História Let Me Love You - Capítulo 64


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Camreng!p, Laureng!p
Visualizações 1.933
Palavras 1.940
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Policial, Romance e Novela, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 64 - 64


Fanfic / Fanfiction Let Me Love You - Capítulo 64 - 64

 

POV'S LAUREN

 

Ouvi um barulho alto de algo caindo vindo do andar debaixo, olhei pro lado, Demi me olhou de volta dando um sinal com a cabeça, larguei o celular de lado ouvindo Dinah me chamar do outro lado da linha

 

Me levantei da cama seguindo Demi que estava com sua arma em punho, descemos devagar, assim que chegamos no andar debaixo, bateram na mão dela e a sua arma foi jogada pra bem longe

Assim que vi a pessoa que estava na nossa frente, não pude acreditar

 

A última coisa que pensei era que fosse reencontra-lo novamente, ainda mais depois de tantos anos

 

Ele pegou a arma que tinha tirado das mãos da Demi e apontou na nossa direção

 

- Senta, as duas! -praticamente rosnou

 

Demi e eu nos olhamos antes de nos sentarmos nas cadeiras, ele deu a volta amarrando as mãos da Demi atrás das costas, e as minhas na frente por conta do meu braço quebrado

 

- Você.... -apontou a arma na minha direção- Você destruiu a minha vida sua vadia, achou que ficaria barato?

- Você batia na sua mulher seu doente! -praticamente gritei 

 

Não podia acreditar que Alexandre Ferrer estava bem ali na minha frente, e então tudo fez sentido. Era tudo uma vingança por ter colocado ele na cadeia a anos atrás

 

- Não era pra você tá aqui! -ele apontou pra Demi- Você tá no lugar errado na hora errada garota

 

Ele começou a andar de um lado para o outro, claramente transtornado

 

- Eu não queria te matar, não queria, era só pra ela morrer -voltou a apontar a arma na minha direção  

- Você é um doente, e vai voltar pra cadeia, que é o seu lugar -resmunguei

- Não, eu não vou voltar pra lá, eu já tenho tudo planejado, eu não vou voltar pra lá, eu não vou voltar pra ele -ele repetia

 

Ele começou a andar de um lado para o outro novamente, eu o analisava pensando no que iria fazer. Ele estava fora de si, isso era óbvio, e logo entendi o motivo, Alexandre tinha tudo planejado em sua cabeça, mas Demi com certeza não estava em seus planos, quando uma coisa da errada com pessoas transtornadas como ele, tudo muda,ele tinha ficado completamente desestabilizado, e isso era bom, naquele momento, era a nossa única oportunidade de sairmos viva daquilo 

 

- Você não tinha nada haver com a minha vida, ninguém te chamou lá, mas você é um intrometida -ele voltou a falar com ódio no olhar-  Você invadiu a minha casa e me entregou pra polícia! 

 

Ele continuou falando, se lamentando de todo o tempo que passou preso e me ameaçando, enquanto eu apenas analisava a situação, tentando pensar o que iria fazer 

 

- Mas agora você vai pagar, vai pagar por ter se metido na minha vida, por ter me feito apodrecer todos esses anos naquela prisão nojenta -voltou a apontar a arma pra mim

 

Ele estava com a arma na minha cabeça, destravou a arma e respirou fundo, aproveitei os poucos segundos da sua distração e chutei a sua mão, fazendo a arma cair no chão, puxei a arma rapidamente com meus pés, afastando-a dele, Demi pegou se abaixou pegando a arma na mão e apontando na direção dele

 

- Porra cara, você não sabe nem amarrar direito -ela exclamou

 

Soltei as amarras que estava em minhas mãos, me levantando da cadeira, parando ao lado dela e de frente pra ele que estava rendido com as mãos erguidas

 

- O que a gente faz com ele? -perguntou se virando pra mim 

- Apaga ele -respondi

 

Demi assentiu com a cabeça dando uma coronhada nele que caiu no chão logo em seguida 

Amarramos suas mãos e pés, amarramos do jeito certo, que ele não conseguisse se soltar, diferente de como ele nos amarrou antes

 

- Você conhece ele? -questionou olhando pra ele

- Era meu vizinho, ele batia na mulher dele, até que eu o entreguei pra polícia, então ele foi preso -expliquei- Não pensei que fosse ele porque isso já aconteceu a anos, não imaginei que fosse querer vingança

- Provavelmente ele acabou de ser solto, passou tempo planejando tudo, por isso só veio atrás de você agora -ela falou, concordei com a cabeça

 

Ficamos paradas de frente pra ele, e nada dele acordar

 

- Mas me responde uma coisa, como você apanhou pra um bosta desses? -perguntou rindo

- Ele me desmaiou e bateu em mim enquanto eu estava desmaiada, nem tive como me defender -me defendi 

 

Demi pegou um copo de água gelada na cozinha, voltou jogando toda água na cara dele, que acordou rapidamente se afogando com a água

 

- Tá na hora de acordar bela adormecida -falei

 

Ele abriu totalmente os olhos, mas mantinha a cabeça baixa, se recusando a nos olhar

 

- Como você se sente sabendo que é um fracassado em tudo? -questionei 

 

Me abaixei na frente dele, ficando na altura do seu rosto e o encarando

 

- Você vai passar o resto da sua vida na prisão, e vai morrer lá, sem ninguém, vai morrer sendo um fracassado -terminei de falar me levantando

 

Ele ergueu a cabeça me olhando, seu rosto estava vermelho de raiva, e seus olhos transpassavam ódio

 

- EU VOU MATAR VOCÊ! -esbravejou

 

Dei um chute com força nele, naquela hora fiquei com raiva de mim mesma por estar com o braço quebrado, por que eu queria tanto socar a cara dele, Demi pareceu ler os meus pensamentos quando acertou um soco na cara dele, dei   sendo seguido de outros, e mais outros. 

 

Ele estava todo sangrando, estava quase se afogando com o próprio sangue quando coloquei o braço na frente da Demi a impedindo de continuar

 

- Não mata ele! -pedi 

- Por que? Ele não ficou com dó de espancar você -revidou

- Eu não estou com dó, mas se você matar ele, o sofrimento dele acaba hoje, mas se você deixar ele vivo, ele vai preso e vai sofrer o resto da vida na prisão, e vai sofrer enquanto morre aos poucos -expliquei

- Ta bom... -resmungou

 

Ele ficou no chão, gritando de dor enquanto nos xingava sem parar

 

- Cala a boca dele? -pedi

- Pode deixar -respondeu 

 

Andei até a sala de casa, peguei o telefone fixo ligando para a polícia e contando tudo que tinha acabado de acontecer, em seguida, me sentei na escada, ficando de frente para o corpo dele

 

- Você está bem? -Demi perguntou pousando a mão em meu ombro, assenti com a cabeça

- E você? -perguntei de volta

- Estou ótimo, nós pegamos ele -ela sorriu vitoriosa

- É -concordei

 

Ali sentada de frente para o corpo dele, milhões de pensamentos vieram a minha cabeça, o principal deles eram de alivio, em saber que tinha pego o cara que poderia ser uma ameaça não só a mim, mas principalmente a Camila e o nosso filho

 

- MAMÃE! -ouvi meu filho gritar no andar de cima

 

Me levantei da escada rapidamente, correndo até o andar de cima, encontrei Lorenzo em pé em sua cama, chorando enquanto abraçava o seu ursinho 

 

- Ei filhote -o peguei no colo rapidamente

 

Lorenzo chorava sem parar, provavelmente tinha acordado assustado com todo barulho e gritaria

 

- Ei, está tudo bem, a mamãe tá aqui -abracei o seu pequeno corpo com força

 

Lorenzo se agarrou a minha roupa com força, fiquei no andar de cima com ele, já que não queria que ele visse o corpo lá embaixo

 

- A mamãe está aqui -repeti 

 

Fiquei acariciando os seus cabelos, enquanto o mantinha em meus braços, passando segurança a ele, até que o mesmo foi parando de chorar aos poucos e adormeceu. Coloquei ele no berço com calma para que não acordasse, deixei o seu quarto descendo as escadas

 

- Por que o seu cachorro não atacou ele? -Demi questionou

 

E então minha fixa caiu, de que Hulk não tinha feito nada para impedi-lo de entrar na minha casa

Saí procurando pelo meu cachorro pelo quintal, dei a volta na casa, passei pela piscina que ficava na porta de trás, encontrando meu cachorro deitado perto do muro

 

- Hulk? -o chamei 

 

Corri até ele me abaixando na sua frente, seus olhos estavam fechados, o balancei freneticamente mas não tive resposta, vi um pedaço de carne todo mordido próximo a ele e apenas uma coisa se passou pela minha cabeça; ele tinha envenenado o meu cachorro

 

Chamei Demi e com sua ajuda coloquei o meu cachorro dentro do carro, deixei ela em casa enquanto eu dirigia rapidamente a um hospital de cachorro 

Eu não podia perder o meu cachorro. 

 

...

 

Quando voltei até minha casa a polícia já estava lá, assim como a Camila que me recebeu com um abraço 

 

- Aí meu Deus, você está bem? -segurou meu rosto entre as mãos

 

Assenti com a cabeça, a abracei de volta com força

Felizmente Alexandre Ferrer já tinha sido levado pela policia, e depois de contar tudo e responder as perguntas dos policias que ficaram para me interrogar, todos foram embora, deixando apenas nós

 

- Eu fiquei tão preocupada quanto cheguei e vi a policia aqui na frente -Camila falou com a voz tremula 

- Eu estou bem, o Lorenzo e a Demi também estão bem, todos nós estamos bem -assegurei- E agora tudo acabou amor, não precisamos nos preocupar mais com ele

 

Camila me abraçou novamente me pegando de surpresa, mas retribui o abraço rapidamente, até que ouvir ela chorar e senti suas lágrimas em meu ombro

 

- Eu fiquei tão preocupada com você -repetiu enterrando o rosto na curva do meu pescoço

 

Ficamos abraçadas enquanto ambas acalmavam os nervos, e enquanto Camila se acalmava parando de chorar aos poucos

 

- Eu já terminei de limpar, acho que eu já vou embora -Demi avisou entrando na sala

 

A mesma estava limpando o sangue de Alexandre, por que se secasse seria quase impossível de tirar

 

Separei do abraço com a Camila, andei até Demi a abraçando, a mesma pareceu surpresa com o ato

 

- Obrigada -agradeci- Não to agradecendo por você ter limpado, mas sim por tudo que você fez por mim, e toda preocupação, eu não sei o que aconteceria se você não estivesse aqui -falei sincera

- Mas eu estou, e tudo deu certo no final -disse

- Obrigada -agradeci novamente

 

Levei Demi até o portão me despedindo dela, voltei pra dentro de casa, encontrando Camila na cozinha

 

- Eu fiz pra nós duas, é chá, pra acalmar -entregou a xícara pra mim

- Obrigada Camz -agradeci

 

Peguei a xícara da sua mão me sentando na cadeira, Camila se aproximou se sentando em meu colo enquanto abraçava o meu pescoço. Bebia o chá com calma, enquanto Camila acariciava o meu rosto

 

- Quando eu cheguei e vi a polícia, eu pensei que tivesse perdido você... -disse em voz baixa- Eu comecei a chorar e o meu coração se apertou, porque eu não sei o que seria de mim sem você Lauren... 

 

Terminei de beber o chá colocando a xícara encima da mesa, abracei a cintura dela e virei o rosto em sua direção

 

- Você não me perdeu, e nunca vai me perder, agora tudo vai voltar ao normal pequena, vamos só eu, você e o Lo, sem mais nenhuma preocupação -falei olhando em seus olhos castanhos

 

- Isso é tudo que eu mais quero -respondeu 

- Eu te amo demais sabia? -declarei, ela sorriu 

 

Camila me beijou enquanto suas mãos acariciavam meu rosto com calma e carinho. Ela separou os nossas bocas me dando vários selinhos seguidos antes de declarar de volta;

 

- Eu amo você Lolo 


Notas Finais


Uma observação; Eu não tenho noção de como se chama o pai da Alexa Ferrer, pesquisei em todos os lugares mas não encontrei, então coloquei Alexandre, não sei o porque mas foi o primeiro nome que se passou pela minha cabeça. Se alguém por acaso souber, deixa nos comentários que eu corrijo.


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