História Let Me Take Care Of You (ChanBaek) - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lay, Lu Han, Sehun, Suho
Tags Chanbaek, Huhan, Kaisoo, Sulay
Exibições 735
Palavras 3.684
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei, boa leitura ❤

Capítulo 22 - TWENTY ONE


Fanfic / Fanfiction Let Me Take Care Of You (ChanBaek) - Capítulo 22 - TWENTY ONE

A lua clareava a noite, o vento frio corria por toda a cidade, o silêncio nas ruas esvaziadas. No beco escuro os dois homens se beijavam intensamente, cada momento ou minuto para ambos, poderia durar para o resto de suas vidas.
Baekhyun gemia entre os beijos molhados que o outro depositava em seu pescoço, o intenso som de seus lábios se tocando, os dois sabiam que ainda sentia algo um pelo outro.
- Eu senti sua falta. - Baekhyun falava entre o abraço caloroso do outro. - eu realmente senti sua falta.
Chanyeol o abraçou mais forte, o menor sabia que não ia ser perdoado tão facilmente, mais iria reconquistar o amor que perdeu, sabendo que agora não iria ter mais barreiras a sua frente.
- Eu quero ficar com você, apenas com você. - falou novamente e obteve apenas o silêncio do outro. - por favor, me responda. - pois a cabeça na curva do pescoço de Chanyeol e desceu de seu colo ficando de pé.
- Eu também senti sua falta, aconteceu tantas coisas que com o passar do tempo eu fui me recuperando, eu não quero sofrer novamente Baekhyun. - falou e se afastou do menor. - eu também não quero te machucar ou te dar esperanças.
Baekhyun estava decidido a todo custo ficar com Chanyeol, mais o mesmo sabia que não iria ser tão fácil, por isso ele iria ser capaz de passar por cima de tudo e de todos para ter Chanyeol novamente.
- Eu te entendo. - sorriu e deixou um selinho em Chanyeol. - vamos, acho que o Joo Won está te procurando.
Os dois colocaram a cabeça para fora do beco, e poderam ver de longe o garotinho sentado no balanço sozinho. Os dois sorriram e seguiram de encontro com o garoto. Se aproximaram sem chamar atenção e sentaram ao lado do mesmo, um de cada lado.
- Oh, appa. - olhou para o outro lado é ficou surpreso. - Hyung. - falou e deu um sorriso enorme e abraçou ambos com os bracinhos curtos.
- Você está bem? - Baekhyun perguntou e deixou um beijo no topo da cabeça do mesmo.
- Sim, quando estou com vocês me sinto bem. - o garotinho era tão inocente e puro, Baekhyun sentia vontade de cuidar do mesmo e dar todo amor do mundo.
- Que bom. - o menor sorriu largo e encarou Chanyeol que apenas observava cada palavra e atitude de ambos.
- Você e o papai estão namorando? - Chanyeol se engasgou e ficou completamente vermelho. Baekhyun apenas gargalhava de toda a situação.
- Não!!! - olhou nervoso para Baekhyun que o encarava com uma careta feia. - quer dizer. - engoliu um seco e continuou - vamos entrar Joo Won.
Se pois de pé e pegou o pequeno no braço, olhou novamente para Baekhyun e sorriu nervoso.
- Até amanhã Baekhyun, durma bem. - virou as costas e entro dentro de casa.
Baekhyun começou a dar pulinhos de felicidade, pois ele sabia que ali já foi o primeiro passo de tudo, já estavam se aproximando novamente. Seguiu em direção de sua casa, estava mais sorridente do que nunca.

- CHEN ON -

O dia foi bem cansativo, eu estava realmente disposto a não pegar confusão com os alunos. Queria ser o bastante simpático possível para agradar os todos, mais é impossível quando apenas uns querem e outros não. Ainda mais pela manhã, quando tive aquela conversa desconfortável com aquele garoto. Ele não voltou para o resto das aulas, será que ele está bem?. Isso não é problema meu.
Estava saindo da escola quando lembro que deixei a chave de meu carro dentro do  armário. Voltei e subi as escadas, a escola estava escura e todos os alunos já estavam em seus quartos, estava apenas eu ali. Aquela escola a noite era um pouco assustadora, sugui direto para o armário, peguei minhas chaves e quando já ia embora, escuto um barulho de porta abrindo no andar do terraço. Quem está hora dessas no terraço? Subi as escadas e abri novamente a porta, quando olho em direção ao batente do terraço vejo um garoto ficar na porta do batente é abrir os braços.
Na mesma hora corri em sua direção e o puxei sem ao menos pedir permissão, nossos corpos se juntaram em um só caindo no chão frio. Seu corpo em cima do meu, nossos rostos estavam tão perto que eu não conseguia recuar. Senti borboletas em meu estômago, na mesma hora minha respiração ficou alterada então me levantei rapidamente o deixando no chão.
- Você está bem? - limpei a garganta e então quando olhei para o mesmo pude ver que era o mesmo garoto de mais cedo.
- Ei, oque pensa que está fazendo? - perguntou olhando para o braço que estava sagrando um pouco por ter ralado no chão.
- Eu só pensei que. - sou interrompido por o mesmo.
- Pensou que eu ia me matar? - falou e sorriu fraco - oque? Você se importa comigo?
- É claro que sim, você é meu aluno. - falei e o mesmo se pois de pé e me encarou.
- Eu…- ele respirou fundo - era pra você ter deixado, porque se importa? Hum?
- Já falei, você é meu aluno. - o mesmo suspirou e passou a encarar o céu.
- Woooaah, eu realmente queria morrer. - olhou novamente para mim, seus olhos já estavam marejados. - então me ajude!
- Oque? - perguntei surpreso pela pergunta.
- Me ajude a tirar notas boas, me ajude a ter uma relação boa com meu pai, boa educação e dar orgulho para mesmo. - falou em um gesto cansativo.
- Eu sou apenas um professor que dar aulas para várias pessoas. - falei e o mesmo fez uma careta de dor quando tocou o braço no tecido de sua blusa. - está doendo muito?
- Eu estou contando com você. - falou e saiu em direção a porta, logo sumindo atrás da mesma.
E agora? Oque eu faço? Ele deve está passando por muitos problemas difíceis para estar desse jeito. Vou pensar bastante sobre isso.

- SUHO ON -

Estava em casa sem fazer nada então decidi da uma volta. As ruas estavam vazias o vento estava frio, as nuvens estavam encarregadas e escuras. Iria chover mais cedo ou mais tarde. Continuei caminhado sentindo o ar puro e gostoso do tempo.
Parei em frente um prédio alto bastante iluminado, havia uma ou duas pessoas sentadas em frente o enorme local. Acho que aqui é a empresa de Jongin, eu passava o dia quais todo escutando Kyungsoo falar sobre o namorado, já estava até para pedir demissão e ir embora. Mais até que era legal trabalhar com eles, os dois me faziam rir o dia todo com as brincadeiras infantis deles.
Meus pensamentos são afastados quando avisto Lay, o mesmo estava pela manhã no café. Ele estava nervoso com minha presença mais cedo, não sei porque. Nos demos tão bem da última vez, e só agora ele estava me ignorando. Me aproximei sem que o mesmo me visse e toquei suas costas fazendo ele me encarar e se assustar.
- Porque não fala mais comigo? - formei um bico nos lábios e o mesmo ficou completamente nervoso.
- E-eu, quando fiz isso? - gaguejou e eu apenas gargalhei.
- Hoje pela manhã, e agora está tentando se defender.
- Não fiz isso. - limpou a garganta e manteve a posição. - eu preciso ir agora.
Já ia se retirar quando corri e fiquei novamente em sua frente. Comecei a dar passos em sua direção o mesmo arregalou os olhos e se afastou assustado.
- O-oque está fa-fazendo? - sorri largo por saber que o deixo nervoso.
- Vamos comer algo? Estou com fome. - fiz um enorme bico, o mesmo respirou fundo aliviado.
- Eu já comi. - ele estava mentindo, eu podia ver.
- Mentiroso, vamos! - peguei em sua mão e comecei a correr o puxando comigo.
- Eii, meu carro. Você! Ei! - apenas rir e continuei correndo. Encaro o mesmo que está com um sorriso largo, o sorriso que eu nunca havia visto finalmente pude ver, era lindo os traços de seu rosto, tudo era perfeito. Ele parou de correr e se agachou no chão e pois uma das mãos do peito.
- Você está bem? - perguntei preocupado.
- Não, não estou bem. - me aproximei do mesmo e me abaixei a sua frente. - eu estou ótimo.
Sorriu e me empurrou fazendo eu caí desajeitado no chão.
- Ei, seu traiçoeiro. - o mesmo estendeu uma das mãos para mim, a peguei e levantei limpando minha bunda que estava completamente suja.
- Oque está fazendo? - perguntei assustado quando ele me virou de costas e começou a dar tapas em minha bunda.
- Está suja, fica quieto. - falou então fiquei parado como o mesmo pediu. - pronto.
Soltou meu braço, eu senti minhas bochechas arder, com certeza estava corado feito uma pimenta.
- Você está bem? - ele se aproximou ainda mais de mim, e pude sentir seu corpo de encontro com o meu, corei mais ainda.
- Sim. - falei rapidamente e virei em sua direção. Meus olhos encarava sua gravata vermelha, quando levantei meu rosto para encarar o mesmo, nossos lábios estavam próximos um do outro.
Tentei me afastar mais o mesmo me puxa para mais perto de seu corpo. Meu coração começa a acelerar, minha respiração não estava muito diferente.
- Porque está tão vermelho. - falou com um sorriso malicioso no rosto.
- E-eu só… só estou assim. - tentei falar mais era impossível. - as pessoas.
- Porque se preocupa tanto com a opinião das pessoas? - perguntou calmo ainda me agarrando.
Fiquei em silêncio e baixei meu olhar para meus pés.
- Como você quer beijar alguém que conheceu ontem? - perguntei envergonhado, Lay gargalhou e me soltou.
- Te beijar? Quando eu disse que queria? - falou debochado, fiquei com mais raiva e vergonha ainda.
Dei as costas para o mesmo e sai andando, ando até chegar perto de seu carro, parei e encarei o veículo.
- Ele com toda essa riqueza e eu aqui achando que ele me daria bola. - dei de ombros e escuto passos atrás de mim.
- Você pode parar de me seguir - quando olho para trás vejo apenas uma mulher com uma criança ao lado, me encaravam assustados. Sorri fraco e envergonha e abaixei minha cabeça me xingando mentalmente por isso. Sinto meu corpo ser empurrado até chegar no carro. Encaro a pessoa e vejo que é Lay, tento me afastar mais o mesmo segura meus ombros.
- Você está me deixando louco. - Lay sussurra em meu ouvido e morde meu pescoço me fazendo arfar de prazer.
- Me-e deixa sair. - falei tentando me livrar de seus braços, claro que não era isso que eu queria.
O mesmo abre a porta do carro e me joga dentro, desce completamente o banco do carro me fazendo ficar deitado. O mesmo fica em cima de meu corpo e fecha a porta ao seu lado.
- Ei, alguém pode ver. - falo nervoso e olho para os lados. Felizmente não tinha ninguém.
- Não tem ninguém aqui, apenas nos dois. - sorri malicioso e começa a deixar beijos molhados em meu pescoço. Abriu os botões de minha blusa, enquanto descia os dedos, deixava uma trilha de beijos quentes por aquele local. Eu segurei seus cabelos forte o mesmo parou e me encarou.
- Você quer me beijar? - sussurrou
- Hum. - assenti e ele se aproxima, selou nossos lábios em um beijo profundo. Sua boca tinha um gosto doce e gostoso, era os lábios mais macios que eu havia tocado.
- Acho melhor paramos. - falou entre o beijo.
- Eu não quero. - puxei seus cabelos e aprofundei mais o beijo.
- Eu não vou conseguir meu controlar, não podemos fazer sexo aqui. - ele beija meu pescoço e me encara. - vamos para minha casa.
Quando vi oque estava fazendo o empurrei e abri a porta do carro, sai rapidamente e ajeitei minha blusa. Eu estava com tanto desejo em te lo, que nem me dei conta que iria me entregar para si.
- Oque foi? - ele sai e me encara confuso.
- Nos somos homens, não podemos. - falei confuso e olhei para os lados envergonhado. - eu não quero fazer sexo com você hoje para amanhã você me jogar fora feito um lixo.
- Eu entendo você, mais eu nunca iria lhe tratar como um lixo ou algo do tipo. - ele se aproxima de mim e beija o topo da minha cabeça. - eu levo você para casa, vamos. - segurou em minha mão e entramos dentro do carro. Então partimos para minha casa.

- R -

Já faz um tempo que Kai me provoca, me fazendo ciúmes e outras besteiras. Eu realmente queria fazer algo para ele. Entro no quarto e vejo que o mesmo está lendo um livro, seu óculos grande, seus cabelos bagunçados e seu corpo amostra. Jongin com certeza era o homem mais sexy que eu já havia visto. Tiro minha calça de moletom ficando apenas de cueca e blusa, o mesmo me olho por baixo da armação preta de seu óculos. Vou ao lado da cama e me abaixo de propósito atrás de meus chinelos de veludo.
Sinto seus olhos sobre meu corpo, então empino mais ainda meu quadril. Sinto seus braços me puxar e me rebolar em cima da cama, ele sobe em cima de mim e segura meus pulsos acima da cabeça.
- Você quer me deixar louco não é?
- Talvez - mordo o lábio e o mesmo agarra minha cintura com uma das mãos e  aperta a mesma com força.
- Você é um garoto muito mal. - beija meu pescoço e sussurra em meu ouvido. - hoje eu não vou te perdoar.
Sem esforço algum ele pega uma gravata em cima da mesinha do lado da cama e amarra minhas mãos. Senti um arrepio percorrer minha espinha na hora que o mesmo me vira de costas e começa a levantar minha blusa. Sinto seus dedos frios passear por todo meu corpo, ele tira minha blusa me deixando apenas de cueca. Começa a fazer trilha de beijos até chegar em minhas nádegas. O mesmo a aperta com bastante força e deposita um tapa forte me fazendo soltar um gritinho.
- Você gosta não é? - falava entre minha pele e sinto meu membro latejar de prazer.
- Vamos logo com isso. - pedi manhoso, o mesmo me vira de frente. Ele estava encarando meu corpo, quando começa a deixar beijos em minhas coxas, subindo para meu membro. Da um beijo demorado em minha intimamente. Jongin com certeza sabia como me deixar louco.
- Por favor, vamos logo. - senti o pre-gozo chegar, me segurei para não gozar ali mesmo.
Desamarrei a gravata com os dentes, me levantei rapidamente. Subi em cima do colo do mesmo e comecei a rebolar sobre seu membro que já estava ereto. Levei meus lábios até seu ouvido.
- Quem manda em você? - falei em meio de sussurros, o mesmo tombou a cabeça para trás. - estou esperando a resposta. - apertei seu membro com uma das mãos, o mesmo gemeu alto.
- Você manda em mim. - sorri satisfeito - eu sou todo seu, e você é todo meu. - abriu os olhos, sorriu cheio de malícia e inverteu as posições. Começou a dar beijos em meus mamilos, passando a língua por todo o local. Sua língua passeava por todo meu corpo exposto. Beijou meu membro coberto pela única peça de roupa que eu estava vestindo.
- Me fode logo! - falei já necessitando dele dentro de mim.
Kai arrancou minha cueca fora, nesse ponto ele também já estava completamente pelado. O mesmo agarrou meus cabelos com força e me puxou para um beijo feroz. Se afastou e colocou dois dedos em minha boca, chupei os mesmo até ver que estavam bem úmidos. O mesmo retira os dedos de minha boca, e leva em direção a minha entrada, põe o primeiro é já consigo sentir o desconforto, ele coloca o outro e começa a fazer movimentos de tesoura, quando já estou acostumado ele posiciona seu membro em minha entrada.
- Eu lhe avisei para não me provocar. - não deixou eu falar e me penetrou com força. Senti uma dor forte, mais o mesmo continua com estocadas rápidas. Ele segura meus fios de cabelo e me puxa contra seu corpo, nossos corpos se chocando em uma perfeita combinação. Começo a beijar e morder seu pescoço o deixando ainda mais louco.
- É só isso que consegue fazer? - provoquei o mesmo. Sorriu largo e continuou com as estocadas ainda mais rápidas. Segurou meu membro e começou a me masturba, começo a gemer alto o mesmo parecia satisfeito.
- Goza pra mim - falou manhoso - agora.
Ele atinge minha próstata e chegamos ao nosso ápice juntos. Sujo todo seu abdômen o mesmo se deita ao meu lado e me dá um beijo carinhoso.
Ficamos calado por um tempo até eu quebrar o silêncio.
- Eu amo você Jongin. - quando encaro o mesmo já está dormindo. Ele é tão adorável de um jeito que não consigo explicar. Sinto o sono me invadir e apago.

~ Dia seguinte

- XIUMIN ON -

Eu realmente estava com uma boa impressão ao novo professor, eu espero que ele me ajude. Se eu melhorar em tudo, meu pai vai ter orgulho de mim.
Hoje eu estava com disposição para ir pra sala de aula e prestar atenção nas aulas, eu iria me sacrificar bastante para poder ser o melhor. Entrei na  enome sala, havia algumas alunos conversando sobre coisas aleatórias, eu apenas sentei no mesmo canto de sempre. O professor adentra a sala chamando a atenção de todos, ele me olha de onde está e abaixa a vista. Começo a prestar atenção na aula.

(…)

As aulas passaram rápidas, agora eu estou deitado no banco fora da escola,eu estava um pouco cansado, não tinha dormido direito e quando eu acordava disposto para fazer algo, logo fracassava.
Sinto passos se aproximando mais não ligo, apenas continuo de olhos fechados.
- Pirralho, está acordado? - eu tenho ódio quem me chama de pirralho, eu já sou bem grandinho e velho para receber esse tipo de apelido.
- Ei, eu tenho nome sabia? - falei e me sentei abrindo os olhos.
- Eu sei, é legal ver você irritado. Ah, pega, comprei para voce. - ele me dá uma embalagem de remédio e um sanduíche, bagunça meus cabelos e sorri largo. - então, eu pensei na sua "proposta".
- E então? - falei alegre já batendo palminhas.
- Não vou poder aceitar. - falou e logo meu humor mudou completamente. - to brincando pirralho.
Eu não pude acredita, uma hora ele me zoava e outra me ajudava, esse homem com certeza é bipolar.
- Sério? Sério mesmo? - ainda restava um pouco de esperanças dentro de mim.
- Sim, estou falando sério. - falou e sorriu largo, eu o abracei forte, forte até demais para nossos corpos estarem completamente grudados um no outro. Sinto minhas bochechas arder quando o mesmo passa as mãos em minha cintura. Me afasto rápido e tento disfarçar um pouco da minha vergonha.
- Quando começamos? - perguntei tentando esconder o rosto.
- Agora. - ele me segura pelo pulso e sai me puxando para dentro da escola.
- Agora eu não posso, eu tenho que falar com meu pai primeiro. - tentei fazer o mesmo parar mais foi em vão.
- Vamos agora! - sorriu largo e continuou me puxando. Entramos dentro de um laboratório e ele me sentou e começou a falar várias coisas. Não estava entendendo nada, as vezes ele gargalhava da minha cara, as vezes tentava explicar, eu realmente estava me divertindo, nunca mais tinha me sentido assim.

- CHANYEOL ON -

Ontem à noite depois daquela atitude de Baekhyun, eu estou pensando até agora como ele conseguiu fazer aquilo depois de todos os anos que passou. Minha mãe havia arranjado um encontro às cegas hoje para mim, eu já estava esquecendo disso. Ela queria que eu arrajasse alguém para cuidar de Joo Won e de mim, eu sabia que meu coração ainda pertencia Baekhyun mais também sabia que teria que fazer uma escolha certa.
Já estava arrumado, peguei as chaves do carro e desci para baixo. Chegando lá me assustei ao ver Baekhyun sentado no sofá conversando com minha mãe. Me aproximei dos dois devagar, quando Baekhyun nota minha presença me olha com uma certa tristeza.
- Oque está fazendo aqui? - pergunto e minha mãe repara minha presença.
- Oh, filho senta aqui, conta para o Baek do encontro de hoje. - sorriu e encarou Baekhyun - Chanyeol falou que iria levar a moça para o lugar onde ele gostava de ir quando era criança. É um lugar especial para ele. - Baekhyun encarava o chão, o lugar que eu estava planejando em leva-lá era o mesmo lugar onde levei Baekhyun pela primeira vez que o conheci.
- Eu preciso ir agora. - Baekhyun sorriu fraco para minha mãe e seguiu para fora de casa.
- Omma, eu vou indo se não vou me atrasar. - deixei o beijo em sua bochecha e corri para fora de casa. Baekhyun estava sentado no balanço olhando para as crianças que corriam de um lado para o outro. Me aproximei do mesmo e sentei ao seu lado.
- Você vai se atrasar para o encontro. - falou calmo, porém estava acabado por dentro.
- É verdade. - me levantei e tirei a chave do carro de dentro do bolso. O mesmo se levanta e me encara.
- Você realmente vai? - seus olhos já estavam marejados. - eu vou te deixar ir para sempre, quando você me falar. Você realmente quer ir?
   


Notas Finais


Ta bem bosta o cap, prometo que o próximo vou deixar bem interessante ❤


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