História Let Me Love You - Imagine Jungkook e Taehyung - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Hot, Imagine Jungkook, Imagine Taehyung, Jungkook, Você
Exibições 114
Palavras 1.643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá!
Segundo capítulo pra vocês!
Espero que estejam tão ansiosas com essa fanfic quanto eu.

Aproveitem e boa leitura!

xoxo

Capítulo 2 - New home


Fanfic / Fanfiction Let Me Love You - Imagine Jungkook e Taehyung - Capítulo 2 - New home

Já havia se passado uma semana após o ocorrido e ainda me sentia de certa forma com remorso, mas agora era tarde demais. Não conseguia me decidir entre os vários filmes que passavam na TV, apenas surfava pelos canais sem me contentar com nada, deitada no sofá esperando Min-Jee chegar da faculdade. Me encontrava tediosa e completamente entregue a preguiça, eu me sentia uma fracassada. A campainha tocou e não fiz o mínimo de esforço para ir atender a porta, mas logo depois de insistir mais três vezes não aguentei mais ouvir o barulho irritante.

Bufei e ao abrir a porta deparei-me com a figura alta e bela a minha frente, em seu terno preto ajeitando sua gravata. Apoiou-se com o cotovelo no batente, observando-me de cima a baixo, seus olhos castanhos encontraram os meus e engoli em seco. Provavelmente estava boquiaberta e o rapaz ria de minha expressão, rolou os olhos para dentro do apartamento que dividia com Min-Jee analisando o local e julgando-o internamente.

– Não vai me convidar pra entrar? – Perguntou Jungkook, erguendo uma das sobrancelhas.

– O-o que faz aqui?

– Vou entender como um sim.

Passou por mim adentrando no cômodo me deixando plantada na porta, fechei a mesma atrás de mim meio contrariada voltando-me para o garoto. Ele olhava em volta na pequena sala junto da cozinha um pouco bagunçada, espiou o quarto e logo depois o banheiro. Mexeu em uma pilha de livros e papéis sobre a mesa de refeições, posteriormente bisbilhotando nas coisas jogadas sobre a mesinha de centro onde haviam contas, pacotes de salgadinhos, moedas perdidas e embalagens de balas, aquilo estava um lixo.

– Até que não é tão ruim... – Comentou escondendo as mãos nos bolsos.

– O que você quer? – Cruzei os braços esperando o motivo da visita.

– Bom, demorou mas já arrumei tudo pra você.

– O que?

– Você vai pra minha casa...

– Como assim? Porque?

– Porque você vai fazer o que eu quero – Sorriu sacana se aproximando de mim – Ou você vai deixar Min-Jee continuar te sustentando pro resto da vida?

– Como você... – Não terminei a frase, bufando indignada. Eu realmente estava em suas mãos e ele podia fazer o que quisesse, era a droga do acordo.

– É bom saber que vai colaborar, vamos arrumar suas coisas logo. – Jungkook dirigiu-se ao quarto que dividia com a garota e o segui – Já trouxe muitos caras aqui, (S/n)?

– Eu não sou dessas... – Ele sorria enquanto continuava séria.

– Não é dessas?

– Olha, que fique bem claro pra você. Eu só entrei nessa merda de acordo porque eu preciso desse dinheiro para terminar meus estudos, nada mais. – Batia o dedo indicador em seu peito enquanto cuspia as palavras raivosas sobre ele. Eu só queria que entendessem meus motivos sem me julgar.

– (S/n)? – Min-Jee adentrava no quarto – Quem é esse?

– Sou Jeon Jungkook, muito prazer. – O rapaz se aproximou e beijou sua mão, seu semblante era de confusão.

– Ele é... – Troquei um olhar triste com a garota que pareceu entender, eu havia lhe contado a história e a mesma me confortara, não queria que eu fizesse mas se era minha escolha me apoiaria de qualquer jeito.

– Claro... – Comentou olhando-o de cima a baixo – Mas, o que faz aqui?

– Vim buscar (S/n). Ela vai pra minha casa, faço questão. – Olhou-me inexpressivo.

– Você pode nos dar um minuto, por favor? – Pedi e o rapaz assentiu, saindo do cômodo.

– Que loucura é essa (S/n)? – Min-Jee segurou minhas mãos com um semblante preocupado.

– Eu sei, mas não tenho outra opção... Tenho que fazer o que ele quer.

– Por que eu não te impedi, hein? Agora você vai me deixar sozinha aqui? – Ela me abraçou forte e eu sentia a amargura descer por minha garganta.

– Me desculpe...

De onde estava pude avistar Jungkook da cozinha, olhando a janela. Ele se virou para mim ainda inexpressivo e apenas abaixei o olhar, apertando mais forte minha amiga em meus braços.

 

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A mansão era enorme e bem semelhante a de Yoongi, com sua decoração graciosa que me remetia a Europa monarca. De dia era mais fácil observar os detalhes e adornos que faziam total diferença na residência, tornando-a aconchegante e convidativa. Durante o trajeto Jungkook havia comentado que seu pai era dono de uma empresa e ele trabalhava na mesma de manhã e a tarde, por isso não me veria sempre e um motorista me buscaria em minha faculdade. Me perguntava se tudo aquilo era necessário, eu simplesmente poderia pegar um taxi algo do tipo, mas ele queria tudo da sua maneira.

O garoto segurou em minha mão me conduzindo pela grande escadaria interior até o segundo pavimento. O corredor era largo com muitas portas, bem no final abriu uma delas e convidou-me a entrar. Aquele quarto provavelmente era maior que todo meu apartamento que dividia com Min-Jee.

A cama estava impecavelmente arrumada com um pequeno dossel na parede, havia uma grande escrivaninha e estantes de livros, um sofá e poltronas no estilo clássico, janelas grandes e duas portas em cantos opostos. A da esquerda dava para um closet abarrotado de roupas, sapatos, acessórios e tudo mais de melhor qualidade completamente luxuosos. A da direita direcionava-se para um banheiro espaçoso e grande, suas peças eram das mais chiques possíveis e havia uma banheira ali.

– O que achou? – Perguntou se aproximando de mim, que olhava em volta deslumbrada com o quarto.

– É-é tudo muito bonito... Eu nem sei o que dizer.

– Não precisa dizer nada, você terá muito tempo para me agradecer depois. – Segurou em meu queixo sorrindo malicioso.

Apertei meu casaco abraçando-o contra o corpo, enquanto me fitava mordendo o lábio inferior. Seu belo rosto era iluminado pela luz que vinha das grandes janelas, seus olhos me hipnotizavam e seus lábios me causavam deleite. Não posso mentir para mim mesma, Jungkook era lindo e qualquer pessoa com certeza daria de tudo para ficar com ele, nem que fosse por uma noite. Calafrios subiram por minhas pernas quando encostou seu corpo no meu, minha respiração já começava a perde-se descompassadamente e minhas mãos soavam frio.

– Eu até te faria uma recepção melhor mas... Acredito que não estamos prontos ainda, entende? – Nada respondi, perdida em seu rosto atraente – Bom, logo será o jantar, se tiver fome pode descer. Caso contrário apenas se estabeleça e arrume suas coisas. Acredito que não vai usar mais suas roupas velhas, pode deixá-las ai que mais tarde algum dos empregados vem recolher. Agora, se me der licença...

Jungkook saiu do quarto ajeitando seu paletó, me deixando mais uma vez plantada de pé sem reação alguma. Eu não sabia se a situação era boa ou ruim, e a única coisa que pensava era se estava em um sonho. Se iria acordar novamente em meu apartamento com Min-Jee dormindo na cama a meu lado, porém ao deitar-me no colchão macio sobre a seda constatei que estava sobre as nuvens, mas bem acordada.

 

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Após o jantar silencioso, tomei um banho e conheci alguns dos empregados e a casa. Tinha um grande jardim e uma piscina, muitos cômodos misteriosos fechados e trancados, e uma pequena biblioteca ao lado de um escritório onde Jungkook se encontrava, concentrado entre papéis. Notou minha presença um pouco distante e sorriu fazendo sinal para que entrasse. Em passos lentos adentrei sem jeito no local lembrando-me muito o escritório de Yoongi, com as estantes de livros e os móveis rústicos. Sentei em uma das poltronas de frente para o mesmo, que revirava a papelada.

– Gostou da comida? – Perguntou-me.

– Sim...

– Yun é uma cozinheira de mão cheia. – Sorriu balançando a cabeça – Aaah... – Bufou jogando as costas na grande poltrona de couro, ele massageava as pálpebras, parecia cansado com tudo aquilo que só me deixava exausta de vê-lo trabalhar. Fitou-me respirando profundamente – Vem aqui...

Senti uma pontada em meu estômago ao ouvi-lo me chamar, o que ele queria agora? Hesitei de princípio mas logo me levantei, caminhando vagarosamente até o rapaz, ele bateu as mãos nas coxas insinuando que sentasse em seu colo. Minha barriga gelou quando me acomodei de lado sobre suas pernas, encarando chão sentindo-me tremer. Levou sua mão a meu queixo puxando meu rosto para cima, me fazendo o encarar.

– Sabe (S/n), cuidar de uma empresa não é nada fácil, é muito trabalhoso e cansativo. – Colocou uma mexa de cabelo atrás de minha orelha – E agora que você está aqui, vai poder me ajudar a relaxar, não é mesmo? – Ele sorriu e eu sentia minhas bochechas queimarem – Não precisa ficar nervosa...

Se aproximou devagar puxando-me pelo queixo para si, eu apenas fechei meu olhos e esperei por seus lábios. Quente e doce me acolheu de forma suave, sua outra mão foi para meu maxilar fazendo meus pelos do corpo se eriçarem com o contato repentino. Sua língua pediu passagem e não pude fazer outra coisa a não ser ceder, ele era cordial em seu beijo não muito lento mas desejoso. Explorava minha boca em busca de desvendar cada canto, provava de meu gosto com vontade como se fosse a última vez que sentiria meus lábios novamente.

Separou-nos ofegante mas eu aguentaria mais, ele afagava minha bochecha com seu polegar da mão que ainda repousava em meu maxilar. Fitava meus lábios e eu os seus, avermelhados e levemente inchados, tão convidativos. Eu o beijei, eu tinha acabado de me mudar para sua casa por conta de um acordo, e agora eu o beijava? Não. Desviei o olhar e levantei-me tentando me recompor, caminhei sem dizer uma palavra para a saída quando mesmo me chamou.

– (S/n)... – Virei-me e o encarei, olhava-me tênue – Boa noite.

Assenti com a cabeça sem dizer nada, voltando-me para a grande escadaria que dava para o segundo pavimento. Adentrei em meu quarto e fechei a porta, repousando a testa na mesma com os pensamentos a mil. Eu tinha acabado de beijar um rapaz atraente e desconhecido que havia me comprado em um leilão clandestino de playboys, o que eu estava fazendo?



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