História Let Me Go - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bias, Bts, Interativa, Jungkook, Kpop, Ultimate, Você
Exibições 385
Palavras 1.609
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


EU TARDO, MAS NÃO FALHO
HUAHAUAHAUHAHA
Eu disse que ia postar mais rápido e aqui estou u.u, demorei uns 10 dias, mas é melhor isso do que 3/4 meses, né non?
Boa leitura!

Capítulo 6 - Chapter Six


Fanfic / Fanfiction Let Me Go - Capítulo 6 - Chapter Six

            Chapter 6


            Mais uma lágrima fez caminho em seu rosto. Sentia-se uma cadela, uma puta. Queria ir embora. Talvez fosse hora de desistir e voltar para o Brasil. Quem sabe sua família a aceitaria de volta, não?

            "Eu quero minha mãe", pensou, sem real consciência de suas palavras. Era uma frase clássica, mas nunca aplicável numa situação como a sua. Uma mãe que vende a filha não pode ser considerada uma opção. Certamente, esta apoiaria aquele relacionamento com Gguk pelo mesmo ser rico.

            – De quatro, s/n – a ordem saiu com brutalidade e foi como um tapa certeiro bem na cara dela.

            Um soluço teimou em escapar e foi abafado por seu gag. Não se humilharia desse jeito. Via sua imagem nos espelhos que cobriam as paredes do banheiro e sentia vontade de morrer.

            – Você é uma vadia bem desobediente, não acha? – questionou, nervoso.

            Suas mãos forçaram as costas da garota, a qual caiu, já sem força alguma. Quis berrar, chorar, se matar.

            Lembrou-se das breves juras de amor de Jeongguk e caiu definitivamente. Para que lutar? Não havia um porquê, e suas pálpebras estavam falhando.

            – Você vai ficar acordada, sua vagabunda – pegou-a pelos ombros, chacoalhando-a, e, depois, puxou-a pela coleira com força.

            Os vibradores foram ligados e a perfuravam. S/N estava se recusando a sentir prazer. O gag foi arrancado com brutalidade de sua boca.

            – Agora, geme, sua puta – ordenou.

            – Não cansa de me humilhar? – ela gritou, dando início a um longo choro.

            – Você pediu por isso – ele respondeu, puxando a coleira pela corrente.

            – Eu? Eu não pedi para estar aqui contigo! Não pedi para engravidar! Eu queria uma vida normal!

            Jeongguk suspirou, sorrindo malicioso e dizendo:

            – Poxa, gosto tanto de ti. Por que me faz ser assim, meu amor?

            – Eu te odeio! Eu me mato, mas não caso com você, muito menos engravido! Você merece morrer sozinho, seu grande filho da puta!

            Então foi inevitável não se recordar daquela pessoa, a qual tanto amou e machucou, de suas palavras, que marcaram o fim da primavera.

          "– Eu te odeio, Jeongguk – Angel berrou – Odeio-te tanto que poderia te matar! Eu quero distância de você, seu maldito! Você é sujo!"

            A ação dos vibradores parou. O Jeon a colocou de pé e tirou a coleira, desamarrou seus pulsos.

            – Eu sou sujo, eu sei – respondeu, acariciando a bochecha da menina – Sou nojento, filho da puta, burro, idiota... E talvez não pareça... – pensou um pouco – É, realmente não parece... Porém, eu te amo.

            "Eu te amo". Levou um belo tapa na cara como recompensa. 

            – Acha que é desse jeito? Você me chama de puta, vadia, cadela, e, logo após, acha que é só falar que sente algo por mim e irei abrir as pernas para você, assim, esquecendo-me de tudo?

            Isso diferenciava Mariko e Angel. S/N falava, sem medo, na cara, já Angel temia. A única vez que falou verdades foi... Bem, Ggukie preferia não lembrar desse dia.

            – Desculpe, Jeon, se tudo sempre funcionou assim para você, mas não sou uma das prostitutas que você costuma comer! Sabia que posso muito bem voltar para o Brasil, não é? Minha família vai me aceitar e me casar com um cara qualquer, apenas.

            Oh, não! Ela havia tocado na ferida! Desde quando Jeongguk permitiria uma interação entre s/n e outro homem? Seus olhos ficaram felinos novamente e ele segurou sua cintura com possessividade.

            – Escute bem: você é minha e, caso necessário, vou ao Brasil e te trago pelos cabelos – disse, possessivo.

            – Meu marido não vai gostar nada disso – riu baixo – Vou casar antes que me encontre.

            – Sabe o quanto quero te dar um tapa e voltar a te punir? – pegou seu queixo com força – Não vou fazer isso com esses brinquedos, meu amor, mas nada me impede de te foder aqui, entre esses espelhos, para que vejas quem é seu dono.

            – Trata-me como uma boneca de pano, não? – gritou – Vai se foder!

            Arrancou as cordas ainda presas aos seus quadris, livrando-se dos vibradores definitivamente. Foi em direção à porta e tentou a abrir, assim, falhando.

            – Abre essa merda agora – s/n mandou – Ou vai me bater? Covarde!

            – Não é de covarde que me chama quando te fodo – respondeu, debochado.

            – Você acha o quê? Que tem um pinto mágico e que tenho de cair em seus "encantos" toda hora? – usou o mesmo tom que o próprio Jeongguk – Sexo é algo carnal, coisa que não se sente realmente. Acho que eu entendo a mãe do Taehyung, compreendo sua vontade de se matar!

            E esse foi um verdadeiro tapa. Na verdade, "tapa" é pouco, pois pareceu mais com um belo soco no estômago.

            – Nunca mais fale isso para mim, entendeu? – gritou, jogando-a contra a porta com brutalidade.

            – Oras, só disse a verdade – rebateu, assim, fazendo o Jeon ficar vermelho de raiva.

            A porta foi destrancada pelo mais velho com rapidez e o mesmo disse:

            – Vou te dar 20 segundos para  sair daqui, depois, vou te caçar como um predador e nem queira saber o que farei contigo caso lhe encontre.

            – O quê? – indignou-se – Então, no mínimo, deixe-me colocar a roupa! Ou quer que seus serviçais me vejam nua? Acho que é bem pior do que usar um pijama.

            Jeongguk não disse nada, apenas esperou que a mesma vestisse aquela roupa, a qual ele tanto brigou com ela por usá-la.

            "Um"

            Saiu correndo. O Jeon contava com absurda calma, como se fosse divertido, apesar de sua ira. 

            "Dois, três, quatro"

            Ficar no quarto ou se trancar no outro banheiro não eram boas opções. Saiu correndo, desesperada, pela casa. Os empregados olhavam-na como se fosse louca, porém, apenas ignoravam, afinal, devia ser alguma brincadeirinha entre os patrões.

            "Cinco, seis, sete, oito"

            Aquela mansão era gigantesca e ela não conhecia nem metade. Muitos quartos eram mais do que um mistério. Correu por alguns corredores, perdendo-se. Era injusto! A morena não sabia nada sobre o local, enquanto Jeon morava ali há anos.

            "Nove, dez, onze"

            Observou um quarto de porta preta dentre diversos com portas brancas. Talvez fosse tão óbvia sua entrada ali que nem passasse pela cabeça de Jeongguk.

            Entrou sem pensar duas vezes e ligou as luzes. Seus olhos vislumbraram o quarto com terror. Estava cheio de objetos de sadomasoquismo.

            Não, aquilo não se parecia nem um pouco com o tal "quarto vermelho" de 50 Tons de Cinza. Haviam objetos de tortura, os quais só se viam em pornôs realmente pesados de BDSM. Vibradores grandes ligados uma estrutura que fazia a mulher ficar completamente presa em formato de cruz e coisas muito piores. Alicates pendurados na paredes, roupas de látex usadas em bondage no canto esquerdo. Céus, agora, ela tinha absoluta certeza de que Jeongguk era louco!

            "Doze, treze, quatorze, quinze"

            Apesar do choque, vasculhou um lugar para se esconder e, atrás de uma máquina, num canto, teve certeza de que não seria vista. Tentou decorar o caminho e apagou as luzes. Por sorte, conseguiu chegar ao local.

            "Dezesseis, dezessete, dezoito"

            Agachou-se de maneira desconfortável, enquanto as lágrimas corriam por seu rosto alvo. Sentia-se fraca, como se pudesse desmaiar a qualquer minuto.

            "Dezenove, vinte"

            – Pronta ou não, estou indo – disse Jeon, apenas para si próprio, indo caçar sua presa.


            XxX


            Andava calmamente pelos corredores de sua casa, perguntando-se onde aquela garota tinha se metido. Os serviçais disseram que foi para os corredores dos quartos e s/n não se encontrava em locais como sala ou cozinha. 

            Vasculhou cada quarto, pisando forte, para que ela ouvisse seus passos. Analisou cada local até sobrar apenas a sala de porta preta. Jeon não queria acreditar naquilo. Talvez por isso tivesse demorado na inspeção. Ggukie simplesmente não queria que ela tivesse entrado ali. Aquele local era antigo e usado apenas para torturar Angel e outras mulheres com as quais ficou. Mariko não deveria descobrir seu antigo santuário de BDSM.

            As luzes estavam apagadas e isso o deixou mais aliviado. Talvez a garota tivesse adentrado e nem visto o que estava ali. Abriu a porta, acendendo as luzes.

            – Por favor, não esteja aqui – murmurou, nervoso.

            Sua raiva tinha passado. Durante sua procura por s/s, sentia-se mais idiota à cada passo. Ele tinha sido desrespeitoso. Apesar de ela não ter engravidado, não era culpa da mesma. Na verdade, a gravidez não foi o que o deixou irado, mas, sim, as coisas, as quais eram escritas no bloco de notas do laptop. 

            Burro! Poderia ter simplesmente feito algo romântico ou a mimado. Seria um bom começo. No entanto, preferiu ser um babaca e colocar uma coleira ridícula em s/n.

            – S/N? – questionou, com medo – Meu amor? Você está aqui? Por favor, eu só quero me desculpar. Saía do esconderijo, eu sei que se escondeu nessa sala! Não estou mais te caçando. Mil perdões! Cadê você?

            Viu algo se mover no canto do lugar e logo a figura de s/s de pé. Ela se virou para o olhar com força.

            – É isso que você faz com as garotas? Bondage? Sado-masoquismo? – questionou, começando a andar em sua direção.

            – Aqui é muito antigo! Faz anos que não uso!

            – Quando planejava me apresentar seu lugarzinho? – debochou.

            – Óbvio que mostraria se fosse prazeroso para ambos, s/n – falou, aproximando-se dela.

            – Ambos? Não foi isso que pareceu no banheiro – disse, sorrindo falsa – Aliás...

            Sua voz foi ficando lenta e não conseguiu completar a frase. O corpo de Mariko amoleceu e quase foi ao chão. Sentiu sua cintura ser envolvida pelos braços fortes de Jeongguk com força.

            Mirou o rosto da garota, descobrindo, então, que a mesma havia desmaiado. Com cuidado, pegou-a no colo como uma noiva e a levou para fora dali. Aquela sala não fazia bem para s/n, muito menos para Jeon.

            "É tudo minha culpa. Por que eu sempre faço isso com quem amo?"


Notas Finais


Ficou meio curto, mas é a vida, né? :v
Prometo que os próximos serão maiores

NÃO DEIXEM FLOPPAR
NÃO DEIXEEEEEEM FLOPPAAAAAAR
fiz com todo meu amor :')

XOXO


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