História Let me be your Super Hero (HIATUS) - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Austin & Ally
Personagens Ally Dawson, Austin Moon, Dez, Patricia "Trish" Maria De La Rosa, Personagens Originais
Tags Auslly, Laura Marano, Raura, Ross Lynch
Exibições 62
Palavras 3.960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Mutilação, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Postat pelo celular é irritante e cansativo, mas oq eu não faço por vcs não é mesmo?

Tamo chegando na reta final amores de minha vida!

Recomendo ouvirem Parachute, só para mais uma nostalgia...

#My Parachute (Primeira Parte) - Ally#
#My Little Girl (Segunda Parte) - Austin#

Capítulo 9 - My Parachute & My Little Girl


Fanfic / Fanfiction Let me be your Super Hero (HIATUS) - Capítulo 9 - My Parachute & My Little Girl

- Você só se sente seguro

Quando alguém te dá essa segurança-

§Mestre Aliévlis§


O que faria agora? Correria? Contava a verdade? Bom, eu poderia contar a verdade, certo? Ele já tinha lido mesmo, entretanto eu não estava pronta para encarar a realidade.

- Austin! Isso é invasão de privacidade. – Falei e certamente eu estava como um tomate agora.

- Essa não é a resposta. - Ele passou o braço por meu ombro e beijou minha cabeça. – Vamos Allyzinha, sou seu melhor amigo, finja que eu sou o seu diário. – Me soltei do seu abraço, aquilo era de mais para o meu coração recém-aberto para o amor.

- Sim, eu estou apaixonada por você. – Despejei, mas antes que Austin raciocinasse alguma coisa...

- Porque esse sorriso bobo? Nem parece que seu pai morreu! – Disse Brandy surgindo do além.

- Oi querida prima, cada um lida com a perda de uma maneira, eu já chorei, mas já me conformei. – Respondeu Austin.

- Certo, se você tá dizendo! – Ela agarrou meu braço. – Nos vemos depois primo! – Ela me arrastou para longe e eu agradeci mentalmente, mas esse agradecimento sumiu assim que lembrei para onde ela estava me levando.

- Brandy... – Comecei.

- Nada de Brandy... Isso já foi adiado de mais. – Falou ela me puxando.

Ela me levou até o campo da escola onde Bobby já estava lá, vestida com o uniforme de líder de torcida. Ela virou a capitã da equipe, como eu não sei.

Assim que nos viu, a loira se levantou movimentando o cabelo preso em um Ponytail sacudiu os pompons e correu para nos encontrar.

- Me dá um A... – Ela sacudiu os pompons para direita. – Me dá um L... – Sacudiu os pompons para esquerda. – Me dá um L de novo... – Direita. – Me dá um Y... – Esquerda. – O que formou? – Ela levantou uma mão e a outra colocou na cintura. – A garota que vai nos contar exatamente tudo. – Disse ela sem o mesmo entusiasmo de antes.

- Tudo bem... – Falei me sentando e elas ficaram de pé me encarando. – Sugiro que vocês se sentem. – Falei. – Elas se encararam por alguns segundos e depois se sentaram cada uma de um lado. - Bom... Meus pais eram amigos desde os dez ou onze anos, não sei. Com o tempo eles foram crescendo e desenvolvendo uma espécie de desejo e juntos resolveram experimentar... – Gaguejei – Vocês sabem... Enfim, minha mãe acabou ficando grávida e os pais dela exigiram um casamento, ela só tinha dezesseis.

Eles se casaram, e tudo seguia normal, a não ser minha mãe odiando a criança que crescia em seu ventre. A criança ia crescendo e minha mãe ia odiando-a cada vez mais, ela não tinha cuidado, se jogava da escada e muitas outras coisas e aos oito meses os médicos notaram que a criança estava morta. – Engoli em seco. – Meu pai percebeu que ela tinha que ter cuidados, ela não estava bem mentalmente e a mandou para um hospital psiquiátrico por dois anos.

Quando ela voltou, ela já havia melhorado e um ano depois eu nasci, meus pais vivam como toda família normal até os meus quatro anos, depois disso eles começaram a brigar, meus pai vivia para o trabalho e minha mãe piorou.

Como ela parou os estudos quando ficou grávida e se casou e essa história... Ela não trabalhava e então tudo começava a desmoronar e então meu pai foi demitido. – Suspirei e esfreguei a palma das mãos nas pernas. – Ele foi embora e me deixou para trás. Isso foi na época em que eu conheci vocês. Bom... As coisas foram piorando, minha mãe não trabalhava, mas eu sim, a vizinha me ajudava, me dava comida e muitas vezes abrigo quando minha mãe surtava e me colocava para fora. Porém essa vizinha morreu ha alguns meses. Eu comecei a me cortar com uns doze anos, eu acho a idade não importa. – Dei de ombros. – Piorou depois que a vizinha que me ajudava morreu, mas eu nunca contei isso a ninguém, a não ser para meu diário. – Sacudi o diário que estava em minhas mãos. – Mas quando o Austin chegou... – Não evitei um pequeno sorriso. – Tudo melhorou sabe? Meu pai voltou, fui morar com ele, ele internou minha mãe e... Eu mudei. – Dobrei as mangas da blusa que eu vestia e mostrei as cicatrizes de alguns cortes. – Eu parei... – As duas me abraçaram ao mesmo tempo.

- Ally, se nós soubéssemos... – Bobby começou a falar e a chorar ao mesmo tempo.

- Desculpa... – Pediu Brandy.

- Tudo bem meninas, já passou! – Falei enxugando uma lágrima. – Agora está tudo bem!

- Tem certeza? – Perguntou Bobby.

- Tenho sim, estou feliz, sério, sei que isso soa meio egoísta ou até demoníaco, mas... Eu não sinto falta da minha mãe, para não mentir, sentir um pouco só no inicio, apenas me preocupo com ela sabe? Queria vê-la, mas saudades... – Fiz um bico torcido. – Não sinto.

- BOBBY, BRANDY, HORA DE TREINAR. - Chamou a treinadora Mendez.

- Nossa hora... – Disse Bobby se levantando. – B1 você não está vestida ainda.

- Isso porque minha gêmea é a líder de torcida. – Ela piscou. – Me dê cobertura enquanto eu vou me trocar. – Ela se levantou e correu na arquibancada em direção a outro lugar.

- Eu já estou atrasada mesmo, posso ficar para ver? – Perguntei.

- Claro que pode. – Sorri. Fiquei apenas cinco minutos.

- ALLY! – Gritou Sofia, vindo até mim, foi a primeira vez que a vi desesperada, ela segurava um caderno em mãos e sua mochila estava quase caindo de seus ombros enquanto ela tentava se equilibrar nas arquibancadas apertadas da escola.

- O que aconteceu? – Me levantei preocupada.

- Mamãe, bebê, seu pai, hospital... – Ela falou arquejando. – Não, Mack, SOCORRO! – Segurei seus ombros e a forcei olha para mim.

- Sofs, respira... – Ela se obrigou a respirar. – Agora explica o que aconteceu. – Pedi.

- Seu pai ligou para mim, ele está indo ao hospital, parece que o bebê vai nascer! – Ela falou e eu sorri.

- OH MEU DEUS! – Falei entusiasmada.

- Temos que achar a Mack, precisamos ir ao hospital, não posso perder o nascimento do meu bebê! – Ela falou me puxando, acho que hoje era o dia de todos me puxarem.

Enquanto Mack conseguia a autorização, eu mandei uma mensagem para Austin.


Ally D.

Oi, meu irmãozinho está nascendo.

Mack, Sofs e eu iremos ao hospital.

Beijos.


Preciso admitir que o hospital não é um dos meus lugares preferidos, se eu pudesse eu nunca o visitaria, mas esse definitivamente era uma boa razão. Descemos do ônibus afoitas, tenho certeza que os passageiros achavam que éramos malucas.

Antes de chegarmos à recepção, meu pai já estava lá, ele estava com aquela roupa esquisita que colocam no pai da criança, igual aos filmes, e pelas rugas nos olhos percebi, mesmo com a máscara que ele sorria.

- David, nasceu? – Perguntou Mack.

- Sim! – Ele falou retirando a máscara e ainda sorrindo, mas logo aquele sorriso sumiu.

- O que estão fazendo aqui? Eu falei para a... – Ele entendeu que a Sofia colocou pânico em nós duas e cruzou os braços. – Sofia?! – Ele falou em tom repreensivo.

- Digamos que eu exagerei um pouquinho, mas dá um desconto, quero ver o bebê... – Ela disse indo passar por meu pai, que segurou o seu braço.

- Ela está passando por exames, Sofia. – Disse meu pai e Sofia gemeu irritada.

- Ela? É menina? – Perguntei.

- Sim, Giovanna! – Respondeu meu pai sorrindo para mim com orgulho. – Nome lindo, Ally. – Sorri.

- Obrigada.

- A Ally escolheu o nome? Eu falei com minha mãe que eu queria escolher. – Sofia cruzou os braços fazendo eu e Mack rir de sua atitude um tanto infantil.

- O nome da menina é Giovanna Nicole. – Sofia sorriu.

- É por isso que eu amo a minha mãe. –Disse ela. Rimos outra vez.

- Mas porque vocês saíram? – Perguntou meu pai.

- Sofia não explicou nada direito. – Disse Mack.

- E também estávamos curiosas. – Falei.

- Venham comigo. – Meu pai nos levou até uma grande janela de vidro, onde várias enfermeiras “passeavam” com muitos bebês de um lado para o outro. Meu pai entrou na sala e foi em direção a um embrulho lilás e se aproximou do vidro com ela nos braços.

- Ain gente, ela é tão pequenina! – Disse Sofia apertando as próprias bochechas.

- Meu Deus, eu vou morder ela tanto! – Disse Mack.

Eu estava hipnotizada, Giih era linda, os cabelos pretos como os de Mary, os olhos fechadinhos, um bico fofo formado em seus lábios, o rostinho ainda estava amassado e vermelhinho.

- Ela é perfeita. – Falei sorrindo.


(...)


- Ally, o que está fazendo? – Perguntou Sofia e eu fechei rápido meu diário.

- Nada! – Sofia estreitou os olhos em minha direção.

- Meninas... – Chamou Mack saindo do banheiro em seu pijama do Capitão América. – O que acham de fazermos uma festa de boas vindas para a Gigi? – Perguntou ela se sentando na cama.

- Gigi? – Perguntou Sofia indo para a seu beliche.

- Sim, Gigi, nossa irmãzinha. – Ela explicou.

- Seria legal. – Falei voltando a abrir o diário e começar a escrever.

- Ally, o que tanto você escreve? – Encarei Mack.

- Nada de mais... – Dei de ombros. – Segredos, filmes que eu achei legais, datas importantes e musicas. – Falei.

- Ah e AGORA o que está escrevendo? – Pergunta Sofia, vim parar no meio de duas curiosas.

- Uma musica e uma Data importante, já que hoje aconteceram duas coisas importantes... – Falei ainda escrevendo.

- Como assim? – Pergunta Mack.

- Hoje nasceu a Gigi e... – Comecei. – Acho que... Acho que eu estou namorando o Austin.

- Que? Não brinca! – Elas falaram juntas, às vezes eu jurava que as duas eram gêmeas BEM atrasadas.

- Austin leu o meu diário, especificamente a parte em que dizia que eu estou apaixonada por ele, então ele me perguntou... – Dei de ombros. – E eu disse então eu acho que a gente namora. – Falei com o cenho franzido.

- Então como é a musica? – Perguntou Sofia.

- Primeiro escrevi a da Gigi, que eu estava escrevendo à um tempo, mesmo antes de souber de sua existência, quando eu ainda vivia com minha mãe, mas agora que ela nasceu tive inspiração para termina-la... – Falei.

- Canta logo! – Pediu Mack.

- Tá, tá... – Pigarreei e me virei um pouco pegando meu celular e colocando no aplicativo de piano, era como um piano de verdade.

-Hold on, something big is coming

Aguente, algo grande está vindo-

-Like a lightning bolt

Como um relâmpago-

-A lightning bolt

Um relâmpago-

-And this bright light

E esta luz brilhante-

-Illuminates the way

Ilumina o caminho-

-To a brand new place

A um lugar novo-

-A brand new day

Um novo dia-

-I don't know what to expect

Eu não sei o que esperar-

-But we'll never, be the, same

Mas nós nunca, esperamos, mesmo-

-Live it up, whatever you're feeling

Se livre do que você está sentindo-

-You and i pretty soon we'll be sailing

Você e eu muito em breve estaremos iluminados-

-You work out our colorful world

Você colore o nosso mundo-

-You work out our colorful world

Você colore o nosso mundo-

-Here we go and it's just the beginning

Aqui vamos nós e é apenas o começo-

-Yeah you and me we're spinning

Sim, você e eu, nós estamos girando-

-You work out our colorful world

Você colore o nosso mundo-

- Só... – Falei terminando. – Ainda vou desenvolver mais.

- Que linda... – Disse Sofia batendo palmas.

- Mas gente, que fofo, foi para a Gigi? – Perguntou Mack.

- Mais ou menos, a Gigi colore o nosso mundo. – Elas sorriram concordando comigo.

- E a musica pro Austin? – Perguntou a curiosa maior, vulgo Mackenzie.

- Ainda não está pronta. – Elas me encararam com desdém.

- Canta logo! – Disse Sofia.

- Meninas, por favor, a primeira pessoa que eu quero que escute é o Austin. – Falei e elas rolaram os olhos.

- Do que se trata? – Perguntou Sofia.

- É tipo um agradecimento, tecnicamente, depois que o Austin apareceu na minha vida, coisas boas foram acontecendo. – Fechei o diário e coloquei em baixo do travesseiro. – Boa noite. – Falei desligando o abajur e virando para a parede, a fim de encerrar a conversa, encolhi e sorri com os olhos fechados, lembrando-me dos lindos momentos com o Austin, definitivamente a musica fazia jus a pessoa, Austin havia se tornado Meu Paraquedas.



- Amor é uma palavra que significa muito,

Mas não é nem perto do que eu sinto por você-

§Tio Google§


Depois do nosso papão interrompido, eu não sabia se estávamos ou não namorando, mas se ela estava apaixonada por mim e eu por ela, nós estávamos não é mesmo?

- O que está pensando? – Pergunta o ruivo enquanto entramos na sala de aula.

- Se eu estou ou não namorando a Ally. – Respondi e ele abriu a boca em forma de “o”. – Antes que você grite, isso pode ser real ou não.

- Mas isso é maravilhoso... – Disse ele se sentando na cadeira ao meu lado na sala onde seria a aula de história.

- Por quê? – Pergunto e ele dá de ombros.

- Desde que você chegou à escola, todas as meninas ficaram caidinhas por você, inclusive as que tinham namorado e até as mais novas. – Ele falou e eu franzi o cenho.

- Como assim?

- Você não percebeu? - Neguei. – Mack, Sofia, até mesmo a Bobby que é louca por Ben. – Neguei.

- Mack e Sofia são apenas minhas amigas, Mack é louca por Jalen, Sofia além de ser bem mais nova, é apaixonada por outro e a Bobby é minha prima. – Ele deu de ombros.

- Mas ela parece te amar. – Retrucou.

- Claro, ela é minha prima. – Ele apontou para a porta onde a dita cuja entrava.

- Oi meninos, viram a Ally? – Bobby vestia a roupa de líder de torcida. Inibi.

- Quando eu a vi, sua digníssima irmã a levava pra longe. – Disse, ela bufou apoiando as mãos em minha mesa.

- Se a ver, avise que quero falar com ela. – Assenti.

- Agora tchau? – Falei tentando expulsa-la, mas como Bobby adorava provocar, ela se sentou em cima da mesa, cruzou as pernas e encarou o ruivo. Dez engoliu em seco.

- Ruivo, se você insinuar mais uma vez que eu estou apaixonada por meu lindo priminho, seu presente de natal antecipado será suas sardas em um vidrinho. – Falou ela. Voltou-se para mim agarrando minha bochecha e girou se levantando. – Até mais... Ah, Austin... – Ela se virou. – Te avisaram sobre o cinema?

- Sim, vai embora loira. – Ela rolou os olhos e saiu da sala.

- Bom dia alunos, teste surpresa, guardem todas as coisas. – Falou a professora.

- Ah cara... – Resmungou Dez.

- É, uma porcaria. – Falei guardando meus materiais.

A professora me entregou o teste e eu girei o lápis em minhas mãos, eu não sabia absolutamente nada, e queria alguma coisa me tirasse dali. Exceto uma ligação de celular, que além de ter minha prova arrancada das minhas mãos, eu levaria uma advertência, eu levaria uma bronca e ainda minha mamãe iria querer conversar comigo achando que isso era pela morte do meu pai. Infelizmente foi exatamente isso que aconteceu, ou quase isso, Ally me mandou e por minha sorte estava no vibra call.

- Senhor Moon, algum problema com seu telefone? – A encaro assustado, essa professora tinha o quê nos ouvidos?

- Não, Senhoria Pepper, nada de errado, provavelmente é a minha mãe, meu pai morreu recentemente e... – Ela me interrompe.

- Seu pai morreu?

- Sim, faz algum tempo, mas minha irmãzinha ainda não superou, minha mãe deve ter me mandado um aviso. – Ela assentiu.

- Se fosse outro caso sua prova seria tomada, pode continuar. – Suspirei agradecendo e terminei meu teste. Sai da sala procurando meu celular dentro da mochila e o achei.

My Little Girl ♥

Oi, meu irmãozinho está nascendo.

Mack, Sofs e eu iremos ao hospital.

Beijos.


Sorri, e eu fiquei feliz pela Ally. Segui para meu armário só para dar de cara com Bobby aos beijos com o Ben, essa minha prima me persegue. Rolando os olhos me aproximei e pigarreio, eles encerraram os beijos e me encararam.

- Meu armário. – Falei e ela se afastou dando espaço para mim.

- Viemos falar sobre o cinema, Austin. – Disse Ben.

- Mas você demorou, então resolvemos nos beijar. – Riu.

- Okay... O que querem falar? – Pergunto abrindo o armário.

- Será tipo um encontro de casais... – Diz Ben.

- Eu e o Bem, Mack e Jalen, Chuck e Trish, Brandy e Jace, Sofia e Henry, primeira ficada de Brooke e Dallas, Carrie e Dez, Elliot e Laura e você e a Ally. – Fecho o armário e a encaro.

- Enquanto a Lilly? Eu avisei que queria leva-la! – Bobby sorri.

- Esqueci que ela quer levar o amiguinho... Max... – Fico com raiva, mas fecho os olhos me controlando para não matar a minha prima ali mesmo.

- Certo, quando? – Pergunto.

- Como não podemos ir ao Corujão, será sábado. – Ela informa.

- Certo, nos vemos lá... – Ela gira o corpo e sai puxando o Ben

(...)

- Capitão América, é definitivamente, meu herói favorito, ele é lindo, inteligente, bondoso... – Lilly fala enquanto assistíamos TV esperando nossos pais para jantarmos.

- Prefiro o Homem de Ferro, Gênio, Playboy, Filantropo e Milionário. – Lilly me encara com o cenho franzido.

- O que é Fililontropo? – Pergunta.

- Filantropo... – A corrijo. – Também não sei. – Ela ri negando e rolando os olhos.

- O que seria do Homem de Ferro sem armadura dele? – Pergunta.

- E o que seria do Capitão América sem o soro? – Rebato.

- Ele seria bondoso, gentil e fofo. – Diz. – Tony Stark só seria um mero egoísta.

- Ele tem o Homem-Aranha.

- E daí, Capitão América tem a Wanda. – Rebate, minha irmã é mesmo inteligente.

- Você é mesmo esperta. – Ela de ombros se gabando.

- Quero que chegue sábado, estou louca, por esse filme, eu só não queria ver o Stark e o Rogers brigando.

- Eu também não, mas é apenas Marketing...

No dia seguinte eu estava pronto para a escola. Após deixar a Lilly, segui para a minha, procurei a Ally pela escola e após constatar que ela não havia chegado, eu fiquei esperando por ela. Logo ela apareceu e eu sorri.

- Sabia que por culpa da sua mensagem eu quase perco minha prova? – Digo e Ally me encara irônica.

- Bom dia Austin, como vai? – Riu pegando os livros de suas mãos.

- Como é seu irmãozinho? – Pergunto.

- É uma menina e ela é rosada, os cabelos são pretos e ela é a coisa mais linda do mundo! – Falou ela sorrindo, dava para sentir que Ally já amava a irmã.

- Quero conhecer minha mais nova cunhada. – Falei divertido.

- Quem sabe um dia, ao que parece Mary irá para casa amanhã, mas antes de você ir a minha casa, acho melhor contarmos ao meu pai que estamos namorando.

- E nós estamos mesmo? Achei que era apenas brincadeira. – Ela me encara com desdém.

- Contando com o fato de que contei que estava apaixonada por você e você sorriu feito um bobo, então eu acho que estamos não é? – Sorriu e a abraço.

- Primeiro beijo? – Sugeri, tenho que tentar.

- Não! – Ela falou e eu fiz um biquinho triste.

- Ah, a galera está combinando de ir ao cinema ver Capitão América: Guerra Civil, tá afim? – Ela inibi.

- Quando?

- Este sábado. – Falo guardando os livros dela em seu armário.

- Pode ser! – Ele sorriu.

- Acho que será um encontro de casais, Elliot e Laura, Dez e Carrie, Ben e Bobby, Jalen e Mack, Chuck e Trish, Eu e Você, Jace e Brandy, Henry e Sofia, primeira ficada de Brooke e Dallas e o novo casal, Lilly e Max. – Falo o último casal com desdém, eu odiava ter que admitir que Lilly já tinha idade para começar à gostar de alguém, ela só tem doze anos, é uma criança, não sabe o que é amar.

- Espera... Jace e Brandy?

- É ele quer namorar ela. – Falo fechando seu armário. – E antes que pergunte, Brooke irá combinar um encontro para sua meia-irmã e o irmão dela. – Ela começou a anda e eu a segui. – E Lilly disse que o Max a convidou para sair então... – Ela ri.

- Você está com ciúmes? – Pergunta.

- Sim, estou Lilly é um bebê... – Respondo.

- Por isso, é algo inocente, Austin! – Ela diz. – Ela não vai namorar como nós adolescentes.

- Exceto por nós... Nem nos beijamos ainda.

- Começamos a namorar ontem, vai com calma. O que acha de irmos à sala de musica? Quero te mostrar uma coisa. – Ela fala e eu sorri.

- Mas e sua aula? – Ela nada responde apenas pega em minha mão.

- Fica para depois. – Fomos até a sala de musica e não tinha ninguém por lá.

- O que quer me mostrar? – Laura se sentou ao piano e abre o seu tão sagrado caderno.

- Não está totalmente bem, eu ainda não consegui terminar, quer dizer, eu escrevi duas ontem, e uma foi para você e outra para a Gigi. – Ela informa e começa a tocar.

- I remember life before

Eu me lembro da vida antes –

- Faraway dreams and locking doors

Sonhos distantes e portas bloqueadas –

- Then you came, then you came

Então você veio, então você veio. –

- Afraid to fall, to be free

Com medo de cair, de ser livre –

- Always were our worst enemy

O medo sempre foi nosso inimigo –

- Isn't what, what you see

Não é o que, o que você ver –

- I took time to realize

Levei um tempo para perceber -

- That I couldn't do it by myself, myself

Eu não poderia fazer isso por eu mesma, eu mesma –

- There's no gravity when you're next to me

Não há gravidade quando você está perto de mim –

- You always break my fall like a parachute

Você ampara minha queda, como um paraquedas –

- When you're holding me so well it's like I barely breathe

Quando você me segura bem é como respirar com dificuldade –

- You always break my fall, my fall

Você sempre ampara minha queda, minha queda –

- Like a parachute

Como um paraquedas –

- You're my parachute

Você é meu paraquedas –

Me aproximei dela e beijei sua bochecha

- With you it all begins

Com você tudo começa –

- Feeling okay in my own skin

Sentindo o bem em minha pela –

- So alive, I'm so alive

Então eu vivo, estou tão viva –

- I know this life isn't gonna be perfect

Eu sei que essa vida não vai ser perfeita –

- The ups and downs are gonna be worth it

Os altos e baixos iram valer a pena –

- As long as I'm, I'm with you

Enquanto eu estiver, eu estiver com você -

- There's no gravity when you're next to me

Não há gravidade quando você está perto de mim –

- You always break my fall like a parachute

Você sempre ampara minha queda como um paraquedas –

- Escrevi até ai… Sei que não é boa, mas... – A interrompi com um beijo, segurei a sua nuca com uma mão e a outra foi parar em sua cintura, foi bom, foi quente, mas tivemos que nos separar pela falta de ar. – Wow. – Ela disse e eu sorri.

- Gostou? – Pergunto e ela assentiu vermelha.

- Acho melhor sairmos. – Ela fala se levantando. – Acho que dá tempo eu ir para aula. – Assenti me levantando com ela e segurando a sua mão. Eu estava completamente apaixonado pela Ally, e faria de tudo para protegê-la. Ela era minha garotinha.


Notas Finais


Ufa, quase não sai...

Obrigada às lindas
@ShiperTrouxa
@123p
@Letta
@GabiRauratic
@TinistalARAR5
@Robotica

Pelos lindos comentários e é issaê, até a próxima....


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