História Let Me Love You - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Járbara
Visualizações 463
Palavras 1.424
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Era pra ter postado ontem, me desculpem.

Capítulo 14 - Ela que eu amo


As lágrimas continuavam a correr por meu rosto, e eu já não sabia quanto tempo havia passado desde que soltei o telefone no chão e corri para o meu quarto. Eu não sabia porque estava chorando, talvez fosse por meus hormônios que estavam a flor da pele, ou de alívio, não de tristeza mas sim de alívio, por saber que eu não precisaria mais ter medo e que eu poderia andar daqui à alguns meses com meu bebê sem correr o risco de encontra-lo. 


— Não fica assim, se eu soubesse que seria uma notícia dessas não teria deixado você atender a ligação. — Justin estava comigo desde o momento que recebi a ligação e depois que vim para o quarto ele alguns minutos depois estava aqui comigo me abraçando.  — Eu sinto muito. — Diz ainda afagando meus cabelos. 


— Não sinta, eu não sinto. — Olho em seus olhos e fungo. — O Stefan morreu. — Mesmo com a voz ainda embargada começo a rir. — Ele morreu Justin. — Gargalho enquanto Justin me encara com semblante preocupado. — Agora eu estou livre. — Meu riso aos poucos vai passando e logo os meus olhos lacrimejaram novamente. — Eu estou sozinha, Eu, eu não quero ficar sozinha. — Volto a chorar, só que agora por desespero, solidão foi algo que eu sentir durante toda a minha vida, eu me sentia só por não ter um pai de verdade, ou uma mãe que me amasse ou até mesmo me desse conselhos por causa de garotos, durante toda essa parte da minha vida eu fui sozinha, mas agora sabendo que o Stefan morreu me fez perceber que agora literalmente eu estava só. 


— Você não está sozinha, eu estou aqui. — Nego me afastando dele. 


— Não, você não está. — Me viro de costas para ele. — Você só está aqui Agora, mas não vai estar quando sua namorada chegar ou te ligar, pois você fez a sua escolha mesmo depois de saber que tudo que fiz foi por medo, medo esse que não machucou só você mas me machucava diariamente, e a sua escolha foi ela. 


— Você acha que isso é um jogo? — Ele pergunta alterando sua voz e eu me encolho na cama. 


— Não precisa ser um jogo para eu saber que sai perdedora. — O encaro. — Você já pode me deixar sozinha. — E foi o que ele fez quando saiu batendo a porta do quarto fazendo um barulho estrondoso. 


No dia seguinte eu sai cedo da cama, não havia conseguido dormir nada durante toda noite. A sala estava silenciosa por ainda ser bastante cedo, abrir a porta do apartamento o mais silenciosa possível e sai dali, quando cheguei ao lado de fora do edifício o sol ainda estava começando a nascer, mas isso não empedia as pessoas de já estarem nas ruas, segui caminho até a estação de metrô que tinha ali perto e com uma parte do pouco dinheiro que eu ainda tinha por não ter gastado paguei o bilhete do metrô. 


— Sente aqui menina, não pode ficar em pé. — Um senhor me deu seu lugar assim que entrei no metrô, sorri agradecida para o mesmo que retribuiu. 


Quando cheguei em frente ao velho prédio um arrepio passou por todo meu corpo, tinha passado por tantas coisas ruins ali, tive a minha infância perdida dentro daquele lugar, sofrir como nenhuma criança merecia sofrer. Encontro alguns moradores enquanto subo o lance de escadas e todos me cumprimentam com sorrisos mínimos. 


Pego a chave escondida debaixo do jarro de flores murchas e abro a porta do lugar onde foi o meu 'lar' por mais de dez anos. O cheiro de poeira é forte e faz com que eu espirre algumas vezes, mas tudo parece estar do mesmo jeito, a TV velha e quebrada jogada no canto da sala, algumas garrafas de bebidas sobre o sofá e chão, a poltrona que Stefan não deixava ninguém sentar ainda tinha uma mancha escura de bebida, tudo parecia normal. Vou até a cozinha e abro a geladeira e armário e começo a retirar a pouquíssima comida que tinha ali e que estava vencida e jogo dentro de um saco de lixo, pego o saco de lixo e vou até o quarto ocupado onde "meus pais" dormiam e começo a retirar o lençol da cama, fronhas do travesseiro, e depois as roupas de ambos que estava ali e coloco tudo em sacos de lixo, arrasto-os para fora do quarto e paro de frente a porta do meu antigo quarto, tinha uma coisa que eu precisava pegar. 


Me agacho ao lado da cama e puxo lá debaixo Nina, a minha boneca preferida, e também única que tive durante a minha infância, ela era de pano e tinha seus cabelos marrons de lã, estava um pouco empoeirada mas eu podia dar um jeito nisso. — A Mamãe voltou para te pegar, filha. — Abraço a boneca e sorrio de mim mesma, Nina foi minha única companheira durante um longo tempo, então seria injusto não ficar com ela. 


Depois que junto tudo que seria jogado no lixo peço ajuda de uns garotos que passavam em frente a minha porta assim que à abrir, eles desceram com os sacos de lixo e colocariam na lata de lixo enquanto eu voltei para ver se tinha alguma janela aberta, quando volto para a sala me assusto ao ver um homem com roupas escuras parado no meio dela de costas para mim. 


— Quem é você? — Faço a pergunta e ele se vira para mim e sorrir, minhas pernas ficam bambas no mesmo instante e meus olhos marejam.   


Justin P.o.v  


Retiro delicadamente o corpo de Briana de cima do meu e me viro na cama ficando de costas para ela, ontem a noite depois que sai do quarto da Maya vim para casa da Briana e passamos a noite juntos. Porém eu não me sentia bem fazendo isso, era como se a cada vez que eu a beijasse eu me sentisse sufocado, e meus pensamentos iam instantaneamente para Maya. 


Eu sei que devia tentar seguir em frente, e também fazer com que a minha proposta de amizade desse certo porém eu não estava conseguindo. Eu me sentia péssimo por não tira-la da cabeça ate mesmo quando estava transando com Briana, então eu havia tomado uma decisão depois de passar a noite em claro. Eu não faria mais com que a Maya sofresse, e por isso terminaria o que eu tinha com Briana, porém não voltaria com Maya por agora, podemos tentar fazer dar certo nossa relação porém no momento pediria a ela que priorizassemos nosso bebê que está vindo. 


— Já acordou lindo? — Briana depositou um beijo em minhas costas e eu viro pra ela que não fez nem questão de tapar os seus seios com o lençol. 


— Nem dormir. — Murmuro me sentando na cama e procuro minha cueca a colocando. 


— Posso te fazer relaxar. — Levanta vindo até mim, e me abraçaria se eu não tivesse desviado. — O que foi? 


— Não podemos continuar com isso. — Ela me encara cruzando seus braços, porém seus olhos começavam a escurecer de raiva. 


— Não podemos? Justin nós estamos juntos, você não pode terminar comigo assim. — Ela grita passando suas mãos pelos cabelos, e logo me encara. — É por causa daquela vagabunda, não é? 


— Maya não é nenhuma vagabunda, exijo que a respeite. — Peço e ela vem pra cima de mim me dando tapas. 


— Vagabunda sim, e você um trouxa por ficar defendendo ela. — Consegui segura-la enquanto ela se debatia. — Ela te fez de gato e sapato e só foi você descobrir do monstrinho que ela carrega que voltou correndo como um cachorrinho. 


— Respeite o meu filho, ele é inocente nessa história toda. — A soltei e peguei minha calça do chão. — Maya não tem nada ver com isso, pois nem sabe que estou fazendo isso... 


— Você tá sendo um trouxa como sempre foi. — Visto minha camisa e a encara. 


— Posso estar sendo isso, porém estou sendo sincero com você e terminando antes que você saia machucada, que é algo que eu não quero. — Digo abrindo a porta do seu quarto. — Você merece alguém que te ame de verdade, e esse alguém não sou eu, pois sinto que meu coração sera sempre inteiramente da Maya, por mais difícil que seja, é ela que eu amo, me desculpe.



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