História Let me love you - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Bedida, Festa, Gravidez, Mudança, Romance, Sexo, Viagem
Exibições 17
Palavras 1.182
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - 6


Hoje nada me faria ficar feliz, o dia estava frio e o céu cinzento, para não falar que o James estava desaparecido á 5 dias e nem me disse nada, mas também eu não iria atrás dele, mas tenho de admitir que mesmo ele sendo meu namorado ele é meu melhor amigo e hoje, especialmente hoje eu precisava dele do meu lado, por isso por volta das 14 horas fui a casa dele, as ruas estavam muito vazias para um sábado á tarde, assim que cheguei á porta da casa dele e a dona anna, a mãe dele atendeu á porta e logo me convidou a entrar.

-tia anna o James está?-perguntei assim que me sentei no sofá purpura da sala de estar.

-queria ele viajou para frança á 5 dias atrás- devo admitir que fiquei chocada, mas que tipo de namorado viajem sem avisar a namorada- querida sei que estás a culpar o James por ser irresponsável mas ele não tem conta, ele deixou-te uma carta a explicar tudo, ele retornou a frança pois o pai dele está doente e receio que ele não retorne tão cedo, tu sabes como é, ele te ama e me disse que não te procurasse que te deixasse vir até aqui, pois mesmo orgulhosa tu virias, palavras dele-disse me fazendo rir, é verdade eu sei como é ter uma pessoa tão querida doente no seu lugar eu viajaria até á china se preciso- eu fui visita-la hoje, já se passou tanto tempo mas a dor nunca passa-disse ela triste já chorando, mas o mais estranho era que eu estava chorando e só notei agora- ela era uma mulher incrível e seja onde ela esteja ela sempre te amará, ela foi uma mãe fantástica, uma melhor amiga fantástica e acredito que se eu estou sofrendo vc tbm, eu acredito que se o James não tivesse tido esta noticia ele estaria aqui com vc como sempre esteve, mas vc tem me a mim se precisar…

-tia anna, vc sempre foi e sempre será uma mãe pra mim, a minha mãe estaria contente por vc cuidar de mim, mesmo sendo difícil-disse a abraçando- tia vc me acompanha até ao cemitério?-ela apenas assentiu, então saímos de casa e fomos lá, e mesmo dez anos depois tu estava igual desde o enterro, o mesmo céu nublado, a mesma grama verde, a mesma lapide com frases que todos decidimos fazer em honra da minha mãe e como sempre comprei rosas champanhe as favoritas da minha mãe…

-quem me dera ser como ela-eu disse fungando enquanto punha as flores na sua lapide da minha mãe.

-tenho a certeza que ela te ama de qualquer forma, mesmo rebelde-disse sorrindo, o sorriso da tia anna era tão simpático e gentil, sem falsidade era apenas…. Verdadeiro e te fazia sorrir mesmo nas piores situações.

-obrigado por tudo-disse lhe abraçando.

-de nada minha princesa-disse beijando a minha testa, ficamos lá meia hora chorando e falando coisas bonitas na época em que minha mãe era viva.

Na volta para casa eu decidi ir sozinha não só porque fazer a tia anna dirigir até minha casa seria muito dispendioso, mas porque eu queria ir sozinha, mas talvez se eu tivesse ficado na casa dela eu não teria que ver o luke.

-não acredito que a princesinha esta sozinha o James já se fartou de ti é-disse zoando com a minha cara, será que ele reparou que eu tinha chorado, tou nem ai…

-cala a sua boca luke, vc é um merda-eu disse apresando o passo mas ele me prendeu numa parede ou antes num murro que estava na rua em que nós estávamos.

-nunca me chame de merda-disse irritadinho.

-awn que bonitinho vc está irritadinho, acho que a professora de física pode curar isso, sabe na cama-disse me livrando dos braços dele e começando a andar.

-como vc sabe de mim e da professora lexia?-disse ligeiramente assutado que bom, pensei…

-um conselho quando decidir dar uns amassos naquela bruxa tranca a porta-disse com um sorriso sínico o que o fez ferver de raiva.

-ela não é bruxa nenhuma, vc que é mimada demais para aguentar os comentários dela-disse como se tivesse toda a razão do mundo, mas aquilo me afetou.

-vc é um monstro que nem ela-disse dando as costa e comecei a chorar baixo.

-vê… depois não gosta da verdade -ta não aguentei e dei um belo de um tapa na cara dele- vai la ter com o seu playboy de ouro.

-sabe eu até ia, mas como a vida dos outros não é um mar de rosas como a sua não dá-ele arqueou as sobrancelhas mas depois deu um sorrisinho de canto.

-não acredito que o playboy te deixou, que irónico-disse ele sínico.

-não ele não me deixou, ele viajou para cuidar do pai que esta doente e eu compreendo pois tbm passei pelo mesmo mas ao contrario dele minha mãe tinha cancro e morreu-disse saindo dali e por sorte ele não me seguiu, eu apenas fui pra casa e me fechei no quarto.

….

Já se tinha passado três semanas desde aquele dia o pai do James melhorou mas ele vai ficar lá a viver, então terminamos, voltei a ser como antes mas mesmo assim não falo com o luke não depois do que ele falou mas o pior é que hoje tenho aula com a bruxa…0

-bom dia meninos-disse toda contente, deve ter dado para o luke, pensei- hoje vamos falr sobre as leis de newton.

E lá começou a aula chata, devo ter cochilado umas cinco vezes já que a aula era tão secante que mal dava para estar acordada, assim que o sinal bateu me levantei pra sair mas antes que fizesse isso a bruxa me chamou.

-senhorita whitmore -me chamou,- se bem me lembro a senhorita tem um castigo pra cumprir e vai começar hoje mesmo- vaca pensei, tá querendo me fuder mesmo castigo numa sexta á tarde.-isto para aprender a não ofender um superior nunca mais.

-não falei mentira nenhuma, vc é um monstro pois não sabe medir as suas palavras, vc é um monstro pois se sobesse da minha situação não teria falado aqui, mas só para lhe dar o gosto de se sentir mal, eu vou lhe contar, eu sai correndo da sua sala pois você falou que os meus filhos não mereciam ter uma mãe como eu mas eu não posso ter filhos por isso me senti rebaixada e humilhada-ela me olhou chocada.

-mas como assim vc não pode ter filhos-perguntou interessada.

-quando tinha cinco anos sofri um assidente quase morri mas sobrevivi mas a vida tem de ser filha da puta e deixar marca né, então não posso ter filhos, agora você entende, eu nunca poderei dar filhos para o meu marido e mesmo adotando não seria o mesmo eu não me sentiria uma mãe de verdade pois não posso gerar vidas por isso lhe chamei de monstro-disse saindo da sala, pronto agora ela sabe da verdade se for linguaruda ainda vai espalhar isso por todos os lados, aff porquê que a vida não pode colaborar? 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...