História Let Me Love You - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~devices

Postado
Categorias Justin Bieber, Lily Collins
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Visualizações 49
Palavras 2.502
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Policial
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente! Voltei e agora com uma oneshot.
Avisos:
▸ A one tem cenas de sexo explícito, caso não se sinta confortável, esteja livre para fechar a aba;
▸ Oneshot de minha autoria;
▸ Justin Bieber e Lily Collins não me pertencem (choro), mas suas personalidades na estória, sim;
▸ A estória não está betada, então perdoem os erros;
É isso, gente. A one foi feita com muito carinho, então espero que gostem.
Beijos e boa leitura!

Capítulo 1 - .único


Fanfic / Fanfiction Let Me Love You - Capítulo 1 - .único

Diga que iremos juntos pelos mais escuro dos dias, o paraíso está a uma decepção de distância. Nunca te deixarei, nunca me decepcione. Oh, tem sido uma baita de uma jornada dirigindo a borda de uma faca. Nunca te deixarei, nunca me decepcione. — Let Me Love You.
 

Bellevue, Washington; 01:17 p.m.

Meu coração estava acelerado como nunca. Minhas mãos suavam. Eu sentia todo o meu corpo tenso. Quase gritei para aquela sensação de arrependimento que começava a despertar ir embora. Andei de um lado para o outro. Percebendo meu nervosismo, Justin entrelaçou seus dedos nos meus e fez um carinho no meu rosto. 

— Não precisa fazer isso, Iris.

Balanço a cabeça e respiro fundo, apertando mais a sua mão.

— Eu nunca te deixaria sozinho nessa — solto sua mão, já colocando a máscara e pegando a arma que estava presa a minha cintura. Bastou um toque dele e toda uma determinação percorreu meu corpo. — Vai ficar me olhando aí ou vai agir?

— Essa é a minha garota!

Ele faz o mesmo. Põe a máscara, empunha a arma e avança. Quando Justin adentra a loja de conveniência, fico na porta para evitar que nenhum cliente saia.

De onde estou, ouço seus gritos para o balconista passar toda a grana para dentro da mochila. Minhas mãos tremem, mas aperto-as mais e mais em volta da arma para mantê-las firmes.

Quando vejo por minha visão periférica alguém se aproximar, entro em desespero e acabo atirando. Não consigo ver se acertei alguém ou se apenas atirei no nada. Sinto Justin me puxar pela manga do casaco. Meus reflexos pareciam desligados. Eu ficaria congelada no lugar se não fosse pela mão de Justin me arrastando até o carro.

— Caralho! — ele murmurava, enquanto corria. — Vamos, Iris. Entra logo nessa droga de carro!

Quando entramos, mal tenho tempo de fechar a porta e ele arranca com tudo. Meus olhos ainda estão arregalados e fixos a minha frente. Sinto a mão de Justin na minha perna e é quando, finalmente, acordo para a realidade. Tiro a máscara e solto todo o ar de meus pulmões.

— Você acha que eu acertei alguém? — continuo com o meu olhar na estrada à frente, mas levo minha mão até a de Justin em cima de minha coxa. 

 — Não sei — fala e agora olho para seu rosto de perfil. — Mas não importa. Conseguimos a grana e amanhã logo cedo vamos embora desse fim de mundo.

— Isso. Não importa. Amanhã começaremos uma vida nova.

Ouço sua risada e meu coração se tranquiliza. Quando noto que a bolsa com todo o dinheiro está em meu colo, começo a contar.

— Justin, com essa grana aqui a gente não consegue nem pagar o motel vagabundo que estamos hospedados.

— Eu sei disso, querida — ele me olha rapidamente. — É por isso que vamos fazer outra parada, mas dessa vez você fica no carro e eu vou.

Vejo-o estacionar em frente a um mercado. Noto que o lugar está parcialmente lotado. Justin põe novamente a máscara, agarra meu rosto e me dá um breve selinho.

— Fica no banco do motorista, pois quando eu voltar, a gente tem que partir na hora.

Assinto e o vejo partir. Meus olhos em suas costas cobertas pelo grosso casaco me faz lembrar em como fomos parar ali. Somos dois jovens loucos e faríamos tudo um pelo outro. Então chegamos a conclusão de que estávamos cansados da vida sem graça que estávamos levando. Logo decidimos recomeçar bem longe daqui, porém, faltava o dinheiro. E foi nesse momento que Justin teve a grande ideia de como íamos conseguir o dinheiro para irmos embora.

Quando Justin volta correndo, assim que ele bate a porta, acelero. Ele grita, provavelmente ainda com a adrenalina do que fez há segundos percorrendo todo o seu corpo. Ele pega o dinheiro na bolsa e joga para cima, gargalhando. Olho rapidamente para ele e abro um sorriso. Ele me agarra da melhor maneira e distribui beijos pelo meu pescoço e bochecha.

— Justin! — protesto. — Assim você me faz tirar a atenção da estrada. E com toda essa grana, precisamos continuar vivos ou terá sido tudo em vão.

— Nem brinca com isso, gata — ele me larga e começa a contar o dinheiro. — Já escolheu que destino tomaremos amanhã? Paris? Londres? Rio de Janeiro?

— Vamos com calma, amor. Primeiro a gente dorme e depois a gente pensa nisso.

Quando ele liga o rádio, nossa conversa cessa de vez. Dirijo o mais rápido possível até o motel que estamos hospedados. Entre um carinho e outro me permito esquecer como conseguimos todo o dinheiro.

 (...)

Quando chegamos ao motel, subi com as bolsas para o nosso quarto e Justin ficou embaixo estacionando o carro. Assim que adentrei o quarto, sentei na beirada da cama e tirei meus sapatos e calça. Ficando apenas com o largo casaco que eu trajava e a roupa íntima.

Quando estou confortável, jogo minhas costas na cama e permito meus pensamentos voltarem para a loja de conveniência. Um pensamento que estava bloqueado pela presença de Justin: será que eu acertei alguém?

Essa pergunta que estava me atormentando foi deixada de lado quando Justin rompe pela porta do quarto com dois copos em uma mão e uma garrafa do que parecia ser champanhe em outra. Ele sorri para mim e caminha em minha direção.

— Tentei descolar umas taças para a gente, mas o máximo que consegui foram copos descartáveis.

— O importante é que você tentou — sorrio de lado para ele.

— Iris, desencana — segura meu queixo. — Já foi, já passou. Agora precisamos comemorar. Temos grana e amanhã teremos uma vida nova.

— Vida nova — repito suas palavras. — Podemos mudar de nome também? — gargalho e ele logo me acompanha.

— Tudo o que você quiser, meu amor.

Ele abre o champanhe e enche nossos copos. Levantando a garrafa com uma mão e erguendo o copo com a outra para brindarmos.

— Vida nova.

— Vida nova.

Cada um vira o copo de uma vez. Sinto o gosto amargo do líquido descer por minha garganta. Quando largo o copo, sinto Justin agarrar minha cintura e me puxar para si. Ele me encara e passa o polegar por meus lábios.

— Minha doce Iris — sussurra. — Eu moveria céus e terras por você.

— Meu querido Justin — sussurro de volta. — Não existe nada nesse mundo que eu não faria por você.
Então ele me beija. Não importa quantas vezes nossos lábios e línguas já tenham se chocado, sempre há uma sensação nova. Uma sensação que me deixa extasiada, com vontade de nunca me separar dele.

Levo minhas mãos até seu cabelo e faço carinho no mesmo. Suas mãos continuam firmes em minha cintura. Quando o beijo fica cada vez mais intenso, tomo impulso e entrelaço minhas pernas em sua cintura. Ele anda para frente, indo em direção à cama.

— Agora vem a melhor parte da comemoração — digo o mais sensual que consigo em seu ouvido e ele ri de leve.

Justin volta a me beijar, enquanto sua mão percorre a lateral de meu corpo. Não fico para trás e subo minhas mãos por baixo de sua camisa, já sentindo os músculos de seu abdômen. Como de costume, travamos uma batalha para ver quem se despia primeiro. Eu estava claramente em desvantagem. Tentando não parar o beijo, levo uma das minhas mãos até o botão de sua calça. Ele nota minha luta e para o beijo para se livrar da calça e da camisa.

Com sua ajuda, tiro o enorme casaco que eu estava usando, ficando apenas de calcinha e sutiã. Seus dedos percorrem lentamente a pela desnuda da minha barriga, me fazendo ter leves arrepios. Depois sinto suas mãos indo para minhas costas, buscando o fecho do meu sutiã. Ele abre sem dificuldades, deixando meus seios rígidos expostos para ele. Ver seus olhos brilhando toda vez que me vê, faz uma sensação indescritível borbulhar dentro de mim.

Justin leva sua boca até o meu seio esquerdo e sua mão direita até o meu outro seio, chupando e apertando-o. Não consigo conter um gemido. Agarro firmemente sua cabeça e raspo minhas unhas de leve em sua nuca. Sinto-o se arrepiar. Ele ergue o olhar para mim enquanto desfruta de meus seios. Quase posso jurar que uma faísca passa entre nós quando nossos olhares se cruzaram. Ele larga meu seio direito e leva sua mão até a minha intimidade, fazendo o desconforto no local duplicar.

Cansada de toda essa provocação, o afasto e inverto as posições. Ficando por cima. Assumindo o controle. Me aproximo do seu rosto e distribuo beijos por sua boca, pescoço e seu peitoral coberto por músculos rígidos e tatuagens. Quando meus lábios chegam a sua boxer, ergo o olhar e sorrio maliciosamente.

— Agora é a minha vez de brincar.

— Você ainda vai me levar à loucura, Iris.

Primeiro aperto seu membro ainda dentro da boxer, sentindo-o rígido. Começo a estimulá-lo. Justin se contorce embaixo de mim e logo paro os movimentos. Puxo sua boxer, deixando seu membro duro exposto. Com uma mão agarro seu membro e com a outra faço carinho em suas bolas. É indescritível vê-lo naquele estado. Sendo envolto de prazer. E que era eu a pessoa que estava proporcionando a ele tal sensação. Aproximo minha cabeça de seu membro e dou leve lambidas em sua glande, vendo-o suspirar profundamente.

— Caralho, Iris.

Quando aumento a velocidade, sinto Justin erguer o quadril simulando uma penetração. Ele suspira audivelmente e segura minha cabeça, me empurrando para trás. Justin me puxa para cima e me beija novamente, descendo uma das mãos até minha bunda. Logo em seguida, ele troca as posições. Puxando o único tecido que me cobria: a minha calcinha.

Ele ergue o tronco e encara todo meu corpo.

— Acho que eu nunca vou me acostumar com o fato de você ser tão perfeita.

— Não sou perfeita, mas você me faz me sentir perfeita.

Ele sorri largamente e segura meus joelhos, afastando-os. Me deixando totalmente exposta para ele. Sinto sua língua se chocar contra minha intimidade, fazendo pressão no meu clitóris. Cravo minhas unhas no tecido da cama, tentando me manter imóvel, mas parece impossível. Meu corpo está sendo tomado por uma sensação maravilhosa. Me contorço mais uma vez e agarro seus cabelos.

— Isso... — murmuro. — Assim, Justin.

Ele para o movimento com a língua e me encara novamente.

— Você já está mais do que pronta para mim, amor.

Ele se posiciona entre minhas pernas e me penetra lentamente. Deixo evidente o prazer que ele está me proporcionando. Continuo gemendo no seu ouvido. Ele parece me torturar com seus movimentos lentos. Já com a excitação quase me consumindo, fico por cima dele e assumo o controle dos movimentos. Nossos gemidos ecoam por todo o quarto. Suas mãos estão uma em meu quadril e a outra estimulando meu clitóris. Reviro os olhos por conta de que já sinto meu limite se aproximar.

Justin assume o controle mais uma vez e começa a dar estocadas mais rápidas. O suor faz nossos corpos se grudarem. Sinto uma explosão crescer dentro de mim, eu finalmente havia chegado ao meu limite. Justin não tardou e logo desabou em cima de mim. Depois de se recuperar por alguns segundos, ele cai ao meu lado e me puxa para o seu peito ofegante.

— Melhor sexo — ele comenta, enquanto acaricia meus cabelos.

— Já tive parceiros melhores.

— Como é que é? — Justin ergue o pescoço para me encarar. — Isso eu duvido muito. Confio no meu taco.

— E que taco...

Caímos na gargalhada e com o tempo, a sonolência foi chegando e minhas pálpebras começaram a pesar. Acariciei sua barriga e antes de me entregar ao sono, sussurrei contra o seu peito.

— Eu te amo, Justin.

— Também te amo, minha Iris.

E depois disso, adormecemos.

Bellevue, Washington; 04:28 a.m.

Sou despertada por vários sons e um Justin desesperado empurrando meu ombro. Ele tentava me acordar e apanhar todas nossas coisas do chão rapidamente.

— Polícia de Bellevue, abram a porta ou vamos invadir!

— Acorda, Iris! — Justin soava desesperado, já pegando as malas com o dinheiro. Ainda meio desorientada, levanto e tento colocar o casaco. — Ai que merda! Que merda!

— Como eles nos acharam aqui?

— E isso importa? Temos que arrumar um jeito de sair daqui.

Assim que juntei minhas roupas, lembrei da pequena janela do banheiro.

— O banheiro, Justin — aponto com a cabeça para o local. — Vamos sair pela janela de lá.

Ele assente e me empurra na sua frente. Jogo primeiro nossas coisas para o outro lado e em seguida subo na pia do banheiro e pulo pela janela. Por sorte, o corredor que dava para as escadas ficava ali. Assim que pousei do outro lado, Justin levou segundos para me acompanhar. Bastou seus pés pisarem ao meu lado, ouvimos o estrondo da porta e alguém gritando.

— Eles fugiram! Cerquem o local!

Corremos o mais rápido que pudemos em direção ao nosso carro. Lutando com o medo de sermos pegos e para equilibrar as coisas que tínhamos em mãos. Logo que avistamos nosso carro, corremos para o mesmo e nos enfiamos dentro. Justin logo deu partida e eu tratei de terminar de me vestir.

Quando o carro saiu do estacionamento do motel, ouvimos sirenes atrás de nós.

— Puta merda! — Justin exclamava, enquanto apertava as mãos em torno do volante.

— Temos que dá um jeito de despistarmos eles — com minha cabeça ainda girando, olho para trás e vejo duas viaturas atrás de nós. — Mas que merda!

— Se segura Iris — mal tenho tempo de pôr o cinto. Justin acelera com tudo.

As zoadas das sirenes vão ficando cada vez mais próximas. Meu coração bate descontroladamente. Sinto que a qualquer momento vou ter uma parada cardíaca. Olho para Justin e ele não está muito melhor do que eu. Uma gota de suor escorre por sua têmpora, mas ele não levanta a mão para limpá-la, Justin segue com as mãos firmes no volante.

O dia estava quase amanhecendo. Se fosse em qualquer outro momento, eu teria parado para admirar a paisagem, mas quando se está fugindo da polícia, a paisagem é a última coisa que você quer prestar atenção. Vejo Justin olhar constantemente para o espelho retrovisor. Até que nos damos conta de que a zoada da sirene havia parado. Me permito dá um suspiro aliviado. Olho a nossa volta e de um lado há uma grande montanha e do outro um enorme penhasco.
 

— Acho que conseguimos despista-los.

— Você tem certeza?

— Tenho sim, olha.
 

Quando Justin ergue o olhar para o retrovisor, são instantes até o barulho das sirenes recomeçarem, mas desta vez, não estão atrás de nós e, sim, na nossa frente. No início da curva, estão as viaturas. Pela velocidade que nosso carro estava, íamos acerta-los em cheio. Justin pisa no freio, mas o carro derrapa na pista e segue em direção ao penhasco. Minha voz parece ter sumido. Sinto Justin apertar minha mão.

— Fique calma. Estou com você, tudo vai ficar bem.

Então, o carro despenca. Suas mãos entrelaçadas a minha tentam me  passar a mensagem de que tudo vai ficar bem. O mundo está paralisado a nossa volta. Seria esse o nosso novo recomeço ou o nosso fim?


Notas Finais


Não sei nem o que dizer sobre esse casal...
Mas então, o que acharam? Me contem nos comentários!
Ah, e obrigada por terem lido ♥
xxAna.


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