—Entendi…- Ela ia virar na direcção da pista de novo, mas a tontura do álcool viera com força e ele apertara ainda mais, ficando praticamente colados.

—Hm, melhor irmos indo…Dru-ella…

Ela deixara-se guiar, dando só uma rápida olhadela para trás, vendo seu primo falando com Rose Weasley que não parecia para nada tímida naquele momento, ralhando e gritando com seu primo que estava bem sério, como não acreditando que ela estava brigando com ele, ao longe perto da porta, Lily Potter que parecia meio angustiada.

Mas, ela não estava bem raciocinando naquele momento, ela só queria ir embora. Mas algo bizarro, ela podia dizer de si própria era que sentia o corpo de Albus bem próximo do dela, nossa era definido e ela dera por si, apertando os músculos dele, o que ele corara ainda mais se possível.

—Que definido…- Ela levantara a blusa dela do uniforme, cutucando a barriga dela,  o que fizera Albus quase ir ter um peripaque  com a visão, céus, como ela era bonita, apressara-se a tapá-la, ainda com a boca aberta em espanto.- eu tenho umas gordurinhas…sabe, você é definido para caceti…

Ele limitara-se a assentir, ainda olhando na direcção do corpo dela, contendo a própria reacção do corpo dele ao que ele havia visto. Por Merlin, ele precisava de um banho gelado, urgente.

Desceram as escadas que mudavam de lugar, parando num local exato, que era a entrada para o salão comunal da Sonserina, ele murmurara a senha, entrando e levando-a consigo, deitando-a sob o sofá, ao que ela puxara-o e deitara a cabeça no colo dele.

—Albus…

—Hm?

—Você é gay?

Aquela fora o suficiente para ele esfriar num instante, não que ele fosse preconceituoso, mas olhara para ela, abobalhado, será que ela não notava?

—Sério?

—Sim, você é todo fofo…todo cavalheiro, me ajuda…é um amigalhaço…

—Por Merlin, Ella…

—O que?

Agora, ele sentia-se incrivelmente irritado, sério que ela não notara até aquele dia? Erguera-se do sofá, o que obrigara ela a erguer-se do colo dele, ele fixara o olhar nela.

—Será que você não sabe?Ou finge, que não sabe Ella…?

—Hm..Albus?

—Caramba, Ella…você ainda não notou…

—O que?

No impulso, puxara-a para si e beijara-a, ao que ela surpreendera-se primeiramente, ficando quieta, mas depois entreabrira a sua boca deixando aprofundar o beijo.

Era um misto de álcool com limão e almariscado, bem subtil, o sabor de Albus, aquele beijo era incrivelmente…bom. Por Merlin, que ele beijava bem, guiada pela sensualidade daquele ato, entremeara seus dedos nos cabelos morenos dele, que sentindo a reciprocidade dela, entrelaçara as línguas, e afundara suas mãos na cintura dela, colando-a a ele e deitando-a sob o sofá, enquanto suas mãos não se moviam do lugar, noa queria correr o risco de assusta-la.

Naquele momento, não estava ouvindo nada, aquilo que ela queria…aquela sensação de pura ausência de memórias, momentos e sentindo pena de si própria como sentia-se e movida pelo álcool, ela tinha que admitir, ela puxara-o mais para si, querendo mais dele e daquela sensação.

Mas, a imagem daqueles lobisomens sob ela, forçando-a e ela tentando escapar adentrara seus pensamentos e colocara a mão sob o peito de Albus, ficando ansiosa demais e respirando com dificuldade, e o pavor começara a invadi-la, ele entravara e olhara com os olhos nublados de desejo, refreando-se e afastando-se dela, algo envergonhado.Ele estava aproveitando-se dela bebâda?

—Me…me perdoe…Ella…

—E-Está…tudo bem…não …ten-nho nada a perdoar….até…amanhã…Al-Albus…- E meio cambaleando ainda, por causa do álcool, fora na direcção do seu dormitório, entrando e trancando a porta, escorregando pela a porta, sentara no chão, sentindo as lágrimas querendo começar a cair, mas elas congelaram nas pálpebras.

Quando poderia voltar num normal, sendo que ela sentia-se diferente e indigna? Como voltar a ser como fora outrora…?

Infelizmente, para ela, ela sabia a infeliz resposta, ela não poderia, simplesmente tinha que redescobrir quem ela havia-se tornado, antes de tentar saber o que fazer com a sua vida.

Ela estava…perdida nos pedaços que ela um dia havia sido e isso era demasiado cruel de afrontar.

***

Enquanto isso, nas terras longínquas que abrigavam a Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts, um rapaz loiro tinha o olhar fixo nos portões da escola que havia sido o seu lar somente por um ano, ele já havia terminado a sua instrução a uns meses.

 Sob suas mãos tinha todo o histórico sobre alguém que ele desejava saber a história mas demorara muito tempo até se convencer que precisaria mexer naquilo.

A história de Irina Karkaroff, sua mãe e pelos vistos, conhecida amante de seu pai, Lord Voldemort.

Todo seu último ano fora uma tentativa de conseguir acostumar-se aquela nova vida naquelas terras geladas, ele tinha que conter a sua vontade de quebrar sua promessa a Lucius Malfoy , voltar para ela… mas ele tinha algo que tinha que resolver primeiro.

Mas será que conseguiria voltar intato para o que um dia ele havia sido, com todo o conhecimento e com tudo que ele já fizera?

Primeiro, teve de controlar ao longo daquele ano, os comensais que saíram de Azkaban, sem revelar-se conseguiu que todos fossem presos, sem revelar-se, á excepção de um que o pegara de assombro, Rodolphus Lestrange, quem lhe havia dito havia sido …a sua desconhecida irmã, Delphini Lestrange Riddle, mais bem dizendo como ela se dava a conhecer Delphini Diggory, ela havia dito que era para não ser reconhecida, que a mulher que a havia cuidado, a Sra Rowle, queria que ela não fosse mal olhada ou interpretada.

Mas algo suspeito ele sabia que ela estava fazendo, ele não caia facilmente em falsas aparências de inocência como Delphi lhe mostrava.

Se ele não fora reconhecido para as pessoas que importava, muito menos ela seria…

Ela andava fazendo algo que ele não sabia o que seria…não sabia onde ela estava… isso era alarmante.

Seu olhar cairá sob a pasta que tinha em mãos, algo lhe dizia que só mergulhando na história de seu amaldiçoado pai, ele conseguiria desfazer os mistérios de sua irmã, de sua história e principalmente algo vital, porque Lord Voldemort teria a ele e a Delphi como filhos?

Qual era o seu objetivo, no final de tudo aquilo?


Notas Finais


Obs: Eu sei que prometi POV, mas a inspiração nao veio para o POV eoe sorry...


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