História Let Me Feel As Hurt As You - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 1
Palavras 651
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Mutilação, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


oi pessoal, quero que saibam que se vcs sentirem algo sobre a estoria ou quiserem desabafar sobre algo da vida de vcs estou disponível

SE VIREM UMA ESTORIA IGUAL NO NYAH É MINHA TBM. IREI POSTAR LÁ TBM, NÃO DENUNCIE NEM AQUI, NEM LÁ
Aproveitem o cap

Capítulo 1 - Leaving


Fanfic / Fanfiction Let Me Feel As Hurt As You - Capítulo 1 - Leaving

E lá estava eu, voltando para casa, após longos e agonizantes 9 meses na clínica de reabilitação, não que eu tivesse problemas com drogas ou algo assim, o que eu tinha ou provavelmente ainda tenho, são problemas comigo mesma. Nada que minha mãe dessa muita importância, até 9 meses atrás quando tentei me matar.

Minha mãe a muito tempo não fazia o tipo maternal, para ser mais exata, desde quando meu pai foi embora, ela não soube lidar com uma filha que sofria de depressão, então algumas palavras bonitas e ditas no tom certo antes dela me dizer que estava me chutando para a tal clínica, alegando que seria melhor pra mim e que estaria recebendo o tratamento adequando naquele lugar. Adequado, onde já se viu que o adequado é entupir uma pessoa de remédios controlados e largar ela num quarto isolada do resto do mundo? Pois é, isso era o adequado dos enfermeiros e acho que também o da minha mãe.

Não me surpreende que ela ache isso um bom tratamento, já que ela toma umas 5 taças de vinho e três remédios do tipo sossega leão antes dormir quase todas as noites. O divórcio deixou ela meio surtada.

[...]

Estava pondo o meu último casaco na mala quando Kim, a única enfermeira legal daquele lugar, me avisou que o meu carro havia chegado. Ela me deu abraço e se despediu. Logo tomei rumo ao carro que estava na porta de entrada, assim que me aproximei um rosto conhecido abriu a porta pra mim, Mark, o motorista da minha família, dei apenas um “olá” e entrei me sentando banco traseiro. Nem a capacidade de vir me buscar minha mãe teve, típico dela, adiar as coisas o máximo que ela pode.

Botei meus fones de ouvido e me deixei levar pela paisagem que parecia contrastar perfeitamente com a melodia, fazia tempo que não via pessoas andando na rua normalmente, crianças brincando, lugares abertos, civilização em geral, fiquei tempo demais trancafiada naquele quarto que cheguei a estranhar a forma que o ar puro entrava pelo meu nariz, era uma sensação boa.

 [...]

Chegando em casa logo reconheço coisas que não via a muito tempo, os grandes portões de ferro automáticos, a pequena fonte que decora o jardim, e a porta de madeira que fica no meio de duas colunas brancas que dão para o hall de entrada da casa. Me direciono a porta e viro a maçaneta, me deparo com a longa escada e a casa envolta de um tom amarelado das lâmpadas que fazia que o tempo todo parecesse o entardecer. Não parecia que havia alguém em casa, não ouvi ruídos ou passos, então deixei minha mala no hall e adentrei um pouco mais na casa chamando por minha mãe.

Facilmente conseguir ouvir o eco dos saltos dela batendo compassadamente no piso de madeira e não consegui mas me mover. Era isso, depois de meses eu veria minha mãe de novo e sinceramente não sei estou preparada para isso. Ela saiu pela porta da cozinha, seus perfeitos cabelos acobreados presos em um rabo de cavalo lateral complementava o sutil decote do vestido azul dela, impecável como sempre. Estávamos cara a cara quando ela parou diante a mim, instintivamente segurei o folego enquanto ela me encarava com um sorriso nos lábios e sabe-se lá o porquê lagrimas nos olhos. Eu pretendia cumprimenta-la, mas antes que eu pudesse abrir minha boca fui envolta em um abraço totalmente inesperado.

-Eu senti tanto sua falta minha filha

Não soube como a responder, ele nunca havia dito algo assim pra mim, foi uma surpresa, uma surpresa boa.

-Venha, vamos para cozinha! Eu preparei a sua comida favorita

-E desde quando você cozinha?

-Fiquei um pouco solitária desde que... bem, você sabe. Agora venha, a comida irá esfriar e temos muito o que conversar

Senti como se a Elsa estivesse no meu estomago, porque senti ele congelar



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